Rio de Janeiro - Um colar feito com caroços de azeitona e babaçu. Esta matéria-prima diferente tem chamado a atenção para os acessórios produzidos pelo casal de artesãos tocantinenses Gonçalo e Maria da Paz. Os caroços, depois de lavados e lixados, são secados ao sol. O resultado tem provocado impacto, como avalia a representante do Instituto Ecológico, de Palmas (TO), Verônica Coelho.
“A inventividade deles é extraordinária e muitos compradores têm vindo ao estande para conferir a peça. Até porque, é mesmo muito difícil imaginar que, o que ia direto para o lixo, possa se transformar em um detalhe tão bonito”, observa Verônica.
O Instituto Ecológico, uma Organização Não Governamental (ONG), também está apresentando peças de outros 12 produtores no II Encontro Internacional de Comércio Justo, que acontece na Cidade Nova, no Rio de Janeiro, até hoje (7). Sementes de jatobá, açaí e buriti se transformam em biojóias, objetos de decoração. Já as frutas do cerrado viram licores, geléias e doces.
O Instituto, criado há dez anos, trabalha com a capacitação dos produtores, mas está ampliando a atuação para ganhar acesso ao mercado, o grande gargalo da produção.
Com a criação este ano do Empório Justo, braço comercial da ONG, a perspectiva se mostra animadora. O Empório negocia um contrato com uma rede inglesa, que pode garantir a venda anual de 15 mil peças, dez vezes mais do que o número atual.
“Muitos estão desistindo da atividade porque não conseguem comercializar as peças. Queremos reverter essa tendência, dando a eles a possibilidade de venda constante”, afirma Verônica Coelho.
Comentário:
Se até mesmo caroços de azeitona podem ser utilizados para fazer colares, por que não é possível encontrar novas formas de re aproveitar materiais que já foram utilizados, como plástico, ou outros tipos de matéria prima como restos de frutas, etc, se tudo o que jogamos fora fosse aproveitado, não teríamos tantos problemas com falta ou excesso de materiais, e consequentemente não seria gasto tanto dinheiro na busca para matérias primas como o petróleo, que não seria abolido, mas seria minimizado e economizado.
Páginas
Introdução
Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010
Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Rede inteligente de eletricidade promete otimizar energia de fontes renováveis
HANNOVER - Na Feira Industrial de Hannover, as redes inteligentes de energia são apresentadas como solução para o uso eficiente da eletricidade gerada por vento, sol e biomassa – e como resposta para problemas de abastecimento.
Quando se fala no futuro da produção de energia, o número “vinte” parece ter grande força: a Europa quer, até 2020, diminuir em 20% as emissões de gás carbônico. E até lá, a energia produzida a partir de fontes renováveis deve corresponder a 20% do total.
Para alcançar a meta política, a construção de turbinas eólicas e de painéis solares não basta. É preciso também viabilizar uma conexão inteligente entre as redes elétricas. E um problema das fontes renováveis é que a produção de energia não é contínua: quando não há vento, não há eletricidade.
Solução discutida em Hannover
Smart grids, ou seja, "redes inteligentes" são vistas como o futuro do abastecimento energético. Trata-se de um sistema que canaliza e redistribui continuamente a energia provinda de pequenas usinas eólicas ou solares. Quando há muita energia na rede, ela é armazenada em baterias, sendo posteriormente liberada, por exemplo, quando um carro elétrico for recarregado durante a noite.
Para as indústrias do setor, como a ABB e o grupo Siemens, as redes inteligentes são uma tendência promissora. Segundo Peter Smits, diretor da ABB na Europa, não será possível aproveitar todo o potencial das fontes renováveis sem redes inteligentes de distribuição e armazenagem de energia. No entanto, essa "inteligência" tem que ser desenvolvida aos poucos.
"Há muitas soluções já prontas. Podemos começar imediatamente", contou Smits em entrevista à Deutsche Welle. Apesar disso, é preciso haver uma flexibilidade de tarifas, a fim de que seja atraente utilizar esses sistemas de forma eficiente. Smits acrescenta: "Quanto mais fontes de energia renovável a alimentar a rede, mais empresas de abastecimento e de distribuição de eletricidade precisarão dessas soluções.”
Investimento pesado
É claro que esse sistema requer um gigantesco investimento – somente na Europa, será necessária uma injeção de 400 bilhões de euros nos próximos 20 anos, diz a Comissão Européia.
Na Itália e na França, a adoção de medidores de eletricidade inteligentes já é incentivada há algum tempo. Empresas japonesas investiram bilhões na construção de novas redes. O governo dos Estados Unidos também liberou verbas bilionárias para projetos-piloto. E a Alemanha está investigando algumas regiões-modelo, para verificar como a ideia das redes inteligentes pode ser implantada.
Um dos projetos alemães é o MeRegio, no estado de Baden-Württemberg, com participação do consórcio ABB. "Não é que estejamos aquém de outros países“, diz Hartmut Schmeck, do Instituto de Tecnologia em Karlsruhe. Como supervisor científico do MeRegio, ele explica que a diferença deste projeto para outros do gênero é a possibilidade de se ter uma visão geral do processso de geração da energia, desde a transmissão até o consumo de todos os componentes. "Em outros países, há iniciativas que focalizam partes isoladas, sem uma abordagem mais integrada."
Procuram-se consumidores
Durante dois anos, as regiões-modelo deverão desenvolver uma concepção e testá-la no cotidiano, até o ponto de poder lançá-la no mercado. Em meados deste ano, uma casa-modelo – equipada com máquina de lavar, geladeira e carro elétrico – estará pronta para ser habitada.
No entanto, o projeto ainda está em busca de aproximadamente mil consumidores dispostos em participar do teste. A companhia de eletricidade Baden-Württemberg (EnBW), envolvida no projeto, está à procura de interessados.
"Sem consumidores não há rede inteligente“, ressalta Jörn Kröpelin, da EnBW. Para tal, será necessário encontrar modelos, tarifas e incentivos atraentes e, juntamente com os produtores, fabricar aparelhos que possam ser aceitos e utilizados pelos clientes.
Padronização
E o sistema também não funcionará enquanto não houver uma integração satisfatória dos componentes. A rede em teste requer, por exemplo, tomadas inteligentes e máquinas de lavar adequadas. O regulador de calefação precisa reconhecer o sinal da rede elétrica, por exemplo.
Padronização é a palavra-chave, diz Peter Kellendonk, diretor de uma empresa de eletrônica em Colônia. "É preciso manter um diálogo com os protagonistas, com os fabricantes de aparelhos, para que todos adotem um padrão único", sugere Kellendonk. Isso possibilitaria integrar todos os equipamentos e processar automaticamente os sinais captados da rede elétrica. "A aceitação por parte da indústria é muito, muito grande."
Isso requer, no entanto, a participação de vários parceiros, inclusive de consumidores, sejam eles grandes indústrias ou domicílios. Afinal, os investimentos são enormes. Diante da crescente demanda por energia e da diminuição dos recursos fósseis, contudo, parece não haver outra escolha.
Comentário: O projeto criado pela Europa é incrível, e o mais interessante, é que muitos países estão se apostando nisso, dando dinheiro para que esse projeto se realize. Aparentemente, a idéia quando pronta irá funcionar muito bem, e vai ajudar a diminuir a emissão de gás carbônico.
O que não pode deixar de citar, é o pensamento dos europeus, que querem diminuir 20% da emissão de CO, e aumentar 20% a utilização de energia renovável. Esperamos que tudo de certo.
Quando se fala no futuro da produção de energia, o número “vinte” parece ter grande força: a Europa quer, até 2020, diminuir em 20% as emissões de gás carbônico. E até lá, a energia produzida a partir de fontes renováveis deve corresponder a 20% do total.
Para alcançar a meta política, a construção de turbinas eólicas e de painéis solares não basta. É preciso também viabilizar uma conexão inteligente entre as redes elétricas. E um problema das fontes renováveis é que a produção de energia não é contínua: quando não há vento, não há eletricidade.
Solução discutida em Hannover
Smart grids, ou seja, "redes inteligentes" são vistas como o futuro do abastecimento energético. Trata-se de um sistema que canaliza e redistribui continuamente a energia provinda de pequenas usinas eólicas ou solares. Quando há muita energia na rede, ela é armazenada em baterias, sendo posteriormente liberada, por exemplo, quando um carro elétrico for recarregado durante a noite.
Para as indústrias do setor, como a ABB e o grupo Siemens, as redes inteligentes são uma tendência promissora. Segundo Peter Smits, diretor da ABB na Europa, não será possível aproveitar todo o potencial das fontes renováveis sem redes inteligentes de distribuição e armazenagem de energia. No entanto, essa "inteligência" tem que ser desenvolvida aos poucos.
"Há muitas soluções já prontas. Podemos começar imediatamente", contou Smits em entrevista à Deutsche Welle. Apesar disso, é preciso haver uma flexibilidade de tarifas, a fim de que seja atraente utilizar esses sistemas de forma eficiente. Smits acrescenta: "Quanto mais fontes de energia renovável a alimentar a rede, mais empresas de abastecimento e de distribuição de eletricidade precisarão dessas soluções.”
Investimento pesado
É claro que esse sistema requer um gigantesco investimento – somente na Europa, será necessária uma injeção de 400 bilhões de euros nos próximos 20 anos, diz a Comissão Européia.
Na Itália e na França, a adoção de medidores de eletricidade inteligentes já é incentivada há algum tempo. Empresas japonesas investiram bilhões na construção de novas redes. O governo dos Estados Unidos também liberou verbas bilionárias para projetos-piloto. E a Alemanha está investigando algumas regiões-modelo, para verificar como a ideia das redes inteligentes pode ser implantada.
Um dos projetos alemães é o MeRegio, no estado de Baden-Württemberg, com participação do consórcio ABB. "Não é que estejamos aquém de outros países“, diz Hartmut Schmeck, do Instituto de Tecnologia em Karlsruhe. Como supervisor científico do MeRegio, ele explica que a diferença deste projeto para outros do gênero é a possibilidade de se ter uma visão geral do processso de geração da energia, desde a transmissão até o consumo de todos os componentes. "Em outros países, há iniciativas que focalizam partes isoladas, sem uma abordagem mais integrada."
Procuram-se consumidores
Durante dois anos, as regiões-modelo deverão desenvolver uma concepção e testá-la no cotidiano, até o ponto de poder lançá-la no mercado. Em meados deste ano, uma casa-modelo – equipada com máquina de lavar, geladeira e carro elétrico – estará pronta para ser habitada.
No entanto, o projeto ainda está em busca de aproximadamente mil consumidores dispostos em participar do teste. A companhia de eletricidade Baden-Württemberg (EnBW), envolvida no projeto, está à procura de interessados.
"Sem consumidores não há rede inteligente“, ressalta Jörn Kröpelin, da EnBW. Para tal, será necessário encontrar modelos, tarifas e incentivos atraentes e, juntamente com os produtores, fabricar aparelhos que possam ser aceitos e utilizados pelos clientes.
Padronização
E o sistema também não funcionará enquanto não houver uma integração satisfatória dos componentes. A rede em teste requer, por exemplo, tomadas inteligentes e máquinas de lavar adequadas. O regulador de calefação precisa reconhecer o sinal da rede elétrica, por exemplo.
