Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Leia íntegra de documento oficial dos EUA sobre poluição no Brasil

Brasil: Se o Desenvolvimento Traz poluição, Que Assim Seja



Publicado pelo Departamento de Estado norte-americano em 2 de março de 1972


A oposição do Brasil a qualquer coisa que possa sugerir o a criação de padrões ambientais na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Humano, em junho em Estocolmo, reflete medos profundos de que tais controles possam frustrar seu impressionante crescimento econômico e o cumprimento de seu destino de potência mundial. Assim, o compromisso prioritário dos brasileiros com o desenvolvimento não deve ser diminuído nem mesmo pelos mais persuasivos argumentos em prol da atenção aos problemas ambientais. Na conferência, pode-se esperar que os brasileiros liderem vigorosamente aqueles que consideram os controles uma ameaça ao ser desenvolvimento, e eles continuarão a estimular qualquer investimento em grande escala que apóie seus objetivos de desenvolvimento, mesmo que isso signifique "importar poluição".


A posição brasileira. Embora a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Humano, em junho em Estocolmo, não deva recomendar ações que levem a padrões internacionais obrigatórios contra a poluição, o Brasil tem se posicionado firmemente contra aquilo que ele considera ingerências na sua soberania nacional. A política brasileira oficial, refletida em discussões preliminares, coloca objetivos de desenvolvimento acima do controle da poluição e busca forçar os países desenvolvidos a assumir a responsabilidade pelo controle da poluição. Embora as atitudes brasileiras sobre a poluição não sejam monolíticas, aqueles que fazem as políticas públicas, como o presidente Médici, o Ministério das Relações Exteriores e o poderoso ministro da Fazenda Delfim Netto, estão de acordo entre si e dizem que padrões internacionais serão usados para manter as nações em desenvolvimento dependentes. Outros, como membros do fraco Congresso e o presidente do Instituto de Estudos Oceânicos [Instituto Oceanográfico], admitem os perigos da poluição, mas no geral pedem soluções brasileiras para problemas brasileiros. A maioria acredita que os problemas ambientais do Brasil são diferentes daqueles dos países desenvolvidos e que saneamento básico, nutrição e problemas de saúde são eles mesmos formas de poluição que podem ser melhor superadas através do desenvolvimento em si.


Aspirações brasileiras. Quinto maior país do mundo, o Brasil historicamente enxerga a si mesmo como uma potência mundial. Agora que os brasileiros estão eles mesmos entrando numa era de grandeza, também buscam um papel de porta-vozes dos LDCs [grandes países em desenvolvimento] e de líderes das nações latino-americanas. Dono da indústria mais sofisticada da América do Sul e com disparidades dramáticas no desenvolvimento regional, o Brasil tem problemas e aspirações comuns tanto aos países desenvolvidos quanto aos em desenvolvimento. Dada essa dualidade, os brasileiros vêem a Conferência de Estocolmo tanto como uma ameaça às suas ambições de desenvolvimento quanto como uma oportunidade de desempenhar um papel de liderança entre os LDCs. Além disso, o Brasil tem pouco a perder ao adotar uma postura pró-desenvolvimento na conferência. Tal posição reforça as aspirações domésticas nacionais e põe pressão sobre os países desenvolvidos para que forneçam assistência adicional para cobrir os custos do controle da poluição.


Controles, uma ameaça. O crescimento econômico impressionante do Brasil tem sido um forte lastro para os três regimes militares no poder desde o golpe de 1964. Embora a continuação do domínio dos militares não deva ser ameaçada a menos que a economia sofra um abalo drástico e imprevisto, os líderes atuais reconhecem que grande parte da aceitação passiva que permite seu estilo atual de domínio autoritário depende da prosperidade continuada. Essa prosperidade tem sido abastecida significativamente pelo crescimento das exportações industriais, que se tornariam bastante vulneráveis caso controles internacionais de poluição viessem a ser estabelecidos.


O crescimento da exportação de bens manufaturados foi de 50% em média em 1969 e 1970. Em 1964, a participação das manufaturas no total de exportações do Brasil era 6,5%; em 1970, ela alcançou 16,6%. Além disso, 52% das exportações de manufaturados vão para EUA, Europa, Japão e Canadá, países mais imediatamente preocupados com problemas de poluição e numa melhor posição de absorver os custos dos controles, especialmente porque eles têm maior probabilidade de desenvolver a tecnologia necessária. Se esses países impuserem seus próprios padrões, os brasileiros talvez precisem adaptar sua indústria para reter esses mercados. Além disso, mesmo que os custos adicionais de importar novas tecnologias sejam baixos, sua quantidade é incerta e, de um jeito ou de outro, [isso] poderia afetar a vantagem competitiva das exportações brasileiras de manufaturados.


