A seleção de Portugal, que decepcionou nas eliminatórias da Eurocopa de 2012, impressionou na terça-feira ao golear a Bósnia por 6 a 2 na partida de volta da repescagem, carimbando assim sua vaga para a competição que será disputada na Polônia e na Ucrânia.
Após ter ficado no 0 a 0 em Zenica na última sexta-feira, os lusos levaram o estádio da Luz de Lisboa ao delírio, com uma grande atuação do craque do Real Madrid Cristiano Ronaldo, que abriu o placar numa linda cobrança de falta e fez mais um no qual driblou o goleiro adversário.
Um mês antes, os portugueses fizeram uma partida bem menos brilhante quando foram derrotados por 2 a 1 pela Dinamarca, perdendo a esperança de uma classificação direta para a Eurocopa.
Qual dessas duas faces será exibida na Ucrânia e na Polônia em junho de 2012? A equipe apagada e sem garra que tropeçou na Dinamarca ou a seleção inspirada com futebol ofensivo que incendiou o estádio da Luz contra a Bósnia?
Ao observar de perto o retrospecto dos últimos meses, a derrota sofrida em Copenhage foi o único tropeço dos lusos desde que Paulo Bento assumiu o cargo de treinador em setembro de 2010.
Há um ano, sua equipe teve até uma vitória de prestígio por 4 a 0 sobre a Espanha, atual campeã mundial e europeia.
Foi por causa de um péssimo início de campanha nas eliminatórias que Portugal chegou a comprometer suas chances de participar da Eurocopa, enquanto a equipe ainda era comandada por Carlos Queiroz.
O ex-técnico, apontado como principal culpado pela má fase da época, foi suspenso pela própria federação e sofreu duras críticas da parte dos jogadores.
Sem poder contar com Cristiano Ronaldo, que estava machucado, a equipe empatou em casa por 4 a 4 com a fraca seleção do Chipre e foi derrotada por 1 a 0 pela Noruega.
Com a chegada de Paulo Bento e a volta do craque do Real Madrid, os lusos venceram cinco partidas consecutivas, que os levaram a sonhar com a classificação direta na última rodada, o que acabou não acontecendo por causa do tropeço de Copenhague.
"A troca de técnico foi determinante para o grupo. Ele trouxe muitas novidades e uma mentalidade diferente", declarou Ronaldo após a goleada sobre a Bósnia na terça-feira.
O próprio jogador foi muito elogiado pela imprensa portuguesa, que o criticava por não repetir com a seleção as grandes atuações que tinha com o Real Madrid.
Uma situação parecida à do seu maior rival, o argentino Lionel Messi, cobrado por não ter o mesmo brilho que no Barça com a seleção do seu país, que comandou a virada dos 'hermanos' sobre a Colômbia nas eliminatórias da Copa de 2014.
Com 32 gols em 87 partidas com a camisa de Portugal, Ronaldo já igualou a marca que Luis Figo alcançou em 120 jogos, precisa de mais nove para chegar ao nível do lendário Eusébio e quinze para superar o artilheiro absoluto, Pauleta, que balançou as redes 47 vezes de 1997 a 2006.
Comentário: para a grande maioria dos fanáticos por futebol espalhados pelo mundo, informações sobre a seleção portuguesa é de pouca importância. Porém, em um país que possuí uma enorme miscigenação de raças, como o Brasil, o caso geral não se procede, ainda mais em nações colonizadas por Portugal. A lusa, que não mostrou grande empenho nas eliminatórias da Eurocopa, deixou o coração do torcedor balançado depois do resultado que teve no jogo de repescagem. Agora, resta para os adimiradores apenas esperar o meio do ano que vem, com a cabeça repleta de dúvidas e esperanças, para ver qual realmente é a identidade da seleção portuguesa: boa de bola, ou bola murcha.
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Introdução
Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010
Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
'Los Hermanos' volta aos palcos em 2012
Em nota divulgada nesta terça-feira (15) em seu blog, o tecladista do grupo Los Hermanos, Bruno Medina, disse que a banda volta aos palcos em 2012.
De acordo com ele, as apresentações acontecem entre abril e maio e coincidem com o 15º aniversário da banda. Apesar de não citar datas específicas, o músico afirmou que o grupo vai passar por Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
Apesar do retorno aos palcos, o Los Hermanos não deve gravar um novo álbum de inéditas. O último trabalho de estúdio lançado pelo grupo foi o disco "4", de 2005.
Comentário: para os fãs da banda, a notícia dada pelo tecladista não podia ser melhor. O grupo, que se apresentou pela última vez em novembro de 2010, no festival de música SWU, voltará ao Brasil fazendo shows em várias cidades, de modo que atenda a toda demanda de pedidos dos adimiradores da banda. Sem sombra de dúvidas, o evento gerará boatos por todo país,ação que sempre se repete com a visita de um artista a nação.
De acordo com ele, as apresentações acontecem entre abril e maio e coincidem com o 15º aniversário da banda. Apesar de não citar datas específicas, o músico afirmou que o grupo vai passar por Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
Apesar do retorno aos palcos, o Los Hermanos não deve gravar um novo álbum de inéditas. O último trabalho de estúdio lançado pelo grupo foi o disco "4", de 2005.
Comentário: para os fãs da banda, a notícia dada pelo tecladista não podia ser melhor. O grupo, que se apresentou pela última vez em novembro de 2010, no festival de música SWU, voltará ao Brasil fazendo shows em várias cidades, de modo que atenda a toda demanda de pedidos dos adimiradores da banda. Sem sombra de dúvidas, o evento gerará boatos por todo país,ação que sempre se repete com a visita de um artista a nação.
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Cultura
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Eddie Murphy é confirmado como novo apresentador do Oscar
RIO - A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood confirmou nesta terça-feira o nome de Eddie Murphy como o novo apresentador do Oscar.
O astro de "O professor aloprado" e "Um tira da pesada" já era o favorito do produtor Brett Ratner para comandar a cerimônia de 2012. Ratner e Murphy trabalharam juntos no mais novo filme do comediante, "Tower Heist", que estreia nos Estados Unidos em novembro.
"Eddie é um gênio da comédia, um dos artistas de maior influência que já existiram", disse Ratner. "Com sua paixão por filmes e seu histórico de criar personagens marcantes - especialmente no palco - eu sei que ele vai trazer animação, espontaneidade e coração para o show que eu e Don (Mischer, produtor) queremos fazer em fevereiro".
