Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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quinta-feira, 3 de março de 2011

Tiririca é escolhido para integrar a Comissão de Educação e Cultura da Câmara

RIO - O deputado federal Tiririca (PR-SP) foi escolhido para integrar a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. A informação foi confirmada nesta sexta-feira pelo líder do PR na Casa, Lincoln Portela (MG). A indicação será oficializada na manhã de quarta-feira, quando será eleito o presidente da comissão.



Segundo informações da assessoria de imprensa do humorista, foi ele próprio quem pediu para integrar a comissão como membro permanente. Tiririca também pediu para participar da Comissão de Turismo e Desporto, como suplente. O ex-jogador Romário (PSB-RJ) será o vice-presidente desta .


- Ele foi indicado pelo fato se ser um humorista de êxito no Brasil. Evidentemente que esperamos que ele tenha ideias principalmente na área de cultura. Se ele não fosse a personalidade que é e não tivesse a tremenda audiência junto aos eleitores, ele não seria escolhido. É claro que esperamos as ideias sem apelações. Ele mostrou que é um homem gabaritado, uma pessoa alegre e um ótimo interlocutor junto à sociedade - disse o líder.

Durante a campanha, a revista "Época" publicou uma reportagem em que falava das suspeitas de que Tiririca seria analfabeto . Em mais de uma ocasião, a publicação pediu ao então candidato que lesse um texto, o que foi feito por assessores dele. A revista também ouviu pessoas próximas do artista que disseram que ele seria analfabeto. Depois da denúncia, Tiririca teve que fazer um teste para provar que sabia ler e escrever.



Estreia de Tiririca na tribuna da Câmara dos Deputados seria dia 28, mas ele passou a vez

Em um sorteio na Câmara para organizar a disposição em que os deputados vão fazer seus discursos, Tiririca foi escolhido para falar dia 28, antes de ele ser oficializado na comissão. Mas o deputado resolveu passar a vez e não há previsão para que ele faça a estreia na tribuna. O comediante foi o deputado federal mais votado do Brasil , com cerca de 1,3 milhão de votos.


Em entrevista para a Agência Câmara, que conversou com os 27 parlamentares mais votados da Casa, Tiririca afirmou que, além de trazer para o Congresso propostas dos seus eleitores, vai trabalhar na defesa dos animais e de atividades ligadas ao mundo do circo.

O parlamentar já foi vendedor de algodão doce e picolé e trabalhou no circo como equilibrista, malabarista, mágico e palhaço.

 
Comentário:
 
Agora, é possivel confirmar que a política brasileira é um tipo de brincadeira. Inicialmente, Tiririca foi o depoutado federal mais votado no Brasil, e agora ele se candidata para ser ministro da Comissão de Educação e Cultura, isso revela que até um palhaço pode ser um deputado federal, sem mesmo saber qual a sua função, e acabar se tornando o ministro da Comissão de Educação e Cultura, devido ele ser um humorista no Brasil. E o que os outros países irão pensar da política brasileira? Isso revela, como a população está preucupara em colocar um palhaço no poder, ou seja, não estão "nem ligando" para o que irá acontecer aqui.
Agora sim, os outros países podem dizer que tudo isso não passa de uma brincadeira de mal gosto, e também irão pensar que no Brasil só tem palhaços, devido terem elegido um para se tornar um Deputado Federal. Desde quando, ser humorista mostra a cultura do Brasil? Um analfabeto pode subir no poder e comandar a Comissão da Educação e Cultura? Que valores ele irá agregar para a população?
O Brasil está melhorando cada vez mais, revelando o que realmente é, um tipo de brincadeira, na qual acabou virando "moda", devido inúmeras pessoas desconhecendo a função do cargo, acabam se elegendo e ganhando de um outro competidor, na qual seria melhor que ele no cargo.
 
 
 
Murillo Bilha

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Líder do governo sugere "educar" petistas que votaram contra o mínimo de R$ 545

Após a aprovação na Câmara dos Deputados do projeto que reajusta o valor do salário mínimo em R$ 545, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP) defendeu que os dissidentes da legenda que votaram contra a proposta do governo não sejam tratados com punições. Eudes Xavier (CE) e Francisco Praciano (AM) foram a favor do salário de R$ 560.


“Eles cometeram um equívoco grave e não vai ser resolvido com punição. Na maioria das vezes, quando se trata de educação, não deve ter punição”, afirmou em entrevista coletiva em seu gabinete na Casa.

Vaccarezza completou que é “contra qualquer tipo de punição”. “Eles não são crianças, eles são adultos e cometeram um erro grave contra o partido, mas eu acho que eles já devem estar com problema de consciência. Agora o que vai ser feito, eu acho melhor que esta seja uma discussão do partido e não uma discussão do governo”, disse.