O Brasil também pode estar preocupado com a possibilidade de as agências internacionais de empréstimo adotarem padrões ambientais para projetos que financiam, aumentando assim o custo dos empréstimos. Como maior cliente do Banco de Importação e Exportação e do IRBD [Bird], mesmo padrões mínimos aumentariam a já grande dívida externa do Brasil.


Uma outra consideração poderia explicar a intransigência do Brasil em relação às questões ecológicas. Parte dos planos grandiosos de desenvolvimento nacional e defesa incluem a colonização da região amazônica, ela própria equivalente ao décimo maior país do mundo. As implicações ecológicas de perturbar o equilíbrio da natureza através do desenvolvimento da Amazônia não apenas são difíceis de julgar mas também parecem ser uma distração desnecessária para um governo que quer incorporar a região à vida nacional e "contrabalançar ameaças externas e neutralizar desejos estrangeiros antigos da Amazônia como sendo uma região a ser aproveitada pelos outros". Tampouco o Brasil se interessa por dar ouvidos aos críticos de seus intensivos programas hidrelétricos, uma questão sensível com a Argentina, que se preocupa com seus direitos fluviais a jusante.


Perspectivas. Dado o compromisso dos brasileiros com o desenvolvimento e a tremenda confiança de que seus vastos recursos impedirão danos sérios ao equilíbrio ambiental, é improvável que mesmo os argumentos mais persuasivos por atenção aos problemas ecológicos tornem os brasileiros mais cooperativos. Na Conferência de Estocolmo, pode-se esperar que eles sejam defensores agressivos da soberania nacional e da responsabilidade dos países desenvolvidos em assumir o ônus do controle da poluição. Os brasileiros podem considerar fatores ambientais em projetos quando o custo é mínimo, especialmente em áreas congestionadas e urbanizadas, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas, no geral, continuarão a estimular investimentos em grande escala que apóiem seus objetivos de desenvolvimento, mesmo que isso signifique "importar poluição". No futuro, o Brasil poderá até mesmo se tornar um "porto seguro para a poluição" para empresas que estejam procurando escapar a restrições de países com controles.



Estados Unidos alertam para acordo "nado-morto"

Os Estados Unidos alertaram, terça-feira, para um acordo "nado-morto" sobre o clima, apelando aos países emergentes para assumirem compromissos mais concretos para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa.



A cimeira de Copenhaga sobre o clima comprometeu-se em Dezembro a reduzir as emissões de CO2 de forma a limitar o aquecimento da atmosfera a dois graus.


Mas os países emergentes, particularmente a China, a Índia, o Brasil e a África do Sul, recusaram assumir compromissos juridicamente vinculativos nesse sentido.


Intervindo terça-feira num centro de reflexão de Washington, o Center for American Progress, o negociador norte-americano para o clima, Todd Stern, considerou a posição dos quatro grandes países emergentes «um pouco ambígua».


«Penso que vão assinar o acordo porque seria demasiado grave não o fazer», considerou.


«Isso iria conduzir a um acordo nado-morto, em contradição com o impulso manifesto que os líderes desses países deram em Copenhaga», indicou.


O acordo de Copenhaga deve ser concretizado em Dezembro próximo durante um novo encontro internacional na estância balnear mexicana de Cancun.


Stern recusou pronunciar-se sobre as possibilidades de sucesso de um novo acordo internacional para substituir o protocolo de Quioto que termina em 2012.


O responsável norte-americano assegurou que os Estados Unidos estão prontos a fazer a sua parte do trabalho para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa mas insistiu na necessidade de integrar todos os grandes Estados poluentes num regime vinculativo.


«Não há um outro meio de atacar a crise que se anuncia», avisou.


Comentários: como nem todos os países assinaram o protocolo de Kyoto, eles criaram o Mar Morto apenas para os países mais emergentes para diminuição do CO2.

UE fixa plano para período pós-Kyoto

Os ministros de Meio Ambiente da UE (União Européia) fixaram nesta terça-feira (30) a posição dos 27 países-membros para a Conferência sobre a Mudança Climática da ONU, que será realizada em dezembro em Bali, na Indonésia.



No evento serão fixadas as bases para um acordo posterior ao Protocolo de Kyoto, que termina em 2012.


Os ministros ressaltaram que o objetivo das medidas estipuladas é fazer com que a temperatura média global não aumente mais que dois graus centígrados em relação ao nível pré-industrial.


Com isso, a UE reitera os compromissos assumidos em março, quando os países concordaram em reduzir de forma unilateral suas emissões de CO2 (dióxido de carbono) em cerca de 20% até 2020 em relação ao nível de 1990.


