Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

'Never say never 3D' conta vida de Justin Bieber em detalhes

    
     A cinebiografia em 3D que conta a curta, mas brilhante trajetória da carreira do cantor Justin Bieber, de apenas 16 anos, promete deixar as fãs do cantor ainda mais apaixonadas. O filme inteiro é composto basicamente de vídeos caseiros de quando ele era bem pequeno, bastidores da turnê "My Word" e partes de shows em que ele aparece cantando seus maiores sucessos. além de uma contagem regressiva do show que Justin até então faria, no Madison Square Garden dia 31 de agosto de 2010.
    Quando Justin tinha 12 anos, em 2007, sua mãe postou vídeos em que ele cantava no site Youtube. Desde então, meninas do mundo inteiro conheceram o astro e conseguiram construir a carreira dele em tudo o que ela é hoje. Em agradecimento, o filme é dedicado a elas. Fãs, Fãs, Fãs, elas fizeram declarações para Bieber, choraram e ficaram histéricas ao ganharem ingressos para os shows do astro em uma das cenas.
    As fãs não são coadjuvantes no longa. Elas aparecem tanto quanto o astro durante todo o filme, para mostrar a importância de cada uma delas para a carreira do jovem astro. Elas se acham donas dele, já que a descobriram na web, e foi isso que o fez famoso. Ele não foi um produto criado pela Disney ou pela Nickelodeon. Para provar o quanto ele é capaz de mobilizar fãs ao redor do mundo, os ingressos para sua apresentação no New York State Fair se esgotaram em 22 minutos.
     No início do espetáculo ele deixa um recado para suas fãs: "Haverá momentos em que as pessoas irão dizer que você não pode viver seus sonhos. É isso que eu respondo à eles: Never say never".










domingo, 20 de fevereiro de 2011

Embate entre expansão econômica e ambiente trava obras de infraestrutura

Muitos dos projetos sofreram modificações por causa da pressão para atender às exigências ambientais. Ainda assim, ONGs e o Ministério Público questionam as obras por causa de seus grandes impactos.

Esses embates levaram o governo a preparar um pacote de mudanças para tornar mais célere e menos burocrático os processos de licenciamento ambiental. Áreas como petróleo, rodovias, portos e linhas de transmissão de energia terão normas fixadas por decretos. Para especialistas ouvidos pelo Estado, o choque de gestão é necessário - mas não deve significar um afrouxamento das regras ambientais.
José Goldemberg, ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo, defende que a qualidade do projeto é o mais importante. "A verdade é que há maneiras de fazer as coisas. O trecho sul do Rodoanel ficou 25% mais caro, custou algo em torno de R$ 1 bilhão a mais, por conta das preocupações ambientais. Mas, no fim, foi construído muito bem e se resolveu um problema importante do trânsito", diz.



Em sua opinião, o impasse atual ocorre por que há muito extremismo e maniqueísmo. No caso de Belo Monte, por exemplo, ele avalia que o governo empurra a construção da usina a ferro e fogo, pois assim poderá fazer qualquer obra na Amazônia. Os ambientalistas, por outro lado, querem barrá-la completamente para não abrir precedentes.
Outro problema é que, em geral, nas obras de usinas, os prejudicados estão próximos do local do empreendimento e os beneficiados, a muitos quilômetros de distância. "Cabe ao poder público balancear os prejuízos."
Atraso. Na avaliação do economista Sérgio Besserman Vianna, ex-diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a visão que opõe desenvolvimento e questões ambientais é atrasada. "Esse anacronismo não corresponde mais à realidade. Quem continuar apostando nisso vai errar, pois a economia global está iniciando a maior transição tecnológica desde a Revolução Industrial", diz.
Segundo Besserman, a economia ancorada no desenvolvimento a qualquer custo e nos combustíveis fósseis está no começo do seu declínio, e será substituída por uma economia de baixo carbono e baseada na manutenção dos recursos naturais. "É certo que essa transição ocorrerá, e sairão na frente os países que eliminarem essa visão obsoleta de que ambiente e desenvolvimento não podem conviver."