Mais cedo, o líder do PT na Câmara, o deputado federal Paulo Teixeira (SP), disse que haveria “repercussões” em resposta aos deputados que votaram contrariando o partido, mas não especificou quais seriam.





Comentário:

Inicialmente, houve uma pequena briga interna no PT, devido Eudes Xavier (CE) e Francisco Praciano (AM) não votarem a favor para que o salário mínimo seja R$ 545, e sim R$ 560. Entretanto o valor já sou decidido, e será R$ 545. O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccerzza diz que eles não serão punidos, devido eles não serem mais crianças e sim adultos, para se responsabilizar pelos seus atos. Esse problema é algo interno, ou seja, algo do partido e não uma discussão do governo. Com isso, é possível perceber a desorganização da política brasileira, duas pessoas indo contra o seu próprio partido, e o governo querendo “se meter” um assunto interno de um partido.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Eletronuclear indicará local para usina no NE

A Eletronuclear, estatal que tem o monopólio da geração de energia nuclear no País, deve concluir até o fim do semestre estudo que indicará os locais, no Nordeste, que poderão receber futuras usinas nucleares. A previsão foi feita ontem pelo presidente da empresa, Othon Luiz Pinheiro da Silva, ao chegar para audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara.


"Até o fim do semestre já concluímos", disse. Segundo ele, a empresa entregará ao governo um "cardápio" com mais de um local possível para a construção de duas usinas, de 1 mil megawatts (MW) cada. Caberá ao governo definir localizações e enviar projeto de lei ao Congresso para a construção das centrais.


As usinas ficarão às margens do Rio São Francisco, pois os reatores necessitam de água para se refrigerar. A questão é a definição dos Estados que receberão os empreendimentos. Nos bastidores, governadores da região disputam o investimento, estimado em US$ 8 bilhões. Segundo fontes do governo, quatro Estados estão à frente: Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

A Eletronuclear está construindo a usina de Angra 3, no Rio de Janeiro. Só esse projeto de central nuclear consta do Plano Decenal de Energia Elétrica divulgado esta semana pelo governo, que lista investimentos a serem feitos até 2019. Mas, segundo a Eletronuclear, o fato de as usinas nordestinas não estarem no plano não significa que foram descartadas.


Segundo o Ministério de Minas e Energia, a indicação para a construção das usinas do Nordeste consta do Plano Nacional de Energia (PNE), que trata da expansão do setor elétrico até 2030. A audiência realizada ontem na para debater o programa de energia nuclear foi marcada por troca de provocações e bate-boca entre representantes da Eletronuclear e de ONGs que se opõem a esse tipo de usina.



Comentário:


Alguma coisa importante está acontecendo com o nordeste brasileiro, ou seja, agora irá ter eletronuclear em pontos estratégicos para o resfriamento de empresas eletronucleares, devido elas acabaram se superaquecendo e precisa de uma grande quantidade de água para resfria-la. São realizados investimentos nesse tipo de tecnologia devido ela produzir uma grande quantidade de energia, e com isso gerar mais lucro para o Brasil, e por fim, não ser uma tecnologia renovável "mais barata" que as outras.

Empresas reduzem consumo de energia e água

As empresas brasileiras têm buscado reduzir o consumo de recursos como água, energia e matérias-primas. De acordo com pesquisa realizada com 40 grandes empresas pelo escritório L. O. Baptista Advogados, de São Paulo, 75% das empresas afirmam manter programas para reduzir o uso de recursos naturais.


Além disso, 55,5% das empresas que responderam ao estudo reduziram a geração de resíduos em seus processos de produção.


Ao mesmo tempo, ainda são poucas as companhias que possuem programas de gestão na área de mudanças climáticas: apenas 25% das empresas contabilizam suas emissões de gases-estufa.Em relação à cadeia produtiva, 32,5% das empresas pesquisadas exigem padrões de sustentabilidade de clientes e fornecedores.


Essas práticas, segundo o estudo, ainda estão se firmando na agenda dos negócios. Foram consultadas empresas de setores como construção, açúcar e etanol, tecnologia e energia.


Emissões caem 7% nos EUA em 2009


As emissões de gases-estufa nos Estados Unidos tiveram uma queda recorde de 7% em 2009, segundo o Departamento de Energia. No total, o país deixou de emitir na atmosfera 405 milhões de toneladas de carbono, a maior queda desde 1949. A crise financeira, que desacelerou a atividade econômica nos Estados Unidos, foi um dos fatores responsáveis pela queda. Medidas do governo também estimularam os americanos a poupar energia: houve queda de 4,8% no consumo de energia das famílias.


China terá recursos para reflorestamento


O Banco Mundial anunciou crédito de US $ 60 milhões (R$ 110 milhões) para reflorestamento em Shandong, na China. O objetivo é reduzir a erosão do solo e evitar a desertificação.