Os representantes do órgão lembraram o interesse dos países-membros em fazer com que 20% da energia consumida em 2020 proceda de fontes renováveis e que os biocombustíveis representem 10% dos utilizados nesse ano.


O comissário europeu para meio-ambiente, Stavros Dimas, comemorou as conclusões adotadas e advertiu que as negociações em Bali não serão fáceis, devido sobretudo à recusa dos Estados Unidos em assumir compromissos contra o aquecimento global.


No entanto, o comissário afirmou confiar que "impere a razão" e que se consiga apoio contra a mudança climática de países que até agora não compartilham dos objetivos do Protocolo de Kyoto.


A ministra espanhola de Meio Ambiente, Cristina Narbona, disse em entrevista coletiva que o texto aprovado hoje mostra o interesse de fortalecer o financiamento internacional para que os países em desenvolvimento possam contar com novas tecnologias mais ecológicas e para financiar a proteção de florestas em outros países, reconhecendo seu papel de consumidoras de CO2.



Salão de Detroit exibe carros ecologicamente corretos

As fabricantes norte-americanas de automóveis aproveitaram o início do Salão de Detroit, ontem (13), para defender a redução no consumo de gasolina.



Seguindo a tendência das últimas edições, a General Motors (GM), a Ford e a Chrysler apareceram no salão mais "verdes" do que nunca.


Salão de Detroit reúne fabricantes, como a Toyota, que mostram suas novidades para 2008; ecologicamente correto foi destaque


O grande anúncio da GM na abertura do primeiro dia do Salão não foi um novo veículo, mas um surpreendente acordo com a desconhecida empresa Coskata para fabricar etanol a partir de praticamente qualquer produto e a um custo muito mais barato do que atualmente.


O presidente da GM, Rick Wagoner, disse que frente à crescente demanda de energia que o mundo experimentará nos próximos anos, a resposta é perfeitamente clara. "Temos que desenvolver formas de propulsão alternativas para poder responder", afirmou.


A chave é a tecnologia desenvolvida pela Coskata que, graças à utilização de microorganismos e biorreatores, pode produzir etanol com materiais como ervas, sacolas de plástico e, inclusive, pneus velhos, a um custo de menos de US$ 1 por galão (3,7 litros).


A Ford e a Chrysler não ficaram atrás nos anúncios ecologicamente corretos, embora a segunda e terceira maiores fabricantes americanas tenham acertado as bases para uma acirrada disputa no terreno das pickups.


A Ford apresentou a EcoBoost, uma tecnologia que pode ser aplicada a qualquer motor e permite reduzir o consumo de combustível em 20% e as emissões de dióxido de carbono em 15%.


O segredo da EcoBoost é a utilização de uma sobrealimentação e a injeção direta. A Ford quer que, a partir de 2009, saiam de suas fábricas, a cada ano, meio milhão de veículos com esta tecnologia.


Enquanto isso, a Chrysler também anunciou que, nos próximos anos, ampliará sua gama de veículos híbridos e expressou seu compromisso com as tecnologias mais ecológicas.


As duas fabricantes, porém, reservaram seus maiores esforços para a apresentação do Ford F-150 e o Dodge Ram 1500, duas pickups que disputarão neste ano uma categoria-base para os resultados de Detroit.

Comentários: Esse carro diminui em 5% da liberação do dióxido de carbono, mas ainda não é o suficiente, pois 5% quando são milhões de carros não são nada, as fabricas tem que começara a produzir carro com 0 % de liberação de dióxido, só assim vai mudar alguma coisa.

Vale-tudo ameaça Amazônia, diz historiador do ambiente

A Amazônia brasileira vive uma crise de identidade, pois é hoje uma região com significados conflitantes: última fronteira agrícola, área de risco para a soberania nacional, tesouro biológico, plataforma das novas ciências.



Para o especialista em história ambiental José Augusto Pádua, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o melhor futuro do Brasil e do mundo depende da substituição dos velhos significados pelos novos.


Esses significados têm implicações no debate político --por exemplo, quando congressistas propõem alterar a reserva legal (percentual mínimo de floresta a ser preservado em propriedades rurais) na região, de 80% para 50%.


A "revolução científica" na floresta, defendida pela Academia Brasileira de Ciências em seu manifesto "Amazônia - Desafio Brasileiro do Século 21", que tem conseqüências no orçamento para pesquisa e educação, se baseia em novos entendimentos sobre o que significa a região. E, na floresta amazônica, o conflito retórico ganha contrapartida material envolvendo índios, caubóis, estrangeiros e armas.


Para o autor de "Um Sopro de Destruição" (ed. Jorge Zahar) o clima de faroeste na região mostra não só a baixa atuação do Estado como a necessidade de pensar a Amazônia de uma maneira atualizada. Pádua também aponta como engano a posição daqueles que, ao invés de louvarem o estabelecimento de reservas indígenas como garantia de preservação ambiental, fomentam teorias conspiratórias relacionadas à soberania nacional.


