Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Bahrein suspende operações da rede de TV árabe Al Jazeera no país

O Bahrein suspendeu as operações locais da rede de TV Al Jazeera, do Qatar, e barrou uma equipe de viajar para o país, acusando o canal de desconsiderar as regras de imprensa.




A Al Jazeera, que tem um histórico de relações tensas com Estados árabes por sua cobertura de assuntos políticos delicados, levou ao ar programas sobre pobreza e o tratamento dado a trabalhadores asiáticos, dois assuntos delicados no país.



"O Bahrein suspendeu temporariamente o escritório do canal de TV por satélite Al Jazeera por quebrar as normas profissionais de mídia e desconsiderar as leis que regulam a imprensa e as publicações", disse a agência de notícias oficial do país, sem dar detalhes.



Autoridades do Ministério da Informação não foram encontrados ou se recusaram a comentar o caso.



Um porta-voz da Al Jazeera não quis comentar também.



O Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) sediado em Nova York criticou a proibição, apontando que aconteceu um dia depois de a rede ter divulgado um programa sobre a pobreza no Bahrein.



"Estamos consternados em ver o Bahrein tentar calar a mídia simplesmente porque não gosto do que está sendo veiculado", disse Mohamed Abdel Dayem, coordenador da CPJ no Oriente Médio e Norte da África.



Analistas disseram que a medida, apesar de provavelmente causada pelas reportagens, também podem refletir tensões entre o Qatar e o Bahrein, que persistem desde que os dois países começaram uma disputa sobre as ilhas Hawar, em 2001.



COMENTARIO : Bahrein suspendeu as operaçoes da rede de TV árabe Al Jazeera, porque acusou um canal de não seguir as regras da imprensa . Ele levava á seus canais reportagens sobre pobrea, poltica etc ...
Isso poderá levar á um coflito entre Bahrein e o homem que deixou ir ao ar más coisas .

sexta-feira, 14 de maio de 2010

a produção de petroleo nooriente medio

A economia dos países que compõem o Oriente Médio está vinculada diretamente com a extração e o refino do petróleo. Às vezes, essa é praticamente a única fonte de receita para determinados países. Como a região é constituída basicamente por desertos com climas adversos, impróprio para agricultura, a maior riqueza que eles possuem é, sem dúvida, o petróleo.




Dentre as diversas jazidas de petróleo do Oriente Médio, a concentração maior do recurso está no Golfo Pérsico e na Mesopotâmia, os quais juntos possuem cerca de 60% de toda reserva do planeta.



Dentre os países do Oriente Médio, os maiores produtores de petróleo são Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrain.



A imensa reserva de petróleo existente no subcontinente, aliada a outros fatores de caráter econômico e político, favoreceram a criação da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), em 1960, que é considerada um dos maiores cartéis do mundo.



Atualmente, a Opep produz aproximadamente 40% de todo petróleo extraído no mundo e 70% das exportações desse recurso em todo o globo. Essa organização tem como principais mercados as grandes potências mundiais, especialmente os países europeus como Alemanha e França, além do Japão e dos Estados Unidos. O país norte-americano mesmo sendo um grande produtor necessita do produto importado, uma vez que não é auto-suficiente em tal recurso. Esse fato favorece a interferência das grandes nações no cenário geopolítico do Oriente Médio.



A Opep está sediada na Europa, mais precisamente na Áustria, na cidade de Viena. Inserem nessa organização onze países, seis são do Oriente Médio: Arábia Saudita (maior produtor mundial), Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Catar. Outros cinco países completam a lista, que são: Argélia, Líbia, Nigéria, Indonésia e a Venezuela.



É bom destacar que a limitação econômica em relação ao petróleo pode impedir que os países se desenvolvam em outras atividades produtivas, como a industrial. Dessa forma, grande parte das nações do Oriente Médio não é considerada industrializada, salvo Israel que detém índices melhores em relação a seus vizinhos. O que deve ser levado em conta é o esgotamento de recursos minerais, em que o petróleo está inserido, pois assim, quando as jazidas se findarem, as economias que dependem da atividade vão ingressar em um colapso econômico.

