Berlusconi é acusado de ter pagado por serviços sexuais de Ruby entre fevereiro e maio de 2010, quando ela ainda era menor. Além disso, o premiê teria pressionado a polícia de Milão para que soltassem a jovem, após ela ter sido presa por roubo na noite de 27 para 28 de maio.
Tanto Berlusconi, 74, quanto Ruby negaram terem mantido relações sexuais. A jovem apenas admitiu ter participado de jantares "normais e comportados".
Segundo a defesa de Berlusconi, ele tentou liberar a jovem pois acreditava que ela era a sobrinha do então ditador egípcio Hosni Mubarak e queria preservar as boas relações com o país árabe.
No entanto, o jornal "La Reppublica" publicou que Berlusconi sabia que a jovem marroquina era menor de idade em março de 2010 e manteve supostamente relações sexuais em abril e maio.
A jovem contou à Promotoria que no princípio disse ter 24 anos, mas depois confessou a Berlusconi ser menor de idade quando o líder quis dar a ela um apartamento em Milão.
Na noite do primeiro encontro, em 14 de fevereiro, Ruby entrou no quarto com o primeiro-ministro, e Berlusconi deu "a ela 50 mil euros, uma quantia que nunca havia visto junta" em sua vida.
Pelo interrogatório de Ruby R. feito pela Promotoria e as intercepções telefônicas, foi possível descobrir que após o primeiro encontro com Berlusconi, eles não falaram em outro assunto a não ser sexo e que o líder se mostrava disposto a pagar muito dinheiro por isso.
Ficou comprovado por meio das intercepções telefônicas que Karima esteve na residência de Berlusconi em Arcore (perto de Milão) 15 noites em 77 dias --a primeira vez em 14 de fevereiro e a última em 2 de maio de 2010. Durante os 77 dias, ela falou por telefone com Berlusconi 67 vezes.
A própria Ruby narrou à Promotoria que, em fevereiro, Berlusconi acreditava que ela tinha 24 anos, mas em março quando ofereceu um apartamento a ela em Milão, de graça e por cinco anos, Karima percebeu que tinha um problema porque havia mentido.
"Menti para Berlusconi e disse que tinha 24 anos e que era egípcia. Quando me propôs a casa, não pude mentir mais. Disse a verdade, que era menor de idade e que não tinha documentos", acrescentou.
Berlusconi não se surpreendeu, nem se afastou imediatamente e propôs o que agora utiliza a Promotoria pela acusação de abuso de poder: "Diga que é sobrinha de Mubarak, assim poderá justificar todo o dinheiro que coloquei a sua disposição", comentou.
O Rubygate é o terceiro escândalo sexual no qual Berlusconi se envolveu. Em maio de 2009, houve o caso Noemi, uma menor com quem Berlusconi se encontrava e que acabou levando a mulher do chefe de governo a pedir o divórcio, e, em junho de 2009, o caso D'Addario, uma prostituta que tornou pública uma noite tórrida com Berlusconi.
Mas este é o caso mais grave, já que é passível de três anos de prisão por prostituição e doze anos de reclusão por abuso de poder.
O Rubygate se soma a outros três processos penais contra Berlusconi que vão retomar entre o fim de fevereiro e início de março.
Está agendada para o próximo dia 6 de abril uma audiência na qual o primeiro-ministro terá de responder por abuso de poder e incitação à exploração sexual comercial de jovens.
Comentário Crítico: Em todo o mundo há pelo menos centenas de casos de pedofilia, ou seja, uma pessoa maior de idade mantendo relações sexuais com uma menor, e todos esses casos passam praticamente desapercebidos pela imprensa que só se interessa em um caso como esse quando é alguem famoso ou importante no mundo praticando isso. Se a imprensa tratasse com mais seriedade todos esses casos e nao só os de pessoas importantes, talvez nao tivessemos mais tantos casos pois os governos percebendo esse absurdo que ocorre no mundo inteiro poderia tomar providencias mas severas mas enquanto continuar assim, nada mudará para melhor, ou ficará como esta ou pode até piorar e aquele que somente prometeu que nao deixaria as coisas piores acabou como deputado no Palácio do Planalto.
