O economista e ex-presidente do Banco Central (BC), Affonso Celso Pastore, afirmou nesta sexta-feira que Brasil deve voltar a enfrentar suas limitações macroeconômicas que impedirão um crescimento sustentável acima de 4,5% ao ano. No entanto, Pastore acredita que o País tenha crescimento entre 5% e 6% em 2010.
Se atrair mais investimento estrangeiro, elevaria o déficit nas transações correntes para a faixa de 5,5% a 7% do PIB.
"Não pode fazer isso por uma sequência de anos, a não ser que um milagre aconteça", disse.
Em outra frente, investimentos em aumento da produtividade, só surtiriam resultados num prazo superior a 10 anos.
Por fim, o Brasil deve ser impactado indiretamente pelo crescimento mais baixo da Europa e dos Estados Unidos, que tendem a enfrentar por vários anos os efeitos do crescimento explosivo da dívida pública, como reflexo das medidas contracíclicas para debelar a crise.
"Vamos crescer mais do que o mundo desenvolvido e do que a nossa média histórica recente, mas a taxa de crescimento atual não é a de equilíbrio no longo prazo", disse Pastore.
Comentário: Tal crescimento é inferior do que 5% (no caso o desejado para um país de nível como o Brasil), talvez pelo motivo do país não colocar seus lucros em base de investimentos que terão lucro em cima do que se foi investido, e não em programas para melhoria de classes muito inferiores, ou auxilio daqueles que não conseguem se manter. Essas fatos deixam um x na questão: melhor tem um crescimento maior porém com nível elevado de pobreza no país, ou combate-la ao máximo para só depois pensar em investimentos ou crescimento.
No meu ponto de vista, é impossível ter um desenvolvimento alto em seus investimentos e crescer mais do que o necessário somente por essas dois pontos. Para o país crescer os tão desejados 5% ou mais, deve-se ter não só um maior investimento quando melhoria na qualidade de vida, ou seja, tendo também os programas que beneficiam os que hoje não tem condições, para mais tarde contribuirem com o investimento do Brasil.
Se atrair mais investimento estrangeiro, elevaria o déficit nas transações correntes para a faixa de 5,5% a 7% do PIB.
"Não pode fazer isso por uma sequência de anos, a não ser que um milagre aconteça", disse.
Em outra frente, investimentos em aumento da produtividade, só surtiriam resultados num prazo superior a 10 anos.
Por fim, o Brasil deve ser impactado indiretamente pelo crescimento mais baixo da Europa e dos Estados Unidos, que tendem a enfrentar por vários anos os efeitos do crescimento explosivo da dívida pública, como reflexo das medidas contracíclicas para debelar a crise.
"Vamos crescer mais do que o mundo desenvolvido e do que a nossa média histórica recente, mas a taxa de crescimento atual não é a de equilíbrio no longo prazo", disse Pastore.
Comentário: Tal crescimento é inferior do que 5% (no caso o desejado para um país de nível como o Brasil), talvez pelo motivo do país não colocar seus lucros em base de investimentos que terão lucro em cima do que se foi investido, e não em programas para melhoria de classes muito inferiores, ou auxilio daqueles que não conseguem se manter. Essas fatos deixam um x na questão: melhor tem um crescimento maior porém com nível elevado de pobreza no país, ou combate-la ao máximo para só depois pensar em investimentos ou crescimento.
No meu ponto de vista, é impossível ter um desenvolvimento alto em seus investimentos e crescer mais do que o necessário somente por essas dois pontos. Para o país crescer os tão desejados 5% ou mais, deve-se ter não só um maior investimento quando melhoria na qualidade de vida, ou seja, tendo também os programas que beneficiam os que hoje não tem condições, para mais tarde contribuirem com o investimento do Brasil.
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