COMENTÁRIO : O oriente medio depende muito do petroleo, pois é um dos unicos meios para eles se " segurarem " na economia . Eles dependem muito do petroleo, porque no oriente medio é praticamente tudo deserto, entao não tem como investir na agricuçtura ...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Setor financeiro tenta atrair Oriente Médio .

A cada semana cerca de US$ 8 bilhões brotam do chão e entram em circulação na economia do Oriente Médio. Com o petróleo acima de US$ 100 o barril, os países produtores acordam todos os dias um pouco mais ricos e saem em busca de investimentos que remunerem tanto dinheiro.




A estimativa, feita apesar da dificuldade de obter as cifras exatas movimentadas pelos árabes, chamou a atenção do Brasil. Depois da Ásia, o Oriente Médio despontou como a nova rota de negócios para empresários brasileiros.



O alvo principal tem sido Dubai, centro financeiro e turístico da região. Mas também entrou na lista Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, produtor de petróleo e de gás natural.



"O potencial [de negócios] é imenso. Apenas em Dubai, que não tem uma participação tão grande do petróleo no PIB [Produto Interno Bruto], entram em circulação por dia US$ 340 milhões em dinheiro novo", diz Manoel Félix Cintra Neto, presidente da BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuro). "E eles precisam investir."



Na última semana, Cintra Neto recebeu representantes do distrito financeiro de Dubai -uma primeira conquista depois da visita dos brasileiros no fim de 2007, quando a Bolsa abriu capital.



Interesse financeiro



Ao contrário do que aconteceu na China e na Índia, onde o foco dos negócios é a venda de produtos brasileiros e a implantação de fábricas para aproveitar mão-de-obra barata, no Oriente Médio o objetivo tem sido atrair ao Brasil parte dos bilhões de dólares que a região tem despejado no mundo.



Foram os investidores árabes, concentrados especialmente em fundos soberanos ou em fundos de investimento familiares, que participaram ativamente do socorro a instituições financeiras como Citigroup e UBS, atingidas pela crise imobiliária americana.



Agora, bancos e instituições financeiras brasileiras também querem parte desses recursos. Os empresários buscam alternativas de financiamentos para seus projetos e até o governo quer sócios capitalistas para o PAC, conjunto de obras prometido para destravar os obstáculos ao crescimento.



Mas a missão não é fácil. "O mundo todo está disputando esses investidores, e o primeiro interesse deles não é aqui", diz Cristiana Pereira, diretora-adjunta de projetos e relações internacionais da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).



Além da distância (14 horas em vôo direto), ela cita como obstáculos o fuso horário (sete horas em relação a Brasília), a língua, a cultura e o pouco conhecimento sobre o Brasil.



Não é à toa que a participação direta dos árabes na negociação de ações na Bovespa é de apenas 1% do volume diário de negócios. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) tem registro de 28 fundos de investimento árabes no mercado de capitais, sendo que metade pediu autorização para funcionar apenas no ano passado.



"Quando apostamos na Ásia, o percentual de negócios também era baixo", conta Pereira, ressaltando que, dois anos depois, a participação subiu para 4%. "Temos de nos mostrar viáveis e com credibilidade".



Além da BM&F, Itaú e Bradesco estiveram na região nos últimos meses tentando conquistar investidores. O Banco do Brasil abriu escritório de representação há dois meses.



Roberto Nishikawa, presidente da Itaú Corretora, diz que, para os árabes, Brasil ainda é novidade. "São investidores altamente seletivos, e o país deve se comunicar com eles com projetos bons e rentáveis."



A perspectiva do "grau de investimento" também é peça-chave em sua atração. "A expectativa de o Brasil virar "investment grade" [selo dado a economias confiáveis] ajuda", diz Jean Leroy, diretor do Departamento de Relações com Mercado do Bradesco. "O Oriente Médio entrou em nossa agenda anual e estaremos lá, no mínimo uma vez por ano."



