Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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domingo, 12 de junho de 2011

Síria envia tropas para o norte, e testemunhas relatam bombardeio



A emissora estatal síria informou neste domingo (12) que o Exército tomou o controle total da cidade de Jisr al-Shoghur, no noroeste da Síria, onde os militares sírios realizam operações contra o que o regime qualifica de "grupos armados".
O governo sírio afirma que está tentando restaurar a ordem na cidade, depois que 120 militares teriam sido mortos na semana passada. Mas moradores dizem que as mortes foram causadas por um motim e um conflito dentro das próprias forças de segurança sírias.
De acordo com a rede de TV CNN, pelo menos três pessoas foram mortas. Uma rede de ativistas, os Comitês de Coordenação Local, informa que a cidade ficou sob pesado bombardeio de centenas de veículos militares. A TV estatal afirma que um soldado foi morto, quatro ficaram feridos e "muitas" pessoas foram presas.

O governo diz que o objetivo era limpar a cidade de grupos armados e desarmar explosivos em estradas e pontes. Segundo a CNN, as informações oficiais contrastam com os relatos dos moradores, que dizem que não há "bandos armados" em Jisr al-Shoghur.

O local é dos focos de resistência ao governo do presidente Bashar al-Assad. Há dois dias, um ataque militar em Jisr al-Shoghur fez com que cerca de 5.000 pessoas fugissem para a Turquia.
Os meios de comunicação do regime sírio também revelaram a descoberta de uma vala comum com dez cadáveres de policiais e soldados dos corpos de segurança, a maioria decapitados, com marcas de bala e membros amputados. A agência Sana noticiou que a vala comum foi descoberta perante cerca de vinte jornalistas árabes e estrangeiros e responsabilizou os mesmos "grupos armados" pelas atrocidades cometidas. Numa nota urgente, a televisão síria acrescentou que um alegado militante de um "grupo terrorista" confessou ter cometido a matança e enterrado os corpos.








Comentário: desde março, milhares de sírios pedem reformas políticas e a queda do regime, que por sua parte, acusa grupos armados e uma grande conspiração internacional de estarem por trás dos protestos. Pelo menos 1.289 civis e 336 soldados do Exército e da polícia morreram desde o início das revoltas populares similares às realizadas no Egito, Tunísia, Líbia e Iêmen.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Boca de urna aponta vitória da centro-direita nas eleições portuguesas

A boca de urna nas eleições portuguesas deste domingo indica vitória do PSD, partido de centro-direita em Portugal.


Pelas projeções feitas pela Universidade Católica, o PSD terá entre 37% e 42% dos votos. O Partido Socialista, que estava no poder desde 2005, deve ficar com uma fatia entre 26% e 30%.

Miguel Riopa/France Presse



Correligionários do PSD comemoram após resultados da boca de urna das eleições, que dão vantagem ao partido português

Se confirmados os números, o PSD terá que fazer alguma coalizão para obter maioria absoluta no Parlamento --o mais provável é que faça um acordo com o CDS, também de direita.

Foi uma grande derrota para a esquerda. Além do PS, perderam votos o Partido Comunista Português e o Bloco de Esquerda.

A abstenção pode ter atingido um recorde, segundo as projeções: 45%. A maior da história portuguesa já fora registrada nas últimas eleições legislativas, em 2009 (40,3%).

PARA QUÊ?

Os jornais e as TVs insistem em dizer que a eleição portuguesa é a mais acirrada dos últimos anos. Mas o que se vê nas ruas é apatia e desesperança com relação ao futuro.

Serão escolhidos os 230 deputados da Assembleia Nacional. O partido que obtiver mais cadeiras indica o novo primeiro-ministro, que irá administrar um país em recessão, com desemprego de 12,6% e dívida pública equivalente a 93% do PIB, cerca de 160 bilhões de euros (R$ 368 bi).

Nos bares, nas universidades, nos shoppings, o que se ouve é a mesma resposta quando o assunto é eleição.

'Para que votar? O país está ruim e continuará assim pelo menos nos próximos dois anos. Qualquer que seja o governo, irá apenas cumprir o acordo com o Fundo Monetário Internacional, que prevê mais austeridade. Só espero que não aconteça com a gente o mesmo que se passa na Grécia, em que as medidas do FMI só pioram a situação', afirma Henrique Simão, 28, que passou dois anos desempregado e hoje faz mestrado em economia e vive de bolsa de estudo.

Como ele, muitas pessoas não devem votar hoje.

"A insatisfação que os portugueses têm não gera participação, mas alienação", afirma Marina Costa Lobo, doutora em ciência política da Universidade de Lisboa.

O sociólogo Pedro Magalhães concorda. "O português se sente distante do poder. Isso explica a abstenção elevada e a apatia", diz.

A eleição de hoje é fruto de uma crise política gerada por problemas econômicos.

Portugal tem uma dívida crescente, e os mercados começaram a exigir juros cada vez mais altos para emprestar ao país.

Em março, o governo do socialista José Sócrates não conseguiu aprovar no Parlamento seu quarto pacote de austeridade.

Com isso, Sócrates renunciou e foram convocadas eleições antecipadas.

Ele espera uma vitória de seu partido para continuar no poder. Mas as últimas pesquisas colocam o PSD (Partido Social Democrata) à frente, com intenções de voto que variam de 34,4% a 38,5%. O PS aparece com, em média, 5 pontos percentuais a menos.

O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, pregou o voto útil. Afirmou que Portugal precisa de um governo com maioria absoluta no Parlamento para conseguir implantar as medidas necessárias para enfrentar a crise.

São medidas acordadas com o FMI e a União Europeia em troca de um empréstimo de 78 bilhões de euros.

Entre elas estão cortes de gastos públicos e privatizações. Devem ser vendidas empresas como TAP (aérea), o Metrô de Lisboa e do Porto, o sistema ferroviário e a administradora dos aeroportos.

IRRITAÇÃO E BUZINAÇO

Apesar da aparente resignação, ao menos anteontem, último dia da campanha nas ruas, o lisboeta colocou para fora sua irritação.

O PS e o PSD fizeram arruadas (como os portugueses chamam as passeatas) em horários alternados pelo bairro do Chiado, o que complicou ainda mais o trânsito nas estreitas ruas da região.

Os militantes, aos gritos, tentavam sem sucesso se sobrepor às buzinas dos motoristas impacientes.

No mesmo dia, o país enfrentou mais uma das greves no sistema ferroviário.

Com pouco dinheiro e sem trens, tudo bem. Ficar parado sob um sol de quase 30ºC foi demais.

