Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Portugal mostra duas faces para se classificar para a Eurocopa

A seleção de Portugal, que decepcionou nas eliminatórias da Eurocopa de 2012, impressionou na terça-feira ao golear a Bósnia por 6 a 2 na partida de volta da repescagem, carimbando assim sua vaga para a competição que será disputada na Polônia e na Ucrânia.
Após ter ficado no 0 a 0 em Zenica na última sexta-feira, os lusos levaram o estádio da Luz de Lisboa ao delírio, com uma grande atuação do craque do Real Madrid Cristiano Ronaldo, que abriu o placar numa linda cobrança de falta e fez mais um no qual driblou o goleiro adversário.
Um mês antes, os portugueses fizeram uma partida bem menos brilhante quando foram derrotados por 2 a 1 pela Dinamarca, perdendo a esperança de uma classificação direta para a Eurocopa.
Qual dessas duas faces será exibida na Ucrânia e na Polônia em junho de 2012? A equipe apagada e sem garra que tropeçou na Dinamarca ou a seleção inspirada com futebol ofensivo que incendiou o estádio da Luz contra a Bósnia?
Ao observar de perto o retrospecto dos últimos meses, a derrota sofrida em Copenhage foi o único tropeço dos lusos desde que Paulo Bento assumiu o cargo de treinador em setembro de 2010.
Há um ano, sua equipe teve até uma vitória de prestígio por 4 a 0 sobre a Espanha, atual campeã mundial e europeia.
Foi por causa de um péssimo início de campanha nas eliminatórias que Portugal chegou a comprometer suas chances de participar da Eurocopa, enquanto a equipe ainda era comandada por Carlos Queiroz.
O ex-técnico, apontado como principal culpado pela má fase da época, foi suspenso pela própria federação e sofreu duras críticas da parte dos jogadores.
Sem poder contar com Cristiano Ronaldo, que estava machucado, a equipe empatou em casa por 4 a 4 com a fraca seleção do Chipre e foi derrotada por 1 a 0 pela Noruega.
Com a chegada de Paulo Bento e a volta do craque do Real Madrid, os lusos venceram cinco partidas consecutivas, que os levaram a sonhar com a classificação direta na última rodada, o que acabou não acontecendo por causa do tropeço de Copenhague.
"A troca de técnico foi determinante para o grupo. Ele trouxe muitas novidades e uma mentalidade diferente", declarou Ronaldo após a goleada sobre a Bósnia na terça-feira.
O próprio jogador foi muito elogiado pela imprensa portuguesa, que o criticava por não repetir com a seleção as grandes atuações que tinha com o Real Madrid.
Uma situação parecida à do seu maior rival, o argentino Lionel Messi, cobrado por não ter o mesmo brilho que no Barça com a seleção do seu país, que comandou a virada dos 'hermanos' sobre a Colômbia nas eliminatórias da Copa de 2014.
Com 32 gols em 87 partidas com a camisa de Portugal, Ronaldo já igualou a marca que Luis Figo alcançou em 120 jogos, precisa de mais nove para chegar ao nível do lendário Eusébio e quinze para superar o artilheiro absoluto, Pauleta, que balançou as redes 47 vezes de 1997 a 2006.

Comentário: para a grande maioria dos fanáticos por futebol espalhados pelo mundo, informações sobre a seleção portuguesa é de pouca importância. Porém, em um país que possuí uma enorme miscigenação de raças, como o Brasil, o caso geral não se procede, ainda mais em nações colonizadas por Portugal. A lusa, que não mostrou grande empenho nas eliminatórias da Eurocopa, deixou o coração do torcedor balançado depois do resultado que teve no jogo de repescagem. Agora, resta para os adimiradores apenas esperar o meio do ano que vem, com a cabeça repleta de dúvidas e esperanças, para ver qual realmente é a identidade da seleção portuguesa: boa de bola, ou bola murcha.

'Los Hermanos' volta aos palcos em 2012

Em nota divulgada nesta terça-feira (15) em seu blog, o tecladista do grupo Los Hermanos, Bruno Medina, disse que a banda volta aos palcos em 2012.

De acordo com ele, as apresentações acontecem entre abril e maio e coincidem com o 15º aniversário da banda. Apesar de não citar datas específicas, o músico afirmou que o grupo vai passar por Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Apesar do retorno aos palcos, o Los Hermanos não deve gravar um novo álbum de inéditas. O último trabalho de estúdio lançado pelo grupo foi o disco "4", de 2005.

