Depois de mais de um ano em negociações, o relator do Código Florestal na Câmara, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), diz estar disposto a fazer concessões para conseguir definir o texto final do projeto de lei até o dia 23. Nesse tema espinhoso para agricultores e ambientalistas, Rebelo busca consenso, mas reconhece que 100% de apoio ao texto é praticamente impossível. “Vou abrir mão de algumas coisas agora para buscar o consenso."
Para os ambientalistas - inclusive dentro do governo -, o Código poderá elevar o desmatamento e os acidentes em encostas. Mas, segundo Rebelo, mais barreiras econômicas por motivos ambientais poderiam "quebrar" os agricultores brasileiros, como ocorreu com africanos e mexicanos no passado. Ainda sem citar exatamente onde cederá na área ambiental, o deputado disse ao iG que vai acatar pleitos dos pequenos agricultores no texto final.
Rebelo corre contra o tempo porque, se não aprovar o Código até o meio do ano, quando vence o prazo do Decreto 7.029/2009, mais de 90% das terras rurais do país entrarão na ilegalidade por conta dos limites de degradação de reservas legais impostos pela norma, prevê. Para acelerar essa tramitação e buscar o consenso, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) instalou na quarta-feira uma Câmara de Negociações sobre o assunto.
Comentário Crítico: A notícia poderia explorar mais quais são as propostas, tanto do lado dos agricultores quanto do lado dos ambientalistas. Segundo o código de leis florestais, o agricultor deve preservar 30 metros de área verde em volta de um rio, a proposta favorecendo os agricultores quer diminuir essa extensão para 15 metros. Segundo os biólogos, se essa nova norma entrar em vigor, em alguns anos a fauna e a flora do Brasil estariam completamente arrasadas e haveria consequências ambientais absurdas. O novo código florestal prejudicaria todo o país (inclusive na economia), mas mesmo assim, o congresso está quase aprovando as novas ideias que, supostamente, melhorariam a economia do Brasil.
Para os ambientalistas - inclusive dentro do governo -, o Código poderá elevar o desmatamento e os acidentes em encostas. Mas, segundo Rebelo, mais barreiras econômicas por motivos ambientais poderiam "quebrar" os agricultores brasileiros, como ocorreu com africanos e mexicanos no passado. Ainda sem citar exatamente onde cederá na área ambiental, o deputado disse ao iG que vai acatar pleitos dos pequenos agricultores no texto final.
Rebelo corre contra o tempo porque, se não aprovar o Código até o meio do ano, quando vence o prazo do Decreto 7.029/2009, mais de 90% das terras rurais do país entrarão na ilegalidade por conta dos limites de degradação de reservas legais impostos pela norma, prevê. Para acelerar essa tramitação e buscar o consenso, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) instalou na quarta-feira uma Câmara de Negociações sobre o assunto.
Comentário Crítico: A notícia poderia explorar mais quais são as propostas, tanto do lado dos agricultores quanto do lado dos ambientalistas. Segundo o código de leis florestais, o agricultor deve preservar 30 metros de área verde em volta de um rio, a proposta favorecendo os agricultores quer diminuir essa extensão para 15 metros. Segundo os biólogos, se essa nova norma entrar em vigor, em alguns anos a fauna e a flora do Brasil estariam completamente arrasadas e haveria consequências ambientais absurdas. O novo código florestal prejudicaria todo o país (inclusive na economia), mas mesmo assim, o congresso está quase aprovando as novas ideias que, supostamente, melhorariam a economia do Brasil.
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