 
 
 
 
 
Comentário: Portugal está passando por uma grande crise econômica, com recessão, desemprego de 12,6% e dívida pública equivalente a 93% do PIB, cerca de 160 milhões de euros. A insatisfação da população se traduziu nas eleicões deste domingo que na boca de urna aponta vitória do partido PSD (Partido Social Democrático) sobre o Partido Socialista, no poder desde 2005. Espera-se que o novo governo implemente uma série de medidas de austeridade fiscal em troca de um impréstimo de 78 bilhões de euros fornecido pelo FMI e a União Européia. Medidas estas que incluem cortes de gastos públicos e privatizações.

domingo, 29 de maio de 2011

Após 4 anos, Egito reabre fronteira com a Faixa de Gaza

Passagem estava fechada desde que Hamas assumiu controle da área palestina
O Egito reabriu neste sábado a passagem fronteiriça com a Faixa de Gaza, de maneira permanente, pela primeira vez desde junho de 2007. O objetivo da medida é consolidar a reconciliação palestina, segundo informaram fontes do governo egípcio à agência de notícias EFE.
A passagem foi aberta às 9 horas do horário local (4 horas de Brasília) e assim permanecerá até as 18 horas todos os dias da semana, exceto às sextas-feiras e em dias festivos. Uma fonte oficial presente no lado egípcio da fronteira de Rafah assegurou à EFE que o ambiente era tranquilo, sem excesso de pessoas tentando atravessar a fronteira. O Egito atribui a tranquilidade às festividades de sexta-feira.
No último dia 25, o Egito decidiu abrir a passagem e aplicar o mesmo mecanismo vigente antes de 2007, que permitia a entrada dos cidadãos palestinos ao Egito através de todas suas passagens fronteiriças e aéreas.
A passagem de Rafah foi fechada em junho de 2007, depois que o grupo islamita palestino Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, em uma série de enfrentamentos armados com a facção nacionalista Fatah.
Desde essa data, a passagem só era aberta de forma esporádica para permitir a saída de doentes e a entrada de ajuda humanitária. Após a revolução egípcia, que eclodiu em 25 de janeiro e resultou na renúncia de Hosni Mubarak, o novo governo egípcio se comprometeu a revisar a situação da passagem de Rafah a fim de aliviar o bloqueio israelense contra a faixa palestina.
A decisão adotada na última quarta-feira exime de visto prévio as mulheres palestinas de todas as idades, os homens menores de 18 anos e os maiores de 49 anos. Também não precisarão de visto os palestinos que estudam em universidades egípcias e aqueles que cruzarem Rafah para receber tratamento médico no Egito.
A medida beneficia também as famílias palestinas de Gaza que usam Rafah para viagem de retorno ou saída a um terceiro país, com a condição de mostrarem passaportes da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e vistos dos países que visitarão.
Um dia após ser conhecida a decisão egípcia, o Conselho Europeu decidiu estender sua missão de assistência na passagem fronteiriça de Rafah entre Gaza e Egito (Eubam, na sigla em inglês) até 31 de dezembro.
Em 4 de maio, o Fatah e o Hamas puseram fim a quatro anos de divisão, em cerimônia no Cairo na qual anunciaram oficialmente a assinatura do acordo de reconciliação palestina e, duas semanas depois, retomaram as negociações para a formação de um governo de união nacional.



Comentario: O governo egípcio anunciou neste sábado que abriu a fronteira com a Faixa de Gaza, região controlada pelo grupo terrorista Hamas que é contrária a existência do estado judeu. Com isso terá fim o bloqueio decretado em 2007 pelo Egito à região após o grupo terrorista assumir o comando da Faixa de Gazaevitando que armas, matérias primas para foguetes e bombas pudessem passar pela fronteira. O presidente do Egito, Hosni Mubarck, deposto após as últimas revoltas, enxergava o estado judeu como um parceiro estratégico para evitar que o Irã e seus aliados radicais ganhassem poder na região. Com o fim do bloqueio, poderá estar surgindo um grande impasse para Israel, pois grupos contrários a sua existência poderão estar se fortalecendo.

domingo, 22 de maio de 2011

Jovens adotam protestos pacíficos

Ativistas palestinos estão chamando de “prévias” as novas táticas usadas para pressionar Israel e ganhar apoio para a formação de um Estado. Entre elas, estão reunir multidões incentivadas pelas manifestações no mundo árabe organizadas pelo Facebook, marchar para as fronteiras e postos militares - e arriscar-se ser atingido pelos tiros dos soldados israelenses. Isso poderia ser mais problemático para Israel que ataques suicidas ou qualquer outro tipo de violência mortal do passado - ações que a atual Autoridade Nacional Palestina (ANP) sente apenas terem maculado sua causa.


As tentativas de ultrapassar a fronteira na Síria, Líbano, Jordânia e Faixa de Gaza deixaram 15 palestinos mortos na segunda-feira (16), com oficiais israelenses notoriamente confusos sobre como lidar com essa nova fase. “A transição palestina do terrorismo e ataques suicidas para demonstrações desarmadas em massa é uma transição que representará um desafio difícil”, disse o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak.

Os protestos do domingo passado foram motivados por esperanças renovadas de um Estado palestino - pelo menos como uma ideia internacionalmente aprovada com fronteiras específicas - reavivadas após anos de paralisia. O otimismo é alimentado pelos esforços de reconciliação entre a milícia islâmica Hamas e o movimento pró-Ocidente Fatah depois de quatro anos de cisão, assim como o crescimento do apoio internacional ao plano do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas de buscar reconhecimento na Organização das Nações Unidas (ONU) para um Estado palestino na Cisjordânia, Gaza e Jerusalém Oriental em setembro, apesar das objeções de Israel.

Embora alguns digam que um reconhecimento por parte da ONU mudaria muito pouco na prática, os protestos pró-democracia no mundo árabe incutiram um senso de possibilidade entre os palestinos, abatidos depois de dois levantes fracassados contra o governo israelense e negociações de paz frustradas nos últimos 20 anos.

Enquanto isso, a geração do Facebook está cada vez mais tomando a liderança na arena palestina, muitas vezes colocando de lado os veteranos políticos presos a maneiras tradicionais. “Há uma nova energia, um novo dinamismo”, disse Hanan Ashrawi, ex-negociador palestino. “Os palestinos sentem que estão no mapa de novo.”

As marchas do dia 15 aconteceram na mesma jornada em que os palestinos lamentaram a criação de Israel em 1948, quando centenas de milhares deles foram expulsos de suas casas e espalhados pelas região. No aniversário, chamado de “nakba” - palavra árabe para “catástrofe” - os organizadores palestinos levaram centenas em ônibus para as fronteiras do Líbano e da Síria com Israel. 

Surpresos e confusos, os soldados israelenses atiraram para impedir que a multidão ultrapassasse as fronteiras. Quatro palestinos foram mortos nas Colinas de Golã (na província síria de Quneitra, território capturado por Israel em 1967) e 10 no Líbano, enquanto a 15ª pessoa foi atingida de forma fatal na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza.

Não está claro se as convocações para marchas no futuro vão reunir tantas pessoas uma vez que houve vítimas no dia 15 de maio. No entanto, ativistas palestinos têm conversado nos últimos meses sobre o emprego de tais táticas na Cisjordânia, o cerne de um esperado Estado palestino.