Em um comunicado oficial, Murphy disse estar honrado em entrar na lista de apresentadores dos prêmios da Academia, ao lado de Bob Hope, Johnny Carson, Billy Crystal, Steve Martin e Whoopi Goldberg. "Estou ansioso por trabalhar com Brett e Don para criar um show que seja agradável tanto para os fãs em casa como para o público do Kodak Theatre", declarou.
A 84ª edição do Oscar acontece no dia 26 de fevereiro, em Los Angeles.
Este ano, o Oscar foi apresentado pelos atores Anne Hathaway e James Franco, que foram duramente citicados por suas performances na cerimônia.
Comentário: Uma cerimônia que tem a capacidade de parar o mundo para a entrega de um importante prêmio, o Oscar, deve ter, proporcionalmente, um ator de mesma categoria. Ninguém mais apropriado para tal cargo que Eddie Murphy, autor de várias obras de telespectadores mundiais e completamente querido pelos mesmos.
Como já nos foi informado, as performances de Anne Hathaway e James Franco foram profunda e constantemente criticadas. Sendo assim, conclui-se então que, na opinião dos organizadores, espera-se um melhor resultados do grande Dr. Dolittle para que não haja criticas a rejeições como os dois outros tiveram.
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Banco Central do Canadá mantém juro inalterado.
O Banco Central do Canadá manteve nesta quarta-feira a taxa de juros do país inalterada em 1%, nível no qual permanece há um ano, afastando-se dos sinais anteriores de elevações dos juros e observando que a necessidade de aumentar os custos dos empréstimos tem "diminuído" à medida que a economia global e dos EUA se desaceleram, a valorização da moeda local afeta as exportações, a crise da dívida na zona do euro se intensifica e as condições financeiras tornam-se mais apertadas.
Essa foi a oitava vez consecutiva que o Banco Central canadense manteve a taxa de juros inalterada, num movimento que ficou em linha com uma série de decisões similares tomadas a partir de abril de 2009, quando a autoridade monetária prometeu manter a taxa de juros na mínima recorde de 0,25% até meados de 2010 a fim de tirar a economia canadense da recessão.
O dólar canadense recuou logo após o anúncio da decisão, com o dólar dos EUA subindo para C$ 0,9908, de C$ 0,9884. As informações são da Dow Jones.
Comentário: Enquanto as maiores potências economica do mundo sofreram com a variação do valor de suas moedas, o Canadá, por sua vez, conseguiu se manter em meio ao caos. Fato que impressiona os economistas, uma vez que, sendo um país desenvolvido e com grande dependência do Estados Unidos, originário da crise, fosse consequentemente afetado, assim como os europeus.
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FMI rebaixa previsão de crescimento da economia mundial
Roma, 7 set (EFE).- O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a diminuir sua previsão sobre o crescimento da economia mundial, desta vez de 4,2% para 4%, de acordo com a prévia do relatório "Perspectivas econômicas mundiais", informou nesta quarta-feira a agência de notícias italiana "Ansa".
O documento será divulgado em 20 de setembro. Há um mês, o FMI lançou seu último relatório, com previsão de 4,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2011 e 4,3% em 2012. Enquanto a prévia do estudo prevê uma queda para 4% neste ano, em 2012 a previsão é que de o PIB chegue a 4,2%.
O FMI também fez previsões sobre a zona do euro. O PIB da região deve ser de 1,7% em 2011 e 1,3% em 2012, ao contrário das taxas de 1,9% e 1,4% previstas anteriormente.
Para os países emergentes, as previsões do PIB eram de 6,6% e 6,4%, em 2011 e 2012, e caíram para 6,5% e 6,4%, respectivamente.
Com relação à taxa de desemprego mundial, a "Ansa" adiantou que o relatório prevê queda no mundo inteiro, menos na zona do euro, onde deve permanecer em cerca de 10%. Ainda de acordo com as previsões do FMI, a inflação deve subir em todos os países este ano, e voltar a cair em 2012.
Na zona do euro, a taxa de inflação chega a 2,5% este ano, e cai até 1,5% no próximo. Já nos Estados Unidos, a inflação passa de 1,6% a 3% até o final de 2011, para voltar a cair até o índice de 1,3% em 2012. EFE
Comentário: Segundo a notícia, é possível concluir que, como a crise atingiu com maior intensidade os americanos e não os europeus, a inflação de produtos com maior número de porcentagem é encontrada nos Estados Unidos, resultado já esperado uma vez que foi o berço da turbulência na economia mundial. A Europa recebe apenas 1,4% de variação, enquanto os habitantes da américa do norte sofrem com 1,4%.
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Economia mundial à procura de um líder
O comportamento da Europa em relação aos pacotes de renegociação da dívida de economias em risco de suspensão de pagamentos será outro fator considerado. As reações internas ao início do processo de privatização e de cortes de gastos públicos na Grécia, ao longo do mês, dará o claro sinal sobre os riscos de uma severa crise política.
Sem debate. Os protagonistas da crise, os Estados Unidos e a União Europeia, continuam fechados ao debate. "Se fizessem isso e achassem soluções, tudo bem. O problema é que eles não estão conseguindo", comentou o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Márcio Cozendey.
A ameaça de retração nas economias avançadas, pondera Cozendey, está longe de ser um problema só delas. "Todos sofrem com a economia do mundo mais lenta, mesmo o Brasil, para quem o comércio exterior não corresponde a uma proporção muito grande da economia", afirmou. "Em qualquer cenário, é preciso levar em conta as sucessivas revisões negativas que o FMI vem fazendo", disse, referindo-se às projeções para o crescimento econômico mundial.
Não por acaso, os países ricos serão pressionados a se abrir ao debate sobre suas dificuldades no encontro do FMI e do Banco Mundial, em Washington. O Fundo pretende reformar seu mandato de vigilância sobre os países-membros, mesmo os que não recorreram a seus empréstimos. Ou seja, quer mais poder para interferir nas decisões de política econômica de seus sócios, sob o argumento do risco de contaminação da economia mundial. A crise atual e suas implicações deverão ser o tema central do relatório que será apresentado durante o encontro.
Na mesma linha, os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) farão uma reunião paralela à do FMI e do Bird, também em Washington, na qual pretendem mandar o seguinte recado aos países ricos: os emergentes estão fazendo sua parte para manter a expansão mundial, mas é preciso que os desenvolvidos debatam as soluções para a crise. Os emergentes acreditam ter mais contribuições a dar no processo de retomada da atividade econômica.
Deprimido. A disposição de europeus e americanos em debater com os Brics, porém, é nula. Os EUA e os países da zona do euro não levaram a crise para ser discutida no G-20, grupo das maiores economias desenvolvidas e emergentes, hoje deprimido. Em teoria, esse foro deveria funcionar como um centro de troca de ideias sobre a condução da economia, num esquema no qual um país pode analisar o desempenho de seus sócios e sugerir soluções.
