Em fevereiro de 2010 Alexander McQueen encerrou precocemente sua carreira ao enforcar-se nas vésperas da semana de moda. Muita gente apostou que a grife não sobreviveria, mas Sarah Burton, sua fiel escudeira por 14 anos, fez o impossível e conseguiu manter as características do mestre em roupas mais fáceis de usar.
McQueen fazia peças incríveis para os desfiles; Sarah o ajudava, mas era também sua responsabilidade desenhar roupas que apareceriam nas lojas. Agora ela quer trazer mais McQueen á vida das mulheres. Seu próprio gosto oscila entre os vestidos de noite bordados que são marca registrada da grife e as igualmente icônicas jaquetas vitorianas. Sarah sabe que provavelmente será criticada por não ser McQueen. Mas resolveu que não se preocupar com isso porque aprendeu com ele e com sua partida precoce que a vida é curta demais para não fazer aquilo em que se acredita. Você tem de seguir seus instintos, mesmo que as pessoas não gostem.
Opulência era marca registrada da marca, o estilista promovia em seus desfiles uma ode à opulência digna de reis e rainhas. Ouro, aplicações preciosas, brocados e o vermelho imperial recebiam tratamento de couture e protagonizavam looks espetaculosos e extravagantes. Seu interesse pessoal pelo ocultismo fez com que também levasse para a passarela e que virasse marca registrada, referências macabras, místicas, góticas e principalmente relacionadas ao paganismo celta. O estilista tinha pleno domínio técnico da arte da costura. A casaca é peça recorrente em seu trabalho com a alfaiataria. Longos de tule com forte viés teatral ilustram o espírito dramático da mulher idealizada por McQueen. Tendências registradas da marca que poderá prevalecer, já que Sarah quer trazer mais McQueen.
Reportagem retirada do site de moda Vogue.
Victória
McQueen fazia peças incríveis para os desfiles; Sarah o ajudava, mas era também sua responsabilidade desenhar roupas que apareceriam nas lojas. Agora ela quer trazer mais McQueen á vida das mulheres. Seu próprio gosto oscila entre os vestidos de noite bordados que são marca registrada da grife e as igualmente icônicas jaquetas vitorianas. Sarah sabe que provavelmente será criticada por não ser McQueen. Mas resolveu que não se preocupar com isso porque aprendeu com ele e com sua partida precoce que a vida é curta demais para não fazer aquilo em que se acredita. Você tem de seguir seus instintos, mesmo que as pessoas não gostem.
Opulência era marca registrada da marca, o estilista promovia em seus desfiles uma ode à opulência digna de reis e rainhas. Ouro, aplicações preciosas, brocados e o vermelho imperial recebiam tratamento de couture e protagonizavam looks espetaculosos e extravagantes. Seu interesse pessoal pelo ocultismo fez com que também levasse para a passarela e que virasse marca registrada, referências macabras, místicas, góticas e principalmente relacionadas ao paganismo celta. O estilista tinha pleno domínio técnico da arte da costura. A casaca é peça recorrente em seu trabalho com a alfaiataria. Longos de tule com forte viés teatral ilustram o espírito dramático da mulher idealizada por McQueen. Tendências registradas da marca que poderá prevalecer, já que Sarah quer trazer mais McQueen.
Reportagem retirada do site de moda Vogue.
Victória
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