"O vale-tudo e a ilegalidade predatória são as grandes ameaças à segurança da região, não as reservas indígenas."

Comentários: A Amazonia é aonde se tem uma reserva gigantesca de arvores que filtram nosso ar fora que ela tem plantas medicinais importates plantas de grande importancia que curam varias doenças etc ou seja a amazonia é importante para a nossa sobrevivencia e temos cuidar dela.

Desmatamento faz malária explodir, sugere estudo feito no Acre

O desmatamento na Amazônia ajuda os mosquitos e pode fazer explodirem os casos de malária, afirmam pesquisadores dos EUA e do Brasil.



Eles observaram um aumento de 48% nos casos da doença no município de Mâncio Lima, no Acre, depois de um aumento de 4,3% na devastação.


Os resultados, publicados no periódico "Emerging Infectious Diseases", mostram a ligação entre o corte raso, o aumento no número de mosquitos e infecção de humanos por malária.


"Aparentemente, o desmatamento é um dos fatores ecológicos que podem desencadear uma epidemia de malária", disse Sarah Olson, da Universidade de Wiscosin, coautora da pesquisa.


No Brasil, a malária é transmitida pelo mosquito Anopheles darlingi, que tem uma conhecida preferência por áreas bem iluminadas. O país tem 500 mil casos anuais da doença.


Usando imagens de satélite e dados de postos de saúde, os cientistas conseguiram estabelecer uma correlação entre o aumento na incidência da malária e a taxa de desmatamento entre 1997 e 2000, quando o corte de florestas estava num período de alta.


Segundo Jonathan Patz, coordenador da pesquisa, os resultados mostram que "políticas de conservação e de saúde pública são uma coisa só".

Comentários: E se continua desmatando a amazonia irá ter mais casos de malária, e daqui  a pouco vai virar uma epidemia se o desmatamento não diminuir e começar o reflorestamento.

Negociações de 194 países sobre combate às alterações climáticas retomadas hoje em Bona

As negociações sobre o combate às alterações climáticas serão retomadas, esta sexta-feira, na Alemanha, sob a égide da ONU, tentando ganhar novo impulso na direcção a um novo acordo, depois do “fracasso” que foi considerado a cimeira de Copenhaga, realizada há quatro meses.



Representantes dos 194 países da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC) vão reunir-se em Bona até domingo, pela primeira vez desde a decepção em Copenhaga, para definir um plano de trabalho até à próxima grande conferência do clima, marcada para Dezembro, no México.


«A reunião (Bona) será essencial para reconstruir a confiança no processo, irá demonstrar abertura e transparência por um lado e eficiência por outro», afirma Yvo de Boer, secretário executivo da UNFCCC.


O acordo de Copenhaga, no final do ano passado, foi negociado até ao último minuto por vários chefes de Estado, tentando estabelecer uma meta para as emissões de gases com efeito de estufa, de modo a limitar a dois graus o aumento da temperatura global.


A maior conferência ambiental da história redundou num acordo vago e não vinculativo, que veio suscitar criticas e determinar o fracasso das negociações.


Uma centena de países formalmente disseram que apoiavam e 75 deles já anunciaram os seus compromissos de reduzir ou limitar o crescimento das suas emissões de gases com efeito de estufa até 2020.


Do encontro desta sexta-feira espera-se que os representantes dos países estudem uma forma de conduzir as negociações no futuro e de fazer a ponte entre os negociadores e os líderes políticos.

Comentários:Essas reuniões os lideres mundiais fazem toda hora e fazem muitos projetos e campanhas mas até agora mudaram muito pouco, essas são reuniões que só acontece para eles dizerem que estão se preocupando mas na verdade não estão. 

Península Ibérica é das zonas mais afectadas pelo aquecimento global

Um estudo do Ministério do Ambiente espanhol sobre a subida da temperatura nos últimos 30 anos revela que Portugal e Espanha são dos países mais afectados pelas alterações climáticas.



Em três décadas – de 1975 a 2005 - a temperatura na Península Ibérica aumentou a uma velocidade três vezes superior ao resto do planeta. O estudo refere um aumento de 0,5 graus por década.


Nos últimos 30 anos, o aumento das temperaturas foi mais intenso na Primavera e no Verão. Na comparação feita com o restante hemisfério Norte, o aquecimento da Península Ibérica também é elevado, registando-se 50 por cento acima da média.


A chuva também diminuiu de forma significativa face ao que acontecia a meio do século passado, em especial na parte final do Inverno. A primeira década do século XXI regista os valores mais baixos de precipitação desde 1950. O norte de Portugal é uma das regiões que regista maior diminuição de queda chuva na Península Ibérica.