O próprio Fundo, na reunião de primavera deste ano, alertou sobre a paralisia desse foro, muito ativo em 2008 e 2009. Formalmente, o processo de debate continua existindo. Mas, no momento, os países têm se limitado a preencher questionários sobre suas próprias economias e a aguardar os relatórios do FMI.
"Temo que o G-20 esteja se burocratizando", observou Cozendey. "Esse espaço para examinar as políticas uns dos outros não está sendo criado."
Cozendey pondera ter sido a crise de 2008 e 2009 "mais aguda, com desdobramentos mais rápidos e extremos". Uma autoridade do Banco Mundial concorda com essa avaliação. Nos EUA, a instabilidade tem um forte componente de política doméstica, observado com clareza nos últimos dois meses. A disputa eleitoral entre republicanos e democratas levou ao risco da primeira declaração de suspensão de pagamentos pelo país e provocou o rebaixamento da nota dos seus títulos soberanos.
Na Europa, predomina a ideia das soluções caseiras para evitar a quebra dos membros da zona do euro. Crítica dessas receitas, a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, "mostrou os dentes" em um encontro de mais de 100 presidentes de bancos centrais em Jackson Hole, no Estado americano de Wyoming, nos últimos dias 27 e 28.
Lagarde, nas entrelinhas, convocou os líderes dos países desenvolvidos a fazer mais e melhor para evitar o aprofundamento da crise - como a recapitalização de bancos europeus e um "agressivo" programa de redução da dívida hipotecária dos americanos. Sobretudo, insistiu na prioridade às medidas para a geração de empregos e o estímulo ao consumo, sem o abandono das metas de redução do déficit fiscal em longo prazo. Porém, assim como advertências anteriores de seu colega Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, as de Lagarde tenderão a ser apenas registradas.
Comentário: Como nos mostra a notícia, os causadores da crise não se manifestam com soluções ou informações sobre o andamento da economia. Com isso, pressões aos países Europeus e aos Estados Unidos da América são constantemente feitas, uma vez que para a economia dos países emergentes e sub-desenvolvidos se desenvolverem, o topo da economia precisa progredir também. Os mais afetados pela crise, países desenvolvidos, não aceitam discutir sobre a crise no G-20, "grupo das maiores economias desenvolvidas e emergentes", já que não apresentam respostas positivas para melhoria dos problemas econômicos e também porque não aceitam sugestões dos Estados em desenvolvimento. O que, consequentemente, gera uma paralização economica.
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Comissário alerta para dificuldades de financiamento dos bancos europeus
Bruxelas, 7 set (EFE).- O comissário europeu de Assuntos Econômicos, Olli Rehn, alertou nesta quarta-feira para a crescente dificuldade de financiamento do setor bancário europeu e a forma como as turbulências financeiras estão afetando a economia real.
"A situação é séria e não há necessidade de fingir outra coisa", afirmou Rehn em discurso durante um seminário organizado pelo Grupo Liberal do Parlamento Europeu.
O comissário lembrou que a "tensão nos mercados financeiros aumentou, levando a uma substancial volatilidade e turbulências ocasionais", uma situação que foi uma "verdadeira prova de fogo para a zona do euro".
"Os mercados financeiros e a economia real se movimentam agora com mais sincronia e a contínua turbulência está transbordando e potencialmente danificando a recuperação da economia real", advertiu.
Para o comissário econômico, "isto ressalta a importância de conter as turbulências para assegurar a recuperação. Ao mesmo tempo, as pressões de financiamento no setor bancário europeu aumentaram", explicou.
Rehn voltou a pedir que os países da União Europeia (UE) acelerem a aprovação das medidas estipuladas no mês de julho pelos líderes comunitários para reforçar o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e conceder um novo apoio à Grécia com a participação do setor privado.
"A rápida implementação destas decisões é essencial para enfrentar a crise da dívida e restaurar a confiança nos mercado", considerou.
Perguntado pela situação espanhola, Rehn opinou que o país "está tomando uma ação muito determinada para enfrentar os desafios fiscais e de financiamento".
No caso italiano, o comissário expressou seu apoio às novas medidas adotadas pelo país para fazer frente ao déficit e a dívida.
Rehn concluiu seu discurso com um convite ao otimismo e uma chamada à responsabilidade das autoridades. "A luz no final do túnel não tem porque ser o trem que se aproxima, como muitos agoureiros afirmaram rapidamente", finalizou. EFE.
Comentário: Já é de conhecimento mundial a situação financeira do continente Europeu. O difícil acesso ao financiamento nos bancos da Europa, nada mais é do que uma das várias consequências que os países sofreram pela crise que os atingiu no ano passado. Ainda que o financeiro dos mesmo vêm melhorando, os moradores do centro-norte da Terra continuam economizando e se assegurando caso uma nova onda de turbulência monetária aconteça. Países como Portugal e Grécia foram diretamente atacados pela crise. Já a Espanha, segundo o comissário, está tomando boas ações para se erguer novamente, além da Itália, por exemplo, que também vem tomando atitudes similares.
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domingo, 10 de abril de 2011
Dilma recebe economia estável, mas crescimento deve diminuir
A consolidação do Plano Real no governo de Fernando Henrique Cardoso e o pagamento da dívida externa durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva garantiram um dos momentos mais tranquilos da economia brasileira para a primeira mulher a comandar o Brasil. Apesar do cenário econômico estável, a presidente Dilma Rousseff deve enfrentar desaceleração no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) ao longo de seu mandato.
“Lula teve ventos a favor da China e é muito provável que a Dilma não vai ter isso. Para o mandato inteiro, a gente vê que o mundo vai crescer muito menos. Não vai haver condição de surfar a onda mundial”, afirmou o economista da USP (Universidade de São Paulo), Fabio Kanczuk. “Isso não causa instabilidade e crise, mas o país vai crescer menos”, ponderou.
Segundo o especialista, a única solução para evitar a desaceleração seria o corte de gastos com funcionários públicos, mas o governo não tem sinalizado neste sentido. “Dilma teve uma proposta muito pouco ambiciosa de cortar R$ 50 bilhões do Orçamento. Ela tinha que ter proposto corte três vezes maior, mas não em investimentos”, disse.
Rogério Mori, economista da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas), também acredita que o Brasil não deve chegar aos 7% atingidos em 2010, mas afirma que o índice de crescimento pode ficar em satisfatórios 4% com o investimento produtivo interno. “Grande parte do dinamismo da economia brasileira provém do mercado doméstico, além de o Brasil ter uma pauta de exportação extremamente diversificada”, disse. “Tem espaço para continuar crescendo nos próximos anos com a recuperação de renda que estamos observando.”