José Maria Rabelo, vice-presidente da área internacional do BB, diz que há oportunidade para a relação do Brasil com a região ir além da área financeira. "Há espaço para elevar exportações, e o BB está interessado em linhas de financiamento ao comércio exterior."



COMENTÁRIO: Para o Brasil será bom ter mais um país envolvido com o petróleo ( oriente medio ), pois será mais um pais para o Brasil negociar e sair lucrando . Porem por outro lado poderá ser mais um novo aliado . O barsil se saira bem nesa pois um dos inetresses do oriente é atrair ao Brasil parte dos bilho~es que eles ganham .

sábado, 27 de março de 2010

Partidos britânicos entram em choque sobre futuro da economia

NOTTINGHAM, Inglaterra (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, afirmou nesta sábado que o oposicionista Partido Conservador irá arruinar a recuperação econômica do país caso ganhe as eleições gerais, que devem ocorrer daqui a algumas semanas.




O partido de centro-direita rebateu que, se a Grã-Bretanha não agir rapidamente para cortar seu enorme déficit orçamentário, pode enfrentar o mesmo destino da endividada Grécia, que sofre com o alto custo de empréstimos e greves gerais.



Brown, do Partido Trabalhista, que está atrás nas pesquisas eleitorais mas vem diminuindo a vantagem do Partido Conservador, estabeleceu cinco promessas para o pleito que, segundo ele, pode moldar o futuro do país nas próximas décadas.



"A Grã-Bretanha enfrenta a maior decisão a ser feita por uma geração", disse em discurso a militantes de seu partido no futurístico "parque da inovação" da Universidade de Nottingham, na região central da Inglaterra.



Brown afirmou que o Partido Trabalhista irá assegurar a recuperação econômica, cortar o déficit pela metade, proteger serviços-chave, desenvolver uma economia high-tech e criar 1 milhão de empregos qualificados caso ganhe um quarto mandato.



Já o líder do Partido Conservador, David Cameron, em discurso em Milton Keynes, também na região central do país, disse que o maior risco à economia seria demorar muito para lidar com o déficit. O Partido Trabalhista planeja cortar o déficit pela metade em quatro anos, mas os conservadores querem uma ação mais rápida.



"Veja o que aconteceu na Grécia ... se não agirmos, e agirmos rápido, o mesmo pode acontecer conosco", disse Cameron.


COMENTARIO : é bom os paises terem "medo" do futuro da economia,pois assim eles refletem sobre sua economia e gastam com coisas mais importantes, e pensem antes de gastar por bobeiras ... com isso sera bom tanto para o pais, como para a populaçao .

sexta-feira, 19 de março de 2010

Chile fará ajuste fiscal de US$ 700 milhoes apos terremoto

SANTIAGO, 19 de março (Reuters) - O Chile realizará um ajuste fiscal superior a US$ 700 milhões para arcar com o programa de reconstrução do país depois do terremoto e dos tsunamis de fevereiro, disse na sexta-feira o ministro da Fazenda, Felipe Larraín.




Essa é a primeira decisão importante do recém-empossado governo do milionário centro-direitista Sebastián Piñera, como parte de um pacote ainda em elaboração que tenta manter a competitividade da economia chilena, que vinha reagindo após a recessão de 2009, a primeira em uma década.



Estima-se que o terremoto de magnitude 8,8 tenha deixado prejuízos em torno de US$ 30 bilhões. Há alguns dias, Piñera anunciou a criação de um fundo para a reconstrução, financiado por diversas fontes.



"O ajuste começa em casa. Vai nos doer, mas conversamos com o presidente e vamos fazer um ajuste fiscal superior a US$ 700 milhões do orçamento já aprovado para aportar ao fundo de reconstrução", disse Larraín.



Segundo ele, também serão mobilizados recursos dentro de vários ministérios para apoiar o plano, mas ele não citou quantias nem os ministérios envolvidos.



O terremoto de 27 de fevereiro no centro-sul do Chile, o quinto mais potente da história moderna, deixou pelo menos 452 mortos identificados e pelo menos cem desaparecidos. Foi a pior tragédia no país em meio século, destruindo 200 mil casas, dezenas de hospitais e centenas de escolas.



