Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Preço do petróleo sobe puxado por onda de violência na Líbia

Brent fechou a US$ 108, maior patamar desde setembro de 2008.
WTI subiu mais de US$ 5, fechando a US$ 91,42, maior nível em 2 semanas.

Os preços do petróleo tipo Brent atingiram US$ 108 o barril pela primeira vez desde 2008 nesta segunda-feira (21), devido a preocupações de que a crescente violência na Líbia possa provocar interrupção no fornecimento do país membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
Os preços do petróleo nos Estados Unidos ditaram um salto no rali de mais de US$ 5, a maior alta em mais de dois anos.
Operadores se apressaram para cobrir posições vendidas entre o petróleo tipo Brent e o WTI norte-americano. A diferença em abril foi estreitada para US$ 10 durante o dia, mas se ampliou para mais de US$ 12 mais tarde no pregão.
Os preços do tipo Brent no mercado de futuros, que avançaram mais de US$ 10 este ano, principalmente devido ao crescente risco geopolítico, saltaram em US$ 3,22 o barril, ou 3,2%, para estacionar em US$ 105,74 o barril.
Os preços subiram mais US$ 2, para fechar em US$ 108 nas últimas negociações, maior patamar desde 4 de setembro de 2008.
O contrato do petróleo cru norte-americano, que vence na terça-feira, aumentou US$ 5,22 o barril para fechar a US$ 91,42 no fim da tarde -- maior nível em duas semanas
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2011/02/preco-do-petroleo-sobe-puxado-por-onda-de-violencia-na-libia.html


Comentário:
São nessas horas de crises que se percebe como conflitos aparentemente civis, como os que estão acontecendo na Líbia, têm consequências no mundo todo. Esse choque ficou evidente agora que o preço do petróleo subiu para cotação record nesta segunda feira por conta da preocupação da crescente violência no país. 
As consequências econômicas chegaram a atingir o Brasil e a Europa também. A bolsa nacional acompanha o movimento registrado na Europa. Por volta de 13h, o Ibovespa caía 1,24% para 67.223 pontos. A crise está preocupante, pois a Líbia é o terceiro maior produtor africano de petróleo e está entre os maiores fornecedores de petróleo para a Europa, onde é responsável por 10% do abastecimento.
"A Wintersahll, unidade de exploração de petróleo e gás natural da Basf, disse nesta segunda-feira (21) que estava diminuindo sua produção de petróleo na Líbia, equivalente a 100 mil barris por dia. A medida da Winterhall significaria uma queda considerável no fornecimento da Líbia, cujas exportações de petróleo se dirigem em sua maioria à Europa."


Isabela Blanco

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Um dia após pânico, Bolsa e dólar operam em queda

Um dia depois da forte turbulência que atingiu os negócios, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com instabilidade. O Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) abriu esta sexta-feira em alta, mas, no meio da manhã passou a cair mais forte, em torno de 3%. Depois, reduziu a queda, mas continuava no negativo.

O dólar comercial registrava queda de 1,02%, cotado a R$ 1,832 na venda. A cotação do euro seguia com baixa de 0,34%, a R$ 2,336 na venda.

Na quinta-feira, os mercados viveram um dia de pânico com a crise da Grécia. Parte do mercado acredita que os problemas nas finanças públicas enfrentados pelo governo grego podem afetar economias de outros países, especialmente daqueles que também passam por problemas de endividamento, como Portugal e Espanha.

Em momentos de crise, a tendência é que a Bolsa caia e o dólar suba. Os investidores muitas vezes abandonam as ações, o que faz os preços caírem, e compram dólares, o que faz o valor aumentar.

Nesta sexta-feira, o mercado inicia os negócios sabendo que os congressistas alemães aprovaram a participação do país no pacote de resgate à Grécia. Os parlamentares autorizaram a concessão de 22,4 bilhões de euros (US$ 28,6 bilhões) em créditos ao longo de três anos. O montante é parte do pacote de 110 bilhões de euros que serão concedidos por integrantes da zona do euro e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Na Ásia, as bolsas refletiram os abalos sentidos pelos mercados ontem e encerraram a sessão em terreno negativo. O índice Shanghai Composite, de Xangai, cedeu 1,87%, aos 2.688 pontos, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, diminuiu 1,06%, ficando em 19.920 pontos. Já o Kospi, de Seul, teve contração de 2,21%, aos 1.647 pontos, e o Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, perdeu 3,10%, para 10.364 pontos.