Padronização é a palavra-chave, diz Peter Kellendonk, diretor de uma empresa de eletrônica em Colônia. "É preciso manter um diálogo com os protagonistas, com os fabricantes de aparelhos, para que todos adotem um padrão único", sugere Kellendonk. Isso possibilitaria integrar todos os equipamentos e processar automaticamente os sinais captados da rede elétrica. "A aceitação por parte da indústria é muito, muito grande."
Isso requer, no entanto, a participação de vários parceiros, inclusive de consumidores, sejam eles grandes indústrias ou domicílios. Afinal, os investimentos são enormes. Diante da crescente demanda por energia e da diminuição dos recursos fósseis, contudo, parece não haver outra escolha.
Comentário: O projeto criado pela Europa é incrível, e o mais interessante, é que muitos países estão se apostando nisso, dando dinheiro para que esse projeto se realize. Aparentemente, a idéia quando pronta irá funcionar muito bem, e vai ajudar a diminuir a emissão de gás carbônico.
O que não pode deixar de citar, é o pensamento dos europeus, que querem diminuir 20% da emissão de CO, e aumentar 20% a utilização de energia renovável. Esperamos que tudo de certo.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Laísa
Produção de parques eólicos pode quadruplicar
18/06/2010
Porto Alegre - Elevadas a cem metros de altura, turbinas que transformam vento em eletricidade estão se multiplicando no Sul e no Nordeste. Hoje, o País produz cerca 700 MW em parques eólicos (menos de 1% do total de energia gerada), mas esse volume deve ser quadruplicado até 2012, segundo a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica).
Dois fatores são fundamentais para a expansão do setor: os leilões de compra de energia do governo federal, que dão garantia de rentabilidade aos projetos, e a oferta de crédito oficial que cobre até 70% do investimento realizado.
No último leilão em dezembro, o governo autorizou a compra de 1.808 MW. Segundo o presidente da Abeeólica, Ricardo Simões, a tendência é que essa marca seja ultrapassada em agosto, quando ocorre o próximo pregão para compra de energia de fontes alternativas.
Para o próximo leilão, há 399 projetos de geração eólica cadastrados. Juntos, eles totalizam 10.500 MW - praticamente o mesmo potencial de geração da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, alvo de contestação de ambientalistas por seus impactos no Alto Xingu. Para Simões, o mercado trabalha com a compra de 2.000 MW no próximo leilão deste tipo de energia.
Comentário: Até que enfim o Brasil está pensando na natureza, se sabe que o dinheiro gasto nesse projeto não vai ser pouco, e que não irá dar enormes resultados, mas é assim que se começa um grande projeto. Essa iniciativa pode fazer com que outros países se animem. Esperamos que o leilão seja um sucesso, e arrecade mais dinheiro que o esperado.
Porto Alegre - Elevadas a cem metros de altura, turbinas que transformam vento em eletricidade estão se multiplicando no Sul e no Nordeste. Hoje, o País produz cerca 700 MW em parques eólicos (menos de 1% do total de energia gerada), mas esse volume deve ser quadruplicado até 2012, segundo a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica).
Dois fatores são fundamentais para a expansão do setor: os leilões de compra de energia do governo federal, que dão garantia de rentabilidade aos projetos, e a oferta de crédito oficial que cobre até 70% do investimento realizado.
No último leilão em dezembro, o governo autorizou a compra de 1.808 MW. Segundo o presidente da Abeeólica, Ricardo Simões, a tendência é que essa marca seja ultrapassada em agosto, quando ocorre o próximo pregão para compra de energia de fontes alternativas.
Para o próximo leilão, há 399 projetos de geração eólica cadastrados. Juntos, eles totalizam 10.500 MW - praticamente o mesmo potencial de geração da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, alvo de contestação de ambientalistas por seus impactos no Alto Xingu. Para Simões, o mercado trabalha com a compra de 2.000 MW no próximo leilão deste tipo de energia.
Comentário: Até que enfim o Brasil está pensando na natureza, se sabe que o dinheiro gasto nesse projeto não vai ser pouco, e que não irá dar enormes resultados, mas é assim que se começa um grande projeto. Essa iniciativa pode fazer com que outros países se animem. Esperamos que o leilão seja um sucesso, e arrecade mais dinheiro que o esperado.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Eletronuclear indicará local para usina no NE
A Eletronuclear, estatal que tem o monopólio da geração de energia nuclear no País, deve concluir até o fim do semestre estudo que indicará os locais, no Nordeste, que poderão receber futuras usinas nucleares. A previsão foi feita ontem pelo presidente da empresa, Othon Luiz Pinheiro da Silva, ao chegar para audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara.
"Até o fim do semestre já concluímos", disse. Segundo ele, a empresa entregará ao governo um "cardápio" com mais de um local possível para a construção de duas usinas, de 1 mil megawatts (MW) cada. Caberá ao governo definir localizações e enviar projeto de lei ao Congresso para a construção das centrais.
As usinas ficarão às margens do Rio São Francisco, pois os reatores necessitam de água para se refrigerar. A questão é a definição dos Estados que receberão os empreendimentos. Nos bastidores, governadores da região disputam o investimento, estimado em US$ 8 bilhões. Segundo fontes do governo, quatro Estados estão à frente: Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
A Eletronuclear está construindo a usina de Angra 3, no Rio de Janeiro. Só esse projeto de central nuclear consta do Plano Decenal de Energia Elétrica divulgado esta semana pelo governo, que lista investimentos a serem feitos até 2019. Mas, segundo a Eletronuclear, o fato de as usinas nordestinas não estarem no plano não significa que foram descartadas.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a indicação para a construção das usinas do Nordeste consta do Plano Nacional de Energia (PNE), que trata da expansão do setor elétrico até 2030. A audiência realizada ontem na para debater o programa de energia nuclear foi marcada por troca de provocações e bate-boca entre representantes da Eletronuclear e de ONGs que se opõem a esse tipo de usina.
Comentário:
Alguma coisa importante está acontecendo com o nordeste brasileiro, ou seja, agora irá ter eletronuclear em pontos estratégicos para o resfriamento de empresas eletronucleares, devido elas acabaram se superaquecendo e precisa de uma grande quantidade de água para resfria-la. São realizados investimentos nesse tipo de tecnologia devido ela produzir uma grande quantidade de energia, e com isso gerar mais lucro para o Brasil, e por fim, não ser uma tecnologia renovável "mais barata" que as outras.
"Até o fim do semestre já concluímos", disse. Segundo ele, a empresa entregará ao governo um "cardápio" com mais de um local possível para a construção de duas usinas, de 1 mil megawatts (MW) cada. Caberá ao governo definir localizações e enviar projeto de lei ao Congresso para a construção das centrais.
As usinas ficarão às margens do Rio São Francisco, pois os reatores necessitam de água para se refrigerar. A questão é a definição dos Estados que receberão os empreendimentos. Nos bastidores, governadores da região disputam o investimento, estimado em US$ 8 bilhões. Segundo fontes do governo, quatro Estados estão à frente: Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
A Eletronuclear está construindo a usina de Angra 3, no Rio de Janeiro. Só esse projeto de central nuclear consta do Plano Decenal de Energia Elétrica divulgado esta semana pelo governo, que lista investimentos a serem feitos até 2019. Mas, segundo a Eletronuclear, o fato de as usinas nordestinas não estarem no plano não significa que foram descartadas.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a indicação para a construção das usinas do Nordeste consta do Plano Nacional de Energia (PNE), que trata da expansão do setor elétrico até 2030. A audiência realizada ontem na para debater o programa de energia nuclear foi marcada por troca de provocações e bate-boca entre representantes da Eletronuclear e de ONGs que se opõem a esse tipo de usina.
Comentário:
Alguma coisa importante está acontecendo com o nordeste brasileiro, ou seja, agora irá ter eletronuclear em pontos estratégicos para o resfriamento de empresas eletronucleares, devido elas acabaram se superaquecendo e precisa de uma grande quantidade de água para resfria-la. São realizados investimentos nesse tipo de tecnologia devido ela produzir uma grande quantidade de energia, e com isso gerar mais lucro para o Brasil, e por fim, não ser uma tecnologia renovável "mais barata" que as outras.
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Murillo
Empresas reduzem consumo de energia e água
As empresas brasileiras têm buscado reduzir o consumo de recursos como água, energia e matérias-primas. De acordo com pesquisa realizada com 40 grandes empresas pelo escritório L. O. Baptista Advogados, de São Paulo, 75% das empresas afirmam manter programas para reduzir o uso de recursos naturais.
Além disso, 55,5% das empresas que responderam ao estudo reduziram a geração de resíduos em seus processos de produção.
Ao mesmo tempo, ainda são poucas as companhias que possuem programas de gestão na área de mudanças climáticas: apenas 25% das empresas contabilizam suas emissões de gases-estufa.Em relação à cadeia produtiva, 32,5% das empresas pesquisadas exigem padrões de sustentabilidade de clientes e fornecedores.
Essas práticas, segundo o estudo, ainda estão se firmando na agenda dos negócios. Foram consultadas empresas de setores como construção, açúcar e etanol, tecnologia e energia.
Emissões caem 7% nos EUA em 2009
As emissões de gases-estufa nos Estados Unidos tiveram uma queda recorde de 7% em 2009, segundo o Departamento de Energia. No total, o país deixou de emitir na atmosfera 405 milhões de toneladas de carbono, a maior queda desde 1949. A crise financeira, que desacelerou a atividade econômica nos Estados Unidos, foi um dos fatores responsáveis pela queda. Medidas do governo também estimularam os americanos a poupar energia: houve queda de 4,8% no consumo de energia das famílias.
China terá recursos para reflorestamento
O Banco Mundial anunciou crédito de US $ 60 milhões (R$ 110 milhões) para reflorestamento em Shandong, na China. O objetivo é reduzir a erosão do solo e evitar a desertificação.
Falha tentativa da BP de estancar vazamento
O plano para conter o vazamento de petróleo da plataforma da British Petroleum (BP) que explodiu no Golfo do México, EUA, falhou ontem. O acúmulo de hidratos - cristais que contêm metano - está fazendo com que a cúpula de 100 toneladas flutue, e também entupindo a rota por onde o óleo que transborda seria transferido para navios. A BP agora tenta desentupir o domo, enquanto estuda alternativas. O encarregado da operação tentou demonstrar otimismo. "O que tentamos ontem não deu certo, mas ainda não diria que fracassamos", afirmou Doug Suttles.
Mais de 757 mil litros diários de óleo cru estão se derramando nas águas do Golfo. A imensa mancha negra que se formou ameaça criar um desastre ambiental em quatro Estados da costa oeste americana. Na Louisiana, voluntários tentam retirar o óleo impregnado no corpo de um pelicano.
Comentário:
Uma boa noticia! Agora, é possível perceber que as empresas se preucupam com o meio ambiente, porém nem todas pensam assim, diversas empresas estão se importanto mais com seus lucros do que com a consequência que teram que aguentar no futuro.
Como os EUA é o maior poluidor, ele começou a reagir perante a situação. A grande parte de poluição vem dos gases liberados por ele. Essa grande redução que conseguiu ser realizada, foi graças as famílias que reduziram o uso de energia. Entretanto, aconteceu o maior desastre natural que foi o vazamento de petróleo no Golfo do México, que acabou "jorrando" petróleo para todo lado, e consequentemente os EUA perderam uma grande quantidade, significando perda de dinheiro.
Além disso, 55,5% das empresas que responderam ao estudo reduziram a geração de resíduos em seus processos de produção.