Na sexta-feira, o governo anunciou também seu primeiro pacote de ajuda habitacional, educacional e para a pesca.



Diante da magnitude dos danos, o ministro da Fazenda disse que serão necessárias medidas de diversos tipos, mas que isso não impedirá um crescimento médio de 6 por cento ao ano nos próximos quatro anos, após uma contração de 1,5 por cento em 2009.



"Nosso propósito continua sendo alentar o crescimento econômico", disse Larraín, para quem é "propício" que o Chile tenha as melhores condições de crédito na América Latina. "Provavelmente vamos recorrer a algo de endividamento (externo), a algo de fundos externos e a algo de endividamento interno."



COMENTARIO : È legal o Chile usar essa quantia grande para ajudar os estragos do chile, pois mostra que o governo esta interessado em mudar,melhorar e ajudar o país . E o governo mesmo diz que querem crescer e melhorar cada vez mais para mostrar ue o país deles (Chile) tambem podem mudar sem ajuda de outros paises .

domingo, 14 de março de 2010

Valor lança aplicativo para iPhone

SÃO PAULO - O Valor Econômico lança na segunda-feira seu aplicativo para iPhone. Com ele, o leitor poderá acompanhar no celular da Apple os principais acontecimentos do dia, preços de ações, cotações de moedas e indicadores econômicos, além de acompanhar sua carteira e salvar as notícias de seu interesse em uma pasta de favoritas. O dispositivo, criado em parceria com a empresa de soluções para aparelhos móveis Mobimarket, nasce como o primeiro aplicativo brasileiro especializado em conteúdo de economia, finanças e negócios. Também é o primeiro aplicativo nacional de notícias integrado com o Twitter. É possível compartilhar o link da notícia e um comentário, e a publicação na rede de microblogs é feita diretamente da ferramenta. Na tela inicial, o leitor já encontra as informações mais relevantes do momento - as notícias de destaque e cotações rápidas do dólar e do Ibovespa. O noticiário indispensável do dia está no canal Notícias, cujo conteúdo é organizado por editorias semelhantes às do jornal e do website do Valor. O leitor tem acesso ao texto integral e pode guardar as matérias preferidas em uma área de favoritos. Para compartilhá-las, basta escolher entre publicar no Twitter ou encaminhar o texto para um amigo, por email.




Outro canal é o Ações, que traz cotações dos papéis negociados na BM & FBovespa. O usuário pode acompanhar as oscilações de preço, pesquisar os ativos pelo nome ou pela sigla correspondente e, ainda, montar e salvar sua carteira de ações. As informações sobre os papéis são completas: preço, variação, volume negociado, cotações máximas e mínimas do dia, e a evolução do ativo em gráfico que pode abranger 1 dia, 5 dias ou 1 mês, conforme a escolha. Para completar o pacote de informações indispensáveis ao usuário interessado em economia e investimentos, o aplicativo tem uma área de índices. Nele estão disponíveis cotações de moedas estrangeiras e indicadores macroeconômicos (como inflação e taxas de juros), com a mesma frequência de atualização do website.



Apesar de a campanha de lançamento começar nesta segunda, o programa já está disponível para download gratuito na loja da Apple. Mesmo antes do início da divulgação, o Valor já ocupa os primeiros lugares na lista de aplicativos de notícias disponíveis na App Store Brasil. O link para baixar o programa encontra-se em http://www.valoronline.com.br/Mobile/Default.aspx. O aplicativo para iPhone é mais uma alternativa para acompanhar o Valor em dispositivos móveis. Os donos de smartphones podem acessar o site móvel do jornal pelo link m.valor.com.br e receber, além das últimas notícias e cotações, as principais reportagens e resumos das colunas do jornal impresso. Ao mesmo tempo em que trabalhou no lançamento do aplicativo para iPhone, o Valor remodelou seu site móvel, tornando a navegação mais amigável e o layout, mais atraente. Cotações e indicadores também passaram a fazer parte do conteúdo do site para smartphones. A mobilidade vem se juntar às iniciativas da plataforma digital do Valor, que já oferece ao leitor as oportunidades de acompanhar as notícias no Twitter, em sua página personalizada no iGoogle, em newsletters e em dois formatos na web - em texto e no jornal digital - uma cópia eletrônica fiel das páginas impressas, que podem ser "folheadas" como se faz com o papel. O aplicativo também faz parte das novidades planejadas pela empresa para 2010, quando o jornal completa dez anos de existência.