Outra fórmula para reduzir o embate é investir em tecnologias ambientais de ponta. É o que propõe o ex-secretário adjunto de Meio Ambiente de São Paulo Casemiro Tércio Carvalho. Hoje à frente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, Carvalho está retomando o polêmico projeto de expansão do porto de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. Para os críticos, o empreendimento, que pretende aumentar a capacidade de operação do porto dos atuais 400 mil m² para 1 milhão de m², trará prejuízos ao turismo e à pesca. "Mais do que a expansão, é necessária a modernização do porto. A meta é construir, em quatro anos, um empreendimento com gestão ambiental e certificações internacionais de sustentabilidade para portos, como o selo Greenport."

Gargalos. Para o procurador-chefe do Ministério Público Federal no Pará, Ubiratan Cazetta, os verdadeiros nós enfrentados na hora de emitir um licenciamento não têm sido observados. "Ultimamente, muitos servidores do Ibama são terceirizados, têm contratos temporários. Esse é o nosso grande gargalo: a quantidade de servidores do Ibama a cargo das fiscalizações, sua qualificação técnica e independência - o que só se consegue com um plano de carreira e certa estabilidade", afirma.

mídia

Barreira a produto chinês terá limites


Governo terá de anunciar medidas para proteger a indústria nacional sem fechar as portas ao maior comprador de produtos brasileiros.
 
 
 
O governo se prepara para anunciar, ainda este mês, medidas para proteger a indústria contra a enxurrada de produtos chineses que invadiu o mercado nacional.


Porém, essa proteção não será geral e irrestrita. Ainda que boa parte das reclamações da indústria encontre respaldo no Palácio do Planalto, os mesmos que acenam com mudanças no tratamento dispensado aos chineses também reconhecem que algumas das dificuldades das empresas brasileiras são decorrentes de problemas locais.

Além disso, as defesas não podem fechar as portas para o maior comprador de produtos brasileiros do planeta. O desafio não é trivial.
O Ministério do Desenvolvimento e o Itamaraty terão de trabalhar em perfeita sintonia para atender, simultaneamente, os que penam com a concorrência chinesa e aqueles que se beneficiam do desempenho da segunda maior economia do mundo.

De acordo com fontes consultadas pelo Estado no Planalto, no Ministério do Desenvolvimento e no Itamaraty, os entraves nas relações comerciais entre os dois países ainda são pequenos diante da "brutal oportunidade" que o mercado chinês representa para as empresas brasileiras.

Uma das preocupações do Itamaraty é não transformar os chineses numa espécie de bode expiatório das dificuldades da indústria nacional. "A China gera problemas, mas não podemos dizer que todos os nossos problemas são provenientes da China", explica uma das fontes envolvidas nas discussões.

A falta de competitividade das empresas nacionais é um exemplo de entrave de natureza local, reconhecido pelo próprio governo brasileiro e lembrado por Pequim. "Os problemas que alguns setores industriais do Brasil encontram não têm origem na China. Eles têm de fortalecer a própria competitividade econômica e comercial", disse ao Estado o embaixador chinês no País, Qiu Xiaoqi.
"Infraestrutura". O próprio governo contribui para agravar essa situação, seja pela forte carga de impostos, seja pela demora em deslanchar investimentos que melhorem a infraestrutura.

"É fácil criticar a China pela questão do preço, mas o fato é que o preço praticado no Brasil é muito alto", afirma Tang Wei, secretário-geral da Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico. "Os preços brasileiros não são competitivos em lugar nenhum do mundo", acrescenta.

Embalada por uma expansão forte e contínua nos últimos 30 anos, a China investiu pesado na melhoria e ampliação de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, e as empresas aplicaram muito dinheiro em máquinas novas, garantindo uma escala de produção gigantesca e relativamente barata. Essa é uma questão estrutural que afeta tanto o Brasil quanto o resto do mundo, ponderam os representantes do governo brasileiro.

O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, já deixou claro que terá uma postura mais proativa. "Não hesitaremos em fazer uso de mecanismos de defesa comercial quando forem cabíveis. Estaremos sempre atentos a práticas ilegais que prejudiquem a indústria brasileira", disse o ministro ao assumir a pasta.

