Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

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terça-feira, 9 de março de 2010

            Lisboa (Dos enviados especiais) - O líder da Assembleia Nacional, Paulo Kassoma, defendeu hoje, terça-feira, a necessidade permanente de uma concertação político-diplomática a nível internacional para resolver os problemas graves nos estados da CPLP com menos possibilidade de desenvolvimento social.
Para Paulo Kassoma, que dissertava o tema “Reforço da cooperação no âmbito da CPLP”, inserido na agenda da II Assembleia Parlamentar da CPLP, que decorre desde segunda-feira, em Lisboa, é urgente, para se atingir este objectivo, uma cooperação económica viável.
“Quando se fala em reforço da cooperação entre os estados membros de uma organização há que se ter em conta os elementos aglutinadores dessa comunidade, os níveis de desenvolvimento entre si, para que se possa elaborar uma estratégia de cooperação que atenda as reais necessidades da população”, asseverou.
O presidente da Assembleia Nacional disse estar convencido que a CPLP está a seguir esse caminho ao adoptar uma nova Estratégia Geral de Cooperação, em que o novo Plano Indicativo constituiu a sua expressão concreta.
            Segundo disse, apesar da descontinuidade geográfica, é o passado comum de convivência, cujo elemento principal é a língua, que se tornou num património de todos e que é preciso preservar e promover.
Durante a sua intervenção, Paulo Kassoma referiu que, o respeito mútuo pela soberania de cada país e a reciprocidade de vantagens nos actos que se estabelecem entre os integrantes constituem elementos chaves para a construção frutuosa entre os estados da CPLP.
Considerou o facto de cada membro estar integrado em orgnizações regionais da sua proximidade geográfica, nas Nações Unidas e em outras instituições internacionais, abre “enormes” oportunidades de cooperação nos mais diversos domínios, em benefício dos povos da comunidade.
“Apesar das acções que têm sido realizadas no quadro dos acordos e projectos em curso, devemos continuar a discutir as melhores vias de obtermos, com a melhor eficácia, os resultados esperados”, augurou.
              A II Assembleia Parlamentar da CPLP encerra quarta-feira, devendo ainda discutir os assuntos como “A Língua Portuguesa, o novo Acordo Ortográfico e o papel do Instituto Internacional de Língua Portuguesa” e os “Desafios e agenda da Assembleia Parlamentar da CPLP".
Integram a comitiva parlamentar angolana na reunião, os deputados Luís Reis Cuanga, João Melo, Cristóvão da Cunha, Lúcia Tomás e Lukamba Gato.
Fazem parte da CPLP, Angola, Moçambique, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Brasil, Portugal e Timor Leste.

                Cometário: Todos sabemos que existe uma palavra chamada ajuda, e o que esses paises querem passar é uma ajuda, somente um reforço a mais. Sendo assim os paises devem aceitar essa ajuda e agradecer por ela, mas o mais importante é retribuir o que estão fazendo pelo país.

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