Comentário: Pelo depoimento de Fabio Kanczuk, percebe-se claramente que ele é contra o novo governo da Dilma, alertando então desafios que ela deverá ter em relação a economia do país levando emc onta o PIB (produto interno bruto). Para o mesmo economista, Dilme deveria ir contra suas promessas na campanha e diminuir o dinheiro destinado a funcionários públicos, indo contra o próprio nome de seu partido, PT (partido dos trabalhadores), o que não é do agrado da nossa presidente.
“Lula teve ventos a favor da China e é muito provável que a Dilma não vai ter isso. Para o mandato inteiro, a gente vê que o mundo vai crescer muito menos. Não vai haver condição de surfar a onda mundial”, afirmou o economista da USP (Universidade de São Paulo), Fabio Kanczuk. “Isso não causa instabilidade e crise, mas o país vai crescer menos”, ponderou.
Segundo o especialista, a única solução para evitar a desaceleração seria o corte de gastos com funcionários públicos, mas o governo não tem sinalizado neste sentido. “Dilma teve uma proposta muito pouco ambiciosa de cortar R$ 50 bilhões do Orçamento. Ela tinha que ter proposto corte três vezes maior, mas não em investimentos”, disse.
Rogério Mori, economista da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas), também acredita que o Brasil não deve chegar aos 7% atingidos em 2010, mas afirma que o índice de crescimento pode ficar em satisfatórios 4% com o investimento produtivo interno. “Grande parte do dinamismo da economia brasileira provém do mercado doméstico, além de o Brasil ter uma pauta de exportação extremamente diversificada”, disse. “Tem espaço para continuar crescendo nos próximos anos com a recuperação de renda que estamos observando.”
Comentário: Pelo depoimento de Fabio Kanczuk, percebe-se claramente que ele é contra o novo governo da Dilma, alertando então desafios que ela deverá ter em relação a economia do país levando emc onta o PIB (produto interno bruto). Para o mesmo economista, Dilme deveria ir contra suas promessas na campanha e diminuir o dinheiro destinado a funcionários públicos, indo contra o próprio nome de seu partido, PT (partido dos trabalhadores), o que não é do agrado da nossa presidente.
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sábado, 9 de abril de 2011
Mantega diz que Brasil vive "bons problemas do crescimento"
Pressão inflacionária, valorização do real e escassez de mão de obra continuarão a ser alvo de combate de ministro, que vê essas questões como consequência do bom momento do país.
Mantega ponderou que a situação atual é absolutamente diferente da que se via no passado em períodos de pressão inflacionária. Um dos exemplos citados pelo ministro é a valorização do real ante o dólar, considerada excessiva pelos setores exportadores. O patamar atual, entre R$ 1,55 e R$ 1,60, é visto pela indústria como uma ameaça, já que a importação de produtos, em especial da China, torna-se mais lucrativa, podendo prejudicar a competitividade das empresas nacionais.O ministro disse ainda que a maior parte da pressão sobre preços advém do mercado internacional e indicou que vêm sendo tomadas várias medidas para conter qualquer problema, como o estímulo ao aumento da oferta de alimentos e freios a uma demanda considerada excessiva. Mantega voltou a defender que a equipe econômica trabalha numa perspectiva anticíclica, ou seja, de trabalhar na corrente contrária à da economia. No momento em que era necessário crescer, deu incentivos. Agora, frente a indícios de superaquecimento, trabalha para tentar trazer a economia a um caminho considerado sustentável.
Durante um seminário em São Paulo, ele afirmou que a pressão inflacionária é um desses problemas, mas observou que vem sendo cumprida a meta estabelecida pelo Banco Central e que neste ano a taxa oficial ficará abaixo da registrada no ano passado (em 2010, o IPCA atingiu 5,91%). “O governo não dará guarida a uma inflação mais alta, não vamos titubear em adotar novas medidas para conter essa inflação”, advertiu, durante o debate "Rumos da economia no Brasil", organizado pela revista Brasileiros.
Mantega ponderou que a situação atual é absolutamente diferente da que se via no passado em períodos de pressão inflacionária. Um dos exemplos citados pelo ministro é a valorização do real ante o dólar, considerada excessiva pelos setores exportadores. O patamar atual, entre R$ 1,55 e R$ 1,60, é visto pela indústria como uma ameaça, já que a importação de produtos, em especial da China, torna-se mais lucrativa, podendo prejudicar a competitividade das empresas nacionais.O ministro disse ainda que a maior parte da pressão sobre preços advém do mercado internacional e indicou que vêm sendo tomadas várias medidas para conter qualquer problema, como o estímulo ao aumento da oferta de alimentos e freios a uma demanda considerada excessiva. Mantega voltou a defender que a equipe econômica trabalha numa perspectiva anticíclica, ou seja, de trabalhar na corrente contrária à da economia. No momento em que era necessário crescer, deu incentivos. Agora, frente a indícios de superaquecimento, trabalha para tentar trazer a economia a um caminho considerado sustentável.
Mantega ressaltou, no entanto, que a cotação atual não é muito diferente da registrada há cinco anos, quandochegou ao ministério, e indicou que se trata de um nível condizente com a importância que o Brasil ganhou no mundo. A leitura do governo é de que a apreciação do real é fruto da grande atratividade que o país exerce no cenário externo. Em meio a uma situação de incerteza nos Estados Unidos e na União Europeia, os investidores têm apostado em massa no mercado brasileiro, trazendo para cá uma grande quantidade de dólares. Essa oferta de moeda estrangeira em demasia provoca uma valorização do real.
"O que temos evitado é que haja sobressaltos, um excesso de valorização. Alguns analistas acham que isso é desnecessário, que seria melhor deixar o câmbio se valorizar livremente. Não acho isso porque você causaria uma forte conturbação na economia brasileira", ressaltou Mantega, que lembrou que o governo vai continuar atuando porque não acredita que o mercado possa se regular sozinho.
Em entrevista a jornalistas após sua intervenção, Mantega rechaçou a hipótese aventada de que a tentativa de contenção da valorização do real esteja sendo conduzida com "improviso". Segundo o ministro, algumas das medidas adotadas demoram a surtir efeito.
Nesta semana, foi promovida a extensão da alíquota de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos no exterior com prazo de até dois anos. A estratégia visa a reduzir a entrada de dólares na economia. Outras elevações do tributo haviam sido promovidas.