Reportagem retirada do site UOL

Comentário - A crise da Grécia está causando graves problemas e deixando todos em alerta. O mercado preve que economia de todos os países, principalmente aqueles que estão endividados, passe por momentos turbulentos. As bolsas mais importantes do mundo, estão sofrendo com a crise e assim apresentando quedas. Para piorar os investidores, na maioria das vezes abandonam as ações, fazendo com que o preço caia. A Alemanha em tentativa de ajudar a Grécia doou 22,4 bilhões de euros, protegendo de uma certa forma a sua própria economia. Por enquanto o futuro da economia grega e mundial é incerto, fazendo que todos continuem em alerta.

Eloá

terça-feira, 27 de abril de 2010

Perda durante caos aéreo na Europa são estimadas em 2,5 bilhões de euros.

O caos aéreo provocado pela nuvem de cinzas procedente de um vulcão islandês na Europa causou perdas de entre 1,5 e 2,5 bilhões de euros (de 2 a 3,3 bilhões de dólares) para a aviação civil e os passageiros, segundo uma primeira estimativa da Comissão Europeia divulgada nesta terça-feira.


"Contabilizamos um valor entre 1,5 e 2,5 bilhões de euros", declarou à imprensa em Bruxelas o comissário europeu de Transportes, Siim Kallas, informando que se trata de uma estimativa "muito, muito preliminar".
Em seus cálculos, a Comissão leva em conta o impacto econômico para as companhias aéreas, os aeroportos, os serviços de navegação aérea e os passageiros.

Comentario:  Não devemos nos preocupar apenas com o prejuízo causado as empresas aéreas, devemos nos lembrar das viagens canceladas – algumas delas à negocio – que sem duvida, prejudicaram os passageiros.

Também há o prejuízo no setor do turismo, sem aviões grande parte das viagens internacionais pela Europa foram canceladas, e com isso pousadas, hotéis, comercio e agencias de turismo estão sendo muito prejudicadas.

domingo, 25 de abril de 2010

Economia mundial pode dar sinais de recuperação em 2010, prevê ONU


A economia mundial poderia começar a mostrar sinais de recuperação no primeiro semestre de 2010, caso se concretizem os compromissos assumidos pelo G20 (reúne os países ricos e os principais emergentes) em sua recente cúpula, disse hoje um alto representante da ONU (Organização das Nações Unidas).
A região com maior probabilidade de apresentar mais rápido uma melhora é a Ásia, segundo o diretor-geral da Conferência para o Comércio e o Desenvolvimento da ONU (Unctad), Supachai Panitchpakdi, que já foi diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio).
"Há boas possibilidades de que a economia mundial levante a cabeça em 2010", disse, minimizando a impressão de otimismo dessa frase indicando que "a recuperação não está depois da esquina".
Ele ressaltou que, para isso, será importante reforçar a confiança surgida após a reunião do G20 na semana passada, em Londres, e manter o impulso às medidas de estímulo econômico em nível global. "A confiança aumentou, mas é preciso mantê-la", disse.
Supachai acrescentou que "o importante agora é executar o prometido e não deixar como outro grupo de promessas descumpridas", pois, por enquanto, tudo é compromisso e será preciso esperar alguns meses para que o dinheiro oferecido seja injetado no sistema internacional.
No entanto, o secretário-geral da Unctad disse que é possível que ainda não tenha passado o pior da crise, e concordou com os especialistas que advertiram que ninguém sabe com certeza qual é o valor total dos "ativos podres" ainda presentes no sistema financeiro.
Supachai mencionou a estimativa que a dívida das famílias nos Estados Unidos equivale de 130% a 150% de sua renda, o que representa uma situação "mais difícil que a dos bancos" e que deverá ser abordada em algum momento.
Como ponto de comparação, mencionou que a proporção de dívida das famílias em relação a sua renda na Ásia é de 60%, e pouco menos na Europa. "Agora, os EUA devem começar a economizar", disse o funcionário da ONU.
Supachai analisou também as medidas protecionistas adotadas por alguns países para enfrentar a crise e considerou que não chegaram a um nível grave que possa comprometer o sistema de livre comércio.
Disse que é normal que os países reajam e tomem medidas que acham que ajudarão suas economias, após ressaltar que algumas das barreiras ao comércio colocadas até agora são legais, pois são consideradas nas normas da OMC.