"Sem excesso". Atender demandas não significa, entretanto, ações indiscriminadas contra todos. Os técnicos do governo sabem que medidas de defesa precisam ser cuidadosamente analisadas para atingir apenas os segmentos que verdadeiramente sofrem concorrência danosa. Excessos nessa seara geram mais prejuízos que benefícios. Para o Itamaraty, práticas desleais de comércio, como contrabando, não serão resolvidas com medidas de defesa comercial. "Contrabando é caso de polícia", resumiu uma fonte.
O governo brasileiro também não tem muita margem de manobra para aumentar os impostos de importação. Por causa das regras do Mercosul, o Brasil só pode elevar alíquotas se obtiver concordância dos demais integrantes do bloco ou incluir os produtos na lista de exceção que cada país tem direito.

A primeira alternativa é um caminho complexo politicamente. A segunda opção esbarra em um obstáculo prático: a lista de exceção só pode ter 100 itens e a do Brasil já tem 96.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Vaticano informa que católicos não podem se confessar pelo iPhone

Vaticano informa que católicos não podem se confessar pelo iPhone

Os católicos não podem se confessar por meio do iPhone e a tecnologia não substitui a presença física quando se admite os pecados a um padre, segundo afirmou nesta quarta o padre Frederico Lombardi, porta-voz do Vaticano. O comunicado foi divulgado após o lançamento de um aplicativo do iPhone criado para ajudar fiéis na confissão exigida pela Igreja Católica nos EUA. "Não se pode falar de forma alguma de confessar pelo iPhone", disse Lombardi, acrescentando que a confissão requer a presença do padre: "Isso não pode ser substituído por nenhum aparelho".


O aplicativo "Roman Catholic" acompanha os católicos pelo processo de sacramento e contém o que a empresa responsável pelo programa considera ser "uma avaliação personalizada da consciência para cada usuário". Artigos divulgados sobre a aprovação do produto pela Igreja Católica nos EUA diziam que a confissão agora seria possível pelo iPhone. O programa foi colocado à venda por US$ 1,99 (R$ 3,32).

terça-feira, 2 de março de 2010

Big Brother Brasil faz propaganda do SBT

O DJ que animou a festa na casa de “Big Brother Brasil”, anteontem (21/02) à noite, interrompeu a execução da música “Pintinho Amarelinho” logo em seu início.
Alguém lembrou a ele de que o “clássico” infantil é de Gugu Liberato, do SBT. O material foi ao ar no pay-per-view.
ASTÚCIA
Só deu SBT na festa infantil de “BBB”. Um participante alertou aos demais que, se não se comportassem, ele chamaria a Supernanny. E não faltaram                                                                             referências a “Chaves”.


COMENTARIO: Assisto BBB algumas vezes, mas temos que ser sinceros, todo mundo sabe a progamacao do SBT e as musiquinhas.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Mais de 2 milhões foram afetados por terremoto no Chile, diz presidente

O terremoto de magnitude 8,8 que sacudiu o Chile neste sábado (27) e causou 214 mortes, segundo os dados oficiais até este momento, afetou 2 milhões de pessoas, disse a presidente chilena, Michelle Bachelet.
“As forças da natureza golpearam duramente nossa pátria e mais uma vez põem à prova nossa capacidade de enfrentar adversidades e ficarmos de pé”, declarou a presidente em um pronunciamento transmitido em cadeia de rádio e TVs do país.
Segundo Bachelet, que sobrevoou de helicóptero as áreas atingidas neste sábado, o terremoto afetou 80% do país e há pelo menos 1 milhão de casas danificadas. A presidente mandou condolência e solidariedade às vítimas e pediu "força" aos cidadãos.
"Todas as autoridades do governo vão colocar toda energia para a volta à normalidade. Temos adiante uma árdua tarefa, não será fácil, requer muito tempo e recursos, mas sobretudo a generosidade e voluntarismo de todos nós", disse a presidente.
Além dos mortos durante o terremoto, o número de vítimas aumenta devido aos tremores secundários. Já foram mais de 50 com magnitude superior a 5 graus registrados desde o abalo de magnitude 8,8 que atingiu a costa do país durante a madrugada.