Até ao final do actual século, a temperatura na Península Ibérica vai aumentar ainda mais: as previsões mais pessimistas apontam para mais seis graus no Verão e dois a três no Inverno.


A chuva vai ser cada vez menos e, com maior incerteza, os modelos dos especialistas também prevêem mais eventos extremos como secas e episódios de chuva intensa.

Comentários:isso vai cada vez ficar mais frequente daqui pra frente se o mundo não mudar e não só com esses países e sim com os demais e os mais afetados serão os que não estão diminuindo CO2 etc.

domingo, 9 de maio de 2010

Copa do mundo e olimpíadas serão eventos verdes

Brasília (03/05/2010) – O Ibama fará parte de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma agenda sustentável com propostas para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. É que o Brasil vai transformar as duas maiores competições esportivas do mundo em exemplos de eventos verdes. Nos projetos e na gestão estratégica dos empreendimentos que serão construídos para a realização dos jogos, os critérios ambientais serão colocados em primeiro plano. Para isso, foi assinado, na abertura da reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, um acordo de cooperação que vai criar e programar a agenda sustentável nos próximos anos.


A iniciativa conta com o apoio da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente – Abema e da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente – Anamma. A parceria irá facilitar o licenciamento ambiental dos empreendimentos prioritários dos eventos esportivos, evitando que impasses possam atrasar as obras previstas no cronograma brasileiro.

Serão buscadas soluções conjuntas entre os responsáveis pelos empreendimentos e pelo licenciamento ambiental. “O objetivo é fazer a mais verde de todas as Copas. Temos agenda para isso, capacidade política, capacidade técnica, interesse dos governos, sensibilidade dos empresários, além do apoio e da confiança da Federação Internacional de Futebol – Fifa”, declarou o ministro do Esporte, Orlando Silva. Além disso, o projeto aproveita a paixão dos brasileiros pelo futebol para estimular os torcedores a adotarem medidas de proteção ambiental.

Entre as ações previstas no termo de cooperação estão a exigência de certificação ambiental dos projetos de reformas de estádios, a preocupação com meios de transportes mais limpos e a utilização de produtos orgânicos. Serão definidas formas de assegurar o menor impacto ambiental, a neutralização das emissões de gases-estufa, a eficiência energética, a construção de estádios sustentáveis, e a promoção do consumo de produtos orgânicos durante a realização dos eventos.

Estão no grupo de trabalho que Ibama faz parte representantes dos Ministérios do Meio Ambiente e do Esporte, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio, Agência Nacional de Águas, Abema e Anamma. O grupo irá buscar parcerias para colaborar com as experiências bem sucedidas em edições anteriores das competições.

Comentário: essa iniciativa que o Brasil está tomando de fazer os eventos agredindo menos o meio ambiente será importante para sua imagem no exterior, até porque o Brasil é responsavél por uma das maiores florestas do mundo, e  isso irá mostrar que nos preocupamos com o nosso futuro, que estamos cuidando do nosso país e que servimos de exemplo para os outros paises, assim seremos bem vistos pelos outros paises e teremos mais aliados.

domingo, 2 de maio de 2010

Projeto de carbono indígena

Etnia pioneira na Amazônia quer usar dinheiro de projeto de Redd para financiar plano de desenvolvimento sustentável.







Os Surui, que detêm a posse da reserva Sete de Setembro, na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, querem ser pioneiros na elaboração de um projeto de redução de carbono para financiar o seu desenvolvimento de forma sustentável.






A etnia está elaborando um projeto de redução de emissão de carbono, através do qual quer receber recursos para manter a floresta de pé.


Os recursos serão aplicados em um plano de desenvolvimento sustentável que engloba os próximos 50 anos.


A reserva Sete de Setembro, homologada em 1983, tem uma área total de cerca de 248 mil hectares, dos quais 243 mil ainda estão preservados.


Não será o primeiro projeto de redução de emissões de carbono por desmatamento e degradação - mais conhecidos pela sigla Redd - no Brasil, mas os Surui querem que este seja o primeiro intimamente relacionado à sobrevivência de uma etnia indígena.


Os projetos de Redd são um dos principais mecanismos para incentivar a preservação de florestas após 2012, quando, espera-se, entre em vigor um acordo do clima para substituir o atual Protocolo de Kyoto, que expira nesta data.


