Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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domingo, 13 de março de 2011

PIB global pode crescer 15,7% até 2050 com investimento em sustentabilidade, diz ONU


Investir 2% do PIB global ao ano poderia gerar 'economia verde'
Um investimento anual de 2% do PIB global para adaptar as economias a um futuro mais sustentável poderia trazer como benefício secundário um crescimento econômico de 15,7% até 2050, segundo um relatório divulgado nesta segunda-feira pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Unep, na sigla em inglês).
De acordo com o estudo, seriam necessários investimentos equivalentes a US$ 1,3 trilhão anuais (cerca de R$ 2,15 trilhões) em dez áreas-chave para garantir uma "economia verde com baixo consumo de carbono e eficiente no uso dos recursos".
As áreas para investimento identificadas pela Unep são: agricultura, construções, suprimento de energia, pesca, florestas, indústria, turismo, transporte, manejo de lixo e água.
O relatório analisa vários cenários possíveis e afirma que um investimento anual de 2% do PIB global levaria inicialmente a uma atividade econômica menor, com um crescimento 0,8% inferior do que seria se nada fosse feito até 2015, mas com um crescimento 2,7% maior em 2030 e 15,7% maior em 2050.
Em um outro cenário analisado, no qual o investimento anual seria de 1% do PIB global, a redução no crescimento até 2015 seria de 0,3%, mas a diferença de crescimento posterior seria menor em relação ao primeiro cenário: 1,4% em 2030 e 6,3% em 2050.
"Há ações rápidas que podem ser tomadas, começando literalmente já", afirma Pavan Sukhdev, diretor da Iniciativa para uma Economia Verde da Unep.
"Desde a redução ou retirada total dos US$ 600 bilhões de subsídios para os combustíveis fósseis até o redirecionamento de mais de US$ 20 bilhões que recompensam perversamente os envolvidos na pesca insustentável", diz.

COMENTÁRIO:
            Estamos diante de uma nova revolução a favor da humanidade, dessa vez botamos em prática mais do que nunca o "unir o útil ao agradável', pois um projeto onde além de melhorarmos as condições ecológicas mundiais podemos ainda lucrar com isso, é algo que não se pode recusar ou deixar dessa vez e serem mais cobrados do que foram no passado para ser feito depois. A desculpa daqueles que não assinaram o tratado de Kyoto não era porque isso iria causar um impacto negativo em sua economia? Porém a solução já foi dada, só resta à eles tomarem iniciativa 

Brasil é o 5º no mundo em selo verde para construção sustentável


O Brasil ficou com o 5.º lugar no ranking de maior número de certificações Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental, na sigla em inglês) para construções sustentáveis em 2010. Com 23 selos verdes emitidos no ano passado pelo Green Building Council Brasil, o País ficou atrás dos Estados Unidos, dos Emirados Árabes Unidos, do Canadá e da China.
Veja também:
Além dos empreendimentos que já ganharam o selo verde, outros 211 terminaram 2010 em processo de certificação, entre eles estádios de futebol, shopping centers, bairros e escolas. Para 2011, a expectativa é de que 35 empreendimentos sejam certificados e outros 300 estejam em processo de certificação no Brasil.
Tem ocorrido um aumento da construção sustentável, em que empreendimentos reutilizam a água, usam novas tecnologias de aquecimento e geração de energia, reduzem a quantidade de lixo gerado e usam materiais ecologicamente corretos nas obras.
De 1986 a 2006, apenas 500 empreendimentos eram considerados ecologicamente corretos em todo o mundo. Em 2010, eram mais de 100 mil edifícios comerciais e quase 1 milhão de residências. Numa construção certificada, o consumo de energia é 30% menor, em média, e o de água cai entre 30% e 50%.