Falha tentativa da BP de estancar vazamento

O plano para conter o vazamento de petróleo da plataforma da British Petroleum (BP) que explodiu no Golfo do México, EUA, falhou ontem. O acúmulo de hidratos - cristais que contêm metano - está fazendo com que a cúpula de 100 toneladas flutue, e também entupindo a rota por onde o óleo que transborda seria transferido para navios. A BP agora tenta desentupir o domo, enquanto estuda alternativas. O encarregado da operação tentou demonstrar otimismo. "O que tentamos ontem não deu certo, mas ainda não diria que fracassamos", afirmou Doug Suttles.

Mais de 757 mil litros diários de óleo cru estão se derramando nas águas do Golfo. A imensa mancha negra que se formou ameaça criar um desastre ambiental em quatro Estados da costa oeste americana. Na Louisiana, voluntários tentam retirar o óleo impregnado no corpo de um pelicano.

 
 
Comentário:
 
Uma boa noticia! Agora, é possível perceber que as empresas se preucupam com o meio ambiente, porém nem todas pensam assim, diversas empresas estão se importanto mais com seus lucros do que com a consequência que teram que aguentar no futuro.
Como os EUA é o maior poluidor, ele começou a reagir perante a situação. A grande parte de poluição vem dos gases liberados por ele. Essa grande redução que conseguiu ser realizada, foi graças as famílias que reduziram o uso de energia. Entretanto, aconteceu o maior desastre natural que foi o vazamento de petróleo no Golfo do México, que acabou "jorrando" petróleo para todo lado, e consequentemente os EUA perderam uma grande quantidade, significando perda de dinheiro.

A matriz energética brasileira

O governo federal publicou recentemente (em 4/5) o Plano Decenal de Expansão da Energia 2019, que faz projeções sobre o crescimento da produção de energia no País e os caminhos que esse crescimento, provavelmente, vai seguir. É um documento importante porque é com base nele que são feitos os leilões para a construção de novas usinas e outros empreendimentos da área energética.



Os planos anteriores do atual governo (desde 2002) receberam sérias críticas porque estavam levando o País a abandonar uma matriz energética limpa, como se viu nos leilões de energia nova nos últimos anos. Esses leilões deram como resultado um aumento significativo da geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, queimando carvão e óleo combustível, o que reduziria significativamente a participação porcentual de energias renováveis (de hidrelétricas, biomassa e usinas eólicas).


O novo plano tenta corrigir alguns - mas não todos - desses desvios.


A mais importante correção é que ele indica "a retomada da participação de fontes renováveis na matriz elétrica a partir do ano 2014, em detrimento das fontes baseadas em combustíveis fósseis, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das fontes de geração".


A orientação do plano anterior (2008-2017) é, pois, abandonada e o novo não prevê nenhuma expansão da geração com carvão, gás e óleo combustível além de 2013. A expansão deverá ocorrer com a biomassa (geração com bagaço da cana), usinas eólicas e hidrelétricas. O governo, que estava realmente na contramão da História, volta ao caminho correto. É uma vitória do bom senso!


A razão dada para esse resultado, segundo as autoridades do setor, na ocasião, foi a de que o governo encontrou sérias dificuldades na área ambiental para licenciar grandes usinas hidrelétricas. Sucede que há inúmeros outros aproveitamentos possíveis na Amazônia que criariam problemas ambientais menores, mas o governo negligenciou a execução de levantamentos hidrográficos necessários para leiloar essas usinas.


O novo Plano Decenal, contudo, mostra claramente que as autoridades responsáveis se deram conta de que estavam no caminho errado e tentam agora corrigir esses erros. Até 2019 é prevista a construção de cerca de 30 milhões de megawatts hidrelétricos (incluindo Belo Monte).

Há, porém, outras correções que o plano de expansão da energia elétrica ainda não absorveu, apesar dos esforços que vários especialistas têm feito para esclarecer as autoridades.

O novo Plano Decenal - como os anteriores - não dá a importância devida ao papel que a eficiência energética, isto é, a racionalização do uso de energia (em todas as formas) poderia ter no País. O que ele prevê são economias de energia de menos de 5% em 2019 (em 2010 ela é de apenas 1%), apesar de a experiência internacional mostrar que se poderia economizar muito mais, sem abrir mão dos confortos que a civilização moderna nos oferece. A União Europeia, por exemplo, estaria consumindo 50% mais energia se não tivessem sido adotadas sérias medidas de conservação energética - algumas delas são o uso de geladeiras mais eficientes, automóveis com maior quilometragem por litro de combustível e muitas outras, relativamente simples, que são bem conhecidas e testadas na prática.