Ao mesmo tempo, ainda são poucas as companhias que possuem programas de gestão na área de mudanças climáticas: apenas 25% das empresas contabilizam suas emissões de gases-estufa.Em relação à cadeia produtiva, 32,5% das empresas pesquisadas exigem padrões de sustentabilidade de clientes e fornecedores.
Essas práticas, segundo o estudo, ainda estão se firmando na agenda dos negócios. Foram consultadas empresas de setores como construção, açúcar e etanol, tecnologia e energia.
Emissões caem 7% nos EUA em 2009
As emissões de gases-estufa nos Estados Unidos tiveram uma queda recorde de 7% em 2009, segundo o Departamento de Energia. No total, o país deixou de emitir na atmosfera 405 milhões de toneladas de carbono, a maior queda desde 1949. A crise financeira, que desacelerou a atividade econômica nos Estados Unidos, foi um dos fatores responsáveis pela queda. Medidas do governo também estimularam os americanos a poupar energia: houve queda de 4,8% no consumo de energia das famílias.
China terá recursos para reflorestamento
O Banco Mundial anunciou crédito de US $ 60 milhões (R$ 110 milhões) para reflorestamento em Shandong, na China. O objetivo é reduzir a erosão do solo e evitar a desertificação.
Falha tentativa da BP de estancar vazamento
O plano para conter o vazamento de petróleo da plataforma da British Petroleum (BP) que explodiu no Golfo do México, EUA, falhou ontem. O acúmulo de hidratos - cristais que contêm metano - está fazendo com que a cúpula de 100 toneladas flutue, e também entupindo a rota por onde o óleo que transborda seria transferido para navios. A BP agora tenta desentupir o domo, enquanto estuda alternativas. O encarregado da operação tentou demonstrar otimismo. "O que tentamos ontem não deu certo, mas ainda não diria que fracassamos", afirmou Doug Suttles.
Mais de 757 mil litros diários de óleo cru estão se derramando nas águas do Golfo. A imensa mancha negra que se formou ameaça criar um desastre ambiental em quatro Estados da costa oeste americana. Na Louisiana, voluntários tentam retirar o óleo impregnado no corpo de um pelicano.
Comentário:
Uma boa noticia! Agora, é possível perceber que as empresas se preucupam com o meio ambiente, porém nem todas pensam assim, diversas empresas estão se importanto mais com seus lucros do que com a consequência que teram que aguentar no futuro.
Como os EUA é o maior poluidor, ele começou a reagir perante a situação. A grande parte de poluição vem dos gases liberados por ele. Essa grande redução que conseguiu ser realizada, foi graças as famílias que reduziram o uso de energia. Entretanto, aconteceu o maior desastre natural que foi o vazamento de petróleo no Golfo do México, que acabou "jorrando" petróleo para todo lado, e consequentemente os EUA perderam uma grande quantidade, significando perda de dinheiro.
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A matriz energética brasileira
O governo federal publicou recentemente (em 4/5) o Plano Decenal de Expansão da Energia 2019, que faz projeções sobre o crescimento da produção de energia no País e os caminhos que esse crescimento, provavelmente, vai seguir. É um documento importante porque é com base nele que são feitos os leilões para a construção de novas usinas e outros empreendimentos da área energética.
Os planos anteriores do atual governo (desde 2002) receberam sérias críticas porque estavam levando o País a abandonar uma matriz energética limpa, como se viu nos leilões de energia nova nos últimos anos. Esses leilões deram como resultado um aumento significativo da geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, queimando carvão e óleo combustível, o que reduziria significativamente a participação porcentual de energias renováveis (de hidrelétricas, biomassa e usinas eólicas).
O novo plano tenta corrigir alguns - mas não todos - desses desvios.
A mais importante correção é que ele indica "a retomada da participação de fontes renováveis na matriz elétrica a partir do ano 2014, em detrimento das fontes baseadas em combustíveis fósseis, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das fontes de geração".
A orientação do plano anterior (2008-2017) é, pois, abandonada e o novo não prevê nenhuma expansão da geração com carvão, gás e óleo combustível além de 2013. A expansão deverá ocorrer com a biomassa (geração com bagaço da cana), usinas eólicas e hidrelétricas. O governo, que estava realmente na contramão da História, volta ao caminho correto. É uma vitória do bom senso!
A razão dada para esse resultado, segundo as autoridades do setor, na ocasião, foi a de que o governo encontrou sérias dificuldades na área ambiental para licenciar grandes usinas hidrelétricas. Sucede que há inúmeros outros aproveitamentos possíveis na Amazônia que criariam problemas ambientais menores, mas o governo negligenciou a execução de levantamentos hidrográficos necessários para leiloar essas usinas.
O novo Plano Decenal, contudo, mostra claramente que as autoridades responsáveis se deram conta de que estavam no caminho errado e tentam agora corrigir esses erros. Até 2019 é prevista a construção de cerca de 30 milhões de megawatts hidrelétricos (incluindo Belo Monte).
Há, porém, outras correções que o plano de expansão da energia elétrica ainda não absorveu, apesar dos esforços que vários especialistas têm feito para esclarecer as autoridades.
O novo Plano Decenal - como os anteriores - não dá a importância devida ao papel que a eficiência energética, isto é, a racionalização do uso de energia (em todas as formas) poderia ter no País. O que ele prevê são economias de energia de menos de 5% em 2019 (em 2010 ela é de apenas 1%), apesar de a experiência internacional mostrar que se poderia economizar muito mais, sem abrir mão dos confortos que a civilização moderna nos oferece. A União Europeia, por exemplo, estaria consumindo 50% mais energia se não tivessem sido adotadas sérias medidas de conservação energética - algumas delas são o uso de geladeiras mais eficientes, automóveis com maior quilometragem por litro de combustível e muitas outras, relativamente simples, que são bem conhecidas e testadas na prática.
É bem verdade que o consumo de energia per capita dos brasileiros ainda é baixo e precisa crescer, ao passo que o consumo per capita dos europeus é muito alto. O que é equivocado, contudo, é a ideia de que o Brasil precisa atingir o nível de consumo da Espanha ou da Itália nos próximos 10 ou 15 anos. O clima desses países tem invernos mais severos do que o nosso, de modo que o aquecimento residencial (que quase não existe no Brasil) representa um componente importante no consumo.
Além disso, nada impede que, ao crescer, o Brasil incorpore as melhores tecnologias existentes, de que necessitamos para nosso conforto, com menor consumo de energia, evitando ter de fazer reformas e substituições mais tarde, como acontece usualmente. Só para dar um exemplo, uma casa construída com técnicas modernas, usando iluminação e aquecimento solar, consome 25% menos energia do que uma casa tradicional.
Comentário:
A partir dessa notícia, é possível perceber que, será investido cada vez mais em energias renováveis, e caminho que iisso irá percorrer durante os anos seguintes.
Diversos países do mundo começaram a investir em tecnologias de energias renováveis, porque são menos poluentes e podem ser reeaproveitadas. Entretanto, o Brasil só aceitou mudar a forma de energia, devido ele ter recebido críticas de abandonar a matriz energetica limpa. Houve um resultado de aumento significativo da geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, queimando carvão e óleo combustível, o que reduziria significativamente a participação porcentual de energias renováveis (de hidrelétricas, biomassa e usinas eólicas). Com esse novo plano que o Brasil irá realizar, prejudicará menos o meio ambiente e também será mais eficiente na geração de energia, devido ser uma fonte que retém uma grande quantidade de "poder" e pode ser reutilizada.
Os planos anteriores do atual governo (desde 2002) receberam sérias críticas porque estavam levando o País a abandonar uma matriz energética limpa, como se viu nos leilões de energia nova nos últimos anos. Esses leilões deram como resultado um aumento significativo da geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, queimando carvão e óleo combustível, o que reduziria significativamente a participação porcentual de energias renováveis (de hidrelétricas, biomassa e usinas eólicas).
O novo plano tenta corrigir alguns - mas não todos - desses desvios.
A mais importante correção é que ele indica "a retomada da participação de fontes renováveis na matriz elétrica a partir do ano 2014, em detrimento das fontes baseadas em combustíveis fósseis, contribuindo para o desenvolvimento sustentável das fontes de geração".
A orientação do plano anterior (2008-2017) é, pois, abandonada e o novo não prevê nenhuma expansão da geração com carvão, gás e óleo combustível além de 2013. A expansão deverá ocorrer com a biomassa (geração com bagaço da cana), usinas eólicas e hidrelétricas. O governo, que estava realmente na contramão da História, volta ao caminho correto. É uma vitória do bom senso!
A razão dada para esse resultado, segundo as autoridades do setor, na ocasião, foi a de que o governo encontrou sérias dificuldades na área ambiental para licenciar grandes usinas hidrelétricas. Sucede que há inúmeros outros aproveitamentos possíveis na Amazônia que criariam problemas ambientais menores, mas o governo negligenciou a execução de levantamentos hidrográficos necessários para leiloar essas usinas.
O novo Plano Decenal, contudo, mostra claramente que as autoridades responsáveis se deram conta de que estavam no caminho errado e tentam agora corrigir esses erros. Até 2019 é prevista a construção de cerca de 30 milhões de megawatts hidrelétricos (incluindo Belo Monte).
Há, porém, outras correções que o plano de expansão da energia elétrica ainda não absorveu, apesar dos esforços que vários especialistas têm feito para esclarecer as autoridades.
O novo Plano Decenal - como os anteriores - não dá a importância devida ao papel que a eficiência energética, isto é, a racionalização do uso de energia (em todas as formas) poderia ter no País. O que ele prevê são economias de energia de menos de 5% em 2019 (em 2010 ela é de apenas 1%), apesar de a experiência internacional mostrar que se poderia economizar muito mais, sem abrir mão dos confortos que a civilização moderna nos oferece. A União Europeia, por exemplo, estaria consumindo 50% mais energia se não tivessem sido adotadas sérias medidas de conservação energética - algumas delas são o uso de geladeiras mais eficientes, automóveis com maior quilometragem por litro de combustível e muitas outras, relativamente simples, que são bem conhecidas e testadas na prática.
É bem verdade que o consumo de energia per capita dos brasileiros ainda é baixo e precisa crescer, ao passo que o consumo per capita dos europeus é muito alto. O que é equivocado, contudo, é a ideia de que o Brasil precisa atingir o nível de consumo da Espanha ou da Itália nos próximos 10 ou 15 anos. O clima desses países tem invernos mais severos do que o nosso, de modo que o aquecimento residencial (que quase não existe no Brasil) representa um componente importante no consumo.
Além disso, nada impede que, ao crescer, o Brasil incorpore as melhores tecnologias existentes, de que necessitamos para nosso conforto, com menor consumo de energia, evitando ter de fazer reformas e substituições mais tarde, como acontece usualmente. Só para dar um exemplo, uma casa construída com técnicas modernas, usando iluminação e aquecimento solar, consome 25% menos energia do que uma casa tradicional.
Comentário:
A partir dessa notícia, é possível perceber que, será investido cada vez mais em energias renováveis, e caminho que iisso irá percorrer durante os anos seguintes.
