Em 30 de setembro de 2005, 12 cartuns foram publicados pelo jornal dinamarquês "Jyllands-Posten", um deles mostrando o turbante do profeta Maomé em formato de bomba. O jornal justificou dizendo que queria iniciar um debate sobre a liberdade de expressão.
Curiosamente, as manifestações contrárias começaram somente cinco meses depois da publicação, em fevereiro de 2006.
Protestos violentos atingiram Paquistão, Síria, Irã, Líbano e faixa de Gaza, entre outros locais de maioria muçulmana. Missões diplomáticas dinamarquesas foram incendiadas no Oriente Médio.
Numa demonstração de solidariedade aos dinamarqueses, diversos órgãos de imprensa do mundo, sobretudo na Europa, republicaram as charges, aumentando a tensão. Em resposta, o Irã convocou um concurso de charges sobre judeus.
No ano passado, as charges causaram nova polêmica, quando a editora norte-americana de um livro sobre a crise recusou-se a republicar as imagens, o que causou protestos da autora.
Comentário: O tumulto foi causado pela publicação de uma charge criticando Maomé na Dinamarca, isso por que Maomé é criador e símbolo da religião islâmica, tanto que podemos observar que na maioria dos paises que se revoltaram a população e islâmica, os país que publicaram a charge não tinha a noção de que a charge criaria tamanho tumulto, pois os pensamento de europeus e islâmicos são muito diferentes, uma charge de Maomé para um país europeu seria igual a uma charge de Jesus Cristo, que também causaria muito tumulto
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