COMENTARIO : Essa reportagem é muito boa para o Brasil , pois mostra que o Brasil também é capaz de subir em sua economia, mostra que o país está cada vez evoluindo mais, tanto em suas finanças, como nos sentidos tecnologicos tantos de telefonia  como em outros aspectos .

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Jonas Brothers são eleitos a pior banda em premiação de revista britânica

O trio pop Jonas Brothers foi eleito a pior banda e donos do pior disco do ano ( "Lines, Vines And Trying Times") pelo Shockwaves NME Awards, premiação organizada pelo semanário musical britânico "New Music Express". O evento aconteceu ontem, em Londres.
O grupo, que não estava no evento para receber a "homenagem", desbancou U2, Lady Gaga e Arctic Monkeys na categoria pior álbum.




Como pior banda, concorriam ainda Oasis, Green Day, Paramore e JLS.



Joseph Cultice/Divulgação



Nick, Joe e Kevin Jonas, do grupo Jonas Brothers; trio foi eleito a pior banda do ano em premiação britânica



A melhor banda britânica eleita pelos fãs do semanário foi o Muse. O Paramore foi eleito a melhor banda internacional.



O rapper Kanye West, que no ano passado criou polêmica no MTV Video Music Awards ao tomar o microfone da cantora Taylor Swift enquanto ela agradecia pelo prêmio de melhor vídeo feminino, foi eleito o vilão do ano.



Outro fato inusitado no Shockwaves NME Awards foi o resultado das categorias mais bem vestido e mais mal vestido, ambas vencidas pela cantora Lady Gaga.




COMENTARIO: No começo da carreira a banda dos irmãos Jonas estavam fazendo sucesso tanto com suas musicas, como por suas fisionomias, pois esse sucesso  pode ser considerado passageiro, assim como outras bandas de adolescentes, pois a febre Jonas passou com novos famosos aparecendo.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Lily Allen não é apropriada para crianças, diz líder conservador britânico

Londres - O líder dos conservadores do Reino Unido, David Cameron, disse não gostar que sua filha de 6 anos escute músicas de Lily Allen devido ao "conteúdo sexual" de algumas de suas letras. Segundo o líder conservador, os pais deveriam utilizar a pressão social para forçar os fabricantes a deixarem de lançar sutiãs com enchimento para meninas.


"Não podemos manter nossos filhos afastados do mundo comercial, mas deveríamos deixá-los aproveitar a infância e não expô-los a uma comercialização desnecessária e inadequada do sexo quando são pequenos", declarou Cameron, citado pelo jornal "The Daily Telegraph".

Cameron já expressou em diversas ocasiões sua intenção de pôr fim à "excessiva comercialização e sexualização das crianças" caso seja eleito como primeiro-ministro nas próximas eleições no Reino Unido, já que considera que "são pressionadas a crescer rápido demais".

Entre as medidas que aprovaria figuram um site para que os pais "compartilhem suas preocupações" sobre os produtos "inadequados" para crianças e a proibição de estratégias de marketing "manipuladoras", como a utilização de redes sociais para transformar crianças em promotoras de produtos.

Nesta semana, se soube que marcas como Fanta e Cheesestrings utilizam redes sociais no Reino Unido para se aproximar de crianças e incentivá-las a promover seus produtos entre seus amigos.