É bem verdade que o consumo de energia per capita dos brasileiros ainda é baixo e precisa crescer, ao passo que o consumo per capita dos europeus é muito alto. O que é equivocado, contudo, é a ideia de que o Brasil precisa atingir o nível de consumo da Espanha ou da Itália nos próximos 10 ou 15 anos. O clima desses países tem invernos mais severos do que o nosso, de modo que o aquecimento residencial (que quase não existe no Brasil) representa um componente importante no consumo.



Além disso, nada impede que, ao crescer, o Brasil incorpore as melhores tecnologias existentes, de que necessitamos para nosso conforto, com menor consumo de energia, evitando ter de fazer reformas e substituições mais tarde, como acontece usualmente. Só para dar um exemplo, uma casa construída com técnicas modernas, usando iluminação e aquecimento solar, consome 25% menos energia do que uma casa tradicional.

 
 
 
Comentário:
 
 
A partir dessa notícia, é possível perceber que, será investido cada vez mais em energias renováveis, e caminho que iisso irá percorrer durante os anos seguintes.
Diversos países do mundo começaram a investir em tecnologias de energias renováveis, porque são menos poluentes e podem ser reeaproveitadas. Entretanto, o Brasil só aceitou mudar a forma de energia, devido ele ter recebido críticas de abandonar a matriz energetica limpa. Houve um resultado de aumento significativo da geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, queimando carvão e óleo combustível, o que reduziria significativamente a participação porcentual de energias renováveis (de hidrelétricas, biomassa e usinas eólicas). Com esse novo plano que o Brasil irá realizar, prejudicará menos o meio ambiente e também será mais eficiente na geração de energia, devido ser uma fonte que retém uma grande quantidade de "poder" e pode ser reutilizada.

Energia e soberania

As nações mais desenvolvidas possuem adequado planejamento energético, com a elaboração da matriz e balanço, assegurando, dessa forma, o suficiente para o seu desenvolvimento e prosperidade. Por outro lado, as nações mais pobres constituem aquelas que não possuem a energia indispensável, a fim de promover a sua evolução.






A energia é fundamental e imprescindível para diminuir as desigualdades econômicas e sociais, assegurando a soberania dos povos.



A situação brasileira de nação emergente não foge dessa realidade. Hoje, o Brasil possui um potencial energético abundante, contrastando com cenários de oferta limitada e escassez de outros países.



Consoante os estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), nos próximos 25 anos a demanda energética da América Latina será 75% maior. Na matriz energética latino-americana, predominam os combustíveis fósseis (petróleo e gás natural).



Quando se examina o uso de energia em todo o mundo, o crescimento foi de 2,5% em 2009, um pouco acima da média registrada na última década. Com exceção da nuclear, todas as demais energias tiveram queda no seu aproveitamento. Os asiáticos aumentaram em 5% o consumo, enquanto os norte-americanos diminuíram em cerca de 1%.



Continuam liderando a produção e exportação do petróleo a Arábia Saudita e a Rússia. Em seguida, a Noruega, Irã, outros países do Oriente Médio, México, Venezuela, Nigéria e Angola. Nos dias atuais, o aproveitamento do petróleo mundial é da ordem de 85 milhões de barris diários, o que representa um consumo anual de 31 bilhões de barris. A produção supera o consumo em 2 milhões a cada dia.



Se não houver o aumento nas reservas provadas, superiores a 1,2 trilhão de barris, haverá petróleo para os vindouros 40 anos. A produção média do Brasil é de 2 milhões de barris diários, ainda insuficiente para o atendimento de todas as suas necessidades. Pelos dados disponíveis, o potencial do pré-sal é maior que o estimado e os riscos de exploração menores, podendo o volume de produção superar 5 bilhões de barris de óleo e gás, o dobro do volume atual.



A variação nos preços do petróleo influi, decisivamente, no aumento ou na diminuição do consumo, redundando em sensíveis impactos na economia global. O conflito do Iraque não colaborou para a diminuição dos preços, pois, antes da invasão em 2003, o barril era negociado a US$ 25 e, mais recentemente, a US$ 90.



No Brasil, mais de 90% da geração de energia e 84% da capacidade instalada são oriundas das águas represadas dos nossos rios. O restante é complementado pelas térmicas movidas a bagaço da cana ou a gás natural, importado da Bolívia.



Estimativas relacionadas com o desenvolvimento econômico brasileiro (PIB) de 6% ao ano até 2030 evidenciam que o consumo de eletricidade precisará acrescentar mais de 3 mil megawatts (MW) anuais. Em decorrência, serão necessários investimentos de R$ 214 bilhões e a obtenção de licenças ambientais para 182 usinas hidrelétricas já autorizadas, mas que não saem do papel.



A principal fonte nacional de eletricidade continuará sendo a hidráulica (80 mil MW) e devemos alcançar 180 mil MW até 2030, completada por outras formas de geração, principalmente pelo bagaço da cana no Sudeste e da eólica no Nordeste.



