Lista com 20 mostras grátis traz Vik Muniz e cachaça como tema.
O roteiro abaixo reúne exposições em São Paulo para todos os gostos, e para quem não quer se preocupar com dinheiro. No instituto Tomie Ohtake (zona oeste), "Relicário" traz 30 esculturas produzidas por Vik Muniz.
No mesmo instituto, também está em cartaz uma mostra com 400 rótulos de cachaça, e o café ganha destaque em imagens expostas no Museu Paulista (zona sul).
Saiba mais sobre os eventos:
Acervo Afro Brasil: O espaço abriga 1.100 obras da coleção de arte negra do artista plástico Emanoel Araújo. Entre as peças, estão máscaras africanas, esculturas, pinturas do século 19, fotografias e trabalhos contemporâneos.
Acervo Bia Doria: Projetada por João Armentano, a galeria abriga uma exposição de esculturas feitas por Bia Doria a partir de madeira descartada ou morta, além de seu acervo.
Acervo Memorial da América Latina: Acervo recolhido pelo casal de fotógrafos e especialistas em arte popular Jacques e Maureen Bisilliat. Conta com 4.000 peças de arte popular do Brasil, México, Peru, Equador, Guatemala, Bolívia, Paraguai, Chile e Uruguai. São trajes típicos, máscaras, estandartes, instrumentos musicais e objetos de adorno e de uso cotidiano, entre outros.
Andreas Feininger - Nova York Anos 40: Os trabalhos do fotógrafo, que retratam as curvas de Nova York, podem ser conferidas pela primeira vez na América Latina. São 93 fotografias, além de estojos, filmes e um mapa de Manhattan.
Arte Contemporânea Chinesa Desde 2000: Com 48 trabalhos, a mostra levanta questões sociais da China e apresenta as vertentes da produção artística chinesa contemporânea. Entre os artistas, Wang Yin, Cao Fei e Dong Wensheng.
Caprichosamente Engarrafada: Rótulos de Cachaça: A mostra traz cerca de 400 rótulos, além de pedras litográficas, que fazem parte das coleções do designer gráfico e pesquisador carioca Egeu Laus e do extenso acervo da Fundação Joaquim Nabuco, o maior centro de estudos sociais do Nordeste.
Um Dia Terá que Ter Terminado - 1969/74: Trata-se da segunda exposição da série que examina a produção artística brasileira durante o regime militar. Obras do acervo do museu, como "São Sebastião (Marighela)", de Sérgio Ferro, integram a mostra.
Diez Años de Fotografia Española Contemporânea - Colección Fundación Coca-Cola: A mostra inclui imagens criadas nos últimos dez anos por um grupo de 34 artistas espanhóis.
Dionísio Del Santo e o Concretismo: A trajetória do artista capixaba é revista em individual. Assinada pela curadora Maria Alice Milliet, a mostra reúne 51 obras, entre xilogravuras dos anos 1950, serigrafias dos anos 1970 e 1980 e uma seleção de óleos sobre telas feitas entre 1980 e 1990.
Eduardo Kobra: Com o projeto "Muro das Memórias", o artista plástico e muralista Eduardo Kobra registra cenas do cotidiano paulistano do século passado em muros da cidade. O mural da Avenida 23 de Maio foi entregue em comemoração aos 455 anos de São Paulo.
Etnias: do Primeiro e Sempre Brasil: O projeto de arte pública recebe a curadoria de Maria Bonomi. A grandiosa obra retrata a epopeia do encontro com os índios no Brasil.
Imagens Recriam a História: A exposição reúne telas, esculturas e maquetes que ajudaram a construir a memória de São Paulo. Localizada no Museu Paulista, a mostra utiliza recursos multimídia, como terminais de computador, vídeos e observatórios com textos, imagens e programas interativos, além de materiais para deficientes, como textos em Braille, telas táteis e narrações que descrevem as pinturas. Também há objetos antigos que ajudam a recontar a história da cidade, como porcelanas, talheres, chaveiros, álbum de figurinhas e brinquedos.
Labor, Lavoura: Café: Reúne acervos relacionados aos trabalhos executados nas fazendas de café no interior de São Paulo, nas ferrovias e no porto de Santos. São apresentadas imagens do trabalho escravo e dos colonos imigrantes.
Lasar Segall: A missão do museu é preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall. Há biblioteca, sala de cinema, espaço para exposições e ainda oficinas e cursos.
Marcas do Expressionismo: Integram a mostra 80 obras que pertencem ao acervo do museu e acompanham a tendência expressionista. Entre os artistas estão Flavio de Carvalho, Anita Malfati, Oswaldo Goeldi, Heinz Khün, Marina Caran e Émile Tuchband.
Ocupação Haroldo de Campos: Entre obras e documentos, são apresentados mais de 300 trabalhos do concretista, com foco em seu processo de criação.
Relicário: O paulista Vik Muniz apresenta 30 esculturas, parte delas produzida nas décadas de 1980 e 1990, que recriam objetos do cotidiano com materiais que vão de detritos a metais nobres.
Sala de Armas: A sala possui diferentes artefatos, entre eles, espadas e armas da época imperial, além de armaduras antigas.
Sob o Peso dos Meus Amores: José Leonilson (1957-1993) é reconhecido por seu estilo próprio que fala sobre o mundo. A maior exposição dedicada à sua obra traz mais de 300 obras criadas durante seu curto período de vida.
Tatiana Blass: Pinturas e esculturas que dão a ideia de despedida formam a individual. Aviões partindo e cachorros em retirada são alguns elementos presentes nas obras.
CRÍTICA: Apesar de serem gratuitas e muito interessantes muitas pessoas não tiveram acesso às exposições, pois não foram devidamente divulgadas.
