Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Aquecimento global pode elevar doenças transmitidas pela água

As mudanças climáticas podem aumentar a exposição das pessoas a doenças transmitidas pela água procedente de oceanos, lagos e ecossistemas costeiros, e o impacto já poderá ser sentido em algunos anos, alertaram cientistas americanos reunidos em Washington na AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência).




Vários estudos demonstraram que as mudanças no clima provocadas pelo aquecimento global tornam os ambientes marinhos e de água doce mais suscetíveis à proliferação de algas tóxicas, e permitem que micróbios e bactérias nocivas à saúde se multipliquem, informaram cientistas da Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica).



Em uma pesquisa, pesquisadores da Noaa fizeram modelos de oceanos e do clima para prever o efeito nas florações de Alexandrium catenella, que produz a tóxica "maré vermelha" e pode se acumular em mariscos e causar sintomas como paralisia e inclusive ser mortal para os humanos que comerem os moluscos contaminados.



"Nossas projeções indicam que no fim do século 21, as florações podem começar até dois meses antes no ano e persistir um mês depois, em comparação com o período atual, de julho a outubro", disse Stephanie Moore, um dos cientistas que trabalhou no estudo.



No entanto, o impacto poderá ser sentido muito antes do final do século, já em 2040, informou a especialista.



"As mudanças na temporada de floração das algas nocivas parecem iminentes. Esperamos um aumento significativo em Puget Sound (na costa do estado americano de Washington, onde foi feito o estudo) e ambientes similares em situação de risco dentro de 30 anos, possivelmente na próxima década", disse Moore.



Em outro estudo, cientistas da Universidade da Geórgia descobriram que a areia do deserto, que contém ferro, ao se depositar nos oceanos, estimula o crescimento de Vibrios, grupo de bactérias que podem causar gastrointerites e doenças infecciosas em humanos.



A quantidade de areia com ferro depositada no mar aumentou nos últimos 30 anos e espera-se que continue aumentando, segundo registros de chuvas na África ocidental.



domingo, 13 de fevereiro de 2011

Brasil pode ser modelo para coibir desmatamento

O projeto contra o desmatamento que o Brasil implementou nos últimos oito anos pode servir de modelo para o resto da América Latina, afirmou o engenheiro florestal Tasso Azevedo.

Azevedo, que foi diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, falou na Costa Rica na quinta-feira, no marco da conferência internacional TEDx, sobre a bem-sucedida experiência brasileira quanto à redução do desmatamento na Amazônia e seu impacto na fixação de carbono.

De acordo com Azevedo, entre 2004 e 2010, o Brasil reduziu o desmatamento na floresta de 27 mil para 6,4 mil quilômetros quadrados.

Segundo o especialista, o sucesso deste programa se deve ao fato de ter atacado o problema de diferentes frentes.

"O mogno se tornou o símbolo do desmatamento no Brasil. O desafio era quebrar o negócio dos que decepavam ilegalmente a floresta. Portanto, em vez de enviar muitas vezes a polícia, esperamos que houvesse uma boa quantidade de madeira e fomos com a imprensa", ressaltou o engenheiro.

"Chegamos a ter 30 mil metros cúbicos de madeira, mas em vez de leiloá-los, como normalmente era feito (...), decidimos doá-los a uma ONG para sua exportação, e os lucros foram destinados a um fundo especial para o desenvolvimento das comunidades afetadas pelo desmatamento", acrescentou.

Segundo ele, os leilões permitiam que os que cortassem a madeira a recomprassem legalmente nesses eventos.

Ao mesmo tempo, o governo brasileiro iniciou uma monitoração em tempo real das selvas amazônicas, o que permitiu, entre 2005 e 2010, a detenção de 700 pessoas.

PRESSÃO EM TODOS SETORES

Azevedo afirmou que, além disso, aumentou-se em 500 mil quilômetros quadrados o território brasileiro protegido e que são promovidas ações para responsabilizar pelo desmatamento não só os que decepavam as árvores, mas todos os envolvidos no negócio, como bancos, comerciantes e transportadoras.

Outra preocupação era a quantidade de carbono que não estava sendo fixado devido à redução das florestas: os 27 mil quilômetros quadrados desflorestados em 2004 representaram um trilhão de toneladas de carbono que chegaram à atmosfera, segundo o especialista.

O Brasil decidiu então lançar um fundo de carbono, mas com um esquema diferente do que tradicionalmente se seguia no mundo, pois não se tratou de uma compra de bônus.

"Não demos crédito", ou seja, os doadores que, como a Noruega, se comprometeram a fornecer US$ 1 trilhão em sete anos não pagaram para compensar uma quantidade específica de suas emissões, mas simplesmente pelo serviço que a Amazônia presta ao planeta.

Para Azevedo, o caminho empreendido pelo Brasil é apenas o início das muitas ações necessárias em nível global, mas ele assegurou que, embora a tendência de emissões atualmente seja alarmante (52 mil toneladas ao ano), ainda é possível revertê-la.

"No Brasil, 60% dos gases de efeito estufa são produzidos pelo desmatamento" e, por isso, se decidiu atacar este problema de forma prioritária.

"O desafio é grande, mas não impossível", concluiu.

COMENTÁRIO: O Brasil ter a oportunidade de ser o modelo de coibir o desmatamento é bem ineteressante, pois mostra que nosso pais esta desposto á melhorar, e dar valor á grande diversificação da fauna e flora do pais. E futuramente sera importante tambem, já que o meio ambiente esta sendo cada vez mais discutido.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Tartaruga é salva após levar tiros de espingarda

Uma tartaruga marinha do sexo masculino, com mais de 113 quilos, está recebendo tratamento no conhecido parque aquático SeaWorld, em San Diego (EUA), após ser atingida por bagos de chumbo em um ataque com espingarda de caça.







Batizada de Bruce e com pelo menos 50 anos de idade, a tartaruga foi encontrado em estado grave na baía de San Francisco, em 25 de janeiro. Estava desidratada e abaixo do seu peso normal.






Segundo veterinários, Bruce é um dos raros machos entre as cerca de 50 tartarugas marinhas que vivem na região.

Bruce vinha sendo monitorado desde 2009 pela Associação Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos. Em uma inspeção de rotina, pesquisadores constataram que o animal se encontrava letárgico, respirando com dificuldade e com ferimentos em sua cauda e nadadeira.





Ao ser levado para a unidade de emergência do oceanário SeaWorld, Bruce foi submetido a exames de raios X que revelaram que ele contava com projéteis ainda alojados no músculo no pescoço.



De acordo com o veterinário Hendrik Nollens, os bagos de chumbo estão na parte de baixo do pescoço, o que indica que Bruce deveria estar com o pescoço fora da água quando tomou o tiro.



PROJÉTEIS



Os veterinários disseram que não retiraram os projéteis porque não houve dano nas artérias. Se tentassem removê-los, poderiam causar mais danos.



No último dia 5, o SeaWorld foi criticado por ambientalistas, que alegam que o parque marinho temático e oceanário maltrata animais.



Os especialistas do parque citaram o tratamento oferecido a Bruce como exemplo para refutar a acusação.



Bruce é uma das raras tartarugas marinhas que habitam a região da baía de San Diego. A expectativa é de que ele esteja recuperado até o verão deste ano, quando as águas estão mais quentes, e que possa ser mandado para seu habitat natural novamente.

COMENTÁRIO: É legal da parte desse grupo de veterinários, preservar a a fauna e principalmete os animais prejudicados e machucados.
Ainda mais as tartarugas, que sao grande alvo de caças podendo chega á extinção, ajudando elas a melhorar e continuar com sua especie !