COMENTÁRIO CRÍTICO: É esperado que jornais brasileiros tratem os grupos Hamas e Fatah como terroristas e responsáveis por diversos ataques à Israel (homens bomba, carros bomba etc), porém a notícia a cima tomou uma postura neutra: não beneficiou Israel nem os grupos palestinos. A notícia poderia ter condenado Israel pelas 15 mortes, porém as mostra como erros de soldados confusos que não sabiam o que fazer. E, da mesma maneira, poderia ter condenado os palestinos por terem feito uma "manifestação radical". Portanto, a notícia está apropriada e imparcial, não tendendo à nenhum dos lados.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Tribunal de Haia pede prisão de Kadafi


O procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI), Luis Moreno-Ocampo pediu ontem a prisão de Muamar Kadafi e seu filho Saif al-Islam por crimes contra a humanidade, em uma tentativa de fechar o cerco contra o ditador líbio que, mesmo sob ataque, rejeita a ideia de entregar o poder.
Para diplomatas ocidentais, o pedido de prisão serve como um último alerta a Kadafi, de que ele ainda pode entregar o poder e se retirar do país. No entanto, se ele não aceitar a saída até o fim deste mês, não será poupado de um julgamento internacional.
As acusações são de que ambos, pai e filho, ordenaram e executaram operações que levaram à morte centenas de civis desarmados, alguns em suas próprias casas. Outro membro da cúpula do governo de Kadafi, o chefe de inteligência da Líbia, Abdullah al-Sanusi, também teve a prisão pedida.
A medida obriga os países que aderiram ao TPI a prender e enviar para Haia os três líbios, caso eles façam alguma viagem para esses territórios. Diante do conflito, porém, essa perspectiva é improvável. No entanto, uma eventual ação da Otan que resulte em prisões dentro da Líbia obrigaria que o trio fosse levado a julgamento na Europa.
Segundo o ministro de Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, Roma e a ONU estariam trabalhando em uma solução política para "tirar o ditador de cena e permitir um governo de reconciliação nacional". Frattini deixou claro que essa negociação duraria apenas até o fim de maio e garantiu que Kadafi procura um lugar para "desaparecer" da vida pública.
Moreno-Ocampo afirmou ter tomado a decisão de pedir as prisões depois de avaliar 1,2 mil documentos e 50 entrevistas com testemunhas em 11 países.

COMENTÁRIO CRÍTICO: Quase todo o mundo sonha com o dia em que a Líbia se verá livre do ditador Kadafi, porém, até agora, ninguém parou para pensar o que será do país após a queda do atual governo. Afinal, nada impede uma nova ditadura de se formar, ou então a criação de um governo provisório como ocorreu no Egito. As expectativas pela prisão de Kadafi são mais um exemplo disso. As notícias, como a anterior, tentam passar a ideia de que tudo será resolvido, porém, de momento, não se pode ter certeza de nada.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Obama alerta para recessão pior se limite de dívida não subir


Presidente critica pressão oposicionista que dificulta aprovação da medida

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou o Congresso que a não elevação do limite do endividamento do país poderia levar a uma crise financeira e a uma recessão econômica pior que a de 2008 e 2009. Em comentários gravados na semana passada e transmitidos pela CBS News no domingo, Obama repetiu a posição de que os republicanos não deveriam relacionar a decisão de aumento do limite do endividamento a cortes de gastos, como parte de medidas para redução do déficit.

"Se investidores ao redor do mundo pensarem que a confiança no crédito dos Estados Unidos não está sendo suportada, isso poderia desemaranhar todo o sistema financeiro", disse Obama. "Poderíamos ter uma recessão pior do que tivemos, uma crise financeira pior do que já tivemos." A Casa Branca e os republicanos no Congresso estão travados em um debate sobre o déficit e o limite da dívida do país.

Espera-se que o Departamento do Tesouro atinja seu limite de endividamento de 14,3 trilhões de dólares na segunda-feira, tornando o governo incapaz de emitir mais títulos de dívida. Apesar de dizerem concordar com a necessidade de aumento do limite da dívida, líderes republicanos afirma que não vão aprovar qualquer medida de elevação do endividamento sem que as autoridades definam passos para mantê-lo sob controle. Um acordo sobre o assunto é buscado há vários meses.


Nos EUA, o endividamento do país esta quase atingindo seu limite de 14,3 bilhões de dólares, impossibilatando por sua vez deste emitir mais títulos da dívida. Por isto está em pauta no congresso a necessidade de elevação do limite de endividamento, mas Obama pede para que este ato não seja seguido de controle de gastos devido ao risco de se levar a uma crise financeira e a uma recessão economica pior que a de 2008 e 2009.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Hamas e Fatah oficializam acordo de reconciliação em cerimônia no Cairo


Uma cerimônia no Cairo oficializou, nesta quarta-feira 4, a reconciliação do Fatah, que governa a Cisjordânia, e do Hamas, que controla a Faixa de Gaza. O acordo prevê a formação de um governo provisório e constitui a primeira etapa para acabar com quatro anos de divisão política no território palestino.
No ato, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, afirmou que o acordo “fecha uma página negra na história do povo palestino que causou muito danos”. De acordo com a agência de notícias Associated Press, que teve acesso a um rascunho do pacto, o Hamas e o Fatah comprometeram-se a “encerrar as divisões” e a realizar eleições gerais, tanto para o Parlamento como para a presidência da ANP, no primeiro semestre de 2012.
O texto não incluía temas cruciais como o controle das forças de segurança e as relações com Israel. Ao menos outras nove facções palestinas participaram da assinatura do acordo, dentre eles os movimentos Jihad Islâmica, Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP), Frente Democrática de Libertação da Palestina (FDLP) e Partido do Povo Palestino.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, criticou o pacto. “O acordo entre o Hamas, que pede a destruição do Estado de Israel, e o Fatah só pode causar preocupação aos israelenses e a todos aqueles que, no mundo inteiro, aspiram que se chegue à paz entre nós e nossos vizinhos palestinos”, afirmou à agência AFP.

