SENDAI, Japão — O imperador Akihito expressou sua preocupação pelo caráter imprevisível da crise nuclear vivida pelo Japão, após o terremoto seguido de tsunami que matou milhares de pessoas e deixou pelo menos 500.000 desabrigadas.
O imperador dirigiu-se a seus súditos em uma mensagem transmitida pela televisão, após uma série de novos incidentes na central nuclear de Fukushima 1, onde os níveis de radioatividade aumentaram ainda mais.
Akihito, cujas aparições públicas são raríssimas, admitiu que o balanço de mortos da pior catástrofe natural que já atingiu o Japão aumenta dia a dia, e lamentou a situação imprevisível em Fukushima.
"Espero sinceramente que possamos impedir que a situação piore, graças aos esforços de todos os que participam das operações de resgate e limpeza", declarou.
Os estragos continuam se acumulando ,com mais um incêndio e um aumento dos níveis de radioatividade em torno da usina de Fukushima. Além disso, a região de Tóquio foi alvo de mais um terremoto.
"Os níveis de radioatividade na entrada da usina nuclear aumentaram bruscamente por volta das 10H00 (22H00 de Brasília) antes de caírem um pouco", informou o porta-voz do governo, Yukio Edano.
O porta-voz indicou que o nível de radioatividade perto da central era de 1.500 microsieverts (1,5 milisieverts) por hora, contra um patamar habitual de 0,035 microsieverts.
O governo chegou a retirar do local os técnicos e operários que trabalham para tentar conter o colapso da usina, cujo heroísmo tem sido louvado por toda a imprensa. A maioria dos 800 funcionários de Fukushima já haviam sido evacuados após o terremoto de sexta-feira passada
Comentário: O Japão, um país desnvolvido e já extremamente preparado contra terremotos, foi vítima de uma gigantesca catástrofe na qual matou milhares de pessoas e, como diz a notícia acima, pelo menos deixou 500 000 desabrigados. Mas, acima de tudo, o que mais prejudicou o país foram as usinas termonucleares, ou seja, o que mais prejudicou o país foi o próprio homem. Isso é mais uma prova que o responsável pela destruição do planeta é o homem, mas até que ponto chegarão para perceber esse fato? E como isso poderá ser mudado? Essas são perguntas que muitos já se questionam porém ninguem sabe a resposta.
O imperador dirigiu-se a seus súditos em uma mensagem transmitida pela televisão, após uma série de novos incidentes na central nuclear de Fukushima 1, onde os níveis de radioatividade aumentaram ainda mais.
Akihito, cujas aparições públicas são raríssimas, admitiu que o balanço de mortos da pior catástrofe natural que já atingiu o Japão aumenta dia a dia, e lamentou a situação imprevisível em Fukushima.
"Espero sinceramente que possamos impedir que a situação piore, graças aos esforços de todos os que participam das operações de resgate e limpeza", declarou.
Os estragos continuam se acumulando ,com mais um incêndio e um aumento dos níveis de radioatividade em torno da usina de Fukushima. Além disso, a região de Tóquio foi alvo de mais um terremoto.
"Os níveis de radioatividade na entrada da usina nuclear aumentaram bruscamente por volta das 10H00 (22H00 de Brasília) antes de caírem um pouco", informou o porta-voz do governo, Yukio Edano.
O porta-voz indicou que o nível de radioatividade perto da central era de 1.500 microsieverts (1,5 milisieverts) por hora, contra um patamar habitual de 0,035 microsieverts.
O governo chegou a retirar do local os técnicos e operários que trabalham para tentar conter o colapso da usina, cujo heroísmo tem sido louvado por toda a imprensa. A maioria dos 800 funcionários de Fukushima já haviam sido evacuados após o terremoto de sexta-feira passada
Comentário: O Japão, um país desnvolvido e já extremamente preparado contra terremotos, foi vítima de uma gigantesca catástrofe na qual matou milhares de pessoas e, como diz a notícia acima, pelo menos deixou 500 000 desabrigados. Mas, acima de tudo, o que mais prejudicou o país foram as usinas termonucleares, ou seja, o que mais prejudicou o país foi o próprio homem. Isso é mais uma prova que o responsável pela destruição do planeta é o homem, mas até que ponto chegarão para perceber esse fato? E como isso poderá ser mudado? Essas são perguntas que muitos já se questionam porém ninguem sabe a resposta.
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