O desmatamento responde por quase 20% das emissões globais de carbono e a maioria das emissões do Brasil. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Comentário: Esse projeto vai beneficiar ambas as partes, pois irá diminuir a emissão de carbono e diminuir o desmatamento, isso é bom porque eles vão está dando o primeiro passo para o futuro saudavél,mas não sabemos se isso irá dar certo pois as empresas tem que continuar produzindo seus produtos para lucrar, e diminuir seria reduzir a produção e isso não é bom para uma empresa, consequentemente eles (Indigenas) não teriam recursos o suficiente para acabar com o desmatamento e não conseguiriam salvar suas terras.

domingo, 7 de março de 2010

Obama diz que eleições no Iraque são marco na história do país

Hoje, o povo do Iraque votou para escolher seus governantes na segunda eleição nacional" do país, disse Obama, que se pronunciou na Casa Branca acompanhado do vice-presidente americano, Joseph Biden.



"Em todos os sentidos, isto foi um marco importante na história iraquiana", acrescentou.


Para Obama, a eleição "mostra que o futuro do Iraque pertence ao povo do Iraque" e "demonstra a crescente capacidade e o profissionalismo das Forças de Segurança iraquianas que estiveram encarregadas da proteção dos postos de votação".

O presidente americano disse que o "povo iraquiano quer que as divergências sejam discutidas e resolvidas mediante um processo político que ofereça segurança e prosperidade a todos os iraquianos".


"Continuaremos com a retirada das forças dos Estados Unidos do Iraque. No final de agosto, nossa missão de combate terá terminado.

No final do ano que vem, todas as tropas dos EUA terão saído do Iraque", afirmou Obama.

Horas antes, em uma declaração escrita e distribuída pela Casa Branca, Obama elogiou "a coragem dos cidadãos iraquianos que desafiaram a violência para votar", apesar dos ataques que deixaram pelo menos 38 mortos e 80 feridos neste domingo no Iraque.


"Tenho um respeito imenso pelos milhões de iraquianos que não se amedrontaram com os atos de violência e que exerceram hoje seu direito ao voto", afirmou o presidente americano.


"Sua participação demonstra que o povo iraquiano escolheu moldar seu futuro com um processo político", concluiu Obama.

Comentário: o Povo do Iraque depois de muito tempo ganho novamente o direito de votar. Ainda com tropas americanas Obama disse que até o ano que vem as tropas americanas não estarão mais lá assim ganhando sua liberdade devagar novamente até se tornar um país comum igual aos outros.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Designer argentino diz que mercado começa a respeitar a oferta da Amazônia e a usar madeiras alternativas

ESPECIAL PARA O ESTADO



O argentino Christian Ullmann é mais brasileiro do que o sotaque deixa transparecer. Chegou ao País em 1996, com uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para fazer uma pesquisa sobre tecnologias na área de design. E não foi mais embora.






Formado em Design Industrial, ele se dedica a projetos ligados ao ecodesign há 15 anos. Um deles é a mostra Design & Natureza, em que grandes nomes do setor criam objetos ecologicamente corretos e viáveis.






Na exposição deste ano, Zanine Caldas, Baba Vacaro, Marko Brajovic e outros designers criaram móveis tendo em mente o tema "redução no uso de recursos naturais". Após passar por São Paulo, a mostra pode ser visitada em Ribeirão Preto até o dia 7.






"Eu e a Marili Brandão criamos o projeto em 1999. Naquela época, o mercado ditava o padrão: se era madeira vermelha, tudo era feito em madeira vermelha. Se era madeira clara, a mesma coisa. Eu tinha trabalhado no Ibama com a divulgação de madeiras alternativas da Amazônia para fabricação de móveis. Sabia que o Brasil escondia um verdadeiro tesouro na floresta.






Ullmann acredita que, aos poucos, a situação está mudando. "Não é mais o mercado quem diz: queremos a madeira tal. É a floresta tropical que acena com as possibilidades de madeira."






Mas o designer ainda enxerga grandes desafios para tornar a Amazônia uma referência de sustentabilidade e geração de renda para as populações locais, com base na inserção dos produtos amazônicos no mercado mundial. "O primeiro é o compromisso dos empresários em assumir a tendência ambiental; o segundo, um pouco mais difícil, é confeccionar esses produtos; e o terceiro, um grande entrave, implica introduzir os projetos de designers locais no processo de industrialização dessa produção."






Para ele, é preciso valorizar o diferencial sul-americano tropical, característica que todo estrangeiro deseja dos produtos locais. "Competir contra a qualidade ou os baixos custos dos produtos globais, todos sabemos, não é o caminho."






Avesso à burocracia, Ullmann percebeu muito cedo o que não queria da profissão. "Estava fora dos meus planos ficar num escritório buscando soluções para problemas de empresas que produzem em grande escala. Redesenhar um parafuso que não funcionou, por exemplo. Eu queria brincar com o design."






Na faculdade, Ullmann teve contato com teorias europeias que já disseminavam o conceito de ecodesign. Mas, segundo ele, na época ninguém pensava nisso seriamente.