Diversos países do mundo começaram a investir em tecnologias de energias renováveis, porque são menos poluentes e podem ser reeaproveitadas. Entretanto, o Brasil só aceitou mudar a forma de energia, devido ele ter recebido críticas de abandonar a matriz energetica limpa. Houve um resultado de aumento significativo da geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, queimando carvão e óleo combustível, o que reduziria significativamente a participação porcentual de energias renováveis (de hidrelétricas, biomassa e usinas eólicas). Com esse novo plano que o Brasil irá realizar, prejudicará menos o meio ambiente e também será mais eficiente na geração de energia, devido ser uma fonte que retém uma grande quantidade de "poder" e pode ser reutilizada.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Murillo
Energia e soberania
As nações mais desenvolvidas possuem adequado planejamento energético, com a elaboração da matriz e balanço, assegurando, dessa forma, o suficiente para o seu desenvolvimento e prosperidade. Por outro lado, as nações mais pobres constituem aquelas que não possuem a energia indispensável, a fim de promover a sua evolução.
A energia é fundamental e imprescindível para diminuir as desigualdades econômicas e sociais, assegurando a soberania dos povos.
A situação brasileira de nação emergente não foge dessa realidade. Hoje, o Brasil possui um potencial energético abundante, contrastando com cenários de oferta limitada e escassez de outros países.
Consoante os estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), nos próximos 25 anos a demanda energética da América Latina será 75% maior. Na matriz energética latino-americana, predominam os combustíveis fósseis (petróleo e gás natural).
Quando se examina o uso de energia em todo o mundo, o crescimento foi de 2,5% em 2009, um pouco acima da média registrada na última década. Com exceção da nuclear, todas as demais energias tiveram queda no seu aproveitamento. Os asiáticos aumentaram em 5% o consumo, enquanto os norte-americanos diminuíram em cerca de 1%.
Continuam liderando a produção e exportação do petróleo a Arábia Saudita e a Rússia. Em seguida, a Noruega, Irã, outros países do Oriente Médio, México, Venezuela, Nigéria e Angola. Nos dias atuais, o aproveitamento do petróleo mundial é da ordem de 85 milhões de barris diários, o que representa um consumo anual de 31 bilhões de barris. A produção supera o consumo em 2 milhões a cada dia.
Se não houver o aumento nas reservas provadas, superiores a 1,2 trilhão de barris, haverá petróleo para os vindouros 40 anos. A produção média do Brasil é de 2 milhões de barris diários, ainda insuficiente para o atendimento de todas as suas necessidades. Pelos dados disponíveis, o potencial do pré-sal é maior que o estimado e os riscos de exploração menores, podendo o volume de produção superar 5 bilhões de barris de óleo e gás, o dobro do volume atual.
A variação nos preços do petróleo influi, decisivamente, no aumento ou na diminuição do consumo, redundando em sensíveis impactos na economia global. O conflito do Iraque não colaborou para a diminuição dos preços, pois, antes da invasão em 2003, o barril era negociado a US$ 25 e, mais recentemente, a US$ 90.
No Brasil, mais de 90% da geração de energia e 84% da capacidade instalada são oriundas das águas represadas dos nossos rios. O restante é complementado pelas térmicas movidas a bagaço da cana ou a gás natural, importado da Bolívia.
Estimativas relacionadas com o desenvolvimento econômico brasileiro (PIB) de 6% ao ano até 2030 evidenciam que o consumo de eletricidade precisará acrescentar mais de 3 mil megawatts (MW) anuais. Em decorrência, serão necessários investimentos de R$ 214 bilhões e a obtenção de licenças ambientais para 182 usinas hidrelétricas já autorizadas, mas que não saem do papel.
A principal fonte nacional de eletricidade continuará sendo a hidráulica (80 mil MW) e devemos alcançar 180 mil MW até 2030, completada por outras formas de geração, principalmente pelo bagaço da cana no Sudeste e da eólica no Nordeste.
Uma tonelada de cana-de-açúcar possui energia equivalente a 1,2 barris de petróleo. Em consonância com recentes estudos, a indústria sucroalcooleira poderá produzir energia elétrica média de 14 mil MW. Para se ter ideia da dimensão desse número, a energia firme de Itaipu é de 9.699 MW.
Para o Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP, o investimento total de Belo Monte (R$ 36 bilhões) é correspondente a R$ 3,2 mil por KW instalado, ou seja, um custo muito próximo dos investimentos nas usinas de bagaço ou eólicas, justificando a diversificação da matriz energética nacional. O racionamento de energia elétrica, em 2001, com a duração de nove meses, apontou a imprescindibilidade dessa diversificação.
A produção nacional do etanol segue uma trajetória de constante crescimento, atingindo um volume superior a 27 bilhões de litros na safra passada de 2009/10. Em 2009, o consumo do etanol superou o da gasolina automotiva em torno de 25%. No entanto, a falta de uma política reguladora do mercado provoca oscilações de preços na entressafra e compromete a credibilidade do abastecimento.
Comentário:
De acordo com essa repotagem é possível percerber que, o petróleo tem um grande índice de venda, tanto no mercado interno e/ou externo. Diversos países estão atrás do petróleo, principalmente os Estados Unidos, o petróleo tem uma grande inportância para os países, ou seja, de grande utilidade, como por exmeplo poder, porque ele é uma fonte de energia nao-renovável, e com isso acabará no futuro, ou seja, irá ter uma grande concorrência para se obter uma quantidade de petróleo. A energia que ele faz, não se compara com nenhuma outra, devido ele produzir uma imensa quantidade de energia e ser a mais eficiente, porém uma das mais poluentes. No Brasil, é utilizadfo em grande quantidade o meio de produzir energia a partir das hidrelétricas, e também pela biomassa.
A energia é fundamental e imprescindível para diminuir as desigualdades econômicas e sociais, assegurando a soberania dos povos.
A situação brasileira de nação emergente não foge dessa realidade. Hoje, o Brasil possui um potencial energético abundante, contrastando com cenários de oferta limitada e escassez de outros países.
Consoante os estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), nos próximos 25 anos a demanda energética da América Latina será 75% maior. Na matriz energética latino-americana, predominam os combustíveis fósseis (petróleo e gás natural).
Quando se examina o uso de energia em todo o mundo, o crescimento foi de 2,5% em 2009, um pouco acima da média registrada na última década. Com exceção da nuclear, todas as demais energias tiveram queda no seu aproveitamento. Os asiáticos aumentaram em 5% o consumo, enquanto os norte-americanos diminuíram em cerca de 1%.
Continuam liderando a produção e exportação do petróleo a Arábia Saudita e a Rússia. Em seguida, a Noruega, Irã, outros países do Oriente Médio, México, Venezuela, Nigéria e Angola. Nos dias atuais, o aproveitamento do petróleo mundial é da ordem de 85 milhões de barris diários, o que representa um consumo anual de 31 bilhões de barris. A produção supera o consumo em 2 milhões a cada dia.
Se não houver o aumento nas reservas provadas, superiores a 1,2 trilhão de barris, haverá petróleo para os vindouros 40 anos. A produção média do Brasil é de 2 milhões de barris diários, ainda insuficiente para o atendimento de todas as suas necessidades. Pelos dados disponíveis, o potencial do pré-sal é maior que o estimado e os riscos de exploração menores, podendo o volume de produção superar 5 bilhões de barris de óleo e gás, o dobro do volume atual.
A variação nos preços do petróleo influi, decisivamente, no aumento ou na diminuição do consumo, redundando em sensíveis impactos na economia global. O conflito do Iraque não colaborou para a diminuição dos preços, pois, antes da invasão em 2003, o barril era negociado a US$ 25 e, mais recentemente, a US$ 90.
No Brasil, mais de 90% da geração de energia e 84% da capacidade instalada são oriundas das águas represadas dos nossos rios. O restante é complementado pelas térmicas movidas a bagaço da cana ou a gás natural, importado da Bolívia.
Estimativas relacionadas com o desenvolvimento econômico brasileiro (PIB) de 6% ao ano até 2030 evidenciam que o consumo de eletricidade precisará acrescentar mais de 3 mil megawatts (MW) anuais. Em decorrência, serão necessários investimentos de R$ 214 bilhões e a obtenção de licenças ambientais para 182 usinas hidrelétricas já autorizadas, mas que não saem do papel.
A principal fonte nacional de eletricidade continuará sendo a hidráulica (80 mil MW) e devemos alcançar 180 mil MW até 2030, completada por outras formas de geração, principalmente pelo bagaço da cana no Sudeste e da eólica no Nordeste.
Uma tonelada de cana-de-açúcar possui energia equivalente a 1,2 barris de petróleo. Em consonância com recentes estudos, a indústria sucroalcooleira poderá produzir energia elétrica média de 14 mil MW. Para se ter ideia da dimensão desse número, a energia firme de Itaipu é de 9.699 MW.
Para o Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP, o investimento total de Belo Monte (R$ 36 bilhões) é correspondente a R$ 3,2 mil por KW instalado, ou seja, um custo muito próximo dos investimentos nas usinas de bagaço ou eólicas, justificando a diversificação da matriz energética nacional. O racionamento de energia elétrica, em 2001, com a duração de nove meses, apontou a imprescindibilidade dessa diversificação.
A produção nacional do etanol segue uma trajetória de constante crescimento, atingindo um volume superior a 27 bilhões de litros na safra passada de 2009/10. Em 2009, o consumo do etanol superou o da gasolina automotiva em torno de 25%. No entanto, a falta de uma política reguladora do mercado provoca oscilações de preços na entressafra e compromete a credibilidade do abastecimento.
Comentário:
De acordo com essa repotagem é possível percerber que, o petróleo tem um grande índice de venda, tanto no mercado interno e/ou externo. Diversos países estão atrás do petróleo, principalmente os Estados Unidos, o petróleo tem uma grande inportância para os países, ou seja, de grande utilidade, como por exmeplo poder, porque ele é uma fonte de energia nao-renovável, e com isso acabará no futuro, ou seja, irá ter uma grande concorrência para se obter uma quantidade de petróleo. A energia que ele faz, não se compara com nenhuma outra, devido ele produzir uma imensa quantidade de energia e ser a mais eficiente, porém uma das mais poluentes. No Brasil, é utilizadfo em grande quantidade o meio de produzir energia a partir das hidrelétricas, e também pela biomassa.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Murillo
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Irã construirá um novo reator de pesquisa nuclear
TEERÃ, 16 Jun 2010 (AFP) -O Irã construirá em breve um novo reator de pesquisa nuclear médica mais potente do que o que atualmente existe em Teerã, anunciou nesta quarta-feira o chefe do programa nuclear iraniano, Ali Akbar Salehi.
"Estamos preparando a construção de um reator mais potente do que o de Teerã para produzir radioisótopos e este reator começará a funcionar em breve", declarou Salehi, citado pelo site da televisão estatal.
O chefe da Organização da Energia Atômica iraniano não especificou em que estado será implantado o projeto, nem informou a potência do novo reator.
O Irã dispõe atualmente na capital um reator de pesquisa nuclear de 5 megavatts construídos antes da revolução islâmica de 1979.
A República Islâmica iniciou em fevereiro a produção de urânio enriquecido a 20% para, segundo a versão oficial, fabricar combustível para este reator de pesquisas. A decisão desencadeou uma nova crise na comunidade internacional, que suspeita que Teerã estaria tentando construir uma arma atômica, apesar de o governo negar inúmeras vezes.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou na semana passada, com o voto contra do Brasil e da Turquia e a abstenção do Líbano, uma nova resolução acompanhada de sanções que pede ao Irã, entre outras coisas, a suspensão do enriquecimento de urânio.
Teerã rejeitou esta resolução, assim como as anteriores, e não cogita parar de produzir urânio enriquecido a 20%.
