Brasil e China precisam se conhecer melhor e o encontro de líderes dos dois países incentiva as conversas bilaterais, dizem empresários e economistas da China.
Nas ruas da China, ninguém sabe quem é Dilma Rousseff. Mais preocupados com suas atividades diárias, a maioria dos chineses não discute a visita da presidenta à China, que será nesta semana. No entanto, empresários e economistas chineses estão atentos e muito interessados no Brasil. Para eles, o País é um grande parceiro e vale a pena aproveitar o momento do encontro de líderes dos dois países, nos dias 12 e 13 de abril, para discutir sobre as relações bilaterais, melhorar o conhecimento recíproco e identificar oportunidades de negócios. Já a discussão em torno da valorização da moeda chinesa, que é um tema importante para os brasileiros, poderia ser deixada de lado, na opinião dos chineses.
Para Craig Bond, presidente do Standard Bank na China, a visita de Dilma acontece em um momento muito importante, em que o comércio dos dois países vem aumentando, mas há diversas oportunidades a serem exploradas. Para ele, chineses como brasileiros têm potencial para fazer mais negócios entre si e têm a mesma força na relação bilateral. “Enquanto a China tem habilidades em engenharia para infraestrutura, os brasileiros possuem os recursos naturais que os chineses precisam,” afirmou Bond.
“São duas economias complementares, que precisam uma da outra. A vinda da presidenta do Brasil, neste momento, é oportuna para intensificar as conversas e proporcionais mais negócios”, concorda David Li, um dos mais renomados economistas da China, diretor da Escola de Economia e Negócios da Universidade de Tsinghua.
Li destaca a possibilidade de uma maior atuação da China em infraestrutura no território brasileiro, ao mesmo tempo em que o Brasil pode exportar mais recursos naturais e produtos finais ao mercado chinês. Já Bond aponta entre os setores promissores que poderiam ter maior atuação de brasileiros na China o imobiliário e o automotivo.
Para Brian Wong, vice-presidente de vendas globais da empresa de comércio eletrônico chinesa Alibaba, os negócios não devem ficar restritos às grandes empresas. “Há inúmeras oportunidades no mercado consumidor chinês para micro e pequenas companhias do Brasil”, diz.
Ele diz que a visita da presidenta brasileira à China ajuda empresários a se conhecerem melhor e a saber mais sobre demandas dos mercados chinês e brasileiro. “Muitos ainda não sabem as oportunidades que podem ter no outro lado do mundo, e encontros de líderes ajudam a colocar os negócios bilaterais em pauta e aumentar o conhecimento recíproco”.
Comentário: O Brasil mostra desenvolvimento rápido para todos os outros países do mundo, o que chama atenção. Desse modo, um dos países que se interessaram foi a China. Nossa presidente visitará o país essa semana, e mesmo com os chineses comuns não se importem com tal visita, esse não e o importante, quem vale são os economistas do país e empressários. Se a visita tiver grandes aproveitamentos, a China pode desejar negociações de grande importância com o Brasil, sendo bom para nosso país que está se desenvolvendo, além de ajudar também a China. Se o que está faltando para grandes negociações é o conhecimento realmente, e não isso sendo apenas uma desculpa, essa visita nos trará grandes resultados ao que é indicado.
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