COMENTÁRIO:

 Depois, de uma das maiores crises mundiais está sendo previsto a volta por cima do mundo, mas isso não muda a condição miserável que alguns países vivem. Ao invés de querer mudar a situação anterior, onde poucos tinham muito e muitos tinham pouco, as grandes potências mundiais só olham para o seu próprio "umbigo". Quando o ideal seria aproveitar que todos deram uma baixa na sua economia e tentar se re-erguer mas olhando para a situação do mundo como um só. mas o triste é sabermos que isso só será possível quando todos nos vermos como iguais...

terça-feira, 30 de março de 2010

Bolsa de NY fecha em alta animada com iPhone da Apple

O índice Dow Jones Industrial, de referência em Wall Street, fechou o pregão de hoje em alta de 0,11%, para 10.907,42 pontos, impulsionado pela repercussão em torno do iPhone da Apple. O índice seletivo S&P 500 fechou praticamente estável, com queda de 0,01%, para 1.173,27 pontos.
O indicador da Bolsa eletrônica Nasdaq avançou 0,26%, até os 2.410,69, puxado pela alta de 1,48% nas ações da Apple.
O jornal "The Wall Street Journal" publicou ontem que a Apple está trabalhando em uma nova versão do iPhone compatível com a tecnologia da operadora de telefonia celular Verizon.
Hoje, os títulos da Verizon subiram 2,56% e ficaram atrás apenas dos da 3M (3,59%) no Dow Jones.
A informação do "Wall Street Journal" fez com que as ações da operadora AT&T, que até agora tem exclusividade sobre as operações no iPhone nos Estados Unidos, registrasse a maior perda no Dow Jones (-2,11%).
Além da AT&T, também perderam valor as ações de Bank of America (-1,55%), Travelers (-1,52%) e JPMorgan (-0,62%), Boeing (-0,78%), Merck (-0,61%), General Electric (-0,54%) e Caterpillar (-0,50%).
Após 3M e Apple, as que mais subiram no Dow Jones foram Microsoft (0,61%), HP (0,55%) e Cisco (0,53%). Também se destacaram Wal-Mart (0,30%), Home Depot (0,28%), McDonald's (0,25%) e Coca-Cola (0,18%).
A dívida pública americana manteve uma rentabilidade de 3,87% nos bônus para dez anos. 

COMENTARIO :  Os papeis da Apple estao subindo tanto devido ao novo iPhone 3G desenvolvido para a  companhia telefonica Verizon , seus papeis tambem subiram, em contrapartida as açoes da AT&tT perderam valor .
O lançamento do iPad previsto para 03 de abril de 2010 tambem promete.  Na pre-venda a Apple vendeu 51 mil unidades em apenas 2 horas.

terça-feira, 23 de março de 2010

China bloqueia acesso ao Google de Hong Kong

O governo da China restringiu o acesso da população que vive na área continental do país ao serviço de buscas do Google hospedado em Hong Kong, informa o New York Times.
Trata-se de uma resposta à tentativa da empresa norte-americana de driblar a censura no país asiático. Ontem (segunda-feira, 22), o Google passou a redirecionar os acessos ao www.google.cn (que são filtrados, devido a um acordo com governo local) para o site www.google.com.hk, hospedado em Hong Kong e não censurado.
Agora, os habitantes da área continental da China não têm mais acesso ao site não censurado, como ocorreu ontem. Os computadores do governo “ou desabilitaram completamente as buscas para conteúdo objetável ou bloquearam os links para certos resultados”, relata o New York Times.

COMENTARIO :  O Google é um grande investidor em tecnologia junto às principais universidades da China, conforme o New York Times relatou há umas duas semanas. 
Isso está parecendo um confronto entre a ideologia política e a liberdade mais que natural da internet.

domingo, 21 de março de 2010

China promete retaliar se for alvo de EUA sobre câmbio

Declaração foi feita pelo ministro chinês do Comércio, Chen Deming.
Há pressões políticas para Washington declarar que China manipula taxa.

Pequim vai retaliar caso os Estados Unidos declarem que a China manipula sua moeda e também vai impor sanções comerciais, disse neste domingo (21) o ministro chinês do Comércio, Chen Deming, no mais recente gesto sobre uma debate acerca do valor do iuan.

Chen novamente acusou Washington de politizar a questão antes do prazo limite de 15 de abril para que o Tesouro norte-americano declare se a China está mantendo artificialmente sua taxa de câmbio em níveis baixos para ganhar competitividade nos mercados globais.