Ele considera que será preciso continuar pensando em medidas para frear os capitais especulativos, que são aqueles que ingressam no país apenas para um lucro de curto prazo, não investindo no desenvolvimento da economia e colaborando ainda mais para a valorização excessiva do real. Apenas no primeiro trimestre deste ano, o saldo da entrada de capitais externos no país foi de US$ 36 bilhões, mais do que o total registrado durante todo o ano passado. Mantega não tem dúvidas de que boa parte se trata de capital especulativo e considera que esse é um dos reflexos negativos do crescimento brasileiro.
“O que está ocorrendo é uma grande mudança da economia mundial. Os países avançados estão perdendo dinamismo e os países emergentes vêm tomando a dianteira do crescimento mundial”, indicou o ministro, que considera que o Brasil está em uma situação privilegiada mesmo entre as nações em crescimento, como China, Índia e Rússia.
Comentário: Uma vez que surgem problemas normais de crescimento, significa que está então em busca de progresso. Tendo esses problemas, além também de haver falta de mão-de-obra, percebesse que enquanto outros países mais desenvolvidos que o nosso continuam com a mesma porcentagem anual, o até a diminuem, o Brasil consegue ter um aumento dela, o que provavelmente resultará em aumento de valorização internacional.
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Para chineses, visita de Dilma abre caminho para mais negócios
Brasil e China precisam se conhecer melhor e o encontro de líderes dos dois países incentiva as conversas bilaterais, dizem empresários e economistas da China.
Nas ruas da China, ninguém sabe quem é Dilma Rousseff. Mais preocupados com suas atividades diárias, a maioria dos chineses não discute a visita da presidenta à China, que será nesta semana. No entanto, empresários e economistas chineses estão atentos e muito interessados no Brasil. Para eles, o País é um grande parceiro e vale a pena aproveitar o momento do encontro de líderes dos dois países, nos dias 12 e 13 de abril, para discutir sobre as relações bilaterais, melhorar o conhecimento recíproco e identificar oportunidades de negócios. Já a discussão em torno da valorização da moeda chinesa, que é um tema importante para os brasileiros, poderia ser deixada de lado, na opinião dos chineses.
Para Craig Bond, presidente do Standard Bank na China, a visita de Dilma acontece em um momento muito importante, em que o comércio dos dois países vem aumentando, mas há diversas oportunidades a serem exploradas. Para ele, chineses como brasileiros têm potencial para fazer mais negócios entre si e têm a mesma força na relação bilateral. “Enquanto a China tem habilidades em engenharia para infraestrutura, os brasileiros possuem os recursos naturais que os chineses precisam,” afirmou Bond.
“São duas economias complementares, que precisam uma da outra. A vinda da presidenta do Brasil, neste momento, é oportuna para intensificar as conversas e proporcionais mais negócios”, concorda David Li, um dos mais renomados economistas da China, diretor da Escola de Economia e Negócios da Universidade de Tsinghua.
Li destaca a possibilidade de uma maior atuação da China em infraestrutura no território brasileiro, ao mesmo tempo em que o Brasil pode exportar mais recursos naturais e produtos finais ao mercado chinês. Já Bond aponta entre os setores promissores que poderiam ter maior atuação de brasileiros na China o imobiliário e o automotivo.
Para Brian Wong, vice-presidente de vendas globais da empresa de comércio eletrônico chinesa Alibaba, os negócios não devem ficar restritos às grandes empresas. “Há inúmeras oportunidades no mercado consumidor chinês para micro e pequenas companhias do Brasil”, diz.
Ele diz que a visita da presidenta brasileira à China ajuda empresários a se conhecerem melhor e a saber mais sobre demandas dos mercados chinês e brasileiro. “Muitos ainda não sabem as oportunidades que podem ter no outro lado do mundo, e encontros de líderes ajudam a colocar os negócios bilaterais em pauta e aumentar o conhecimento recíproco”.
Comentário: O Brasil mostra desenvolvimento rápido para todos os outros países do mundo, o que chama atenção. Desse modo, um dos países que se interessaram foi a China. Nossa presidente visitará o país essa semana, e mesmo com os chineses comuns não se importem com tal visita, esse não e o importante, quem vale são os economistas do país e empressários. Se a visita tiver grandes aproveitamentos, a China pode desejar negociações de grande importância com o Brasil, sendo bom para nosso país que está se desenvolvendo, além de ajudar também a China. Se o que está faltando para grandes negociações é o conhecimento realmente, e não isso sendo apenas uma desculpa, essa visita nos trará grandes resultados ao que é indicado.
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economia Brasileira
Brasil entra para grupo dos 20 maiores importadores, diz OMC- Dados da organização mundial do Comérciao apontam que a econômia nacional mais que dobrou o volume de importações desde 2005
O Brasil registra a maior expansão de importações do mundo entre as principais economias nos últimos cinco anos. Diante de um real valorizado e principalmente a expansão do consumo doméstico, o Brasil se transformou pela primeira vez no 20º maior importador do mundo.
Dados da Organização Mundial do Comércio (OMC) apontam que a economia nacional mais que dobrou o volume de importações desde 2005. A expansão superou inclusive as importações na China e, no que se refere à importação de serviços, o Brasil apresentou o maior crescimento mundial em 2010. O aumento das importações fez o Brasil voltar ao cenário do início dos anos 70, quando o País ainda dependia de petróleo. Naquela época, as compras brasileiras representam 1,2% da importação internacional.
A invasão de produtos estrangeiros no Brasil teve uma alta superior ao que foi registrado nos demais países dos Brics (China, Índia e Rússia). A OMC destaca dois aspectos que explicariam o boom nas importações. De um lado, o real sofreu uma valorização de 15% no ano, tornando produtos importados mais competitivos. Outro fator é a expansão da economia brasileira, do crescimento do consumo privado e dos investimentos de empresas que acaba implicando na necessidade de importar máquinas e equipamentos.O percentual caiu de forma importante e, em 2003, era de apenas 0,7%. Em termos gerais, o aumento de 43% nas importações de produtos no ano passado foi o terceiro mais elevado entre as maiores economias e teve uma expansão duas vezes superior à média mundial em 2010 em valores.
Nos últimos cinco anos, o aumento médio de importações no Brasil foi de 20% por ano. Na Rússia, a expansão de importação foi de 15%, contra 16% na China e 18% na Índia. Nos Estados Unidos, a média de aumento de importação foi de meros 3%, contra 5% na Europa. A entrada de produtos chineses no Brasil aumentou em 60% em 2010.