COMENTARIO : Lily Allen, sempre esteve chamando a atençao da mídia por suas rebeldias, como por exemplo letras indecentes porem com clipes inocentes mais com um toque de maldade e usando roupas exageradamente curtas, por isso alguns pais não acham ela um bom exemplo, pois eles acham que Lily Allen possa incentivar suas filhos(as) á usarem esse tipo  roupa

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sobrevivente de conflitos, Metallica compensa atraso de 11 anos em SP com hinos e fogos de artifícios

James Hetfield durante show do Metallica no estádio Morumbi, em São Paulo (30/01/2010)

Muita água rolou por debaixo da ponte que o Metallica caminhou durante os 11 anos que não passou pelo Brasil. As dificuldades enfrentadas pelo grupo durante as gravações do disco "St. Anger" (2003) e documentadas no filme "Some Kind Of Monster" parecem já distante da banda que voltou ao país nesta semana com um novo show. Ao vivo e comemorado com fogos de artifício, o Metallica mostrou que sobreviveu às tempestades ao subir no palco do estádio Morumbi, em São Paulo, para tocar neste sábado (30) frente a cerca de 68 mil pessoas.

Onze anos depois, Kirk Hammett ainda é o dono dos riffs e James Hetfield tem a mesma voz forte e potente de sempre, apesar das rugas que o telão gigantesco insiste em focar. Lars Ulrich é agressivo na bateria e continua sendo o maestro do Metallica, e Robert Trujillo acompanha com competência no baixo, apesar de ainda não ser nen
hum Jason Newsted ou Cliff Burton no palco.
METALLICA - "CREEPING DEATH"

A turnê é do disco "Death Magnetic", de 2008 e responsável por recolocar a América do Sul no mapa da banda, mas o que rege as mais de duas horas de show são mesmo os clássicos, todos lançados até 1991, quando a banda colocou nas lojas seu famoso álbum preto. "Load" (1996), "Reload" (1997) e o próprio "St. Anger", composto em um período turbulento e de reconstrução interna, foram ignorados e a ausência pouco sentida.

O início do show é aquele mesmo do DVD ao vivo "Orgulho Paixão e Glória", que recebeu disco de platina duplo pelas 60 mil cópias vendidas no Brasil: um trecho de "The Ecstasy of Gold", de Ennio Morricone, acompanhada da projeção de uma cena emblemática do faroeste "Três Homens em Conflito", de Sergio Leone, no telão. Essa é a introdução para que a banda apareça em cena trazendo os clássicos "Creeping Death" e "For Whom The Bell Tolls", ambas do segundo disco "Ride the Lightning" (1984). Daqui em diante, quase tudo muda de um show para outro.

Para esta primeira de duas apresentações em São Paulo a banda trouxe "The Four Horsemen", do estreante "Kill 'Em All" (1983), e encaixou "Harvester of Sorrow" na sequência. Depois do estrondo, a calmaria veio com "Fade To Black", para só então mostrar material novo. De "Death Magnetic", quatro músicas fizeram as honras: a sequência já obrigatória "That Was Just Your Life", "The End of The Line" e o single "The Day That Never Comes", e "Broken, Beat & Scarred" (em Porto Alegre foi trocada por "Cyanide" e não deve se repetir neste domingo no Morumbi).

Ao mostrar o que foi feito de mais recente no estúdio, Hetfield se sentiu à vontade para perguntar: "vocês gostam do disco? Vocês têm o álbum?". As respostas foram afirmativas. Quem, afinal, se arrisca em admitir o download do material frente à banda que já abriu processo contra a divulgação de música grátis na internet?

Os hinos do Metallica vieram metralhados em "Sad But True" (dedicada aos "amigos" do Sepultura, que abriram o show), "Master of Puppets", "Nothing Else Matters", "One" (introduzida por uma sequência de fogos de artifício e lança-chamas no palco) e "Enter Sandman", que fechou a primeira parte da apresentação e tirou a banda de cena. Kirk Hammett voltou sozinho ao palco para o bis protagonizando seu momento solo, com um blues na guitarra.