"O câmbio é uma questão soberana e não deve ser algo a ser discutido entre dois países", afirmou Chen ao Fórum de Desenvolvimento da China.

"Achamos que o renminbi (iuan) não está desvalorizado, mas se o Tesouro dos Estados Unidos der uma resposta errônea a suas próprias necessidades, vamos esperar para ver. Caso tal resposta seja seguida de sanções comerciais, penso que não faremos nada. Também responderemos se isso significar litígio segundo a estrutura de regras globais", acrescentou. Chen não especificou como Pequim poderia responder.

Pressões políticas estão crescendo para que Washington declare que a China manipula sua taxa de câmbio, com alguns senadores norte-americanos ameaçando impor taxas sobre produtos chineses caso Pequim não deixe que o iuan, também conhecido como renminbi, se aprecie.


Comentário: A China com seu crescimento astronômico tem provocado diversas opiniões e atitudes de outros países, sendo os EUA o principal. Nesse domingo (21) o ministro Chen Deming afirmou que haverá retaliações caso o governo Norte-Americano afirme antes do dia 15 de abril que o governo chinês está mantendo baixa sua taxa de câmbio, mantendo a liderança da competitividade no comércio mundial, principalmente das importações. Com isso podem haver restrições entre o comércio Chinês e Norte-Americano.

Bárbara

terça-feira, 16 de março de 2010

China nega que yuan seja causa de superávit robusto com EUA

Pequim também promete manter moeda estável para impulsionar as exportações 
 
PEQUIM - A China voltou a se esquivar nesta terça-feira das crescentes exigências dos Estados Unidos por um yuan mais forte, afirmando novamente que a sua moeda não é a causa do grande superávit comercial. Pequim também prometeu manter a moeda estável para impulsionar as exportações.
 "Se a questão da taxa cambial é politizada, para o enfrentamento da crise financeira global, então, isso será de nenhuma ajuda na coordenação entre as partes envolvidas", disse o porta-voz do Ministério do Comércio chinês, Yao Jian, em entrevista coletiva.
 Yao rejeitou o argumento de que elevado superávit comercial da China com os Estados Unidos se deve ao iuan, também chamado de renminbi, que alguns economistas norte-americanos julgam estar 25% ou mais subvalorizado.
 "O superávit comercial não é causado pela taxa de câmbio do renminbi. O superávit comercial é um resultado e fenômeno da globalização. Vai existir por um tempo", disse.

COMENTÁRIO : Enquanto o mundo não colocar uma taxa de impostos sobre os produtos chinêses para igualar a concorrência de preços, esses produtos serão os causadores da falência de muitas empresas no mundo.

domingo, 14 de março de 2010

Crédito responde por 40% da alta do PIB, indica estudo


O salto do crédito foi responsável por quase 40% da taxa de crescimento do Brasil nos últimos seis anos. A conclusão é de um estudo elaborado, a pedido do Estado , pelo economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Nas contas dele, a expansão média de 4% ao ano do Produto Interno Bruto (PIB) no período 2004-2009 teria sido de 2,5% se o crédito não tivesse avançado como avançou - a participação no PIB foi de 23% para 45%.

"O crédito foi crucial para a retomada do crescimento, tanto pela ampliação da oferta pelos bancos, que deixaram de financiar apenas o governo, como pelo aumento da demanda pelas famílias e empresas, que, em um ambiente mais estável e com a melhora do mercado de trabalho, ficaram cada vez mais confiantes em se endividar", diz ele.

Além das questões macroeconômicas - queda da inflação, mais postos de trabalho, renda maior, melhora das contas públicas e consequente redução dos juros -, especialistas destacam a criação do crédito consignado e mudanças regulatórias, que deram mais segurança a quem concede o empréstimo.

O analista Alexandre Andrade, da Tendências Consultoria Integrada, lembra, por exemplo, que o consignado, regulamentado pelo governo em 2004, apresentava, no fim de janeiro, estoque de R$ 110 bilhões, um terço dos empréstimos concedidos às pessoas físicas no Brasil. Segundo ele, a Lei de Falências estimulou empréstimos às empresas.

"O consignado colocou no mercado um contingente enorme de aposentados que não participavam do sistema de crédito", afirma o analista de instituições financeiras da Austin Rating, Luís Miguel Santacreu.