O terremoto, de cerca de um minuto de duração, ocorreu às 3h34 (horário local de verão, o mesmo de Brasília) e atingiu atingiu a região central do Chile, perto de Concepción, 400 km ao sul de Santiago. Na capital chilena, a 325 km de distância, o terremoto estremeceu diversos prédios e várias regiões da cidade ficaram sem energia. Com medo, muitos chilenos saíram às ruas.
Em entrevista coletiva, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, pediu união dos setores público e privado na reconstrução dos setores essenciais do país. Bachelet, que sobrevoou regiões afetadas de helicóptero, disse que a destruição provocada pelo tremor poderia ter causado um número ainda maior de mortos, o que mostra que muitas pessoas conseguiram deixar suas casas no momento da tragédia.

O tremor foi sentido nos países vizinhos, inclusive no Brasil. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de São Paulo informaram que receberam chamados para verificar pequenos tremores em vários bairros da capital paulista.
O terremoto atingiu a região central do Chile, perto de Concepción, 400 km ao sul de Santiago, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O epicentro do tremor foi localizado no mar, a 35 km de profundidade, em Maule, a 99 km da cidade de Talca.

COMENTÁRIO: Muitos países poderiam ajudar o Chile agora também com o acontecimento desse terremoto, porque o Chile é um país Subdesenvolvido e não tem tanto dinheiro para reconstruir grande parte do país. O bom de tudo é que muitas pessoas conseguiram deixar suas casas antes de desabarem. A reconstrução das cidades vai demorar bastante e requer muitos recursos, vamos ver se os países de outros continentes se sensibilizam e ajudam o Chile com doações de roupas, comida, produtos de higiene e etc.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Desrespeito à lei antifumo provoca duas autuações no Sambódromo de SP

Fiscais da Fundação Procon de São Paulo fizeram duas autuações por desrespeito à lei antifumo durante os desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo. De acordo com o diretor-executivo do Procon, Roberto Pfeiffer, uma delas ocorreu no domingo (14), sob a arquibancada do setor B, e outra na madrugada de segunda-feira (15), em um dos camarotes.
Nos dois casos, a autuada foi a São Paulo Turismo (SPTuris), responsável pela organização do evento. No domingo (14), foliões foram flagrados fumando embaixo da arquibancada do setor B. “Após essa autuação, notou-se o reforço no local e posteriormente não houve ocorrências”, afirmou Pfeiffer. Na segunda-feira (15), o flagrante ocorreu dentro de um dos camarotes.


A SPTuris informou que repassará a autuação feita no camarote para a empresa que locou o espaço. A outra autuação será enviada aos responsáveis pela alimentação no Sambódromo porque, segundo a SPTuris, a pessoa flagrada fumando sob a arquibancada era funcionária da empresa contratada para o serviço. Apesar das duas autuações, a SPTuris considera o balanço positivo, pois 90 mil pessoas passaram pelo Sambódromo nos três dias de desfiles.
O diretor-executivo da Fundação Procon também considerou o número pequeno. “Meu balanço é muito positivo. Entendo que essas ocorrências são exceções, e não regras. De uma maneira geral, o pessoal conseguiu curtir o carnaval sem fumo. Acabou havendo esses episódios isolados e se espera que, no próximo carnaval, seja 100% [de adesão].”

Pfeiffer disse que 16 fiscais, entre agentes do Procon e da Vigilância Sanitária, percorreram o Sambódromo em turnos nos três dias de desfiles.


Lei antifumo


Com a lei antifumo, fica proibido fumar em ambientes fechados de uso coletivo em todo o estado. A legislação não permite cigarros, charutos e cigarrilhas no interior de bares, restaurantes, empresas, lanchonetes e boates.
Pela lei, os estabelecimentos autuados têm um prazo para recorrer. Caso seja mantida a autuação, o local recebe multa, que poderá variar entre R$ 792,50 e R$ 1.585. Na segunda irregularidade, a cobrança é dobrada e, na terceira autuação, o estabelecimento comercial poderá ser totalmente interditado por 48 horas. Caso volte a desrespeitar a lei, as outras interdições serão por 30 dias.