Quando toda a banda ressurgiu, Hetfield anunciou o momento já conhecido pelos fãs, mas sempre imprevisível. "Sempre tocamos nessa hora uma música de uma banda que influenciou o Metallica. Essa banda é Queen", disse o vocalista ao emendar "Stone Cold Crazy". Seguida por "Motorbreath", o encerramento, sim, foi previsível. "Essa tem só três palavras: 'Seek and Destroy'", disse o vocalista enquanto a multidão já gritava pelo título da música.

Para se despedir do público, o Metallica trouxe fogos de artíficios e presentou os fãs --a quem Hetfield chama de "amigos"-- com uma chuva de palhetas decorativas da turnê "World Magnetic Tour". Mesmo depois de cumprir a missão de "fazer as pessoas se sentirem bem", anunciada no ínicio do show, os músicos pareciam não querer ir embora e permaneceram por alguns minutos no palco após o show. "Espero que a gente não demore outros 11 anos para voltar ao Brasil", disse Lars para Hetfield completar: "Até amanhã, São Paulo".

O Metallica se apresenta também neste domingo (31), no mesmo local. Ainda há entradas de todos os setores para o segundo show a R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancadas azul e vermelha), R$ 190 (arquibancada vermelha especial), R$ 250 (pista e cadeira inferior), R$ 300 (cadeira superior) e R$ 500 (pista vip). Estão à venda apenas na bilheteria do Morumbi, do meio-dia até o início do show.

Veja as músicas que o Metallica tocou em São Paulo:

"Creeping Death"
"For Whom the Bell Tolls"
"The Four Horsemen"
"Harvester of Sorrow"
"Fade to Black"
"That Was Just Your Life"
"The End of The Line"
"The Day That Never Comes"
"Sad But True"
"Broken, Beat & Scarred"
"One"
"Master of Puppets"
"Blackened"
"Nothing Else Matters"
"Enter Sandman"

bis
"Stone Cold Crazy" (cover do Queen)
"Motorbreath"
"Seek and Destroy"


COMENTÁRIO:
A banda Metallica mesmo prometendo outros shows há um tempo atrás no Brasil e não cumprindo a agenda, desta vez após 11 anos eles voltaram ao país conseguindo agradar seu público com novas canções e mesmo o vocalista sendo o mais velho da banda, impressou o público como ninguém ! Chegando ao final do show ouvindo do público um enorme "bis", com direito a queima de fogos de seus fãs.

Beyoncé participa de campanha para ajudar o Haiti

Sobrevivente de conflitos, Metallica compensa atraso de 11 anos em SP com hinos e fogos de artifícios
MARIANA TRAMONTINA
Da Redação

James Hetfield durante show do Metallica no estádio Morumbi, em São Paulo (30/01/2010)

MAIS FOTOS DO SHOW OUÇA AS MÚSICAS DA TURNÊ TUDO DE METALLICA NO UOL Muita água rolou por debaixo da ponte que o Metallica caminhou durante os 11 anos que não passou pelo Brasil. As dificuldades enfrentadas pelo grupo durante as gravações do disco "St. Anger" (2003) e documentadas no filme "Some Kind Of Monster" parecem já distante da banda que voltou ao país nesta semana com um novo show. Ao vivo e comemorado com fogos de artifício, o Metallica mostrou que sobreviveu às tempestades ao subir no palco do estádio Morumbi, em São Paulo, para tocar neste sábado (30) frente a cerca de 68 mil pessoas.

Onze anos depois, Kirk Hammett ainda é o dono dos riffs e James Hetfield tem a mesma voz forte e potente de sempre, apesar das rugas que o telão gigantesco insiste em focar. Lars Ulrich é agressivo na bateria e continua sendo o maestro do Metallica, e Robert Trujillo acompanha com competência no baixo, apesar de ainda não ser nenhum Jason Newsted ou Cliff Burton no palco.
A turnê é do disco "Death Magnetic", de 2008 e responsável por recolocar a América do Sul no mapa da banda, mas o que rege as mais de duas horas de show são mesmo os clássicos, todos lançados até 1991, quando a banda colocou nas lojas seu famoso álbum preto. "Load" (1996), "Reload" (1997) e o próprio "St. Anger", composto em um período turbulento e de reconstrução interna, foram ignorados e a ausência pouco sentida.