Comentário: para os fãs da banda, a notícia dada pelo tecladista não podia ser melhor. O grupo, que se apresentou pela última vez em novembro de 2010, no festival de música SWU, voltará ao Brasil fazendo shows em várias cidades, de modo que atenda a toda demanda de pedidos dos adimiradores da banda. Sem sombra de dúvidas, o evento gerará boatos por todo país,ação que sempre se repete com a visita de um artista a nação.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Israel aborda 2 embarcações que pretendiam romper bloqueio a Gaza

Jerusalém, 4 nov (EFE).- As Forças Armadas de Israel abordaram nesta sexta-feira duas embarcações de ativistas que seguiam com destino à Faixa de Gaza para romper o bloqueio imposto pelo Estado judaico ao território, após a flotilha ter ignorado os pedidos para mudar de rumo.




O contato com os passageiros a bordo - 27 ativistas e jornalistas de nove países - foi bloqueado com navios de Israel. Por isso, não se sabe a versão da flotilha sobre como ocorreu a abordagem.



'Faz um momento, soldados da Marinha abordaram os barcos que se dirigiam à Faixa de Gaza tentando romper o bloqueio marítimo de segurança implantado de acordo com o Direito Internacional', diz a nota das Forças Armadas israelenses.



As embarcações estavam a cerca de 65 quilômetros da Faixa de Gaza, no Mar Mediterrâneo, e foram transferidas ao porto de Ashdod, cidade israelense ao norte de Gaza. Segundo outro comunicado, os passageiros seriam entregues à Polícia e às autoridades migratórias.



Os ativistas da campanha batizada de Freedom Waves to Gaza (Ondas de Liberdade a Gaza) previsivelmente serão acusados de 'entrada ilegal' em Israel e presos à espera de deportação, que os impedirá de entrar no país por dez anos.



O comunicado indica que os militares 'atuaram como estava previsto e levaram em conta as preocupações necessárias para garantir a segurança dos ativistas a bordo, assim como a sua própria'.



'A abordagem foi realizada em linha com as determinações do Governo israelense e após toda tentativa, sem sucesso, de impedir que os barcos chegassem à Faixa de Gaza', ressaltam os militares do Estado judaico, que dizem ter pedido várias vezes de 'diversos pontos do mar' para que os barcos desviassem rumo a Ashdod ou ao território egípcio.



Segundo o relato dos passageiros e um jornalista da 'Al Jazeera', os militares perguntaram ao capitão do barco canadense Tahrir qual era seu destino. O capitão respondeu: 'a melhora da humanidade' e 'o fim da ocupação de Gaza'.



Os ativistas içaram as bandeiras palestinas em suas embarcações - a canadense Tahrir e a irlandesa Saoirse. Eles destacaram que o objetivo da flotilha não era humanitário (transportava apenas uma carga simbólica de remédios), mas solidário à população de Gaza.



'Está claro que 27 civis em dois pequenos barcos levando apenas remédios não constituíam ameaça alguma para a segurança do Estado de Israel e que a determinação de mantê-los afastados não é mais que um apoio a sua política de castigo coletivo, um crime contra a humanidade', exclamou Huwaida Arraf, porta-voz da campanha, após a abordagem.



Os passageiros - principalmente do Canadá, Estados Unidos, Austrália e Irlanda - 'estão comprometidos com a defesa não violenta da flotilha e com os direitos humanos dos palestinos', disseram os organizadores da viagem em comunicado.



Os dois navios tinham partido da Turquia em segredo para evitar as pressões internacionais à Grécia que caracterizaram a última tentativa de uma pequena frota de chegar ao litoral da Faixa de Gaza no meio do ano.



O Movimento Internacional de Solidariedade informou em comunicado que palestinos e ativistas internacionais organizaram um ato de recepção à flotilha.



Esta é a 11ª tentativa de romper pelo mar o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza em 2006, reforçado um ano depois, mas aliviado há ano e meio por pressões internacionais após o ataque militar israelense à chamada Flotilha da Liberdade - um incidente ocorrido em águas internacionais que matou nove ativistas turcos.



O chamado Relatório Palmer da ONU, que analisou a polêmica abordagem realizada no final de maio, legitimou o bloqueio naval a Gaza, mas acusou Israel de uso desproporcional da força.



