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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Irã é um 'caso especial', diz diretor da AIEA

VIENA (Reuters) - O Irã é um "caso especial" devido às preocupações ocidentais de que estaria secretamente desenvolvendo uma arma nuclear, disse na segunda-feira o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, em meio a uma ofensiva política do Irã e de países árabes contra o suposto arsenal nuclear israelense.


Na semana em que o Conselho de Segurança da ONU deve votar novas sanções ao programa nuclear iraniano, Amano criticou a insistência do Irã em enriquecer urânio e dificultar o acesso de inspetores e investigadores a suas instalações atômicas.

"Também preciso mencionar que o Irã é um caso especial por causa, entre outras coisas, da existência de questões relacionadas às possíveis dimensões militares do seu programa nuclear", disse ele na abertura de uma reunião dos 35 países do conselho de direção da AIEA.

Mas o embaixador do Irã na AIEA, Ali Ashgar Soltanieh, disse que a agência deveria prestar mais atenção a Israel, país que não é signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) e que supostamente possui o único arsenal nuclear do Oriente Médio.

A ONU encerrou na semana passada em Nova York a sua conferência quinquenal de revisão do TNP, evento no qual o programa nuclear israelense foi muito discutido.

Referindo-se aos incidentes navais da semana passada, Soltanieh acusou Israel de cometer "crimes contra a humanidade em Gaza", e disse que "este tipo de violação do direito internacional, mais a capacidade nuclear, é muito perigosa para a segurança de todo o mundo".

Israel diz que não vai discutir essa questão por causa da hostilidade de vários vizinhos. O país não confirma nem desmente a posse de armas nucleares. Por não ser membro do TNP, Israel não se submete a inspeções nucleares internacionais, ao contrário do Irã, signatário do tratado. O Ocidente, no entanto, diz que a República Islâmica viola regras do TNP e é uma ameaça ao regime de não-proliferação.

Países árabes devem elevar a pressão nesta semana, quando a direção da AIEA discutir as "capacidades nucleares israelenses". Esses países querem que Amano implemente uma resolução da AIEA conclamando Israel a se abrir a inspeções e aderir ao TNP.

Comentário: Atualmente o Brasil tem insistido muito na venda da tecnologia de enriquecimento de urânio para o Irã, no entanto os EUA vem atrapalhando o processo dizendo que o Irã quer essa tecnologia para produção de bombas atômicas, principalmente por não fazer parte do TNP, para resolver o problema o Brasil resolveu incluir a Turquia aliada dos EUA, que com o dinheiro do Irã receberia a tecnologia de enriquecimento de urânio para depois enviar o urânio para o Irã, no entanto o Irã diz que continuaria enriquecendo de 20% do urânio, o que vem causando grandes problemas.Será realmente que vale a pena os esforços do Brasil, ou será que esta trazendo mais problemas?

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