Em um acordo firmado no dia 17 de maio com o Brasil e a Turquia, o Irã aceitou trocar em território turco 1.200 quilos de urânio pouco enriquecido (a 3,5%) por 120 quilos de combustível enriquecido a 20% para alimentar seu reator de pesquisas médicas da capital iraniana.
Esta proposta não foi muito diferente da que foi sugerida em setembro pelo chamado grupo de Viena, composto por Estados Unidos, Rússia e França, para criar um "clima de confiança" ante o programa nuclear iraniano.
A oferta do grupo de Viena foi recusada pelo governo do Irã. Após a proposta do trio Irã-Brasil-Turquia deste ano, as grandes potências demonstraram frieza com o país islâmico, argumentando que a oferta havia chegado tarde demais e que ele queria apenas ganhar tempo.
Os Estados Unidos recordaram, no entanto, na terça-feira, que a "via diplomática continuava possível" paralelamente às sanções, se o Irã tomar "medidas concretas para responder as suas obrigações internacionais".
Ali Akbar Salehi contra-argumentou nesta quarta-feira que o Irã também elaborou uma "dupla estratégia" para responder a das grandes potências. "Esta dupla estratégia se baseia por um lado na continuidade de um diálogo honesto" com a comunidade internacional e, "por outro, na continuidade do nosso desenvolvimento nuclear, que é um meio de resistir às pressões dos nossos inimigos", explicou.
O chefe do programa nuclear destacou ainda que Teerã planeja construir "vários reatores" de pesquisa disseminados em diferentes lugares do seu território para produzir e exportar isótopos para fins médicos.
Salehi afirmou no sábado que o Irã também tem a intenção de construir, em 2011, uma nova fábrica de enriquecimento de urânio, violando as resoluções da ONU.
Teerã sempre defendeu seu programa nuclear como um "direito legítimo" para ter acesso às tecnologias modernas e acusou as grandes potências que dominam o Conselho de Segurança de querer "preservar seu monopólio".
Comentário:
O direito do enriquecer urânio, deve ser utilizado com sabedoria, e não com ignorância e estupidez, um país como o Irã, deve ser sábio o suficiente, para entender, que além de ter toda a tecnologia para enriquecimento de urânio, ele deve ter inteligência para lidar com o esse material, que pode tanto destruir, sendo utilizado para fabricação de bombas, quanto construir, sendo utilizado para geração de energia em larga escala, para a população iraniana.
"Estamos preparando a construção de um reator mais potente do que o de Teerã para produzir radioisótopos e este reator começará a funcionar em breve", declarou Salehi, citado pelo site da televisão estatal.
O chefe da Organização da Energia Atômica iraniano não especificou em que estado será implantado o projeto, nem informou a potência do novo reator.
O Irã dispõe atualmente na capital um reator de pesquisa nuclear de 5 megavatts construídos antes da revolução islâmica de 1979.
A República Islâmica iniciou em fevereiro a produção de urânio enriquecido a 20% para, segundo a versão oficial, fabricar combustível para este reator de pesquisas. A decisão desencadeou uma nova crise na comunidade internacional, que suspeita que Teerã estaria tentando construir uma arma atômica, apesar de o governo negar inúmeras vezes.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou na semana passada, com o voto contra do Brasil e da Turquia e a abstenção do Líbano, uma nova resolução acompanhada de sanções que pede ao Irã, entre outras coisas, a suspensão do enriquecimento de urânio.
Teerã rejeitou esta resolução, assim como as anteriores, e não cogita parar de produzir urânio enriquecido a 20%.
Em um acordo firmado no dia 17 de maio com o Brasil e a Turquia, o Irã aceitou trocar em território turco 1.200 quilos de urânio pouco enriquecido (a 3,5%) por 120 quilos de combustível enriquecido a 20% para alimentar seu reator de pesquisas médicas da capital iraniana.
Esta proposta não foi muito diferente da que foi sugerida em setembro pelo chamado grupo de Viena, composto por Estados Unidos, Rússia e França, para criar um "clima de confiança" ante o programa nuclear iraniano.
A oferta do grupo de Viena foi recusada pelo governo do Irã. Após a proposta do trio Irã-Brasil-Turquia deste ano, as grandes potências demonstraram frieza com o país islâmico, argumentando que a oferta havia chegado tarde demais e que ele queria apenas ganhar tempo.
Os Estados Unidos recordaram, no entanto, na terça-feira, que a "via diplomática continuava possível" paralelamente às sanções, se o Irã tomar "medidas concretas para responder as suas obrigações internacionais".
Ali Akbar Salehi contra-argumentou nesta quarta-feira que o Irã também elaborou uma "dupla estratégia" para responder a das grandes potências. "Esta dupla estratégia se baseia por um lado na continuidade de um diálogo honesto" com a comunidade internacional e, "por outro, na continuidade do nosso desenvolvimento nuclear, que é um meio de resistir às pressões dos nossos inimigos", explicou.
O chefe do programa nuclear destacou ainda que Teerã planeja construir "vários reatores" de pesquisa disseminados em diferentes lugares do seu território para produzir e exportar isótopos para fins médicos.
Salehi afirmou no sábado que o Irã também tem a intenção de construir, em 2011, uma nova fábrica de enriquecimento de urânio, violando as resoluções da ONU.
Teerã sempre defendeu seu programa nuclear como um "direito legítimo" para ter acesso às tecnologias modernas e acusou as grandes potências que dominam o Conselho de Segurança de querer "preservar seu monopólio".
Comentário:
O direito do enriquecer urânio, deve ser utilizado com sabedoria, e não com ignorância e estupidez, um país como o Irã, deve ser sábio o suficiente, para entender, que além de ter toda a tecnologia para enriquecimento de urânio, ele deve ter inteligência para lidar com o esse material, que pode tanto destruir, sendo utilizado para fabricação de bombas, quanto construir, sendo utilizado para geração de energia em larga escala, para a população iraniana.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Giovana Pupo Giomo
Brasil e Peru assinam acordo para produção de energia
No terceiro encontro em dois anos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Peru, Alan Garcia, assinaram hoje em Manaus um acordo bilateral para produção de energia elétrica no Peru e exportação de excedentes para o Brasil. Sem prazo para início ou previsão de gastos, o contrato prevê a construção de até seis hidrelétricas com o potencial de geração de até 7,2 mil megawatts (MW).
"A previsão é que em até cinco anos comecem as licitações para as empresas brasileiras interessadas na construção", disse o ministro das Minas e Energia, Marcio Zimmerman. O presidente do Peru afirmou que a grande preocupação com a construção será com a preservação do meio ambiente. Lula, contudo, afirmou que não há forma de produzir energia mais "ecologicamente correta" do que as hidrelétricas. "É a mais barata e a que menos agride. É mais barata do que a eólica, que além de tudo não é constante. É mais eficiente do que energia solar, que só se tem experiência para aquecer um chuveiro, mas não para fazer funcionar uma fábrica", disse. "O que não podemos é ter no Brasil uma manifestação a cada anúncio de hidrelétrica".
Comentário:
A afirmação feita pelo Presidente Lula parece estar equivocada, pois opções mais baratas ou gratuitas, que não prejudicam o meio ambiente, são eficientes, e que poderiam cobrir pelo menos uma parte desses gastos com produção em hidrelétricas, são gerações de energia por meio de fontes alternativas, ou seja, meios de aproveitamento de atividades, por exemplo, a utilização de aquecedores solares, para economizar a energia elétrica utilizada para aquecer a mesma. Esses tipos de recursos não são interessantes para um mundo capitalista, pois eles não geram lucro, então para as grandes empresas que promovem a geração de energia elétrica, é muito mais lucrativo iludir a sociedade mostrando que eles são incapazes de economizar e minimizar os danos ambientais.
"A previsão é que em até cinco anos comecem as licitações para as empresas brasileiras interessadas na construção", disse o ministro das Minas e Energia, Marcio Zimmerman. O presidente do Peru afirmou que a grande preocupação com a construção será com a preservação do meio ambiente. Lula, contudo, afirmou que não há forma de produzir energia mais "ecologicamente correta" do que as hidrelétricas. "É a mais barata e a que menos agride. É mais barata do que a eólica, que além de tudo não é constante. É mais eficiente do que energia solar, que só se tem experiência para aquecer um chuveiro, mas não para fazer funcionar uma fábrica", disse. "O que não podemos é ter no Brasil uma manifestação a cada anúncio de hidrelétrica".
Comentário:
A afirmação feita pelo Presidente Lula parece estar equivocada, pois opções mais baratas ou gratuitas, que não prejudicam o meio ambiente, são eficientes, e que poderiam cobrir pelo menos uma parte desses gastos com produção em hidrelétricas, são gerações de energia por meio de fontes alternativas, ou seja, meios de aproveitamento de atividades, por exemplo, a utilização de aquecedores solares, para economizar a energia elétrica utilizada para aquecer a mesma. Esses tipos de recursos não são interessantes para um mundo capitalista, pois eles não geram lucro, então para as grandes empresas que promovem a geração de energia elétrica, é muito mais lucrativo iludir a sociedade mostrando que eles são incapazes de economizar e minimizar os danos ambientais.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Giovana Pupo Giomo
Governo vai fazer estudo da capacidade elétrica para Copa
Brasília - O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) vão realizar um estudo para ver se será preciso reforçar a transmissão ou a distribuição de energia elétrica no país para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.
"Em todas as cidades que terão jogos, vamos avaliar com antecedência para ver se será preciso alguma obra local", disse hoje (16) o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp. Segundo ele, podem ser feitas obras novas ou antecipar obras que já estão previstas, além da geração de energia por meio de usinas térmicas.
O ONS também está preocupado com possíveis problemas de abastecimento de energia elétrica durante a Copa do Mundo deste ano. Isso porque o consumo cai bastante durante os jogos e sobe rapidamente depois que as partidas acabam.
Segundo Chipp, no jogo da Seleção Brasileira contra a Coréia do Norte, realizado na tarde de ontem (15) a queda de consumo entre às 12h e as 15h30 foi de 12 mil megawatts (MW). Assim que o jogo acabou, o consumo subiu 10,3 mil MW em apenas 22 minutos. Ele disse que não foi registrado nenhum problema de abastecimento ontem, graças às medidas sistemáticas que são tomadas antecipadamente.
"Esse trabalho é feito em conjunto com o Operador, os geradores, os transmissores e principalmente os distribuidores. Precisa ter uma conjugação de medidas, cada um com a sua parte", disse Chipp.
Comentário: Sem duvida, é muito importante que o Brasil observe antecipadamente, se será necessário fazer alguma alteração no sistema elétrico, pois na copa de 2014, muitos turistas virão para cá, então devemos passar uma boa imagem do Brasil, o que muitos extrangeiros pensam que ainda se anda de cipó, imagina se faltar energia. E com esses estudos, muitas cidades sairão beneficiadas, principalmente as que não têm uma boa energia.
"Em todas as cidades que terão jogos, vamos avaliar com antecedência para ver se será preciso alguma obra local", disse hoje (16) o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp. Segundo ele, podem ser feitas obras novas ou antecipar obras que já estão previstas, além da geração de energia por meio de usinas térmicas.
O ONS também está preocupado com possíveis problemas de abastecimento de energia elétrica durante a Copa do Mundo deste ano. Isso porque o consumo cai bastante durante os jogos e sobe rapidamente depois que as partidas acabam.