Tanto Berlusconi, 74, quanto Ruby negaram terem mantido relações sexuais. A jovem apenas admitiu ter participado de jantares "normais e comportados".
Segundo a defesa de Berlusconi, ele tentou liberar a jovem pois acreditava que ela era a sobrinha do então ditador egípcio Hosni Mubarak e queria preservar as boas relações com o país árabe.
No entanto, o jornal "La Reppublica" publicou que Berlusconi sabia que a jovem marroquina era menor de idade em março de 2010 e manteve supostamente relações sexuais em abril e maio.
A jovem contou à Promotoria que no princípio disse ter 24 anos, mas depois confessou a Berlusconi ser menor de idade quando o líder quis dar a ela um apartamento em Milão.
Na noite do primeiro encontro, em 14 de fevereiro, Ruby entrou no quarto com o primeiro-ministro, e Berlusconi deu "a ela 50 mil euros, uma quantia que nunca havia visto junta" em sua vida.
Pelo interrogatório de Ruby R. feito pela Promotoria e as intercepções telefônicas, foi possível descobrir que após o primeiro encontro com Berlusconi, eles não falaram em outro assunto a não ser sexo e que o líder se mostrava disposto a pagar muito dinheiro por isso.
Ficou comprovado por meio das intercepções telefônicas que Karima esteve na residência de Berlusconi em Arcore (perto de Milão) 15 noites em 77 dias --a primeira vez em 14 de fevereiro e a última em 2 de maio de 2010. Durante os 77 dias, ela falou por telefone com Berlusconi 67 vezes.
A própria Ruby narrou à Promotoria que, em fevereiro, Berlusconi acreditava que ela tinha 24 anos, mas em março quando ofereceu um apartamento a ela em Milão, de graça e por cinco anos, Karima percebeu que tinha um problema porque havia mentido.
"Menti para Berlusconi e disse que tinha 24 anos e que era egípcia. Quando me propôs a casa, não pude mentir mais. Disse a verdade, que era menor de idade e que não tinha documentos", acrescentou.
Berlusconi não se surpreendeu, nem se afastou imediatamente e propôs o que agora utiliza a Promotoria pela acusação de abuso de poder: "Diga que é sobrinha de Mubarak, assim poderá justificar todo o dinheiro que coloquei a sua disposição", comentou.
O Rubygate é o terceiro escândalo sexual no qual Berlusconi se envolveu. Em maio de 2009, houve o caso Noemi, uma menor com quem Berlusconi se encontrava e que acabou levando a mulher do chefe de governo a pedir o divórcio, e, em junho de 2009, o caso D'Addario, uma prostituta que tornou pública uma noite tórrida com Berlusconi.
Mas este é o caso mais grave, já que é passível de três anos de prisão por prostituição e doze anos de reclusão por abuso de poder.
O Rubygate se soma a outros três processos penais contra Berlusconi que vão retomar entre o fim de fevereiro e início de março.
Está agendada para o próximo dia 6 de abril uma audiência na qual o primeiro-ministro terá de responder por abuso de poder e incitação à exploração sexual comercial de jovens.
Comentário Crítico: Em todo o mundo há pelo menos centenas de casos de pedofilia, ou seja, uma pessoa maior de idade mantendo relações sexuais com uma menor, e todos esses casos passam praticamente desapercebidos pela imprensa que só se interessa em um caso como esse quando é alguem famoso ou importante no mundo praticando isso. Se a imprensa tratasse com mais seriedade todos esses casos e nao só os de pessoas importantes, talvez nao tivessemos mais tantos casos pois os governos percebendo esse absurdo que ocorre no mundo inteiro poderia tomar providencias mas severas mas enquanto continuar assim, nada mudará para melhor, ou ficará como esta ou pode até piorar e aquele que somente prometeu que nao deixaria as coisas piores acabou como deputado no Palácio do Planalto.
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