"A grande diferença hoje é que os jovens já saem da universidade com isso na cabeça: pensando em reaproveitamento, em reciclagem, em trabalhar com madeira certificada." Eterno otimista, Ullmann acredita que é possível implementar cada vez mais propostas sustentáveis. "Ainda fazemos muita coisa errada, mas está mudando. Se vai dar tempo ou não, por enquanto não sabemos", teoriza.






Aos 43 anos, o designer não para. Em 2000, concebeu e colocou em prática, ao lado da colega Tânia de Paula, a Oficina Nômade ? um projeto voltado para resgatar e valorizar materiais e técnicas artesanais tradicionais, direcionando a produção para o mercado contemporâneo. A iniciativa já passou pelo interior de São Paulo, Macapá, Bahia, Santa Catarina, Paraná e Amazonas.






"Tínhamos o projeto em mente, mas tudo começou quando uma empresa de refrigerantes me pediu um brinde de final de ano. A condição era que o objeto fosse desenvolvido na Amazônia, com trabalho de comunidades e em madeira certificada." Ullmann passou três meses em Itacoatiara (AM) e produziu os brindes com jovens graduados pela escola de marcenaria do Senai local.






SOUVENIRS E MILHAS






O designer conta que, quando produziu os brindes, percebeu que a ideia era viável. "Então, pegamos nossas economias, nossas milhas, e fomos para Boa Vista do Ramos, a duas horas de barco de Manaus", conta o argentino, lembrando que ninguém apostava na ideia.






Ele e Tânia logo ficaram sabendo que uma loja voltada para a classe A em São Paulo buscava produtos masculinos em madeira certificada. A negociação vingou e a dupla acabou criando uma coleção de materiais para escritório em madeira certificada doada pela Mil Madeireira.






Mas, além da Oficina Nômade, Ullmann tem uma outra menina dos olhos: o projeto Mais Design e Menos Resíduo, no qual moradores de periferias de grandes cidades trabalham com matéria-prima reciclável. "Quanto mais perto estamos das comunidades artesanais melhor para todos. Design não é só fazer produto caro e difícil de entender para a classe AA", resume.






Apesar de saber que a maioria dos designers desenvolve produtos para um consumidor de maior poder aquisitivo, Ullmann afirma que, desde o início da década, está surgindo uma contracorrente.






Segundo ele, já se pode encontrar projetos feitos para o Design & Natureza em lojas de classe média, a preços acessíveis ao consumidor comum. "Esse novo design propõe uma nova forma de pensar, de produzir, de comercializar, de usar, de descartar e de reciclar; propõe uma nova estética, uma nova ética, uma nova tabela de valores e um novo equilíbrio, que aos poucos ganha espaço, credibilidade e novos seguidores."

Comentários: A reportagem reforça o que todos já sabem que é da preservação da amazonia, o   argentino Christian Ullmann descobriu um novo tipo de madeira que pode ser usada  para fabrição de móveis que não agride o meio ambiente assim ajudando na preservação da floresta.







domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mais um dos Emirados Árabes

Após as famosas ilhas artificiais, hotéis deslumbrantes e investimentos em time de futebol o bilhonário árabe Mansour bin Zayed Al-Nahyan se mostrou um fã de Formula 1. Ele conseguiu levar a última prova da temporada 2009 para Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes, e é claro está gastando alguns “Petro-dólares” para tornar isso realidade (se é que alguém tem dúvidas).



O projeto é fantástico, um complexo de entretenimento completo com hotel, marina, museu da Ferrari, parque da Warner Bros entre outros atrativos que farão do lugar um ambiente para ser frequentado o ano todo.


O que mais chama a atenção é a integração entre os elementros do empreendimento, um exemplo é o circuíto que passa por de baixo do hotel, ou seja, quem estiver nas sacadas terá uma vista mais do que privilegiada das provas.


Esse investimento é uma tentativa dos árabes de tornar o país conhecido por sua capacidade de receber eventos esportivos, já pensando em sediar Copa do Mundo e Olímpiadas, imaginem o que deverá vir por aí.










Comentários: O complexo é perfeito para quem quer tudo na mão, com hotéis, museus, parques tudo em um só lugar isso irá proporcionar uma melhor economia para a cidade atraindo os turistas o complexo ainda tem uma pista de formula 1, o bilhonário árabe Mansour bin Zayed Al-Nahyan fez esse investimento para mostrar que o país pode sediar eventos esportivos.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL – SEU LAR INTELIGENTE – O CÉU É O LIMITE

Há muito tempo é comum e normal de ver pessoas equipando seu veículo com vidros elétricos, travas elétricas que acionam automaticamente, sistemas de alarmes acionados a distância, sistemas de som super-potentes com Dvd Player com telas de 7, 8” com controle-remoto e demais dispositivos como ar condicionado, direção hidráulica que antes eram considerados “artigos de luxo”, um acessório. Estes “dispositivos” de luxo surgem com base na necessidade de conforto, segurança e entretenimento de seus usuários. Muitos por passar muito tempo no trânsito e exigir um conforto e uma segurança bem maior e muitos por simples gosto de tecnologia agregados a outras exigências.