Segundo Chipp, no jogo da Seleção Brasileira contra a Coréia do Norte, realizado na tarde de ontem (15) a queda de consumo entre às 12h e as 15h30 foi de 12 mil megawatts (MW). Assim que o jogo acabou, o consumo subiu 10,3 mil MW em apenas 22 minutos. Ele disse que não foi registrado nenhum problema de abastecimento ontem, graças às medidas sistemáticas que são tomadas antecipadamente.
"Esse trabalho é feito em conjunto com o Operador, os geradores, os transmissores e principalmente os distribuidores. Precisa ter uma conjugação de medidas, cada um com a sua parte", disse Chipp.
Comentário: Sem duvida, é muito importante que o Brasil observe antecipadamente, se será necessário fazer alguma alteração no sistema elétrico, pois na copa de 2014, muitos turistas virão para cá, então devemos passar uma boa imagem do Brasil, o que muitos extrangeiros pensam que ainda se anda de cipó, imagina se faltar energia. E com esses estudos, muitas cidades sairão beneficiadas, principalmente as que não têm uma boa energia.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Laísa
Brasil e Peru assinam acordo para comércio de energia
Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Alan García assinaram nesta quarta-feira um acordo para o comércio de energia entre Brasil e Peru.
O acordo prevê o fornecimento de energia elétrica produzida no Brasil ao Peru e a exportação de excedentes de energia pelo país andino ao Brasil, dando início ao processo de interconexão das redes elétricas dos dois países.
O documento também estabelece regras para a participação brasileira em projetos hidrelétricos no Peru. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há o potencial de geração conjunta de 7.200 megawatts.
"Sempre tendo em conta que a energia prioritariamente é para atender ao povo peruano, porque, se não for assim, nós nem começaremos a construir essas hidrelétricas", afirmou Lula a jornalistas ao lado de García, em Manaus.
"Nós temos regimes de chuvas diferenciados. Se houver uma interligação desses sistemas, nós poderemos nos atender, beneficiando o povo peruano e beneficiando o povo brasileiro", acrescentou.
Já o presidente peruano assegurou que nenhum empreendimento será executado se o projeto agredir o meio ambiente.
"Vamos dar passos muito seguros no caminho da integração energética, no caminho da utilização dos recursos gasíferos do Peru e na integração firme e sustentável dos nossos povos fronteiriços através de um maior comércio, da facilitação das aduanas e do uso direto de nossas moedas entre nós sem necessidade de apelar a uma moeda externa", destacou García.
Representantes dos dois países também assinaram acordos nas áreas sanitária e fitossanitária, tecnologias ambientais e transporte fluvial.
Comentário:
A partir dessa reportagem, é possível perceber que o Brasil e o Peru estão começando a "agir" para o bem da sociedade e do meio ambiente. Esse acordo de energias que ambos estão de acordo, mostra que estão preucupados com a população do seu país e também com a natureza, pois esse acordo diz que não será prejudicial ao meio ambiente. Esses recurso que estão sendo utilizados são de grande ajuda, devido eles acabaram produzindo uma grande quantidade de energia. Medidas estão sendo tomadas para facilitar esse tipo de produção de energia.
Murillo bilha
O acordo prevê o fornecimento de energia elétrica produzida no Brasil ao Peru e a exportação de excedentes de energia pelo país andino ao Brasil, dando início ao processo de interconexão das redes elétricas dos dois países.
O documento também estabelece regras para a participação brasileira em projetos hidrelétricos no Peru. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há o potencial de geração conjunta de 7.200 megawatts.
"Sempre tendo em conta que a energia prioritariamente é para atender ao povo peruano, porque, se não for assim, nós nem começaremos a construir essas hidrelétricas", afirmou Lula a jornalistas ao lado de García, em Manaus.
"Nós temos regimes de chuvas diferenciados. Se houver uma interligação desses sistemas, nós poderemos nos atender, beneficiando o povo peruano e beneficiando o povo brasileiro", acrescentou.
Já o presidente peruano assegurou que nenhum empreendimento será executado se o projeto agredir o meio ambiente.
"Vamos dar passos muito seguros no caminho da integração energética, no caminho da utilização dos recursos gasíferos do Peru e na integração firme e sustentável dos nossos povos fronteiriços através de um maior comércio, da facilitação das aduanas e do uso direto de nossas moedas entre nós sem necessidade de apelar a uma moeda externa", destacou García.
Representantes dos dois países também assinaram acordos nas áreas sanitária e fitossanitária, tecnologias ambientais e transporte fluvial.
Comentário:
A partir dessa reportagem, é possível perceber que o Brasil e o Peru estão começando a "agir" para o bem da sociedade e do meio ambiente. Esse acordo de energias que ambos estão de acordo, mostra que estão preucupados com a população do seu país e também com a natureza, pois esse acordo diz que não será prejudicial ao meio ambiente. Esses recurso que estão sendo utilizados são de grande ajuda, devido eles acabaram produzindo uma grande quantidade de energia. Medidas estão sendo tomadas para facilitar esse tipo de produção de energia.
Murillo bilha
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Murillo
Para Greenpeace, geração de energia limpa precisa crescer ainda mais no país
Apesar de ter apresentado no ano passado o maior índice de energia gerada por fontes renováveis dos últimos 18 anos, o Brasil ainda precisa avançar na geração de energia limpa, de acordo com a organização não governamental (ONG) Greenpeace. Para o coordenador da campanha de energias renováveis da ONG, Ricardo Baitelo, apesar de positivo, o aumento da participação de energias renováveis na matriz brasileira não pode ser considerado significativo.
O balanço energético nacional, divulgado ontem (29/4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mostra que as fontes renováveis de energia, que incluem a geração por meio de hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar, foram responsáveis por 47,3% da geração de energia no país no ano passado, o maior índice desde 1992.
Baitelo disse que o resultado estava previsto, já que em 2008 houve um acionamento muito grande de termelétricas fósseis, que diminuiu no ano passado devido à grande quantidade de chuvas, que permitiram o maior uso de energia gerada pelas hidrelétricas.
Uma das maiores bandeiras defendidas pelo Greenpeace na área energética é a necessidade de aumentar o uso de energia eólica no Brasil, considerado por Baitelo ainda pequena. Ele lembra que o governo irá realizar um leilão de energias renováveis ainda no primeiro semestre deste ano, mas as usinas movidas a vento vão demorar para entrar em operação.
Comentário:
De acordo com essa notícia é possivel perceber que o Brasil está entre um dos países mais "produtores de energias renováveis", porém ele ainda deve aumentar a sua produtividade em energia eólica, devido ela ter um baixo índice de produção desse tipo de energia, que é muito utilizada no munso inteiro, como uma das mais beneficiantes e ter o custo baixo.
O Brasil tem a geração de energia por meio de hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar, foram responsáveis por 47,3% da geração de energia no país no ano passado, o maior índice desde 1992, ou seja, é possível perceber um alto índice de utilização de energia hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar.
Murillo Bilha
O balanço energético nacional, divulgado ontem (29/4) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), mostra que as fontes renováveis de energia, que incluem a geração por meio de hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar, foram responsáveis por 47,3% da geração de energia no país no ano passado, o maior índice desde 1992.
Baitelo disse que o resultado estava previsto, já que em 2008 houve um acionamento muito grande de termelétricas fósseis, que diminuiu no ano passado devido à grande quantidade de chuvas, que permitiram o maior uso de energia gerada pelas hidrelétricas.
Uma das maiores bandeiras defendidas pelo Greenpeace na área energética é a necessidade de aumentar o uso de energia eólica no Brasil, considerado por Baitelo ainda pequena. Ele lembra que o governo irá realizar um leilão de energias renováveis ainda no primeiro semestre deste ano, mas as usinas movidas a vento vão demorar para entrar em operação.
Comentário:
De acordo com essa notícia é possivel perceber que o Brasil está entre um dos países mais "produtores de energias renováveis", porém ele ainda deve aumentar a sua produtividade em energia eólica, devido ela ter um baixo índice de produção desse tipo de energia, que é muito utilizada no munso inteiro, como uma das mais beneficiantes e ter o custo baixo.
O Brasil tem a geração de energia por meio de hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar, foram responsáveis por 47,3% da geração de energia no país no ano passado, o maior índice desde 1992, ou seja, é possível perceber um alto índice de utilização de energia hidrelétricas, biomassa e produtos da cana-de-açúcar.
Murillo Bilha
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Murillo
A Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal), está alocando R$ 260 milhões na Cevix, empresa recém-criada para investir em empreendimentos de geração de energia elétrica renovável.
A Cevix nasce com patrimônio total de pouco mais de R$ 1 bilhão, segundo comunicado.
A nova empresa já está construindo duas PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), uma no Rio Grande do Sul e outra em Santa Catarina, e três parques eólicos na Bahia, entre outros. No total, os empreendimentos sendo executados somam 200 MW de energia renovável.
Comentário:
O Brasil começou a investir seriamente em energias renovaveis, devido elas acabaram gerando uma grande quantidade de energia e ser "reutilizada", o custo desse procedimento é mais caro, porém irá beneficiar o Brasil cada vez mais, devido ele estar utilizando uma energia renovável, com isso não estará "destruindo a natureza" e poderá reutilizar esse tipo de energia diversas vezes, consequentemente, sem prejudicar a natureza e ter um custo muito menor no futuro.
Murillo Bilha
A Cevix nasce com patrimônio total de pouco mais de R$ 1 bilhão, segundo comunicado.
A nova empresa já está construindo duas PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), uma no Rio Grande do Sul e outra em Santa Catarina, e três parques eólicos na Bahia, entre outros. No total, os empreendimentos sendo executados somam 200 MW de energia renovável.
Comentário:
O Brasil começou a investir seriamente em energias renovaveis, devido elas acabaram gerando uma grande quantidade de energia e ser "reutilizada", o custo desse procedimento é mais caro, porém irá beneficiar o Brasil cada vez mais, devido ele estar utilizando uma energia renovável, com isso não estará "destruindo a natureza" e poderá reutilizar esse tipo de energia diversas vezes, consequentemente, sem prejudicar a natureza e ter um custo muito menor no futuro.
Murillo Bilha
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Murillo
terça-feira, 15 de junho de 2010
Obama promete combater derramamento de petróleo com força total
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se comprometeu na noite desta terça-feira a fazer tudo o que estiver a seu alcance para conter o vazamento de petróleo da petrolífera britânica British Petroleum e a ajudar a recuperar a costa do Golfo do México.
"Vamos lutar contra esse vazamento com tudo o que temos, pelo tempo que for preciso. Vamos fazer com que a BP pague pelo estrago que sua companhia causou", afirmou Obama em discurso televisionado para todo o país desde a Casa Branca.
Obama também disse estar feliz por receber ideias de democratas e republicanos para um exaustivo projeto de lei de energia, mas afirmou que os Estados Unidos não podiam se dar ao luxo de evitar mudanças no seu uso de energia.
Comentário :
Força total, força total? O que exatamente significa isso? É muito grande a probabilidade de força total ser o termo que toda a população pede desde de que essa tragédia começou, quando acompanhamos essa novela sem fim, esse drama parece que não existe mais solução, mais como em um mundo onde televisões, jogos portáteis e banalidades afins são tão inovadores, precisos e prioritários ainda um problema que coloca em risco VIDAS fica em segundo plano. parabéns EUA, mais uma conquista vergonhosa para seu governo "poderoso".