Uma tonelada de cana-de-açúcar possui energia equivalente a 1,2 barris de petróleo. Em consonância com recentes estudos, a indústria sucroalcooleira poderá produzir energia elétrica média de 14 mil MW. Para se ter ideia da dimensão desse número, a energia firme de Itaipu é de 9.699 MW.



Para o Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP, o investimento total de Belo Monte (R$ 36 bilhões) é correspondente a R$ 3,2 mil por KW instalado, ou seja, um custo muito próximo dos investimentos nas usinas de bagaço ou eólicas, justificando a diversificação da matriz energética nacional. O racionamento de energia elétrica, em 2001, com a duração de nove meses, apontou a imprescindibilidade dessa diversificação.



A produção nacional do etanol segue uma trajetória de constante crescimento, atingindo um volume superior a 27 bilhões de litros na safra passada de 2009/10. Em 2009, o consumo do etanol superou o da gasolina automotiva em torno de 25%. No entanto, a falta de uma política reguladora do mercado provoca oscilações de preços na entressafra e compromete a credibilidade do abastecimento.

 
 
Comentário:
 
 
De acordo com essa repotagem é possível percerber que, o petróleo tem um grande índice de venda, tanto no mercado interno e/ou externo. Diversos países estão atrás do petróleo, principalmente os Estados Unidos, o petróleo tem uma grande inportância para os países, ou seja, de grande utilidade, como por exmeplo poder, porque ele é uma fonte de energia nao-renovável, e com isso acabará no futuro, ou seja, irá ter uma grande concorrência para se obter uma quantidade de petróleo. A energia que ele faz, não se compara com nenhuma outra, devido ele produzir uma imensa quantidade de energia e ser a mais eficiente, porém uma das mais poluentes. No Brasil, é utilizadfo em grande quantidade o meio de produzir energia a partir das hidrelétricas, e também pela biomassa.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Brasil e Peru assinam acordo para comércio de energia

   Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Alan García assinaram nesta quarta-feira um acordo para o comércio de energia entre Brasil e Peru.


O acordo prevê o fornecimento de energia elétrica produzida no Brasil ao Peru e a exportação de excedentes de energia pelo país andino ao Brasil, dando início ao processo de interconexão das redes elétricas dos dois países.

O documento também estabelece regras para a participação brasileira em projetos hidrelétricos no Peru. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há o potencial de geração conjunta de 7.200 megawatts.

   "Sempre tendo em conta que a energia prioritariamente é para atender ao povo peruano, porque, se não for assim, nós nem começaremos a construir essas hidrelétricas", afirmou Lula a jornalistas ao lado de García, em Manaus.

   "Nós temos regimes de chuvas diferenciados. Se houver uma interligação desses sistemas, nós poderemos nos atender, beneficiando o povo peruano e beneficiando o povo brasileiro", acrescentou.

   Já o presidente peruano assegurou que nenhum empreendimento será executado se o projeto agredir o meio ambiente.

   "Vamos dar passos muito seguros no caminho da integração energética, no caminho da utilização dos recursos gasíferos do Peru e na integração firme e sustentável dos nossos povos fronteiriços através de um maior comércio, da facilitação das aduanas e do uso direto de nossas moedas entre nós sem necessidade de apelar a uma moeda externa", destacou García.

Representantes dos dois países também assinaram acordos nas áreas sanitária e fitossanitária, tecnologias ambientais e transporte fluvial.


Comentário:


A partir dessa reportagem, é possível perceber que o Brasil e o Peru estão começando a "agir" para o bem da sociedade e do meio ambiente. Esse acordo de energias que ambos estão de acordo, mostra que estão preucupados com a população do seu país e também com a natureza, pois esse acordo diz que não será prejudicial ao meio ambiente. Esses recurso que estão sendo utilizados são de grande ajuda, devido eles acabaram produzindo uma grande quantidade de energia. Medidas estão sendo tomadas para facilitar esse tipo de produção de energia.


Murillo bilha

Para Greenpeace, geração de energia limpa precisa crescer ainda mais no país

Apesar de ter apresentado no ano passado o maior índice de energia gerada por fontes renováveis dos últimos 18 anos, o Brasil ainda precisa avançar na geração de energia limpa, de acordo com a organização não governamental (ONG) Greenpeace. Para o coordenador da campanha de energias renováveis da ONG, Ricardo Baitelo, apesar de positivo, o aumento da participação de energias renováveis na matriz brasileira não pode ser considerado significativo.

O balanço energético nacional, divulgado ontem (29/4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mostra que as fontes renováveis de energia, que incluem a geração por meio de hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar, foram responsáveis por 47,3% da geração de energia no país no ano passado, o maior índice desde 1992.

Baitelo disse que o resultado estava previsto, já que em 2008 houve um acionamento muito grande de termelétricas fósseis, que diminuiu no ano passado devido à grande quantidade de chuvas, que permitiram o maior uso de energia gerada pelas hidrelétricas.