A Coreia do Sul aumentou suas vendas ao mercado brasileiro em 74%, contra 93% de expansão para os produtos indianos. Os países ricos também registraram avanços acima de 30% no mercado brasileiro. Não por acaso, multinacionais e governos colocam o Brasil como prioridade em suas ofensivas de vendas e destino de verdadeiras campanhas para abrir o mercado nacional. Americanos e chineses estão praticamente empatados como maiores exportadores ao Brasil, com 30% de tudo o que País compra vindo dessas duas economias.
Comentário: Graças as melhorias internas do Brasil, consequentemente as relações e conhecimento externo também melhorou. Com uma economia estável dentro do próprio país, o Real foi tendo aumento na sua valorização, o que chamou a atenção de vários países. Com isso, as importações do Brasil tiveram aumento pelo interesse na melhoria que ocorreu em nosso país, fazendo ele subir de colocações dos maiores importadores do mundo, dados obtidos pela OMC.
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segunda-feira, 21 de março de 2011
Ainda falta muito para acordo de livre comércio entre Brasil e Estados Unidos, diz americano
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Gary Locke, disse que ainda há muitos passos a serem tomados para que se chegue a um acordo de livre comércio entre Brasil e os EUA, e não se comprometeu com o fim das barreiras comerciais contra produtos brasileiros. Em almoço promovido pela Câmara de Comércio Americana, Locke reafirmou as intenções americanas de investir mais no Brasil, em áreas como infra-estrutrura e energia, mas também fez críticas às dificuldades que as empresas dos Estados Unidos encontram para investir em terrritório brasileiro.
- Ainda há obstáculos aos investimentos dos Estados Unidos. Há o fardo dos impostos, o sistema legal - disse Locke.
Locke citou como um próximo passo nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos o possível fim da bitributação das empresas que têm negócios nos dois países.
- Antes de chegar lá (a um acordo de livre comércio), há muitos outros passos. O tratado de cooperação econômica assinado (neste fim de semana) é importante, é o primeiro passo. O próximo passo que os CEOs das empresas acreditam que deve ser tomado são os acordos para acabar com a bitributação - disse.
Questionado sobre se o governo americano pressionaria o Congresso pelo fim das barreiras contra produtos brasileiros, como o algodão e o etanol, o secretário de Comércio dos Estados Unidos disse que é preciso que o Congresso aprove algumas medidas.
- Atingimos alguns acordos sobre algodão. Estamos felizes com os progressos que fizemos. Mas sobre o ethanol, é uma decisão do Congresso Americano. Nós precisamos que o Congresso Americano aprove uma política energética. Se conseguirmos aprovar uma política energética, muitos desses assuntos serão resolvidos - disse.
Locke afirmou, no entanto, que apesar de algumas questões que dificultam o incremento do comércio entre Brasil e Estados Unidos não dependerem do governo americano, a gestão do presidente Barack Obama pode contribuir com cooperação nas áreas de educação e desenvolvimento tecnológico.
Comentário: Boa discussão daria com o tema: até que ponto esse novo acordo seria favorável ao Brasil ? Vale pensar em argumentos que envolvam não só uma maior variedade para o consumidor brasileiro, mas a questão que se há uma maior variedade o consumidor optará por produtos melhores e mais baratos, e não é oculto para ninguém que mesmo o Brasil tendo bom desenvolvimento de tecnologias de um tempo para cá, não se compara ao nível de produção de grandes produtos americanos. Desse modo, o cidadão poderia perfeitamente preferir o estrangeiro ao nacional, dando lucro apenas as empresas que não terão um crescimento em função do nosso país, levando grande parte do lucro da venda de mercadorias brasileiras, deixando as empresas nacionais com baixos e preocupados valores. Deve-se levar em conta também, que empresas do nosso país poderão se infiltrar sem grandes problemas no solo americano, porém será que naquele país a procura pelo estrangeiro vai ser tão requisitada quanto no nosso? Como é de senso-comum a resposta que mais se adequa é não, ja que não há motivo para se comprar um produto com qualidade equivalente ou inferior por um preço mais baixo.
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1B-Fernanda Paiva,
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Brasil não cresce mais que 4,5% ao ano, diz ex-presidente do BC / Da Reuters
O economista e ex-presidente do Banco Central (BC), Affonso Celso Pastore, afirmou nesta sexta-feira que Brasil deve voltar a enfrentar suas limitações macroeconômicas que impedirão um crescimento sustentável acima de 4,5% ao ano. No entanto, Pastore acredita que o País tenha crescimento entre 5% e 6% em 2010.
Se atrair mais investimento estrangeiro, elevaria o déficit nas transações correntes para a faixa de 5,5% a 7% do PIB.
"Não pode fazer isso por uma sequência de anos, a não ser que um milagre aconteça", disse.
Em outra frente, investimentos em aumento da produtividade, só surtiriam resultados num prazo superior a 10 anos.
Por fim, o Brasil deve ser impactado indiretamente pelo crescimento mais baixo da Europa e dos Estados Unidos, que tendem a enfrentar por vários anos os efeitos do crescimento explosivo da dívida pública, como reflexo das medidas contracíclicas para debelar a crise.
"Vamos crescer mais do que o mundo desenvolvido e do que a nossa média histórica recente, mas a taxa de crescimento atual não é a de equilíbrio no longo prazo", disse Pastore.
Comentário: Tal crescimento é inferior do que 5% (no caso o desejado para um país de nível como o Brasil), talvez pelo motivo do país não colocar seus lucros em base de investimentos que terão lucro em cima do que se foi investido, e não em programas para melhoria de classes muito inferiores, ou auxilio daqueles que não conseguem se manter. Essas fatos deixam um x na questão: melhor tem um crescimento maior porém com nível elevado de pobreza no país, ou combate-la ao máximo para só depois pensar em investimentos ou crescimento.
No meu ponto de vista, é impossível ter um desenvolvimento alto em seus investimentos e crescer mais do que o necessário somente por essas dois pontos. Para o país crescer os tão desejados 5% ou mais, deve-se ter não só um maior investimento quando melhoria na qualidade de vida, ou seja, tendo também os programas que beneficiam os que hoje não tem condições, para mais tarde contribuirem com o investimento do Brasil.
Se atrair mais investimento estrangeiro, elevaria o déficit nas transações correntes para a faixa de 5,5% a 7% do PIB.
"Não pode fazer isso por uma sequência de anos, a não ser que um milagre aconteça", disse.
Em outra frente, investimentos em aumento da produtividade, só surtiriam resultados num prazo superior a 10 anos.
Por fim, o Brasil deve ser impactado indiretamente pelo crescimento mais baixo da Europa e dos Estados Unidos, que tendem a enfrentar por vários anos os efeitos do crescimento explosivo da dívida pública, como reflexo das medidas contracíclicas para debelar a crise.
