Os Estados Unidos começaram neste sábado (19) a operação para bombardear alvos militares de forças leais ao governo do ditador Muammar Gaddafi. O bombardeio ocorre horas depois de aviões franceses terem aberto fogo contra tanques de guerra e tropas no país africano.
Segundo a rede CNN, citando uma fonte oficial americana, os primeiros mísseis americanos alvejaram as defesas aéreas de Gaddafi nos arredores da capital Trípoli.
Em uma segunda fase, informou a rede americana, tropas leais ao ditador também podem ser bombardeadas.
O objetivo do ataque é evitar que Gaddafi avance sobre cidades controladas por rebeldes, principalmente Benghazi, que está sob cerco.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que as forças britânicas também estão em ação e classificou a ação de “correta e legal”.
Já a TV Líbia disse que o “ataque dos cruzados atingiu alvos civis em Trípoli”.
O presidente dos EUA, Barack Obama, adicionou uma declaração extra sobre a Líbia à sua passagem por Brasília, neste sábado.
Ele conversou exclusivamente com jornalistas americanos, que acompanham as viagens oficiais do presidente, sobre a situação na Líbia, que se agravou nas últimas horas.
Comentário Crítico:
Como foi visto no caso do Egito, os EUA declaram a renúncia de Mubarak e, no dia seguinte, o presidente do Egito perde o apoio do exército e é obrigado a renunciar, o que deixa ímplicito que os EUA apoiavam a ditadura no país. Agora, como diz a notícia acima, os Estado Unidos entram em ação contra a Líbia e, quando analisando a fundo a situação do governo antes da revolta, pode-se concluir que o os EUA também apoiavam tal tipo de governo no local e, agora com a revolta, eles tiraram o apoio quando a imagem "ditadura" foi publicada pela mídia para que sua imagem não caísse e hoje está contra o país já o bombardeando.
Segundo a rede CNN, citando uma fonte oficial americana, os primeiros mísseis americanos alvejaram as defesas aéreas de Gaddafi nos arredores da capital Trípoli.
Em uma segunda fase, informou a rede americana, tropas leais ao ditador também podem ser bombardeadas.
O objetivo do ataque é evitar que Gaddafi avance sobre cidades controladas por rebeldes, principalmente Benghazi, que está sob cerco.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que as forças britânicas também estão em ação e classificou a ação de “correta e legal”.
Já a TV Líbia disse que o “ataque dos cruzados atingiu alvos civis em Trípoli”.
O presidente dos EUA, Barack Obama, adicionou uma declaração extra sobre a Líbia à sua passagem por Brasília, neste sábado.
Ele conversou exclusivamente com jornalistas americanos, que acompanham as viagens oficiais do presidente, sobre a situação na Líbia, que se agravou nas últimas horas.
Comentário Crítico:
Como foi visto no caso do Egito, os EUA declaram a renúncia de Mubarak e, no dia seguinte, o presidente do Egito perde o apoio do exército e é obrigado a renunciar, o que deixa ímplicito que os EUA apoiavam a ditadura no país. Agora, como diz a notícia acima, os Estado Unidos entram em ação contra a Líbia e, quando analisando a fundo a situação do governo antes da revolta, pode-se concluir que o os EUA também apoiavam tal tipo de governo no local e, agora com a revolta, eles tiraram o apoio quando a imagem "ditadura" foi publicada pela mídia para que sua imagem não caísse e hoje está contra o país já o bombardeando.
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