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Giovana Pupo Giomo
sábado, 12 de junho de 2010
Evonik desenvolve projetos para geração de energia limpa
Empresa dispõe de programas de pesquisa e desenvolvimento que visam a geração e o consumo de energia elétrica limpa, propondo soluções sustentáveis.
Em meio às ocorrências climáticas que se desenham, acirram-se as discussões em torno do que é possível ser feito em favor do meio ambiente. A área de geração de energia é uma das principais questões nesse contexto e objeto de estudos da Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, que reuniu diversos projetos voltados à proteção ambiental no prospecto "21 Amazing Answers to the Next Big Thing: Energy Efficiency" (21 Respostas Incríveis para a Grande Questão: Eficiência Energética).
Pesquisas realizadas por cientistas e indústrias de diversos setores produtivos podem oferecer soluções alternativas que minimizem os efeitos da ação do homem sobre a natureza e levar à produção de energia mais limpa, cada vez mais necessária. Esta ideia é reforçada no Plano Decenal de Expansão de Energia, referente aos anos 2008 a 2017, elaborado pelo Governo Federal. De acordo com os estudos, estima-se que a população brasileira supere os 204 milhões de habitantes em 2017, com o consumo de 310,5 milhões (tep/toneladas equivalentes de petróleo) de energia elétrica - em 2008, este volume foi de 207,2 milhões. Somente o consumo residencial de energia elétrica deve aumentar 22% no período, passando de 146 kWh/mês para 178 kWh/mês.
"A questão energética é um dos grandes desafios dos tempos atuais. Os profissionais da área de pesquisa e desenvolvimento da Evonik veem este fator como primordial para a continuidade da evolução mundial, aliando fatores ambientais, sociais e econômicos", afirma o Diretor Presidente da Região América do Sul, Weber Porto. "Para isso, dispomos de fortes estruturas nas áreas nas quais atuamos, que nos permitem ir além do convencional e encontrar respostas possíveis para os problemas atuais e nos preparar para os futuros", complementa
________________________________________
Comentário:A empresa deveria servir de exmplo para várias outras, pois já está mais evidente que se não alterarmos nosso modo de evolução para um desenvolvimento sustentável, a espécie humana terá pouco tempo de vida. Assim como a Evonik afirma, esse desnvolvimento sustentávl é um fator primordial principalmente no setor de geração de enrgia, que cresce a cada dia mais e polui, destrói a cada dia mais. Além de pensar no presente, precisamos nos prevenir para o futuro.
Isabela Blanco
Em meio às ocorrências climáticas que se desenham, acirram-se as discussões em torno do que é possível ser feito em favor do meio ambiente. A área de geração de energia é uma das principais questões nesse contexto e objeto de estudos da Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, que reuniu diversos projetos voltados à proteção ambiental no prospecto "21 Amazing Answers to the Next Big Thing: Energy Efficiency" (21 Respostas Incríveis para a Grande Questão: Eficiência Energética).
Pesquisas realizadas por cientistas e indústrias de diversos setores produtivos podem oferecer soluções alternativas que minimizem os efeitos da ação do homem sobre a natureza e levar à produção de energia mais limpa, cada vez mais necessária. Esta ideia é reforçada no Plano Decenal de Expansão de Energia, referente aos anos 2008 a 2017, elaborado pelo Governo Federal. De acordo com os estudos, estima-se que a população brasileira supere os 204 milhões de habitantes em 2017, com o consumo de 310,5 milhões (tep/toneladas equivalentes de petróleo) de energia elétrica - em 2008, este volume foi de 207,2 milhões. Somente o consumo residencial de energia elétrica deve aumentar 22% no período, passando de 146 kWh/mês para 178 kWh/mês.
"A questão energética é um dos grandes desafios dos tempos atuais. Os profissionais da área de pesquisa e desenvolvimento da Evonik veem este fator como primordial para a continuidade da evolução mundial, aliando fatores ambientais, sociais e econômicos", afirma o Diretor Presidente da Região América do Sul, Weber Porto. "Para isso, dispomos de fortes estruturas nas áreas nas quais atuamos, que nos permitem ir além do convencional e encontrar respostas possíveis para os problemas atuais e nos preparar para os futuros", complementa
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Comentário:A empresa deveria servir de exmplo para várias outras, pois já está mais evidente que se não alterarmos nosso modo de evolução para um desenvolvimento sustentável, a espécie humana terá pouco tempo de vida. Assim como a Evonik afirma, esse desnvolvimento sustentávl é um fator primordial principalmente no setor de geração de enrgia, que cresce a cada dia mais e polui, destrói a cada dia mais. Além de pensar no presente, precisamos nos prevenir para o futuro.
Isabela Blanco
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Geração de energia ou Matéria-prima
Governo da Venezuela encerra programa de racionamento de energia elétrica
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou nesta quinta-feira (10/6) o fim do racionamento de energia elétrica iniciado no país no dia 8 de fevereiro deste ano. No entanto, o presidente pediu que os venezuelanos continuem evitando o desperdício.
"A partir deste momento, o plano de racionamento está suspenso em todas as partes do país. Apagamos a luz, fechamos a torneira, não desperdiçamos nada", disse Chávez em discurso pela televisão. Cerca de 70% da energia venezuelana é hidrelétrica, e as recentes chuvas contribuíram para a reposição dos reservatórios, após vários meses de secas. O consumo elevado e os problemas de distribuição agravaram a crise.
Apagões em rodízio foram determinados em várias partes do país e empresas e fábricas tiveram que cortar o consumo normal em 20% ou mais. Shopping centers foram orientados a abrir mais tarde e fechar mais cedo.
Investimento
Ainda há escassez elétrica na Venezuela. O governo pretende instalar uma capacidade adicional de 5.000 megawatts, principalmente em termoelétricas. Até o fim do primeiro trimestre, apenas 235 megawatts haviam sido instalados.
Para melhorar a infraestrutura, o governo deve investir mais de quatro milhões de dólares no setor, informou a ABN (Agência Bolivariana de Notícias). Em fevereiro deste ano, o governo anunciou a criação de um fundo de um bilhão de dólares para solucionar a crise energética. A verba seria usada para acelerar o desenvolvimento de obras voltadas para a geração de energia no país.
Ao todo, são 59 projetos de geração e distribuição de energia e a 50 de manutenção. Até o momento, 14 usinas estão prontas para funcionar e têm capacidade para gerar 358.3 megawatts.
_______________________________________________
Comentário:O programa de racionamento não deveria ser encerrado, todavia o presidente agiu certo ao dizer que os venezuelanos deveriam continuar evitando o desperdício. O susto do país já passou, o problema agora é o investimento na infra-estrutura de geração de energia, já que foram destinados milhões de dólares, porque nao pensar em energias alternativas que não afetem o meio ambiente ?
Isanela Blanco
"A partir deste momento, o plano de racionamento está suspenso em todas as partes do país. Apagamos a luz, fechamos a torneira, não desperdiçamos nada", disse Chávez em discurso pela televisão. Cerca de 70% da energia venezuelana é hidrelétrica, e as recentes chuvas contribuíram para a reposição dos reservatórios, após vários meses de secas. O consumo elevado e os problemas de distribuição agravaram a crise.
Apagões em rodízio foram determinados em várias partes do país e empresas e fábricas tiveram que cortar o consumo normal em 20% ou mais. Shopping centers foram orientados a abrir mais tarde e fechar mais cedo.
Investimento
Ainda há escassez elétrica na Venezuela. O governo pretende instalar uma capacidade adicional de 5.000 megawatts, principalmente em termoelétricas. Até o fim do primeiro trimestre, apenas 235 megawatts haviam sido instalados.
Para melhorar a infraestrutura, o governo deve investir mais de quatro milhões de dólares no setor, informou a ABN (Agência Bolivariana de Notícias). Em fevereiro deste ano, o governo anunciou a criação de um fundo de um bilhão de dólares para solucionar a crise energética. A verba seria usada para acelerar o desenvolvimento de obras voltadas para a geração de energia no país.
Ao todo, são 59 projetos de geração e distribuição de energia e a 50 de manutenção. Até o momento, 14 usinas estão prontas para funcionar e têm capacidade para gerar 358.3 megawatts.
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Comentário:O programa de racionamento não deveria ser encerrado, todavia o presidente agiu certo ao dizer que os venezuelanos deveriam continuar evitando o desperdício. O susto do país já passou, o problema agora é o investimento na infra-estrutura de geração de energia, já que foram destinados milhões de dólares, porque nao pensar em energias alternativas que não afetem o meio ambiente ?
Isanela Blanco
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Geração de energia ou Matéria-prima
País terá mais energia de termelétricas
(o site não permite cópia da reportagem)
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/06/03/pais-tera-mais-energia-de-termeletricas-916785634.asp
__________________________________________
Comentário: Sim, mais poluente e com custo mais alto, porém o Brasil insiste em voltar a gerar energia a partir de termelétricas. Os consumidores também se dão mal, porque esse custo mais alto é revertido para suas contas, ou seja, quem sai no prejuízo é o próprio consumidor.
Outro fato é que o uso das térmicas servirá também para as regiões Sudeste e Sul do país, as quais são as que mais se utilizam de enrgia atualmente. Se ese aumento deve-se por causa do período de seca e então a possibilidade de falhas nas hidrelétricas, não seria mais fácil apostar em fontes energéticas não poluentes, renováveis e mais baratas ?
Isabela Blanco
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/06/03/pais-tera-mais-energia-de-termeletricas-916785634.asp
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Comentário: Sim, mais poluente e com custo mais alto, porém o Brasil insiste em voltar a gerar energia a partir de termelétricas. Os consumidores também se dão mal, porque esse custo mais alto é revertido para suas contas, ou seja, quem sai no prejuízo é o próprio consumidor.
Outro fato é que o uso das térmicas servirá também para as regiões Sudeste e Sul do país, as quais são as que mais se utilizam de enrgia atualmente. Se ese aumento deve-se por causa do período de seca e então a possibilidade de falhas nas hidrelétricas, não seria mais fácil apostar em fontes energéticas não poluentes, renováveis e mais baratas ?
Isabela Blanco
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Geração de energia ou Matéria-prima
terça-feira, 8 de junho de 2010
Inmetro desenvolve motor movido a óleo vegetal para tratores
O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e a Fiat apresentam hoje (1º), no 10º Challenge Bibendum, no Riocentro, projeto que transforma motores a diesel em motores para tratores movidos a óleo vegetal puro. Desenvolvido em parceria pelo Inmetro e a montadora, o projeto busca desenvolver tecnologia para melhorar o desempenho dos tratores.
O chefe da Divisão de Química do Inmetro, Valnei Cunha, informou à Agência Brasil que o programa tem três linhas básicas de atuação: bioetanol, biodiesel e óleo vegetal. “Nós firmamos essa parceria com a Fiat para desenvolver tecnologia para motores de ciclo diesel, para operar diretamente com óleo in natura, sem a necessidade de transformá-lo em biodiesel”.
Em um primeiro momento, a intenção é trabalhar com motores que equipam tratores, utilizados de maneira geral por produtores rurais ou cooperativas de agricultores familiares. “Focamos nisso para que possa ter também um cunho social na geração de energia elétrica. Porque você pode utilizar o motor para mover um gerador em comunidades que não têm grande acesso a combustíveis e produzem o seu próprio óleo”.