Comentário crítico: Países que por religiões são instituídos mais pacíficos que outros, causam turbulências políticas e sociais por tomar posse do que 'não lhes pertence'. Trazendo assim a tona, uma nova instituição de governo quando se quer a liberdade política instituída, ou seja, ainda nos dias de hoje, se busca a tão sonhada independência conquistada pela grande maioria do mundo há bastante tempo.
Cabe então, aos "prisioneiros" do país que vive em décadas passadas, tentarem um acordo, para que a possibilidade seja bem maior do que é tendo essa rivalidade de 'partidos' e idéias políticas. O primeiro passo ja foi dado, um acordo mais pacífico do que se imaginava foi feito, com o plano de executa-lo logo mais. E ai, quem sabe ja não começa a pacificação e 'libertação' política de toda a Palestina.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Morte de Bin Laden representa 'golpe' para governo do Paquistão


A descoberta de que Osama bin Laden estava escondido na cidade de Abbottabad, a cerca de uma hora da capital do Paquistão, representa um golpe devastador para o Exército e as agências de inteligência do país. Após anos negando que o líder da Al-Qaeda estivesse em seu território, o governo paquistanês agora tenta preservar as já frágeis relações com os Estados Unidos.
Autoridades dos dois países disseram que o Paquistão não participou da ação americana que matou Bin Laden no domingo. Nesta terça-feira, o diretor da CIA (agência de inteligência americana), Leon Pannetta, explicou à revista “Time” que a decisão de não informar as autoridades paquistanesas foi tomada pelo temor de que isso prejudicasse a operação.
Embora o governo americano tenha tomado cuidado para não acusar diretamente o Paquistão de dar abrigo a Bin Laden, há fortes indícios de que a Casa Branca vai exigir respostas sobre como o líder terrorista pôde viver tanto tempo no país – e em uma fortaleza localizada perto de uma academia militar.
Para John O. Brennan, principal assessor do presidente Barack Obama para segurança nacional, é “inconcebível” que Bin Laden não tenha tido algum tipo de apoio no Paquistão. O major James R. Helmly, principal autoridade americana no país entre 2006 e 2008, concorda: “Alguém tinha de saber”, afirmou, em entrevista ao jornal “The New York Times”. “Se era alguém do topo, não há como dizer ainda.”
Para Hasan Askari Rizvi, um analista militar em Lahore, o Paquistão sai prejudicado seja qual for a resposta para uma questão crucial: se o governo sabia ou não que Bin Laden estava no país. “Se não sabia, foi incompetente. Se sabia, estava fazendo jogo duplo", afirmou, ao mesmo jornal.
COMENTÁRIO CRÍTICO: O mundo inteiro se encontra em dúvida da morte do suposto causador do atentado de 11 de Setembro, já que a imagem do corpo após o assassinato não foi divulgada, o corpo foi jogado no mar e a única imagem divulgada já foi declarada como falsa. Baseando-se nessas informações, é impossível acusar o Paquistão de estar refugiando o "criminoso", já que os próprios dados da morte, do local e de diversos outros fatores estão sendo questionados, com razão. Além disso, a rivalidade dos EUA com o Paquistão se deve a ideia norte-americana de que todos os países do Oriente Médio são o berço do terrorismo, ou seja, uma acusação sem fundamento.

terça-feira, 29 de março de 2011

EUA evitam na Líbia erros da guerra no Iraque, diz Obama


Sob pressão interna pelo envolvimento de Washington na intervenção militar da Líbia, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu a participação de Washington na ação indicando nesta segunda-feira que sua administração tomou as medidas necessárias para evitar a repetição de erros que levaram ao envolvimento de oito anos no Iraque.
Falando na Universidade de Defesa Nacional em Washington, Obama defendeu sua administração contra reclamações de que a ação de guerra foi posta em marcha sem consultas apropriadas ao Congresso e sem oferecer à população americana um motivo claro para a participação americana.
“Disse que o papel dos EUA seria limitado; que não usaríamos tropas terrestres na Líbia; que poríamos ênfase no front final da operação; e transferiríamos a responsabilidade para nossos aliados e parceiros", disse Obama em um discurso à nação.
“Nesta noite, estamos cumprindo essa promessa", afirmou, lembrando que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) assumiu o comando da zona de exclusão aérea no país e controlará totalmente a ofensiva militar no país a partir de quarta-feira. “Por causa dessa transição para uma coalizão mais ampla, com base na Otan, o risco e custo dessa operação - para nossos militares e os contribuintes americanos - serão reduzidos significativamente", afirmou.

Foto: AP
Obama discursou sobre a Líbia na noite desta segunda-feira, em Washington
Segundo o presidente americano, o objetivo dos EUA juntamente com a coalizão internacional sob mandato da ONU não é depor o líder líbio, Muamar Kadafi, mas proteger a população civil e evitar uma tragédia humanitária. De acordo com Obama, seria um erro ampliar a missão militar para incluir uma mudança de regime.
“Para ser claro, percorremos esse caminho no Iraque", afirmou. “Graça aos sacrifícios extraordinários de nossos soldados e à determinação de nossos diplomatas, temos esperança sobre o futuro iraquiano. Mas lá a mudança de regime custou oito anos, milhares de vidas americanas e iraquianas, e quase um US$ 1 trilhão. Isso não é algo que podemos nos dar ao luxo de repetir na Líbia", afirmou.
Obama usou seu pronunciamento de 27 minutos para dizer que, em vez de esperar que Kadafi empreendesse um massacre contra a população do próprio país, os EUA buscaram uma "ampla coalizão" para "proteger os civis, suspender o avanço das forças leais de Kadafi (sobre o reduto rebelde de Benghazi), evitar um massacre e estabelecer uma zona de exclusão aérea".
O líder americano disse que há um importante interesse estratégico dos EUA em intervir na Líbia: um massacre prejudicaria movimentos democráticos em países vizinhos e enviaria mensagens a outros ditadores de que eles podem recorrer à violência para se agarrar ao poder.
Comentário crítico:
A ação de Obama para interromper suas tropas no território terrestre da Líbia pode ser considerada como algo muito subjetivo. No último parágrafo, Obama afirma que as ações de massacre de Kaddafi "prejudicaria movimentos democráticos em países vizinhos", o que levaria outros ditadores a pensar que "eles podem recorrer à violência para se agarrar ao poder". Mas seria isso apenas preocupação com as possíveis guerras civis ao longo do Oriente Médio? Ou seria uma tentativa de recuperar o poder nesses países, que no momento passam por um período tão conturbado? Até mesmo o povo americano questiona a participação dos Estados Unidos nessa intervenção na Líbia. Afinal de contas, qual é o verdadeiro motivo para isso? A Otan assumirá as tropas terrestres - e os custos/consequências disso - mas seguirão orientações americanas? O interesse americano pelo poder é algo que vem marcando a História mundial há muito tempo, e pode-se considerar os atuais eventos no Oriente Médio como mais um exemplo disso.