O organizador do barco canadense, Ehab Lotayef, insistiu na necessidade desta nova iniciativa, apesar do relaxamento do bloqueio. Segundo ele, os habitantes da Faixa de Gaza 'querem solidariedade, não caridade' e, 'apesar da ajuda humanitária ser útil, eles ainda são prisioneiros sem liberdade de movimentos'.

comentarios: Huwaida Arraf explicou que a campanha buscará organizar novas viagens marítimas nos próximos meses, 'cada uma como uma onda'. EFE

G20/BRASIL-Dilma defende solução de crise via FMI

CANNES, França, 4 de novembro (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira que o Brasil e os demais países dos BRICs estão dispostos a contribuir para uma ajuda financeira à Europa se isso for feito por meio do Fundo Monetário Internacional, mas que não há decisão ainda sobre o volume de recursos que podem ser disponibilizados.




Ela acrescentou que os recursos das reservas internacionais brasileiras devem ser protegidos pois foram acumulados com o 'suor dos brasileiros', e descartou um repasse direto para o fundo de resgate europeu.



'Eu não tenho a menor intenção de fazer nenhuma contribuição direta para o Fundo de Estabilização Europeu,' disse a presidente durante entrevista coletiva após o encerramento da reunião do G20 em Cannes. 'O Brasil tem um mecanismo, que é o mecanismo que rege as relações internacionais, via Fundo Monetário.'



No comunicado do G20 divulgado durante o encontro, os membros afirmaram que 'assegurarão que o FMI siga tendo recursos para cumprir seu papel sistêmico, em benefício de todos os membros', mas jogaram para a próxima reunião de ministros, em dezembro, a responsabilidade por definir como se dará esse aumento do poder de fogo do banco.



Algumas das alternativas listadas foram contribuições bilaterais, voluntárias e emissões de direitos especiais de saque.



O G20 também não anunciou decisão sobre valores de aportes. Em entrevista coletiva após a cúpula, a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, afirmou que o grupo não estabeleceu um teto para a ajuda, e que ela está segura de que terá os recursos necessários para cumprir suas funções.



Dilma voltou a defender uma reforma na governança do organismo multilateral de crédito que, na avaliação dela, deve refletir a mudança de correlação de forças no cenário global. Na entrevista, a presidente argumentou que uma ampliação do FMI contribuirá também para a redução do risco sistêmico na economia global.



A cúpula do G20 foi um 'relativo sucesso' na medida em que criou o ambiente adequado para que os países da zona do euro avançassem em busca de soluções para a crise, disse Dilma. 'Agora (eles) vão ter de dar mais detalhes dos seus planos,' afirmou.



Dilma se reuniu com chefes de Estado dos demais países dos Brics --Rússia, Índia, China e África do Sul-- na quinta-feira, quando trataram da crise europeia.



TAXA FINANCEIRA



O Brasil adotará uma taxa adicional sobre as transações financeiras realizadas no país caso haja um acordo para a adoção dessa tributação globalmente, afirmou Dilma.



A proposta para a criação de uma nova taxa financeira foi feita pela França durante o G20 como forma de levantar recursos para suprir a redução da oferta de assistência social no mundo verificada após a crise. A ideia encontra forte resistência de países como a Grã-Bretanha, onde a indústria financeira tem um peso grande na economia.



Dilma argumentou que o Brasil tem uma economia variada e já adota uma taxação sobre transações financeiras -o IOF.

comentarios:

04/11/2011 15h06 - Atualizado em 04/11/2011 15h06

G20/BRASIL-Dilma defende solução de crise via FMI

Reuters

Por Isabel Versiani



CANNES, França, 4 de novembro (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira que o Brasil e os demais países dos BRICs estão dispostos a contribuir para uma ajuda financeira à Europa se isso for feito por meio do Fundo Monetário Internacional, mas que não há decisão ainda sobre o volume de recursos que podem ser disponibilizados.



Ela acrescentou que os recursos das reservas internacionais brasileiras devem ser protegidos pois foram acumulados com o 'suor dos brasileiros', e descartou um repasse direto para o fundo de resgate europeu.