O início do show é aquele mesmo do DVD ao vivo "Orgulho Paixão e Glória", que recebeu disco de platina duplo pelas 60 mil cópias vendidas no Brasil: um trecho de "The Ecstasy of Gold", de Ennio Morricone, acompanhada da projeção de uma cena emblemática do faroeste "Três Homens em Conflito", de Sergio Leone, no telão. Essa é a introdução para que a banda apareça em cena trazendo os clássicos "Creeping Death" e "For Whom The Bell Tolls", ambas do segundo disco "Ride the Lightning" (1984). Daqui em diante, quase tudo muda de um show para outro.

Para esta primeira de duas apresentações em São Paulo a banda trouxe "The Four Horsemen", do estreante "Kill 'Em All" (1983), e encaixou "Harvester of Sorrow" na sequência. Depois do estrondo, a calmaria veio com "Fade To Black", para só então mostrar material novo. De "Death Magnetic", quatro músicas fizeram as honras: a sequência já obrigatória "That Was Just Your Life", "The End of The Line" e o single "The Day That Never Comes", e "Broken, Beat & Scarred" (em Porto Alegre foi trocada por "Cyanide" e não deve se repetir neste domingo no Morumbi).

Ao mostrar o que foi feito de mais recente no estúdio, Hetfield se sentiu à vontade para perguntar: "vocês gostam do disco? Vocês têm o álbum?". As respostas foram afirmativas. Quem, afinal, se arrisca em admitir o download do material frente à banda que já abriu processo contra a divulgação de música grátis na internet?

Os hinos do Metallica vieram metralhados em "Sad But True" (dedicada aos "amigos" do Sepultura, que abriram o show), "Master of Puppets", "Nothing Else Matters", "One" (introduzida por uma sequência de fogos de artifício e lança-chamas no palco) e "Enter Sandman", que fechou a primeira parte da apresentação e tirou a banda de cena. Kirk Hammett voltou sozinho ao palco para o bis protagonizando seu momento solo, com um blues na guitarra.

Quando toda a banda ressurgiu, Hetfield anunciou o momento já conhecido pelos fãs, mas sempre imprevisível. "Sempre tocamos nessa hora uma música de uma banda que influenciou o Metallica. Essa banda é Queen", disse o vocalista ao emendar "Stone Cold Crazy". Seguida por "Motorbreath", o encerramento, sim, foi previsível. "Essa tem só três palavras: 'Seek and Destroy'", disse o vocalista enquanto a multidão já gritava pelo título da música.

Para se despedir do público, o Metallica trouxe fogos de artíficios e presentou os fãs --a quem Hetfield chama de "amigos"-- com uma chuva de palhetas decorativas da turnê "World Magnetic Tour". Mesmo depois de cumprir a missão de "fazer as pessoas se sentirem bem", anunciada no ínicio do show, os músicos pareciam não querer ir embora e permaneceram por alguns minutos no palco após o show. "Espero que a gente não demore outros 11 anos para voltar ao Brasil", disse Lars para Hetfield completar: "Até amanhã, São Paulo".

O Metallica se apresenta também neste domingo (31), no mesmo local. Ainda há entradas de todos os setores para o segundo show a R$ 150 (arquibancada laranja), R$ 170 (arquibancadas azul e vermelha), R$ 190 (arquibancada vermelha especial), R$ 250 (pista e cadeira inferior), R$ 300 (cadeira superior) e R$ 500 (pista vip). Estão à venda apenas na bilheteria do Morumbi, do meio-dia até o início do show.
COMENTARIO : Mesmo a banda metallica,prometendo shows anos atras e não vindo, eles conseguem vir depois de 11 anos e agradar seu publico, com canções novas, e mesmo com a idade ja avançada dos integrantes da banda eles conseguem levar o publico ao delírio, enchendo o estádio do Morumbi, tendo direito de fogos de artifícios dos fãs no final do show .