segunda-feira, 21 de março de 2011

No Rio, Obama diz que Brasil é exemplo de democracia para mundo árabe

O presidente americano, Barack Obama, afirmou neste domingo em discurso no Theatro Municipal, no Rio, que a transição feita pelo Brasil da ditadura para a democracia é um modelo para o mundo árabe, governado há décadas por líderes fortes mas que passa por um momento em que o povo exige mais liberdades. O líder americano disse ainda que deseja "fortalecer a amizade" dos EUA com o país.
Falando a uma plateia de mais de 2.000 pessoas, Obama disse que "a transição para a democracia no Brasil nos anos 1980 pode servir de exemplo às nações do Oriente Médio".
"Esse é o exemplo do Brasil, um país que mostra que a ditadura pode se transformar em uma vibrante democracia, um país que mostra que a democracia leva liberdade e oportunidades ao povo".
Segundo Obama, nos últimos meses, o mundo árabe tem sido palco de manifestações populares que pedem mais liberdade e democracia. "Em toda a região, nós vimos jovens se levantando. Uma nova geração exigindo o direito de decidir seu próprio futuro", disse.
O presidente americano citou a Líbia: "Temos visto o povo da Líbia assumir uma corajosa posição contra um regime determinado a brutalizar seus próprios cidadãos".
"Desde o começo, deixamos claro que a mudança que eles procuram deve ser feita por seu próprio povo. Mas como duas nações que tem lutado por muitas gerações para aperfeiçoar suas próprias democracias, os EUA e o Brasil sabem que o futuro do mundo árabe será determinado pelo seu povo."
"Ninguém sabe dizer ao certo como essa mudança irá acabar, mas eu sei que mudanças não são algo que deveríamos temer."
"Esse é o exemplo do Brasil. O Brasil, um país que mostra que uma ditadura pode se converter em uma vibrante democracia. O Brasil, um país que mostra que a democracia oferece liberdade e oportunidade às pessoas", afirmou.
Segundo Obama, o Brasil é "um país que mostra como o chamado a mudança que começa nas ruas pode transformar uma cidade, um país e o mundo".
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/891447-no-rio-obama-diz-que-brasil-e-exemplo-de-democracia-para-mundo-arabe.shtml


Comentário:
Pode ter soado muito bonito para alguns, mas o discurso de Obama aqui no Brasil foi muito contraditório e suspeito. A contradição pode ser encontrada no fato de ele condenar a ditadura elogiando Dilma por ter lutado pela democracia no passado, sendo que tal luta democrática só aconteceu por conta da ditadura implantada no Brasil com a ajuda moral e financeira dos próprios americanos, que treinaram as forças de repressão, além de apoiá-las. Barak Obama não teve senso nenhum ao colocar-se contra as ditaduras do oriente médio e ao apoiar Dilma pela luta democrática sendo que os EUA apoiavam a ditadura de Mubarak, no Egito, e apoiam ditaduras em outros países. É importante lembrar também  que as ditaduras militares dos países da América Latina foram apoiadas e algumas até financiadas pelo governo americano, como foi o caso do Brasil.
Já a parte "suspeita" de seu discurso fica explícita pela quantidade de elogios feitos pelo presidente americano ao Brasil deixando transparecer os interesses econômicos dos EUA principalmente se tratando do nosso petróleo, uma vez que ele mesmo afirmou que não quer mais depender do petróleo proveniente do oriente médio, o Brasil então é seu novo foco de fonte petrolífera. Além dessa questão energética, Obama também estaria interessado no nosso mercado consumidor, é claro! 


Isabela Blanco

sábado, 19 de março de 2011

Obama diz que Gaddafi "não deixou opção" e afirma que intervenção não terá tropas em terra


O presidente americano Barack Obama disse neste sábado que está “ciente dos riscos de uma operação militar” na Líbia, mas que devido às atitudes do ditador líbio Muammar Gaddafi, que ignorou o cessar-fogo proposto pelo próprio governo, a comunidade internacional ficou “sem opção”.
“Essa não é a saída que os Estados Unidos ou nenhum de nossos aliados esperava. Mas Gaddafi ignorou nossos avisos e suas forças continuaram atacando os civis, especialmente hoje, em Benghazi”, disse Obama durante uma entrevista coletiva apenas para jornalistas americanos, no Brasil, onde iniciou a sua viagem pela América Latina neste sábado.
"Estou ciente dos riscos de uma ação militar. Quero que os americanos saibam que o uso da força não foi nossa primeira escolha", completou.
Segundo o presidente americano, as ações do ditador líbio devem “ter consequências” já que “inocentes estão morrendo pelas mãos do próprio governo”.
Obama também afirmou que “nenhuma tropa ou solado americano” estará em terras líbias.
"Como disse ontem, nós não vamos colocar nenhuma tropa em solo líbio. Hoje estamos orgulhoso de agirmos como parte de uma coligação e estamos respondendo aos apelos de um povo ameaçado”.
Forças de cinco países -- Estados Unidos, França, Canadá, Itália e Reino Unido --começaram a atacar as forças fieis ao ditador líbio Muammar Gaddafi, dois dias após o aval da ONU para uma intervenção militar no país africano para conter a onda de violência do ditador contra os rebeldes.
Aviões franceses destruíram quatro veículos militares das forças de Gaddafi em Benghazi. Segundo as redes americanas “CNN” e “Fox News”, um navio de guerra dos Estados Unidos, alocado no mar Mediterrâneo, lançou mísseis de cruzeiro contra alvos da Líbia. Ainda não há informações de feridos ou dos alvos atingidos.
A agência de notícias Reuters, citando uma fonte militar americana, disse que os cinco países estão preparando um novo ataque ao longo da costa da Líbia.
Comentário: 
A intervenção americana, juntamente com com França, Canadá, Itália e Reino Unido, parece ser o que chamam de "solução" para a crise na Líbia. Mas os Estados Unidos tem um histórico cheio de invasões e bombardeamentos quando o assunto é Oriente Médio, e então surge a dúvida: estão mesmo as tropas americanas apenas dispostas a acalmar a situação povo x ditadura ou há segundos interesses? Querem os americanos tomarem o poder na Líbia, caso consigam derrubar o governo de Gaddafi? Há razões políticas ou econômicas para isso ou é simplesmente uma ação urgente, já que o presidente líbio "não deixou escolha"?

Eua entram em ação contra Líbia

Os Estados Unidos começaram neste sábado (19) a operação para bombardear alvos militares de forças leais ao governo do ditador Muammar Gaddafi. O bombardeio ocorre horas depois de aviões franceses terem aberto fogo contra tanques de guerra e tropas no país africano.

Segundo a rede CNN, citando uma fonte oficial americana, os primeiros mísseis americanos alvejaram as defesas aéreas de Gaddafi nos arredores da capital Trípoli.
Em uma segunda fase, informou a rede americana, tropas leais ao ditador também podem ser bombardeadas.
O objetivo do ataque é evitar que Gaddafi avance sobre cidades controladas por rebeldes, principalmente Benghazi, que está sob cerco.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que as forças britânicas também estão em ação e classificou a ação de “correta e legal”.
Já a TV Líbia disse que o “ataque dos cruzados atingiu alvos civis em Trípoli”.
O presidente dos EUA, Barack Obama, adicionou uma declaração extra sobre a Líbia à sua passagem por Brasília, neste sábado.
Ele conversou exclusivamente com jornalistas americanos, que acompanham as viagens oficiais do presidente, sobre a situação na Líbia, que se agravou nas últimas horas.