COMENTÁRIO:

            Após anos de destruições relacionadas a natureza, agora em que a situação está cada vez mais complicada, as grandes potências mundiais resolvem 'cuidar' do planeta, dando início a projetos de sustentabilidade reconhecidos mundialmente. O que esperamos é que esses projetos estimulem nas novas gerações um sentimento de proteção e faça com que não seja repetido os erros do passado e que as sociedades dêem mais valor ao meio que nos deu muita riqueza no passado.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Danone promove campanha de reflorestamento

O que a gente está fazendo aqui? Salvando a natureza!”. A resposta estava na ponta da língua do grupo de crianças que participou da ação de plantio promovida pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) em parceria com a Danone no dia 28 de janeiro, em Nazaré Paulista. Nem o sol escaldante desanimou os cerca de 15 pequenos. Com a ajuda dos pais ou dos integrantes do IPÊ, cada um pôde plantar uma muda, dando início ao projeto de reflorestamento de 20 mil unidades de espécies nativas de Mata Atlântica.

O evento marca o começo da segunda fase de um projeto voltado para a educação ambiental lançado no ano passado, o Danoninho para Plantar. Primeiro foi distribuída no mercado uma versão promocional do petit suisse que vinha com sementes para que as crianças pudessem plantar nos potinhos do produto. Cada embalagem vinha com um código de barras que permitia o acesso ao site da empresa, onde era possível criar uma árvore virtual, acompanhando cada fase do seu desenvolvimento, e ter breves lições de ecologia.A ideia era disseminar a educação ambiental de forma lúdica, estimular a interação do público infantil com a natureza.
O sucesso da iniciativa foi tão grande que, durante a promoção, o portal da Danone recebeu mais de 3 milhões de visitas. Foram cinco milhões de bandejas vendidas e 100 mil árvores virtuais plantadas. Em Araporã, interior de Minas Gerais, uma professora resolveu usar o produto para dar aulas de ecologia à sua turma. O resultado foi tão positivo que o IPÊ e a Danone pretendem lançar, neste ano, uma nova versão da campanha com cartilhas que devem ser distribuídas em escolas.


Mas, para os seus idealizadores, esse projeto não teria o mesmo sentido se ele não gerasse um ganho direto para o ambiente. Por isso, cada árvore virtual foi convertida no reflorestamento de 1m2 de Mata Atlântica. Esse tipo de vegetação foi escolhida por ser um bioma altamente ameaçado que conserva apenas 8% do seu território original. As mudas estão sendo plantadas no entorno do rio Atibainha, local estratégico para a preservação dos recursos hídricos do reservatório do rio – de onde provém 70% da água que abastece a cidade de São Paulo. Além de patrocinar o plantio, a Danone financiará a manutenção das espécies plantadas – feita pelo IPÊ – até que elas atinjam a maturidade.
“Além de estimular a experiência de plantar no potinho do produto – o que é legal porque tem toda uma interação entre a mãe e a criança no momento de colocar a plantinha lá – e de oferecer um conteúdo ecológico, com essa campanha nós queremos contribuir efetivamente para fazer diferença no mundo em que a criança vai encontrar lá na frente”, afirma André Britto, gerente de marketing da Danone.

A parceria entre essas duas instituições mostra que a união de empresas a ONGs que lutam por causas ambientais pode dar bons resultados. Se, de um lado, a Danone associa sua marca ao conceito de sustentabilidade, aumentando o consumo do seu produto, de outro, o IPÊ, que há 19 anos trabalha pela conservação da biodiversidade em várias regiões do país, recebe recursos gerados pelo aumento das vendas desses produtos e, assim, financia os seus projetos.