"Vamos crescer mais do que o mundo desenvolvido e do que a nossa média histórica recente, mas a taxa de crescimento atual não é a de equilíbrio no longo prazo", disse Pastore.
Comentário: Tal crescimento é inferior do que 5% (no caso o desejado para um país de nível como o Brasil), talvez pelo motivo do país não colocar seus lucros em base de investimentos que terão lucro em cima do que se foi investido, e não em programas para melhoria de classes muito inferiores, ou auxilio daqueles que não conseguem se manter. Essas fatos deixam um x na questão: melhor tem um crescimento maior porém com nível elevado de pobreza no país, ou combate-la ao máximo para só depois pensar em investimentos ou crescimento.
No meu ponto de vista, é impossível ter um desenvolvimento alto em seus investimentos e crescer mais do que o necessário somente por essas dois pontos. Para o país crescer os tão desejados 5% ou mais, deve-se ter não só um maior investimento quando melhoria na qualidade de vida, ou seja, tendo também os programas que beneficiam os que hoje não tem condições, para mais tarde contribuirem com o investimento do Brasil.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Radiação nuclear pode causar de queimaduras a câncer
O derretimento dos reatores nucleares japoneses atingidos pelo terremoto de sexta-feira (11 de março) pode liberar radiação na atmosfera que causa desde queimaduras na pele até câncer, explica o engenheiro nuclear Aquilino Senra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O risco de exposição da população, no entanto, é baixo.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) também afirmou que o perigo para a população é mínimo. Isso porque a área em torno da usina foi isolada.
O Japão foi atingido por um terremoto de 8,9 de magnitude na sexta-feira (11). O tremor afetou o fornecimento de energia elétrica, o que causou uma pane no resfriamento dos reatores. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o risco de derretimento do núcleo, o pior acidente que pode ocorrer em uma usina, é “grande”.
Exposição
Se ocorrer o derretimento, três tipos de radiação serão liberadas no ambiente: alfa, beta e gama. “A radiação alfa não penetra no organismo, ela causa queimadura na pele”, explica Aquilino Senra. “As radiações beta e gama – principalmente a gama – entram no organismo e causam deformações celulares”, afirma, referindo-se à exposição aos raios.
Se ocorrer o derretimento, três tipos de radiação serão liberadas no ambiente: alfa, beta e gama. “A radiação alfa não penetra no organismo, ela causa queimadura na pele”, explica Aquilino Senra. “As radiações beta e gama – principalmente a gama – entram no organismo e causam deformações celulares”, afirma, referindo-se à exposição aos raios.
Essas deformações, ao longo dos anos, podem levar a casos de câncer. “Podem, não devem. E isso varia de acordo com a distância da pessoa do local do acidente e a proteção que ela estiver usando”, explica.
Essa radiação gama é a mesma usada em tratamentos de radioterapia, exatamente para combater o câncer. "Em baixas doses, ela destrói tumores", afirma o especialista. "Em altas, pode causar dano celular que leva ao câncer".
Ionização
A radioatividade pode afetar a saúde principalmente de duas formas. "O problema maior é que este tipo de radiação é ionizante, ou seja, é capaz de mudar a estrutura química das substâncias", afirma Regina Bitelli Medeiros, professora do departamento de diagnóstico por imagens da Unifesp e especialista em física médica.
A radioatividade pode afetar a saúde principalmente de duas formas. "O problema maior é que este tipo de radiação é ionizante, ou seja, é capaz de mudar a estrutura química das substâncias", afirma Regina Bitelli Medeiros, professora do departamento de diagnóstico por imagens da Unifesp e especialista em física médica.
Com isso, ela altera as características de substâncias comuns em nosso corpo. A partir da água, por exemplo, podem se formar radicais livres, que, em excesso, prejudicam o funcionamento do corpo.
Outra possibilidade é que a radiação nuclear afete diretamente as células. A mudança na estrutura química dos elementos pode representar, por exemplo, a quebra da cadeia de DNA.
A medicina atual ainda não sabe dizer se existe uma quantidade limite de radiação à qual o corpo deva ser exposto para que tais efeitos possam desenvolver o câncer.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Bactéria pode ajudar a controlar mosquito da dengue
Mosquitos infectados
Uma bactéria comum - encontrada em 60% dos insetos - pode ser eficaz no combate a doenças como dengue e malária. Esta é a aposta de uma pesquisa coordenada pela Universidade de Queensland, na Austrália, que conta com a participação de um cientista do Centro de Pesquisa René Rachou, da Fiocruz Minas. A nova estratégia consiste em infectar mosquitos vetores de doenças com a bactéria Wolbachia. A bactéria fortalece o sistema imunológico do mosquito e diminui a longevidade do inseto. Assim, o mosquito Aedes aegypti não seria infectado pelo vírus da dengue e, mesmo se fosse, o inseto viveria por pouco tempo, reduzindo o risco de transmissão da doença para o homem.
Embora o foco principal da pesquisa seja a dengue, os efeitos da Wolbachia sobre o Aedes aegypti indicam que outras doenças transmitidas por este mosquito também poderiam ser controladas. Não está totalmente claro, entretanto, de que maneira a Wolbachia atua no organismo de mosquitos vetores. "Apenas a presença da bactéria já aumenta a expressão de alguns genes de imunidade no inseto", diz o pesquisador Luciano Moreira, principal autor do trabalho. De acordo com Moreira, outros fatores podem estar em ação. "Como esta bactéria é intracelular, assim como os vírus, pode ocorrer uma competição pelos nutrientes celulares", sugere.
A Wolbachia tem a capacidade de se perpetuar de geração para geração. Isso porque a bactéria se localiza em vários tecidos do inseto, inclusive nos ovários, alcançando o ovo em formação e, assim, sendo transmitida para a prole. "Essa cepa de bactéria causa a incompatibilidade citoplasmática, o que dá vantagem às fêmeas infectadas pela bactéria: cruzamentos de machos infectados com fêmeas não infectadas não produzem descendentes", explica Moreira, que atualmente faz pós-doutorado na Universidade de Queensland. Os efeitos da bactéria no organismo dos insetos vão além. Algumas cepas da Wolbachia podem, inclusive, induzir a produção de machos transexuais, tudo para ampliar a proliferação bacteriana. "A feminização talvez seja a estratégia mais óbvia para que uma bactéria como a Wolbachia seja transmitida pela mãe. Como os machos são 'sem-saída' para a herança de fatores do citoplasma, a conversão de machos para fêmeas dobra a chance de transmissão da bactéria para a geração seguinte. Até hoje, entretanto, esse efeito é o mais raro entre os causados pela Wolbachia", afirma Moreira.