'Eu não tenho a menor intenção de fazer nenhuma contribuição direta para o Fundo de Estabilização Europeu,' disse a presidente durante entrevista coletiva após o encerramento da reunião do G20 em Cannes. 'O Brasil tem um mecanismo, que é o mecanismo que rege as relações internacionais, via Fundo Monetário.'



No comunicado do G20 divulgado durante o encontro, os membros afirmaram que 'assegurarão que o FMI siga tendo recursos para cumprir seu papel sistêmico, em benefício de todos os membros', mas jogaram para a próxima reunião de ministros, em dezembro, a responsabilidade por definir como se dará esse aumento do poder de fogo do banco.



Algumas das alternativas listadas foram contribuições bilaterais, voluntárias e emissões de direitos especiais de saque.



O G20 também não anunciou decisão sobre valores de aportes. Em entrevista coletiva após a cúpula, a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, afirmou que o grupo não estabeleceu um teto para a ajuda, e que ela está segura de que terá os recursos necessários para cumprir suas funções.



Dilma voltou a defender uma reforma na governança do organismo multilateral de crédito que, na avaliação dela, deve refletir a mudança de correlação de forças no cenário global. Na entrevista, a presidente argumentou que uma ampliação do FMI contribuirá também para a redução do risco sistêmico na economia global.



A cúpula do G20 foi um 'relativo sucesso' na medida em que criou o ambiente adequado para que os países da zona do euro avançassem em busca de soluções para a crise, disse Dilma. 'Agora (eles) vão ter de dar mais detalhes dos seus planos,' afirmou.



Dilma se reuniu com chefes de Estado dos demais países dos Brics --Rússia, Índia, China e África do Sul-- na quinta-feira, quando trataram da crise europeia.



TAXA FINANCEIRA



O Brasil adotará uma taxa adicional sobre as transações financeiras realizadas no país caso haja um acordo para a adoção dessa tributação globalmente, afirmou Dilma.



A proposta para a criação de uma nova taxa financeira foi feita pela França durante o G20 como forma de levantar recursos para suprir a redução da oferta de assistência social no mundo verificada após a crise. A ideia encontra forte resistência de países como a Grã-Bretanha, onde a indústria financeira tem um peso grande na economia.



Dilma argumentou que o Brasil tem uma economia variada e já adota uma taxação sobre transações financeiras -o IOF.



comentarios:'Nós não somos contra se todos os países adotarem uma taxa', disse a presidente. 'Se tiver uma taxa financeira global, o Brasil adota também. Nós não somos contra.'

domingo, 23 de outubro de 2011

Pesquisa mostra que 1% de todos os milionários do mundo está no Brasil


O Brasil concentra 1% de todos os milionários do mundo, de acordo com levantamento efetuado pelo banco Credit Suisse e divulgado nesta semana. Apesar de estar bem atrás dos Estados Unidos, onde vivem 34% de todos os milionários do planeta, o Brasil é o país sul-americano com maior número de ricaços.
Segundo o levantamento, no mundo todo há 29,7 milhões de pessoas com mais de US$ 1 milhão atualmente.
Depois dos EUA, o Japão é o país que mais possui milionários --11% do total é daquele país--, seguido pela França (9%), Alemanha (6%) e Reino Unido (6%)
O Credit Suisse constatou ainda que, entre 2010 e 2011, a concentração de toda a riqueza global nas mãos dos milionários e bilionários aumentou de 36,5% para 38,5%. Isso que dizer que, atualmente, dos US$ 231 trilhões de riqueza global, US$ 89 trilhões estão nas mãos de pessoas que possuem US$ 1 milhão ou mais.

Riqueza acima de US$ 100 mil

O estudo também mostrou que cerca de 398 milhões de adultos possuem riqueza acima de US$ 100 mil em todo o globo. Deste total, 2% são brasileiros, segundo o Credit Suisse --novamente o percentual mais elevado entre todos os países sul-americanos.
Nesta faixa de riqueza, os Estados Unidos também lideram: 21% de todas as pessoas que têm mais de US$ 100 mil moram nos EUA. Em seguida aparece o Japão, com 16%, a Itália (8%) e a Alemanha (7%).
América do Norte, Europa e Ásia concentram 89% das pessoas que possuem mais do que US$ 100 mil. Só na Europa, estão 39% deles, de acordo com a pesquisa.
COMENTARIO: Se pararmos para pensar em relaçao aos países sul-americanos o Brasil está bem,mas em relação ao mundo ta bem fraco e mal,o que nos mostra que a economia e dinheiro de nosso pais em relação a outros esta prejudicado.