Uma das maiores bandeiras defendidas pelo Greenpeace na área energética é a necessidade de aumentar o uso de energia eólica no Brasil, considerado por Baitelo ainda pequena. Ele lembra que o governo irá realizar um leilão de energias renováveis ainda no primeiro semestre deste ano, mas as usinas movidas a vento vão demorar para entrar em operação.


Comentário:


De acordo com essa notícia é possivel perceber que o Brasil está entre um dos países mais "produtores de energias renováveis", porém ele ainda deve aumentar a sua produtividade em energia eólica, devido ela ter um baixo índice de produção desse tipo de energia, que é muito utilizada no munso inteiro, como uma das mais beneficiantes e ter o custo baixo.
O Brasil tem a geração de energia por meio de hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar, foram responsáveis por 47,3% da geração de energia no país no ano passado, o maior índice desde 1992, ou seja, é possível perceber um alto índice de utilização de energia hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar.


Murillo Bilha
    A Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal), está alocando R$ 260 milhões na Cevix, empresa recém-criada para investir em empreendimentos de geração de energia elétrica renovável.
    A Cevix nasce com patrimônio total de pouco mais de R$ 1 bilhão, segundo comunicado.
    A nova empresa já está construindo duas PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), uma no Rio Grande do Sul e outra em Santa Catarina, e três parques eólicos na Bahia, entre outros. No total, os empreendimentos sendo executados somam 200 MW de energia renovável.


Comentário:

O Brasil começou a investir seriamente em energias renovaveis, devido elas acabaram gerando uma grande quantidade de energia e ser "reutilizada", o custo desse procedimento é mais caro, porém irá beneficiar o Brasil cada vez mais, devido ele estar utilizando uma energia renovável, com isso não estará "destruindo a natureza" e poderá reutilizar esse tipo de energia diversas vezes, consequentemente, sem prejudicar a natureza e ter um custo muito menor no futuro.


Murillo Bilha

terça-feira, 23 de março de 2010

O Júri não é uma extravagância

É incorreto dizer que o júri é uma herança do sistema inglês de Justiça, incompatível com sistemas de direito codificado em leis em que juízes gozam de elevado grau de independência dos governos, como no Brasil.
Na tragédia grega, o tribunal popular é instituído para pôr fim à vingança ancestral. Significa uma virada no modo de resolver os problemas da comunidade. Não por acaso deve acalentar vítimas e apaziguar a coletividade. Nada mais necessário num país que apresenta altos índices de violência.
O júri não é um estranho no ninho. Está previsto em nossas leis -não é uma extravagância.
No Brasil, as garantias constitucionais como o processo justo, a legalidade, e o contraditório servem indistintamente a qualquer acusado. O júri é um desafio que se impõe, em nada diferente do que se apresenta à Justiça como um todo.
De um lado, é a disposição de levar a sério os direitos individuais, evitando-se levar acusados indefesos e indefensáveis a julgamentos instintivos. De outro, é a capacidade de comunicação dos valores da ordem jurídica e das fórmulas legais aos jurados, às vítimas e à sociedade.
O que deveria nos preocupar diante da perspectiva da injustiça é a incapacidade de a sociedade brasileira ser cidadã. E a incapacidade dos homens da lei em observar a Constituição e as leis, e de comunicá-las adequadamente ao tecido social. Quem erra, portanto, não é o júri, mas todos nós, ainda muito inclinados a aceitar tribunais de exceção e o arbítrio, onde quer que estejam

Comentário - Pode-se perceber que, antigamente o juíz era usado como um meio de vingança entre as famílias, porém sua "função" é "julgar" casos perante aos fatos apresentados. Muitos casos de poder superior, acabam usando isso como um meio de se vangloriar perante as posições de outras  pessoas de cargo inferior. No Brasil, a sociedade ainda não aprendeu a ser cidadã, isto é, aprender a respeitar os outros de acordo com a sua opinião do assunto e, também a partir do meio de comunicação da Constituição e leis, tudo isso é causado a partir das pessoas que tem cargo superior no governo.

segunda-feira, 22 de março de 2010

"Lei da Mordaça" deverá ser impugnada se passar pelo Congresso, diz presidente do STF