Uma bactéria comum - encontrada em 60% dos insetos - pode ser eficaz no combate a doenças como dengue e malária. Esta é a aposta de uma pesquisa coordenada pela Universidade de Queensland, na Austrália, que conta com a participação de um cientista do Centro de Pesquisa René Rachou, da Fiocruz Minas. A nova estratégia consiste em infectar mosquitos vetores de doenças com a bactéria Wolbachia. A bactéria fortalece o sistema imunológico do mosquito e diminui a longevidade do inseto. Assim, o mosquito Aedes aegypti não seria infectado pelo vírus da dengue e, mesmo se fosse, o inseto viveria por pouco tempo, reduzindo o risco de transmissão da doença para o homem.
Embora o foco principal da pesquisa seja a dengue, os efeitos da Wolbachia sobre o Aedes aegypti indicam que outras doenças transmitidas por este mosquito também poderiam ser controladas. Não está totalmente claro, entretanto, de que maneira a Wolbachia atua no organismo de mosquitos vetores. "Apenas a presença da bactéria já aumenta a expressão de alguns genes de imunidade no inseto", diz o pesquisador Luciano Moreira, principal autor do trabalho. De acordo com Moreira, outros fatores podem estar em ação. "Como esta bactéria é intracelular, assim como os vírus, pode ocorrer uma competição pelos nutrientes celulares", sugere.
A Wolbachia tem a capacidade de se perpetuar de geração para geração. Isso porque a bactéria se localiza em vários tecidos do inseto, inclusive nos ovários, alcançando o ovo em formação e, assim, sendo transmitida para a prole. "Essa cepa de bactéria causa a incompatibilidade citoplasmática, o que dá vantagem às fêmeas infectadas pela bactéria: cruzamentos de machos infectados com fêmeas não infectadas não produzem descendentes", explica Moreira, que atualmente faz pós-doutorado na Universidade de Queensland. Os efeitos da bactéria no organismo dos insetos vão além. Algumas cepas da Wolbachia podem, inclusive, induzir a produção de machos transexuais, tudo para ampliar a proliferação bacteriana. "A feminização talvez seja a estratégia mais óbvia para que uma bactéria como a Wolbachia seja transmitida pela mãe. Como os machos são 'sem-saída' para a herança de fatores do citoplasma, a conversão de machos para fêmeas dobra a chance de transmissão da bactéria para a geração seguinte. Até hoje, entretanto, esse efeito é o mais raro entre os causados pela Wolbachia", afirma Moreira.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Jovem britânica morre minutos após beijar rapaz pela primeira vez
Uma jovem universitária britânica morreu minutos após ser beijada por um rapaz pela primeira vez, segundo informações ouvidas durante um inquérito na cidade de Aberdare, no País de Gales. A notícia foi divulgada nesta sexta-feira (11) pela BBC Brasil. Durante o inquérito, foi dito que a jovem sofreu de síndrome da Morte Súbita Cardíaca (MSC). No entanto, a estudante não tinha nenhum histórico de problemas do coração. A autópsia também não conseguiu determinar a causa exata da falência cardíaca. Em uma a cada 20 ocorrências de Morte Súbita Cardíaca não é possível identificar o problema.Ross, que conhecia a estudante havia 3 meses, tentou salvá-la antes da chegada dos paramédicos. Ele disse à polícia que eram amigos e que aquela era a primeira vez em que haviam se beijado. "Não era um relacionamento sexual, mas nos encontrávamos algumas vezes por semana", disse o jovem.
Segundo Daniel Ross, ele e Jemma estavam a caminho de um bar para comer quando tiveram que voltar para sua casa, porque ele havia esquecido o cartão de crédito."Nós estávamos conversando e acabamos nos beijando no corredor perto da porta da frente. Fomos para a cozinha e depois para a sala, e Jemma se sentou no sofá", contou.Ele disse ainda que as pálpebras de Jemma "começaram a cair subitamente" e sua boca espumou antes que ela desmaiasse. "Eu liguei para a mãe dela para perguntar se ela tinha epilepsia. Ela voltava a si e desmaiava outra vez".Em seguida, o rapaz ligou para um número de emergência local e recebeu instruções de como tentar reanimar Jemma Benjamin antes da chegada do socorro, mas não conseguiu.A investigação concluiu que o atraso da ambulância que atendeu Jemma não teve responsabilidade por sua morte, e que nada poderia ter sido feito para salvá-la.O investigador Richie Andrews, que entrevistou Daniel, disse no inquérito que "é possível que fosse a primeira vez que Jemma e Daniel se beijaram". Nos depoimentos também foi dito que a menina era tímida e praticante de esportes, mas que estava "estressada" com as provas de ciência esportiva que teria que fazer. Sua mãe, Charlotte Garwood, disse que Jemma "era o retrato da saúde em um momento e, no momento seguinte, foi tirada de mim".Daniel Ross terminou seus estudos na Universidade de Glamorgan, em Pontypridd, South Wales, e voltou para sua cidade natal, Birmingham.
Segundo Daniel Ross, ele e Jemma estavam a caminho de um bar para comer quando tiveram que voltar para sua casa, porque ele havia esquecido o cartão de crédito."Nós estávamos conversando e acabamos nos beijando no corredor perto da porta da frente. Fomos para a cozinha e depois para a sala, e Jemma se sentou no sofá", contou.Ele disse ainda que as pálpebras de Jemma "começaram a cair subitamente" e sua boca espumou antes que ela desmaiasse. "Eu liguei para a mãe dela para perguntar se ela tinha epilepsia. Ela voltava a si e desmaiava outra vez".Em seguida, o rapaz ligou para um número de emergência local e recebeu instruções de como tentar reanimar Jemma Benjamin antes da chegada do socorro, mas não conseguiu.A investigação concluiu que o atraso da ambulância que atendeu Jemma não teve responsabilidade por sua morte, e que nada poderia ter sido feito para salvá-la.O investigador Richie Andrews, que entrevistou Daniel, disse no inquérito que "é possível que fosse a primeira vez que Jemma e Daniel se beijaram". Nos depoimentos também foi dito que a menina era tímida e praticante de esportes, mas que estava "estressada" com as provas de ciência esportiva que teria que fazer. Sua mãe, Charlotte Garwood, disse que Jemma "era o retrato da saúde em um momento e, no momento seguinte, foi tirada de mim".Daniel Ross terminou seus estudos na Universidade de Glamorgan, em Pontypridd, South Wales, e voltou para sua cidade natal, Birmingham.
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