Olhando à frente, a aposta do mercado para que a fatia de empréstimos na economia chegue perto da média mundial é o crédito imobiliário. Apesar do avanço dos últimos anos, a relação crédito/PIB, aqui, é inferior à maioria dos países. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Comentário: O aumento de crédito de 40%, influenciou diretamente o crescimento do PIB, provando que a economia brasileira está adequada ao crescimento e desenvolvimento, apesar das dificuldades enfrentadas na economia mundial. Ainda assim, a relação crédito/PIB é inferior aos demais países, mas nada que o Brasil não possa superar. O processo de crescimento do crédito, foi uma luta continua de 6 anos, até representar um crescimento significante no PIB.

Bárbara

terça-feira, 9 de março de 2010

Economia mundial mostra sinais claros de expansão


A OCDE publicou hoje os seus indicadores avançados, que mostram que a economia mundial confirmou em Janeiro os sinais de recuperação observados nos últimos meses.


O Indicador Composto Avançado para os 30 países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), usado sobretudo para detectar pontos de inflexão futura na conjuntura económica, subiu 0,8 pontos em Janeiro, face ao mês anterior, e situou-se 11,3 pontos acima do registo de há um ano.
Quanto à economia da zona euro, o indicador melhorou em 12,5 pontos em termos homólogos e em 0,6 pontos face ao último mês do ano passado. No caso dos Estados Unidos, a progressão foi de 11 pontos em relação a igual mês de 2009 e de 0,9 pontos em termos mensais.
No G7, que reúne as sete maiores potencias industriais do mundo, os sinais de recuperação são ligeiramente melhores que os mostrados em Dezembro.


COMENTÁRIO :  As principais potencias mundiais estão se recuperando da pior recessão desde a crise de 1929.
A recuperaçao do Brasil, esta sendo mais rápida do que em outros paises, como EUA e parte da Europa, pois nosso setor financeiro cresce com mais solidez, isso fez com que o Pais não sentisse a crise tao forte, em comparação ao resto do mundo.

domingo, 7 de março de 2010

Brasil se torna o terceiro maior exportador agrícola

País ultrapassou Canadá e exportou US$ 61 bilhões em 2008.
Só os EUA e a União Europeia exportam mais que o Brasil.



O Brasil ultrapassou o Canadá e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo.
Na última década, o país já havia deixado para trás Austrália e China. Hoje, apenas Estados Unidos e União Europeia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros.
Dados da Organização Mundial de Comércio (OMC), divulgados neste ano, apontam que o Brasil exportou US$ 61,4 bilhões em produtos agropecuários em 2008, comparado com US$ 54 bilhões do Canadá. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilhões, ante US$ 48,3 bilhões do Brasil.
O ritmo de crescimento da produção brasileira de alimentos já deixava claro que a virada estava prestes a ocorrer. Entre 2000 e 2008, as exportações agrícolas do Brasil cresceram 18,6%, em média, por ano, acima dos 6,3% do Canadá, 6% da Austrália, 8,4% dos Estados Unidos e 11,4% da União Europeia. Em 2000, o país ocupava o sexto lugar no ranking dos exportadores agrícolas.
Uma série de fatores garantiu o avanço da agricultura brasileira nos últimos anos: recursos naturais (solo, água e luz) abundantes, diversidade de produtos, um câmbio relativamente favorável até 2006 (depois a valorização do real prejudicou a rentabilidade), o aumento da demanda dos países asiáticos e o crescimento da produtividade das lavouras.
"Houve uma mudança nas vantagens comparativas em favor do Brasil, que teve um custo de produção baixo para vários produtos nesse período graças aos seus recursos naturais e ao câmbio", disse o analista-sênior da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) Garry Smith.
Para o sócio-diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, "o Brasil é hoje a única grande agricultura tropical do planeta". Ele ressalta que o aproveitamento da terra é melhor na zona tropical. Em algumas regiões do Brasil, é possível plantar milho depois de colher soja, o que significa duas safras no mesmo ano.


Comentário: O Brasil está crescendo cada vez mais em sua economia, conforme dados da Organização Mundial do Comércio ele é o terceiro no ranking de exportações agrícolas. É um país muito extenso, com muitas áreas férteis, estação climática variada, onde o plantio se desenvolve com facilidade, fazendo com que o Brasil exporte uma grande quantidade de alimentos, tudo que se planta se colhe, já outros países não tem a vantagem de ter recursos naturais para crescer na agricultura, sempre muito valorizada mundialmente. 


Bárbara