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, disse nesta segunda-feira que "muito provavelmente" a Suprema Corte irá impugnar a lei que prevê punição a procuradores e promotores que agirem de má fé --chamada por boa parte dos membros do Ministério Público de "Lei da Mordaça".
O projeto da 'Lei da Mordaça" --proposto pelo deputado federal Paulo Maluf (PP-SP)-- prevê a punição para procuradores e promotores que entrarem com ação contra políticos motivados por promoção pessoal, má-fé ou perseguição. As penas vão de pagamento de despesas com o processo a dez meses de reclusão.
O assunto voltou à tona porque entrou na pauta de votações da Câmara para as próximas semanas.
Segundo Mendes, a lei seria impugnada até que o STF julgasse o tema, uma vez que envolve uma das premissas básicas da justiça brasileira, que é a da presunção de inocência.
"A opinião que eu tenho é aquela emanada pelo STF quanto ao elemento de presunção de inocência. Não sei como o projeto está sendo concebido do âmbito do Congresso Nacional, então vamos aguardar a deliberação do Congresso e, se ele for aprovado, muito provavelmente haverá a impugnação junto do Supremo, e então nós discutiremos o tema", disse o presidente do STF após evento na sede do Corinthians, no Parque São Jorge (zona leste de São Paulo).
Para o ministro, a discussão sobre regras contra o abuso de poder --o que seria o caso-- deveria ocorrer com mais amplitude. "Defendemos, no âmbito do pacto republicano, uma nova lei para abuso de autoridade, abrangendo todas essas questões, envolvendo delegado, promotor, fiscal da Receita. E este me parece ser o contexto básico para discutir esse tema", explicou.

Comentário - O presidente do STF irá decidir junto com as outras pessoas se essa lei será aprovada ou não, isto é, isso "acabará com a má-fe ou perseguição". Com isso, irá amenizar o abuso de poder das outras pessoas sobre as que tem um cargo mais inferior, isso acaba mosntrando as vantagens que eles têm. Essa nova lei que está em aberto, provavelmente irá amenizar esses tipos de problemas sobre superioridade.

Água poluída mata mais do que todos os tipos de violência, alerta ONU

    O consumo e a uso de água não tratada e poluída matam mais do que todas as formas de violência, segundo relatório divulgado hoje (22), no Dia Mundial da Água, em Nairóbi, no Quênia, na África. O documento intitulado Água Doente foi elaborado pelo Programa para o Meio Ambiente da das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês). Sem informar números, o estudo afirma que milhares de crianças e adultos morrem por ano em decorrência da “água doente”. Por isso, alerta para a necessidade de adoção de medidas urgentes.
    De acordo com o relatório, as populações urbanas deverão dobrar de tamanho nas próximas quatro décadas. A projeção é que os números subam dos atuais 3,4 bilhões para mais de 6 bilhões de pessoas. Nas grandes cidades já há carência de gestão adequada das águas residuais em decorrência do envelhecimento do sistema, de falhas na infraestrutura ou de esgoto insuficiente.
    “Isso significa que mais pessoas agora morrem [por causa] de água contaminada e poluída do que de todas as formas de violência, inclusive guerras. A água contaminada é também um fator chave no aumento de vidas vegetais e animais mortas em mares e oceanos de todo o mundo”, diz o documento, informando que 2 bilhões de toneladas de resíduos são jogadas em águas de todo o mundo por ano.
    Segundo o documento, substâncias que compõem um poluente de águas residuais, como nitrogênio e fósforo, podem ser úteis na produção de fertilizantes para a agricultura. O alerta é acompanhado pela informação de que 10% da população mundial consomem alimentos alimentos cultivados com águas residuais para irrigação e adubação.
    “É um desafio que vai aumentar, pois o mundo sofre rápida urbanização e industrialização, além de crescente demanda por carnes e outros alimentos, a não ser que se tomem medidas decisivas”, adverte o estudo


Comentário - A sociedade, agora enfrenta um problema maior que causa mais morte do que assassinatos e guerras e, isso é a água contaminada. A sociedade já vem enfrantando esse problema a muito tempo, porém só agora começou a dar importância para isso, devido uma grande parte da população mundial consumir alimentos cultivados com água. Agora, deve-se tomar mais cuidado com tudo, sem exceção. Isso serve de alerta para aumentar a higiene, possibilitando mais morte da população mundial.

domingo, 21 de março de 2010

Brasil adota novo critério para casos de dengue

São Paulo - O Brasil vai adotar, a partir de 2011, uma nova classificação dos casos de dengue para simplificar a identificação dos doentes mais graves e melhorar a assistência e o acompanhamento da evolução da doença. Em vez das três classificações utilizadas hoje - dengue clássica, com complicações e febre hemorrágica da dengue (ou síndrome do choque da dengue) - existirão duas alternativas: dengue sem gravidade/severidade ou dengue grave/severa. A última indicará os casos que demandam maior atenção, caracterizados, por exemplo, por hemorragias.

A alteração ocorrerá segundo orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgadas no fim de 2009, destacou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, no 46.º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. “Um estudo feito em sete países das Américas e do sudeste asiático encontrou muitas diferenças na definição sobre o que é um caso grave. Haverá uma mudança no sistema brasileiro de informação e espera-se captar melhor essas situações.” A alteração foi elogiada por especialistas.