Comentário Crítico:
Como foi visto no caso do Egito, os EUA declaram a renúncia de Mubarak e, no dia seguinte, o presidente do Egito perde o apoio do exército e é obrigado a renunciar, o que deixa ímplicito que os EUA apoiavam a ditadura no país. Agora, como diz a notícia acima, os Estado Unidos entram em ação contra a Líbia e, quando analisando a fundo a situação do governo antes da revolta, pode-se concluir que o os EUA também apoiavam tal tipo de governo no local e, agora com a revolta, eles tiraram o apoio quando a imagem "ditadura" foi publicada pela mídia para que sua imagem não caísse e hoje está contra o país já o bombardeando.

terça-feira, 8 de março de 2011

Kadafi diz que Líbia está 'calma' e ignora Conselho de Segurança

O líder líbio, Muammar Kadafi, afirmou neste domingo que a Líbia está "completamente calma", e que as decisões do Conselho de Segurança da ONU sobre o país "não tem valor", em entrevista por telefone ao canal sérvio Pink TV.


"Não há incidentes neste momento e a Líbia está completamente calma. Não há nada fora do comum no país. Não ocorrem distúrbios", declarou o coronel Kadafi.

Na mesma entrevista, Kadafi afirmou que a decisão do Conselho de Segurança das Nações Unidas impondo sanções à Líbia "não tem valor".

O Conselho de Segurança aprovou na noite de sábado um embargo de armas à Líbia, a proibição de viagens e o congelamento de bens de Kadhafi, além da abertura de uma investigação por crimes contra a humanidade devido à sangrenta repressão praticada pelo regime líbio.

Na mesma entrevista, Kadafi responsabilizou a rede Al-Qaeda pelos "bandos de terroristas" que fazem vítimas no território líbio.

"As pessoas morreram por causa de bandos terroristas que, sem dúvida, estão ligados à Al-Qaeda".

Kadafi declarou ainda que a revolta é obra de "um pequeno grupo" de opositores, que atualmente está "cercado", mas "solucionaremos isto". "O povo líbio está comigo".

Segundo fontes revolucionárias, várias cidades do oeste da Líbia estão "nas mãos do povo e preparam a marcha para libertar Trípoli".
O advogado Chaban Abu Sitta, membro do comitê revolucionário, declarou à AFP que já foram "libertadas" as cidades de Nalout, Al Rhibat, Kabaw, Jado, Rogban, Zentan, Yefren, Kekla, Gherien e Hawamed.
"Estamos sob a autoridade do governo interino de Bengazi. Com todas as cidades libertadas da montanha do Yebel Nafusa e as que se encontram do outro lado da montanha, nos preparamos para marchar sobre Trípoli e libertar a capital do jugo de Kadafi".

Comentário:

Na entrevista, Khaddafi acusa a Al-Qaeda de mandar terroristas e fazer vítimas no territorio líbio quando é o próprio Khaddafi quem está fazendo as vítimas mandando o exército contra os manifestantes. Khaddafi também afirma que a situação está completamente calma, nada fora do comum e que o povo está do seu lado sendo que várias cidades do oeste da Líbia estão sob controle dos manifestantes


quarta-feira, 2 de março de 2011

Bovespa sobe 0,46%; dólar recua, cotado a R$ 1,66

Bovespa sobe 0,46%; dólar recua, cotado a R$ 1,66


Investidores aguardam decisão do Banco central sobre taxa básica de juros

 A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera em alta nesta quarta-feira (2). Os investidores aguardam a decisão do Copom (Comitê de Polícia Monetária), do Banco Central (BC), sobre a Selic (a taxa básica de juros da economia). O consenso entre os analistas de mercado é de um novo aumento, para 11,75%.

Às 12h11 (horário de Brasília), o Ibovespa (índice referencial do mercado) subia 0,46%, para 66.550 pontos. Já o dólar operava em leve baixa de 0,12%, cotado a R$ 1,66.

Pela manhã, os mercados estavam sem força devido à incerteza diante da situação que envolve os preços do petróleo.
Os preços do petróleo, que tiveram forte valorização ontem, continuam subindo, ainda que de forma mais comedida. A IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês) elevou hoje a estimativa sobre a quantidade de petróleo bruto da Líbia que está fora do mercado em razão da crise política. Segundo a entidade, esse número varia entre 850 mil e 1 milhão de barris por dia. Na semana passada, a agência havia calculado que entre 500 mil e 750 mil barris por dia estavam fora do mercado.


Comentário: Já era de se esperar que o dolar fosse desvalorizado com o toda essa crise que está ocorrendo nos principais países petroleiros. Além disso, dois navios de guerra dos Estados Unidos transportando militares e equipamentos entraram no Canal de Suez em direção à Líbia. Mas o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, avisou aos EUA para que não invadissem a Líbia, por que, segundo ele, uma ação desse tipo resultaria na morte de muitos soldados americanos.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Dilma firma série de acordos na primeira visita à Argentina

A presidente brasileira, Dilma Rousseff, assinou nesta segunda-feira 14 acordos e outros documentos conjuntos com sua colega argentina, Cristina Fernández, entre os quais destacam convênios de integração em matéria energética e fronteiriça.
Em sua primeira visita à Argentina, Dilma chegou a um acordo com Cristina para criar uma comissão bilateral de cooperação e desenvolvimento fronteiriço, além de acertar a construção de uma ponte entre a cidade argentina de San Pedro e a brasileira de Paraíso sobre o rio Iguaçu.
Além disso, ambas as governantes rubricaram um acordo de cooperação entre a Comissão Nacional de Energia Atômica (CNEA) da Argentina e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) do Brasil para destinar os reatores de pesquisa dos dois países às mesmas aplicações com fins pacíficos.
Em uma extensa declaração conjunta que repassa a relação bilateral, Dilma e Cristina lembraram que a cooperação nuclear "constitui um patrimônio comum irrenunciável da associação estratégica entre Argentina e Brasil".
As chefes de Estado também comemoram os avanços no projeto para construir a usina hidrelétrica binacional Garabi, obras cuja licitação foi iniciada neste mês.
Argentina e Brasil renovaram nesta segunda um memorando de entendimento sobre troca de energia elétrica e assinaram outro para promover a produção e o uso da bioenergia e os biocombustíveis.
Além disso, as presidentes assinaram outros dois memorandos, um de entendimento para a promoção comercial conjunta e outro de cooperação em planejamento urbano e casas, além de um plano de ação conjunta até 2015 para avançar na cooperação bilateral na área de massificação do acesso a internet de banda larga.
Além disso, foi assinado um convênio para a troca de experiências entre o Ministério do Planejamento argentino e a Caixa Econômica Federal e um memorando de entendimento entre os Ministérios de Ciência e Tecnologia para a cooperação no desenvolvimento de "luz de síncrotron".
Por fim, Dilma e Cristina acertaram a criação de uma farmacopeia em nível regional, uma declaração conjunta sobre a promoção da igualdade de gênero e a proteção dos direitos das mulheres e outra sobre a exploração dos recursos hídricos compartilhados no rio Uruguai e seu afluente Pepirí Guazú.
 http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4921888-EI294,00-Dilma+firma+serie+de+acordos+na+primeira+visita+a+Argentina.html


Comentário:
 Apesar da rivalidade no esporte, a recente nomeada presidente, Dilma Roussef, acertou na escolha do destino de sua primeira visita internacional: Argentina. Há grande importância econômica em um encontro como esse, pois os negócios entre os dois países são intensos: ao todo, têm US$ 33 bilhões de comércio. As presidentes combinaram a construção de uma hidrelétrica conjunta, a Garabi, e também um acordo nuclear para construção de um reator pacífico.
Ambas as propostas são interessantes visto que este será o primeiro gerador de energia dos dois países. A visita beneficiou também por outro lado a intensificação, cada vez maior, das relações e parceria entre esses países pertencentes ao bloco econômico Mercosul. Esse tipo de ocorrido acaba tendo importância também para o mundo afora por conta da crescente participação do Brasil e da Argentina no cenário mundial. Nada mal para o início do mandato!