O que isto tem haver com Automação Residencial?

Simples: Assim como equipar seu veículo com todos estes dispositivos “automatizados” que lhe dão segurança e conforto e também, entretenimento em muitos casos, dentro dos veículos, os sistemas de automação residencial estão sendo aperfeiçoados em uma velocidade impressionante, para também lhe trazer todos estes e muitos outros mais benefícios.

Pensando nesta nova era digital e também nos profissionais envolvidos em uma obra como arquitetos, designs e engenheiros, etc. É importantíssimo lembrar que o momento certo de se pensar em uma automação residencial e também em um sistema de entretenimento como, salas de home theaters com telões, som ambiente, iluminação, persianas/cortinas automatizadas, enfim, necessitam de uma infra-estrutura específica e muito bem planejada.

Os profissionais da Automação Residencial / Áudio e Vídeo / Segurança, etc, são responsáveis por alertar e orientar estes profissionais que estão em obra para todos os pós e contras encontrados dentro de um projeto. Assim, solucionar e ajudar estes profissionais com soluções eficazes.

Opções na área da Automação Residencial / Áudio e Vídeo são inúmeras. O consultor deve conversar com o profissional e com o cliente final de modo a entender o que ele realmente busca e assim, este consultor, pode apresentar a ele o que existe e o que vai ou não atender a este cliente.

Existem opções de sistemas cabeados, os recomendados, que devem andar junto com a obra e existem também opções de sistemas não cabeados, mas que também exigem algum tipo de infra-estrutura para posicionamentos e assim cumprirem exigências técnicas de funcionamento.

Todo este projeto envolve desde a elétrica até um forro de gesso.

O que a Automação Residencial agrega ao meu projeto e/ou ao cliente?

Dentre muitos fatores, pensando em Iluminação inicialmente, por exemplo, além da valorização do próprio ambiente, do design e valorização do projeto do profissional, com iluminação comandada e dimerizada e integrada a um sistema de automação, que estará previamente programado para funcionar com carga de intensidade mais reduzida que os 100% de uma lâmpada, ou então, um comando apenas que o cliente executa para desligar todas as lâmpadas de todas as dependências de sua residência sem esquecer-se de nenhuma, o que gera também redução de custo de eletricidade a este cliente e também pensando principalmente no meio ambiente.

Um sistema de acesso residencial que, por biometria, senha, leitura de ires ou de face, este cliente entra em sua residência sem precisar carregar chaves e, dependendo do que é programado, por exemplo, o sistema reconhece o usuário da família e já liga as luzes conforme o programado, liga seu sistema de home theater com telão em seu canal ou Bluray favorito ou até mesmo prepara seu banho!

Uma coisa é interligada a outra... persianas/cortinas motorizadas e comandadas pelo sistema de automação que ao nascer o dia se abrem para aproveitar a luz do dia e a noite se fecha para assistir a um filme ou na ordem que o usuário bem determinar.

Muitas pessoas buscam fazer em sua residência um sistema de automação residencial integrado ao seu sistema de segurança com câmeras ou seu sistema de home theater, som ambiente, acesso a residência e também a outros equipamentos domésticos como ar condicionado, dentro muitos outros fatores não citados aqui, pois, buscam também segurança e certas comodidades que só hoje estão surgindo para facilitar a vida dos usuários. Hoje em dia, nossos clientes querem muito mais ficar em casa na segurança e comodidade de seu lar do que ir até um cinema, por exemplo, sem o conforto e segurança que hoje em dia são exigidos.

Resumidamente, o importante é entender o que o cliente final realmente quer para assim, montar um projeto customizado e ideal para cada cliente e fundamentalmente, para o profissional envolvido, o auxilio passo a passo e entender qual é a hora certa de entrar. Este projeto agrega valor ao trabalho de cada profissional e também, valor ao próprio imóvel deste cliente.

Hoje as pessoas procuram praticidade, isso é possivél  na sua casa, esteja aonde estiver você tem o controle da sua casa na palma da sua mão, buscando a segurança, a economia, controle, praticidade. Se vc estiver em um lugar que não seje na sua casa e esqueceu a luz ligada, apertando um botão vc à desliga, esse sistema é muito proveitoso hoje em dia em que as pessoas tem seu tempo reduzido por trabalho etc.