COMENTÁRIO: Lei é lei não tem o que discutir. Independentemente de quem for, juiz, garçom, gerente ou secretária as leis tem de ser cumpridas e seguidas por todos. Leis são criadas para termos uma sociedade justa e séria, mas muita gente leva isso na brincadeira ou acha que não terá problemas se desrespeitar alguma dessas leis. A Lei antifumo é muito boa pois muitas pessoas se sentem iconmodadas com a fumaça e o cheiro do cigarro em lugares públicos e fechados.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Problema com publicidade interrompe show do Olodum


   O Olodum subiu no trio elétrico neste domingo (14) para abrir a programação do dia no circuito Barra-Ondina, em Salvador. O grupo vem para esse Carnaval com o tema Índia-Brasil-África. Logo após a primeira música, o bloco, que é pratrocionado por um banco, interrompeu a música para pedir que a propaganda de um concorrente fosse retirada, o que foi impossível.
   O grupo iniciou sua apresentação com a música Quando Eu Estiver Passando e é acompanhado nesse show com por cerca de 3 mil foliões.
   Considerado um dos blocos afros mais importantes da cidade de Salvador, o Olodum marcou o mundo quando foi escolhido por Michael Jackon para gravar o clipe da música They Don´t Care About Us. Fundado em 25 de Abril de 1979, durante o período carnavalesco como opção de lazer aos moradores do Maciel-Pelourinho, o Olodum é hoje uma Organização Não Governamental (ONG) do movimento negor brasileiro e reúne mais de cem integrantes.

COMENTARIO: Hoje em dia a publicidade interfere cada vez mais nas nossas vidas, esse foi só mais um caso. Ela é capaz de parar um show, induzir a compra de futilidades, despertando mais e mais desejos consumistas e alienando-o cada vez mais.

Maria Luisa Blanco Martin 1°B

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Mídia [Maria Luisa]

fonte: http://www.dgabc.com.br/2010/News/5792811/sao-caetano-distribui-cartilha-da-lei-cidade-limpa.aspx

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 7:56

São Caetano distribui cartilha da Lei Cidade Limpa

A Prefeitura de São Caetano começou a distribuir ontem cartilha sobre a Lei Cidade Limpa, Cidade Linda, que visa combater a poluição visual. A nova legislação proíbe a colocação de outdoors e a distribuição de panfletos nas ruas da cidade. O texto estabelece, ainda, o tamanho máximo para letreiros dos estabelecimentos comerciais.
O livreto está disponível gratuitamente no Atende Fácil (Rua Major Carlo Del Prete, 651, Centro). Outras 18 mil cartilhas serão enviadas pelo Correio aos inscritos no Canan (Cadastro Municipal de Anúncios). Parte do material impresso será entregue na porta dos comércios da região central e das ruas Visconde de Inhaúma, Vila Gerty, Piauí, bairro Santa Paula, e Taipas, na Barcelona.
Os comerciantes de São Caetano têm até o dia 5 de abril para se adaptar à Lei Cidade Limpa, Cidade Linda. Quem for flagrado em situação irregular, receberá multa de R$ 5.000, acrescidos de R$ 500 por metro quadrado que ultrapassar o que está descrito no regulamento. Se o descumprimento à lei não for corrigido em três dias, o valor da multa dobra.
O letreiro do estabelecimento pode medir até 1,5 metro quadrado caso o imóvel tenha um terreno com até dez metros de frente. Caso a medida da frente do comércio tenha entre dez e 100 metros, o letreiro pode medir quatro metros quadrados. Já os prédios cuja medida de frente é maior que 100 metros podem usar dois anúncios indicativos de marca na fachada, desde que eles sejam separados por 40 metros. Placas imobiliárias, banners de leilão de veículos, propagandas políticas e faixas de quermesses, espetáculos culturais e eventos esportivos estão liberadas.

Comentario: No inicio, quando foi em São Paulo achei que seria dificil encontrar algo como loja, mecanico, drogaia; mas acabei me acostumando e nao há dificuldade. Realmente a cidade fica com outra cara, mas deve ser observado o que esta por debaixo das placas, uma fachada suja, sem manutenção, e se nao for dada a devida importancia para isso a cidade limpa , cidade linda acaba virando um amontuado de entulho