Isabela Blanco



quinta-feira, 29 de abril de 2010

EUA falam sobre negociações entre Brasil e França.

A embaixada afirma que o governo americano mantém a proposta de venda das aeronaves e que aceita transferir tecnologia ao Brasil.



Os Estados Unidos se manifestaram, nesta quarta-feira, sobre o anúncio do governo brasileiro de que tinha aberto negociações com a França para a compra de caças militares. Uma nota da embaixada afirma que o governo americano mantém a proposta de venda de caças e que aceita transferir tecnologia ao Brasil.



A questão tecnológica tinha sido apontada pelo Brasil como uma das vantagens do negócio com os franceses. Os americanos disputam o negócio com eles e com um modelo sueco.


O assunto também foi tratado pelo governo brasileiro, que tentou esclarecer a questão depois de muita polêmica.




Na última segunda-feira, o presidente Lula anunciou a decisão do governo de negociar com os franceses, mas o ministro da Defesa, Nelson Jobim, foi obrigado a esclarecer que os outros concorrentes ainda podem melhorar suas ofertas.




O assessor da presidência para assuntos internacionais disse que não há restrição a nenhuma das aeronaves concorrentes: “se houver outras propostas que sejam tão atraentes ou mais atraentes que a proposta do governo francês, obviamente que nós vamos discutir”, disse Marco Aurélio Garcia.




A compra dos caças precisa ser aprovada pelo Senado. Para a oposição, o governo antecipou o resultado de uma concorrência internacional.




“A antecipação do resultado é uma trapalhada, uma imprudência, compromete todo o processo e coloca em dúvida, inclusive, a lisura dos procedimentos”, declarou o senador Álvaro Dias.




Nesta quarta-feira, o presidente Lula ironizou a confusão sobre a concorrência pela venda dos jatos: “daqui a pouco vou receber de graça”, disse.




Para o ministério da Defesa, foi tomada a decisão política de fechar negócio com os franceses. Mas isso pode mudar, porque o processo jurídico de seleção com as outras empresas continua, provavelmente até o fim do ano.




Comentário: O principal problema nas negociações com os franceses é o preço dos caças. Mas no último domingo, o presidente da França entregou uma carta ao presidente Lula em que se comprometeu a trabalhar para baixar o preço dos aviões junto ao fabricante francês.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Amorim recebe premier

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reuniu-se ontem com o primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, para discutir possibilidades de ajuda brasileira ao país caribenho, afetado por um grande terremoto em janeiro. Segundo Amorim, Bellerive disse que a hidrelétrica do Rio Artibonite,que o Brasil construirá no Haiti, continua sendo uma prioridade para os haitianos.

O encontro dos dois aconteceu após uma mesa-redonda que discutiu a reconstrução do Haiti, no Fórum Urbano Mundial, que acontece na zona portuária do Rio de Janeiro.

“Eu perguntei a ele se a barragem continua sendo uma prioridade, porque nós só queremos ajudar naquilo que for prioritário para eles. Ele me disse que sim e vai me confirmar qual é o melhor formato. Porque há algumas possibilidades, como uma barragem que alaga mais e gera mais energia, ou uma que alaga menos”, disse Amorim.

PARCERIA

Segundo o ministro brasileiro, durante a conversa de cerca de 20 minutos, também foram abordadas outras formas de contribuição que o Brasil pode ter noesforço de reconstrução do Haiti. “Estamos também vendo para onde direcionamos nossa ajuda. Em alguns casos, há de ser em colaboração com outros organismos,
como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), ou com outros países.”

Amorim também ressaltou a necessidade do Haiti, e principalmente da capital, Porto Príncipe, se reinventar depois do terremoto. “Nós, no Brasil, temos muitas favelas. Conheço muitas favelas, mas as brasileiras, na sua maioria, parecem até um condomínio de classe média, comparadas com as do Haiti, como Cité Soleil e Bel-Air. No Haiti, temos um desafio múltiplo: ambiental, habitacional e social-econômico”, disse.

O chanceler defendeu a participação brasileira na Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti (Minustah) e reafirmou que o compromisso do Brasil com o país caribenho é de longo prazo. "Essa tragédia não nos afastou desse compromisso”, declarou.


Comentário:

O Brasil está fazendo uma boa ação contribuindo com um país tão pobre, que precisa de tanta ajuda, ainda mais agora após o terremoto. É claro que o Brasil não tem tanto poder para poder ajudar, mas está contribuindo com o que pode.
Um dos problemas de fazer uma hidrelétrica num país que passou por um terremoto tão forte atualmente, é que esse projeto só vai ajudar o país depois de muitos anos, pois não se constrói uma hidrelétrica de um dia para o outro, portanto, seria melhor para o país como um todo ajudar de forma que de resultado hoje, pois o pior da crise está sendo agora.

terça-feira, 30 de março de 2010

Obama diz que EUA querem relação positiva com a China

Obama diz que EUA querem relação positiva com a China

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ao novo embaixador da China em Washington que quer “desenvolver ainda mais” uma relação positiva com o país asiático, informou a Casa Branca em comunicado na segunda-feira.
“O presidente enfatizou a necessidade de Estados Unidos e China trabalharem juntos e com a comunidade internacional em questões globais críticas, incluindo a não-proliferação e a busca do crescimento sustentável e equilibrado”, afirma o comunicado divulgado pelo porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs.
Gibbs disse na segunda-feira que Obama recebeu as credenciais do embaixador chinês Zhang Yesui.


Comentário: Após alguns atritos , parece que os E.U.A está rtentando arrnjar um novo amigo. Após a China e o mais importante, seu desincolvimento socioecnômico esta crescendo cada vez mais, o que parece estar crescendo também é o interesse dos E.U.A, na grande ecônomia chinesa.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Após aprovação da reforma da saúde de Obama, republicanos prometem revanche.

Após aprovação da reforma da saúde de Obama, republicanos prometem revanche

Câmara de Representantes aprovou projeto por três votos no domingo.
Onze estados já prometeram recorrer contra as mudanças.