domingo, 16 de outubro de 2011

Alckmin diz concordar com proposta de Dilma para royalties do pré-sal


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse neste domingo (16) que defende a proposta atual da presidente Dilma Rousseff (PT) para a distribuição dos recursos provenientes da exploração do petróleo.
"Acho justa a proposta do governo federal, que melhora a situação dos Estados não produtores, mantém a parcela dos que produzem próxima da atual, mas reduz bem a participação da União [nas receitas]", afirmou em Barretos (423 km de SP).
A presidente Dilma, no entanto, tem dito que já cedeu tudo o que tinha de ceder em nome de um acordo e que agora cabe aos Estados produtores abrir mão de um percentual maior dos ganhos atuais.
Conforme a Folha publicou hoje, o governo federal ficou com 40% (R$ 8,6 bilhões) dos R$ 21,6 bilhões recolhidos em 2010 com os royalties e participações especiais (cobradas sobre áreas mais lucrativas) do petróleo.
Segundo Alckmin, São Paulo recebeu no ano passado cerca de R$ 48 milhões, o que considera "muito pouco" diante do Orçamento paulista, que é de aproximadamente R$ 130 bilhões.
O valor recebido pelo Estado, no entanto, tende a crescer muito nos próximos anos graças às descobertas dos campos de pré-sal, no litoral brasileiro, em 2009.
Essa previsão de crescimento das receitas com o petróleo são o motivo da atual disputa, já que os Estados não produtores, de olho nos ganhos futuros, querem garantir ampla participação no bolo.
A proposta federal defendida por Alckmin é a que prevê queda na parcela da União de 30% para 20% a partir de 2012 para áreas de exploração já licitadas. Os Estados produtores, como São Paulo, teriam redução bem inferior --de 26,25% para 25%.
Para ficar com uma parte maior dos recursos, unidades da federação que não produzem petróleo querem que o percentual dos produtores se iguale ao da União.
VETO
O tucano também disse ser favorável à manutenção do veto do ex-presidente Lula à proposta do Congresso que dividia de forma mais igualitária os royalties.
"Só não pode vetar e deixar a Justiça decidir. Isso seria judicializar uma discussão que é política", afirmou. Para que isso não aconteça, São Paulo está aberto ao debate, disse ele.

COMENTARIO: É muito melhor essa decisão e concordancia de que o lucro dos royalties sejem dividos nao so nos estados que apresentam pre sal,pois isso consequentemente ira ajudar na economia de todo o pais.

domingo, 9 de outubro de 2011

Brasil é 73º em ranking da 'Forbes' de melhores países para se investir

Nova York, 7 out (EFE).- O Brasil ficou na 73ª posição do ranking elaborado pela revista "Forbes" dos melhores países para se fazer negócios no mundo, atrás de países como Colômbia (62ª colocação), Costa Rica (69ª) e Jamaica (70ª).

No topo da lista, formada por 134 países, ficaram os seguintes países (em ordem): Canadá, Nova Zelândia, Hong Kong, Irlanda, Dinamarca, Cingapura, Suécia, Noruega, Reino Unido e Estados Unidos, que quatro anos atrás eram os líderes.

O Chile, na 24ª posição, foi considerado o melhor país da América Latina, região onde também se destacam Peru (42ª), México (57ª) e Panamá (60ª).

"O Chile tem uma economia de mercado que se caracteriza por um alto nível de comércio internacional e uma reputação de fortes instituições financeiras e sólidas políticas que lhe valeram a melhor qualificação creditícia de toda a América do Sul", explica a "Forbes".

Nas últimas posições, ficaram Burundi (132ª), Zimbábue (133ª) e Chade (134ª).

A publicação elabora esse ranking a partir do estudo de 11 fatores diferentes, entre os quais: direitos de propriedade intelectual, inovação, impostos, tecnologia, corrupção, liberdade, proteção aos investidores e desempenho dos mercados de valores.



COMENTÁRIO: Se formos ver a posição do Brasil não está tão mal e prejudicada,porém poderia estar em uma posição mais favoravel ja que o Chile,Colombia,Costas Rica estao á sua frente e sao paises que esses fatores da pesquisa nao sao legais e nem favoraveis.