No modelo atual, são requisitados exames para que a dengue seja classificada como hemorrágica e os resultados muitas vezes são difíceis de ser obtidos a tempo. No Brasil há outra dificuldade: a classificação da dengue com complicações, que envolve casos que registram comprometimento de outros órgãos, como problemas neurológicos. Esses casos passarão a ser classificados como severos, junto com os hemorrágicos. Até pouco tempo, o governo não divulgava os casos com complicações em outros órgãos.

Comentário -  Até que enfim. Agora o Brasil está correndo atrás dos prejuízos causados pela dengue, já que agora tem uma grande parta da população sendo infectada pela dengue. O Brasil irá classificar a se o estado da pessoa infectada é de extremo caso e que será necessário um acompanhamento mais rápido para que possa ajudá-la, porém o Brasil ainda não tem a tecnologia suficiente para que os exames "saiam" o mais rápido possível para que a pessoa possa ser ajudada. E no Brasil, a casos que envolvem a morte e o falecimento de alguns orgãos, esse caso por exemplo, será classificado como caso severo, sendo necessário o acompanhamento mais complexo para a pessoa infectada.

Infecções por acupuntura são 'subestimadas'

 Em um artigo na revista especializada British Medical Journal, cientistas de Hong Kong alertaram que as infecções espalhadas pelas agulhas de acupunturas não são diagnosticadas como deveriam. Segundo eles, é preciso mais controle e regulamentação da atividade.
O professor Patrick Woo e seus colegas da Universidade de Hong Kong, argumentam que a acupuntura expõe os pacientes a muitos riscos já que a agulha é inserida muito abaixo da camada da pele e pode carregar infecções. De acordo com as análises dos pesquisadores, diversos pacientes ao redor do mundo desenvolveram sérios problemas de saúde em decorrência da acupuntura, entre eles falência múltipla dos órgãos, paralisias e hepatite B.
A dificuldade em relacionar a acupuntura com essas doenças se deve, principalmente, ao longo período de incubação - o tempo entre a contração da doença e da manifestação dos primeiros sintomas. Os pesquisadores pedem que os médicos suspeitem sempre que qualquer infecção possa ter sido causada pela acupuntura.
Para evitar os riscos de contaminação, os cientistas concluíram que a melhor forma de prevenção é a rígida fiscalização dos consultórios. Os profissionais também devem estar atentos ao uso de agulhas descartáveis, procedimentos de esterilização e técnicas anticépticas


Comentário - Agora a sociedade tem mais um meio de transmitir doenças, que é a partir da acupuntura, devido não realizarem a higienização do meio correto. Essas agulhadas que a sociedade "sofre", podem causar problemas nos órgãos das pessoas, como por exemplo o falecimento deles e muitos outros. Ainda bem que os especialistas vem avisando a sociedade da higiene, mas como pode-se perceber ninguém, ou pelo menos grande parte não liga para isso, porque acham isso uma besteira e, tem em mente que isso nunca irá ocorrer com eles. Os especialistas falam sobre a higieni das agulhas que extremamente importante, devido trasnmitir e causar dosneças e falecimento dos orgãos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Stress ajuda a desenvolver o câncer

O stress no dia-a-dia pode, com o passar do tempo, se tornar o estopim para o desenvolvimento de tumores. É o que revela um estudo de cientistas da universidade americana de Yale publicado pela revista Nature. Segundo os pesquisadores, qualquer tipo de trauma – emocional ou físico – pode agir como uma via de comunicação para mutações cancerígenas espalhadas pelo corpo. Juntas, elas podem produzir um coquetel fatal, alertam especialistas.
Durante a pesquisa, os cientistas estudaram moscas de frutas e perceberam que, sob stress, essas mutações cacerígenas produziam tumores mesmo quando estavam espalhadas por diferentes celulas da mosca. Segundo os coordenadores do estudo, isso acontece porque os stress promove o "encontro" dessas células.
Os cientistas alertam que o agravante dessa situação é que é muito mais fácil para um tecido acumular mutações em diferentes celulas do que em uma só. Por isso o stress pode ser tão perigoso. "Diversos sintomas podem sinalizar stress – cansaço físico e emocional, infecções, inflamações. Reduzir ou evitar o stress é sempre um bom conselho", afirmou o professor Tian Xu, um dos responsáveis pelo estudo.

Essa reportagem, serve para avisar a sociedade que o stress ajuda a desenvolver o cançer. As pessoas não podem guardar os traumas emocionais e os traumas físicos que ajudam espalhar as mutações pelo corpo. Os cientistas alertam que com o stress, é mais facil do câncer se espalhar pelo corpo humano. É sempre bom tentar evitar esses sintomas que podem indicar o stress que são, o cansaço físico e emocional, infecções, inflamações. Isso informa a sociedade que há um meio de evitar o câncer que o câncer se espalhe.

Murillo Bilha, 1º ano A