Da Reuters, em Washington
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A- A+ Os republicanos prometeram nesta segunda-feira (22) contra-atacar, depois que o Congresso aprovou uma reformulação histórica no sistema de saúde proposta pelo presidente Barack Obama, enquanto Estados norte-americanos anunciavam que entrarão com recursos judiciais e faziam as ações de empresa do setor dispararem.
A aprovação final por 219 votos contra 212 na Câmara no domingo coroou um ano de uma batalha política que consumiu o Congresso e afetou as taxas de aprovação de Obama, mas a maior mudança na política de saúde em quatro décadas ainda enfrentava uma série de obstáculos.
As principais autoridades legais em ao menos 11 Estados anunciaram que vão entrar com ações contestando a constitucionalidade da reforma e alegando que ela passa por cima da soberania dos Estados.



Comentário:

Parece que até que em fim, um presidente norte-americano, parece dar valor ao povo que o elegeu.
Mas precisamos, acompanhar o caso pois, esses plano de Obama pode mudar, e pode virar apenas mais uma promessa de presidentes como os outros.

domingo, 21 de março de 2010

Câmara dos EUA inicia debates para votar reforma da Saúde

21/03/2010 - 15h12

Câmara dos EUA inicia debates para votar reforma da Saúde

  • Manifestantes se aproximam do Capitólio para protestar contra aprovação da reforma da saúde
    Manifestantes se aproximam do Capitólio para protestar contra aprovação da reforma da saúde
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos iniciou na manhã deste domingo os debates para a votação da polêmica reforma do sistema de saúde, considerado o principal projeto de política doméstica do governo do presidente Barack Obama. 

O Partido Democrata tem a maioria tanto na Câmara dos Representantes quanto no Senado, mas o projeto de Obama é ameaçado por resistências dentro de seu próprio partido.A votação, classificada por Obama como "histórica", deve acontecer ainda neste domingo, após o encerramento dos debates.

Líderes do Partido Democrata disseram estar confiantes de que terão votos suficientes para aprovar o projeto, que pretende universalizar a cobertura do sistema de saúde para garantir o atendimento a cerca de 32 milhões de americanos que hoje não têm cobertura de seguro.

O opositor Partido Republicano, que se opõe ao projeto, vinha tentando persuadir democratas indecisos a votar contra a reforma proposta por Obama, a maior mudança no sistema de saúde do país em décadas.

Maioria

Vários democratas, incluindo o presidente, passaram os últimos dias trabalhando para garantir os 216 votos necessários para a aprovação do projeto.

O líder da maioria democrata na Câmara, Steny Hoyer, disse acreditar que o projeto tenha conseguido o apoio necessário para sua aprovação neste domingo.

No opositor Partido Republicano, é unânime o rechaço ao projeto de Obama. Os republicanos dizem que ele é caro demais e que representaria o controle de uma grande parte da economia do país pelo governo.
 
Durante um programa de rádio semanal do partido, o líder republicano na Câmara dos Representantes, John Boehner, criticou o que ele disse que seriam aumentos de impostos e cortes de benefícios para pagar pelo projeto, dizendo: "Isso não é uma reforma".

Apelos No sábado, Obama, fez um último apelo pelo apoio dos congressistas do Partido Democrata ao seu projeto de reforma do sistema de saúde.

"Vamos terminar isso", disse Obama em Washington.

Na véspera, em um comício no Estado da Virgínia, Obama já havia descrito a votação deste domingo como um momento "histórico" em uma luta que já dura um século, para criar um sistema público de saúde para todos no país.

Em seu discurso aos membros do Partido Democrata neste sábado, Obama disse que a votação será o passo mais importante no setor de Saúde desde a adoção, há quatro décadas, do Medicare, que garante atendimento aos idosos.

"Eu sei que será uma votação difícil", afirmou Obama.

Ele disse reconhecer as pressões políticas contra a aprovação da reforma a poucos meses das eleições para o Congresso, em novembro, mas disse ter confiança de que "fazer a coisa certa para o povo americano" significará "a melhor opção política".

"Não façam isso por mim, não façam isso pelo Partido Democrata, façam isso pelo povo americano. Eles são os que estão querendo uma atitude já", afirmou.

Nos últimos dias, Obama teve dezenas de reuniões e conversas por telefone com deputados democratas que expressavam dúvidas sobre apoiar ou não o projeto.

Alguns congressistas pediram uma linguagem mais forte no projeto para assegurar que verbas federais não sejam usadas para abortos, enquanto outros estão preocupados com o custo do estabelecimento de um sistema universal de saúde ou dizem que as reformas não são suficientemente ambiciosas.

Versões diferentes A Câmara dos Representantes e o Senado adotaram versões diferentes da lei no final de 2009.

O procedimento padrão em casos como esse seria unificar as duas versões em um projeto que, então, seria enviado ao presidente para sanção.

No entanto, no início deste ano líderes democratas decidiram adotar um outro procedimento para a votação.

A decisão foi tomada depois que o Partido Democrata perdeu a supermaioria de 60 cadeiras no Senado - margem necessária para impedir obstruções da oposição republicana, o que poderia complicar ainda mais a tramitação da reforma da Saúde.

O novo procedimento adotado é uma complexa manobra chamada reconciliação, que prevê que o projeto possa ser aprovado no Senado por maioria simples de 51 votos.

'Bobagens' Obama negou acusações dos republicanos de que o projeto é muito caro, e disse que os americanos ouviram "um monte de bobagens" sobre o conteúdo da lei.

A reforma, segundo ele, reduz o déficit americano em mais de um US$ 1 trilhão nas próximas duas décadas.

A Comissão de Orçamento do Congresso divulgou a estimativa de que a reforma da Saúde deverá reduzir o déficit americano em US$ 138 bilhões nos próximos dez anos.

Segundo a comissão, que não é vinculada a nenhum partido, a reforma terá custo de US$ 940 bilhões em dez anos.

Caso seja aprovada, a reforma representará a maior mudança no sistema de saúde americano desde a criação, nos anos 1960, do Medicare, que garante o atendimento médico às pessoas com mais de 65 anos. 

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Comentário: O Medicaid, como é chamada a reforma, procura disponibilizar um plano de saúde acessível à toda população às custas do governo, já que não existem servidores públicos de saúde no país. Além disso, a reforma visa aumentar os benefícios obrigatórios que as empresas devem fornecer aos funcionários. Tal assunto vem gerando uma grande polêmica, já que a oposição considera isto uma "reforma socialista" e afirma que isto aumentaria o desemprego, pois aumentaria o custo da mão-de-obra, além de que poderia levar instituições de saúde à falência. Apesar disso, ainda podemos ver benefícios: Não seria melhor fazer isto antes que danos maiores pudessem ser causados? Quando grandes crises ocorrem, muitas pessoas retiram sua assinatura de planos de saúde, o que poderia causar uma catástrofe ainda maior, mostrando que o sistema de saúde atual está à beira de um colapso.