O roteiro abaixo reúne exposições em São Paulo para todos os gostos, e para quem não quer se preocupar com dinheiro. No instituto Tomie Ohtake (zona oeste), "Relicário" traz 30 esculturas produzidas por Vik Muniz.
No mesmo instituto, também está em cartaz uma mostra com 400 rótulos de cachaça, e o café ganha destaque em imagens expostas no Museu Paulista (zona sul).
Saiba mais sobre os eventos:
Acervo Afro Brasil: O espaço abriga 1.100 obras da coleção de arte negra do artista plástico Emanoel Araújo. Entre as peças, estão máscaras africanas, esculturas, pinturas do século 19, fotografias e trabalhos contemporâneos.
Acervo Bia Doria: Projetada por João Armentano, a galeria abriga uma exposição de esculturas feitas por Bia Doria a partir de madeira descartada ou morta, além de seu acervo.
Acervo Memorial da América Latina: Acervo recolhido pelo casal de fotógrafos e especialistas em arte popular Jacques e Maureen Bisilliat. Conta com 4.000 peças de arte popular do Brasil, México, Peru, Equador, Guatemala, Bolívia, Paraguai, Chile e Uruguai. São trajes típicos, máscaras, estandartes, instrumentos musicais e objetos de adorno e de uso cotidiano, entre outros.
Andreas Feininger - Nova York Anos 40: Os trabalhos do fotógrafo, que retratam as curvas de Nova York, podem ser conferidas pela primeira vez na América Latina. São 93 fotografias, além de estojos, filmes e um mapa de Manhattan.
Arte Contemporânea Chinesa Desde 2000: Com 48 trabalhos, a mostra levanta questões sociais da China e apresenta as vertentes da produção artística chinesa contemporânea. Entre os artistas, Wang Yin, Cao Fei e Dong Wensheng.
Caprichosamente Engarrafada: Rótulos de Cachaça: A mostra traz cerca de 400 rótulos, além de pedras litográficas, que fazem parte das coleções do designer gráfico e pesquisador carioca Egeu Laus e do extenso acervo da Fundação Joaquim Nabuco, o maior centro de estudos sociais do Nordeste.
Um Dia Terá que Ter Terminado - 1969/74: Trata-se da segunda exposição da série que examina a produção artística brasileira durante o regime militar. Obras do acervo do museu, como "São Sebastião (Marighela)", de Sérgio Ferro, integram a mostra.
Diez Años de Fotografia Española Contemporânea - Colección Fundación Coca-Cola: A mostra inclui imagens criadas nos últimos dez anos por um grupo de 34 artistas espanhóis.
Dionísio Del Santo e o Concretismo: A trajetória do artista capixaba é revista em individual. Assinada pela curadora Maria Alice Milliet, a mostra reúne 51 obras, entre xilogravuras dos anos 1950, serigrafias dos anos 1970 e 1980 e uma seleção de óleos sobre telas feitas entre 1980 e 1990.
Eduardo Kobra: Com o projeto "Muro das Memórias", o artista plástico e muralista Eduardo Kobra registra cenas do cotidiano paulistano do século passado em muros da cidade. O mural da Avenida 23 de Maio foi entregue em comemoração aos 455 anos de São Paulo.
Etnias: do Primeiro e Sempre Brasil: O projeto de arte pública recebe a curadoria de Maria Bonomi. A grandiosa obra retrata a epopeia do encontro com os índios no Brasil.
Imagens Recriam a História: A exposição reúne telas, esculturas e maquetes que ajudaram a construir a memória de São Paulo. Localizada no Museu Paulista, a mostra utiliza recursos multimídia, como terminais de computador, vídeos e observatórios com textos, imagens e programas interativos, além de materiais para deficientes, como textos em Braille, telas táteis e narrações que descrevem as pinturas. Também há objetos antigos que ajudam a recontar a história da cidade, como porcelanas, talheres, chaveiros, álbum de figurinhas e brinquedos.
Labor, Lavoura: Café: Reúne acervos relacionados aos trabalhos executados nas fazendas de café no interior de São Paulo, nas ferrovias e no porto de Santos. São apresentadas imagens do trabalho escravo e dos colonos imigrantes.
Lasar Segall: A missão do museu é preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall. Há biblioteca, sala de cinema, espaço para exposições e ainda oficinas e cursos.
Marcas do Expressionismo: Integram a mostra 80 obras que pertencem ao acervo do museu e acompanham a tendência expressionista. Entre os artistas estão Flavio de Carvalho, Anita Malfati, Oswaldo Goeldi, Heinz Khün, Marina Caran e Émile Tuchband.
Ocupação Haroldo de Campos: Entre obras e documentos, são apresentados mais de 300 trabalhos do concretista, com foco em seu processo de criação.
Relicário: O paulista Vik Muniz apresenta 30 esculturas, parte delas produzida nas décadas de 1980 e 1990, que recriam objetos do cotidiano com materiais que vão de detritos a metais nobres.
Sala de Armas: A sala possui diferentes artefatos, entre eles, espadas e armas da época imperial, além de armaduras antigas.
Sob o Peso dos Meus Amores: José Leonilson (1957-1993) é reconhecido por seu estilo próprio que fala sobre o mundo. A maior exposição dedicada à sua obra traz mais de 300 obras criadas durante seu curto período de vida.
Tatiana Blass: Pinturas e esculturas que dão a ideia de despedida formam a individual. Aviões partindo e cachorros em retirada são alguns elementos presentes nas obras.
CRÍTICA: Apesar de serem gratuitas e muito interessantes muitas pessoas não tiveram acesso às exposições, pois não foram devidamente divulgadas.
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