Teerã, 13 mar (EFE).- O novo diretor do organismo iraniano de Energia Atômica, Fereydoun Abbasi, assegurou neste domingo que um dos principais objetivos do polêmico programa nuclear de seu país é exportar tecnologia e material atômico ao mercado internacional.
Em declarações divulgadas pela agência de notícias "Irna", o responsável acrescentou que a República Islâmica também procura ampliar suas atividades neste terreno através da cooperação com outros países.
"Nossa intenção é entrar no mercado mundial de materiais e serviços nucleares. Queremos exportá-los a outros países para conseguir uma posição no mercado e rentabilizar nossos produtos", afirmou.
A este respeito, insistiu que o mais recomendável para seu país é "compartilhar o trabalho nuclear com outros estados no terreno nuclear".
O programa nuclear iraniano é objeto de uma grande polêmica internacional, já que as grandes potências suspeitam que sob seu projeto civil se esconde outro de natureza clandestina e ambição bélica, cujo objetivo seria adquirir armas atômicas, alegação que Teerã rejeita.
Por isso, o Conselho de Segurança da ONU impôs uma série de sanções econômicas e financeiras ao regime iraniano, acusado de não colaborar o suficiente com a Agência Internacional de Energia Atômica.
As Nações Unidas proibiram, além disso, todos os países do mundo de transferir ao Irã tecnologia e materiais que possam ser utilizados na indústria atômica.
Critica:
Como todo pais o Irã quer se desenvolver e a exploração da energia nuclear faz parte dessa meta, então eu creio que é muito precipitado todos os paises negarem essa chance ao Irã, claro que deve haver uma fiscalização da ONU e das Nações Unidas.
E ja que quase o Mundo todo é capitalista um pais em desenvolvimento ainda mais no oriente médio, local onde possui muito petróleo, o que pode ser muito conveniente as grandes potencias.
Em declarações divulgadas pela agência de notícias "Irna", o responsável acrescentou que a República Islâmica também procura ampliar suas atividades neste terreno através da cooperação com outros países.
"Nossa intenção é entrar no mercado mundial de materiais e serviços nucleares. Queremos exportá-los a outros países para conseguir uma posição no mercado e rentabilizar nossos produtos", afirmou.
A este respeito, insistiu que o mais recomendável para seu país é "compartilhar o trabalho nuclear com outros estados no terreno nuclear".
O programa nuclear iraniano é objeto de uma grande polêmica internacional, já que as grandes potências suspeitam que sob seu projeto civil se esconde outro de natureza clandestina e ambição bélica, cujo objetivo seria adquirir armas atômicas, alegação que Teerã rejeita.
Por isso, o Conselho de Segurança da ONU impôs uma série de sanções econômicas e financeiras ao regime iraniano, acusado de não colaborar o suficiente com a Agência Internacional de Energia Atômica.
As Nações Unidas proibiram, além disso, todos os países do mundo de transferir ao Irã tecnologia e materiais que possam ser utilizados na indústria atômica.
Critica:
Como todo pais o Irã quer se desenvolver e a exploração da energia nuclear faz parte dessa meta, então eu creio que é muito precipitado todos os paises negarem essa chance ao Irã, claro que deve haver uma fiscalização da ONU e das Nações Unidas.
E ja que quase o Mundo todo é capitalista um pais em desenvolvimento ainda mais no oriente médio, local onde possui muito petróleo, o que pode ser muito conveniente as grandes potencias.
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