“Cada um traz para a mesa o que faz de melhor.Estamos somando forças para contribuir com uma questão maior – a da preservação do planeta. A mensagem que queremos levar para as crianças não é 'consuma mais um produto só por consumir', mas que, com essa compra, ela tem a oportunidade de contribuir com um objetivo maior”, afirma Andrea Peçanha Travassos, Gerente de Desenvolvimento Institucional do IPÊ. (Luana Caires)

http://www.oeco.com.br/ano-internacional-das-florestas/24771-danone-promove-campanha-de-reflorestammento

COMENTÁRIO:
.Sustentabilidade é importante para o desenvolvimento sem agredir o meio ambiente, hoje em dia as pessoas nao ligam muito para isso, mas para as geraçoes futuras pode ser um grande problema.Esse projeto da Danone é super conciente e racional, onde concientizam as pessoas a pensar mais no planeta. Açoes de sustentabilidade garante o longo prazo de um planeta em boas condiçoes para desenvolver a forma de vida, garantindo uma boa qualidade de vida para as geraçoes futuras

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mata Atlântica tem 80% de sua área em terras privadas


Mais ameaçado dos biomas brasileiros, 80% dos remanescentes da Mata Atlântica estão concentrados nas mãos de proprietários privados, o que torna a floresta mais suscetível a desmatamentos - principalmente se for adiante a proposta de alteração do Código Florestal, que tramita no Congresso Nacional.
Há no País pelo menos 17 milhões de hectares que descumprem as premissas do atual Código Florestal e podem ser recuperados. São áreas de preservação permanente (APPs), como margens de rios e topos de morros, e de reserva legal nas propriedades agrícolas. Caso seja reduzida a área destinada à proteção permanente, como prevê a proposta do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), o País não cumprirá os compromissos internacionais firmados em outubro na Convenção de Biodiversidade da ONU, realizada em Nagoya, no Japão.
É o que mostra o estudo Convenção sobre Biodiversidade Biológica - Metas 2010 Mata Atlântica, elaborado pela ONG WWF-Brasil e o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e apresentado ontem, em São Paulo. "O principal desafio hoje para a recuperação da Mata Atlântica é reverter a proposta de mudança no Código Florestal. Se isso ocorrer, como querem entidades ligadas ao agronegócio, não cumpriremos a meta firmada em Nagoya de proteger 17% do bioma até 2020", afirma Cláudio Maretti, superintendente de conservação do WWF-Brasil.
Ele explica que na situação atual o País já não cumpriria o acordo, pois o bioma está restrito a 7,9% da cobertura original, num total de 102 mil km². Quando o Brasil foi descoberto, em 1500, a Mata Atlântica cobria 1,3 milhão de km². O bioma é importante também por abrigar 65% das espécies ameaçadas de extinção no Brasil - muitas são endêmicas, ou seja, só existem ali.
Reservas privadas
Para o WWF-Brasil, uma das maneiras de aumentar a proteção do bioma é estimular a criação de unidades de conservação em áreas privadas. Hoje existem 627 reservas privadas (RPPNs) de Mata Atlântica em todo o País, que protegem 0,1% do bioma. Parques nacionais e estaduais somam apenas 2,3% da área protegida da Mata Atlântica. "Os proprietários privados são fundamentais para se resguardar o que resta da floresta. Mas praticamente não existe política pública para incentivar a criação de reservas particulares", diz Luciana Simões, coordenadora do Programa Mata Atlântica do WWF-Brasil. Ela também defende o uso de ferramentas econômicas para estimular a preservação, como o pagamento a agricultores que preservarem seus remanescentes de floresta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 


Comentário:
     Qual o sentido de aprovar um novo código florestal, sendo que ele além de ajudar a devastar mais rápido a Mata Atlântica também fará com que o Brasil não cumpra um acordo internacional? DINHEIRO, pois o novo código florestal será vantajoso para os donos de locais privados na Mata Atlântica. A cada eleição nos enchemos de esperança de que que algo positivo seja feito, mas demonstrações como essa nos fazem a crer que o governo é altamente influenciável. Ao invés de incentivarem os donos das propriedades privadas a preservar uma parte de seu terreno e além de cumprir com o acordo internacional de preservar 20% até 2020, iremos está nos redimindo de alguma maneira pela devastação que o homem já causou, além de salvar os 65% de espécies que já estão em extinção, de não serem extintas. Nos resta agora esperar que aqueles que colocamos no poder façam por merecer esse voto de confiança.