Cunha explicou que como não há necessidade de transformar o óleo vegetal puro em biodiesel, seu custo é menor para o produtor. Embora não exista ainda pesquisa para dimensionar a redução do custo de operação, Valnei Cunha estimou que a economia nos gastos com a compra de combustível seria de até 30%.
Além disso, o uso do óleo vegetal no motor pode reduzir em torno de 20% as emissões de gases poluentes. Segundo Cunha, no momento, as pesquisas feitas pelo Inmetro e a Fiat visam a garantir que o motor não tenha nenhum problema durante o seu ciclo de vida. “Ou seja, que a empresa que vai comercializar, no caso a Fiat, possa dar garantia do motor”. Para isso, está sendo desenvolvida toda a parte de análise dos componentes do motor após o seu ciclo de uso.
De acordo com o técnico do Inmetro, a ideia é trabalhar com vários tipos de oleaginosas - entre elas o girassol - e não somente com a soja, que é a primeira matéria-prima utilizada no projeto. No futuro, a meta é trabalhar com oleaginosas características do país, como o dendê e a andiroba, facilmente encontradas pelas comunidades da Região Norte. “Cada região está mais apta a produzir um tipo de oleaginosa”.
Cunha acredita que o projeto deverá se estender por mais dois anos. O Inmetro utiliza máquinas disponíveis no mercado para a extração do óleo vegetal puro, visando a permitir que os agricultores possam fabricar em casa óleos de boa qualidade. Com valor em torno de R$ 45 mil, cada máquina consegue processar entre 50 e 60 quilos de sementes de soja por hora, o que corresponde a 8 ou 9 litros de óleo por hora.
“O custo-benefício é alto”, afirmou Cunha. Isso significa que o capital investido retorna rapidamente. “Porque ele tem a matéria-prima, vai produzir o seu próprio combustível, pode gerar energia elétrica para girar a própria máquina ou outras máquinas e também para a comunidade”. Os testes vêm sendo realizados pelos pesquisadores no Laboratório de Motores do Inmetro em Xerém, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Comentário: Durante a tragédia, ocorrida no Golfo do México, devido a vazão de petróleo no oceano, temos uma noticia boa, mostrando que as pessoas estão criando novas alternativas de combustível, que além de agredir 20% menos o ambiente, é fonte de energia elétrica, e irá cortar os gastos de combustível em até 30%. Segundo Cunha tem tudo para dar certo, esperamos que sim, pois é necessário que mudanças desse tipo ocorram, pois o aquecimento global nos atinge cada dia mais.
O chefe da Divisão de Química do Inmetro, Valnei Cunha, informou à Agência Brasil que o programa tem três linhas básicas de atuação: bioetanol, biodiesel e óleo vegetal. “Nós firmamos essa parceria com a Fiat para desenvolver tecnologia para motores de ciclo diesel, para operar diretamente com óleo in natura, sem a necessidade de transformá-lo em biodiesel”.
Em um primeiro momento, a intenção é trabalhar com motores que equipam tratores, utilizados de maneira geral por produtores rurais ou cooperativas de agricultores familiares. “Focamos nisso para que possa ter também um cunho social na geração de energia elétrica. Porque você pode utilizar o motor para mover um gerador em comunidades que não têm grande acesso a combustíveis e produzem o seu próprio óleo”.
Cunha explicou que como não há necessidade de transformar o óleo vegetal puro em biodiesel, seu custo é menor para o produtor. Embora não exista ainda pesquisa para dimensionar a redução do custo de operação, Valnei Cunha estimou que a economia nos gastos com a compra de combustível seria de até 30%.
Além disso, o uso do óleo vegetal no motor pode reduzir em torno de 20% as emissões de gases poluentes. Segundo Cunha, no momento, as pesquisas feitas pelo Inmetro e a Fiat visam a garantir que o motor não tenha nenhum problema durante o seu ciclo de vida. “Ou seja, que a empresa que vai comercializar, no caso a Fiat, possa dar garantia do motor”. Para isso, está sendo desenvolvida toda a parte de análise dos componentes do motor após o seu ciclo de uso.
De acordo com o técnico do Inmetro, a ideia é trabalhar com vários tipos de oleaginosas - entre elas o girassol - e não somente com a soja, que é a primeira matéria-prima utilizada no projeto. No futuro, a meta é trabalhar com oleaginosas características do país, como o dendê e a andiroba, facilmente encontradas pelas comunidades da Região Norte. “Cada região está mais apta a produzir um tipo de oleaginosa”.
Cunha acredita que o projeto deverá se estender por mais dois anos. O Inmetro utiliza máquinas disponíveis no mercado para a extração do óleo vegetal puro, visando a permitir que os agricultores possam fabricar em casa óleos de boa qualidade. Com valor em torno de R$ 45 mil, cada máquina consegue processar entre 50 e 60 quilos de sementes de soja por hora, o que corresponde a 8 ou 9 litros de óleo por hora.
“O custo-benefício é alto”, afirmou Cunha. Isso significa que o capital investido retorna rapidamente. “Porque ele tem a matéria-prima, vai produzir o seu próprio combustível, pode gerar energia elétrica para girar a própria máquina ou outras máquinas e também para a comunidade”. Os testes vêm sendo realizados pelos pesquisadores no Laboratório de Motores do Inmetro em Xerém, no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Comentário: Durante a tragédia, ocorrida no Golfo do México, devido a vazão de petróleo no oceano, temos uma noticia boa, mostrando que as pessoas estão criando novas alternativas de combustível, que além de agredir 20% menos o ambiente, é fonte de energia elétrica, e irá cortar os gastos de combustível em até 30%. Segundo Cunha tem tudo para dar certo, esperamos que sim, pois é necessário que mudanças desse tipo ocorram, pois o aquecimento global nos atinge cada dia mais.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Laísa
domingo, 30 de maio de 2010
EUA confirmam viver pior desastre ecológico de sua história
O vazamento de petróleo no golfo do México é "possivelmente o pior desastre ecológico" da história dos Estados Unidos, afirmou neste domingo Carol Browner, conselheira do presidente americano Barack Obama para temas ambientais.
O fluxo do vazamento estimado por cientistas do governo e técnicos independentes, de 2 milhões a 3 milhões de litros de petróleo por dia, fez com que, na semana passada, se confirmasse este desastre maior que o do navio-tanque Exxon Valdez --em 1989, despejou 42 milhões de litros no Alasca.
Em declarações ao programa "Meet the Press", do canal NBC, Browner falou assim depois que a companhia BP, responsável pelo derramamento, anunciou o fracasso dos planos de bloquear o fluxo de petróleo com uma injeção de lama pesada, chamada de "top kill".
"Isso quer dizer que há mais petróleo vazando no golfo do México que em qualquer outro momento de nossa história. E isso significa que há mais petróleo que durante a mancha negra provocada pelo Exxon Valdez no Alasca (1989)", disse Browner.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que o vazamento contínuo é "tão enfurecedor quanto doloroso".
AP/Nasa
Comentário:
É admirável o desempenho americano de tentar superar sempre seus piores desastres com desastres muito piores. Um vazameno de petróleo não apresenta riscos ambientais quando só existem olhos voltados para o dinheiro que está indo embora, se isso apresenta um risco enorme para a natureza, e para os seres-humanos e animais é o que menos interessa. Ainda como pobres e mortais a mídia nos obriga a ouvir um fantoche dizendo que o vazamento é "tão enfurecedor quanto doloroso", se fosse tão enfurecedor e doloroso desse jeito, esse vazamento nunca existiria, ou seria muito mais priorizado, como as reuniões do nafta.
O fluxo do vazamento estimado por cientistas do governo e técnicos independentes, de 2 milhões a 3 milhões de litros de petróleo por dia, fez com que, na semana passada, se confirmasse este desastre maior que o do navio-tanque Exxon Valdez --em 1989, despejou 42 milhões de litros no Alasca.
Em declarações ao programa "Meet the Press", do canal NBC, Browner falou assim depois que a companhia BP, responsável pelo derramamento, anunciou o fracasso dos planos de bloquear o fluxo de petróleo com uma injeção de lama pesada, chamada de "top kill".
"Isso quer dizer que há mais petróleo vazando no golfo do México que em qualquer outro momento de nossa história. E isso significa que há mais petróleo que durante a mancha negra provocada pelo Exxon Valdez no Alasca (1989)", disse Browner.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que o vazamento contínuo é "tão enfurecedor quanto doloroso".
AP/Nasa
Comentário:
É admirável o desempenho americano de tentar superar sempre seus piores desastres com desastres muito piores. Um vazameno de petróleo não apresenta riscos ambientais quando só existem olhos voltados para o dinheiro que está indo embora, se isso apresenta um risco enorme para a natureza, e para os seres-humanos e animais é o que menos interessa. Ainda como pobres e mortais a mídia nos obriga a ouvir um fantoche dizendo que o vazamento é "tão enfurecedor quanto doloroso", se fosse tão enfurecedor e doloroso desse jeito, esse vazamento nunca existiria, ou seria muito mais priorizado, como as reuniões do nafta.
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Geração de energia ou Matéria-prima,
Giovana Pupo Giomo
sábado, 22 de maio de 2010
Inaugurada usina de biodiesel no Paraná
A Petrobras Biocombustível e a BSBIOS inauguraram nesta sexta-feira (14/5), a usina de biodiesel de Marialva, localizada no norte do Paraná, na qual cada uma das empresas detém 50% de participação. A cerimônia marcou a conclusão das obras da unidade que tem capacidade de produzir 127 milhões de litros de biodiesel por ano. O investimento total nesse projeto foi de R$ 100 milhões.
Em coletiva de imprensa, o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto disse que este empreendimento é resultado de um grande trabalho em conjunto. “Esta unidade promete ser referência em gestão operacional e qualidade dos biocombustíveis.” Segundo ele, para a Petrobras a atuação no sul do Brasil é estratégica para Companhia, uma vez que oferece a produção de oleaginosas e abastecimento de um mercado promissor, além de colaborar com a qualificação da matriz energética do país.
O estado do Paraná é o terceiro maior consumidor de diesel do País e está próximo do primeiro consumidor que é o Estado de São Paulo, além de ser o segundo maior produtor de oleaginosas do Brasil, com grande presença da agricultura familiar. Com o início das atividades da usina, o estado caminha para se tornar autossuficiente em biodiesel, que atualmente vem de outras regiões.
Para o fornecimento de matéria-prima para produção de biodiesel serão envolvidos cerca de sete mil agricultores familiares da região. Para isso, a empresa mantém parceria com cooperativas e instituições de assistência técnica agrícola e de pesquisas com o objetivo de viabilizar a diversificação e a produção de oleaginosas, principalmente, a canola e a soja.
O diretor superintendente da BSBIOS, Erasmo Carlos Battistella, disse que a intenção é tornar esta uma unidade completa de produção. “A usina dispõe de uma das melhores tecnologias mundiais de produção de biodiesel dentro das normas nacionais e internacionais de especificação do produto. Além disso, possui flexibilidade na utilização de matéria-prima”, destaca.
Participaram também da inauguração o Governador do Estado do Paraná, Orlando Pessuti, e o representante do ministério de Desenvolvimento Agrário, Marco Antônio Viana Leite. O representante do ministério ressaltou a importância de diversificar a matéria-prima e inserir a agricultura familiar na produção do biodiesel. “Aqui temos duas empresas de referência nessa diversificação. De um lado a BSBIOS, com a canola no Rio Grande do Sul, e de outro a Petrobras Biocombustível, com a mamona e o girassol no semi-árido”.
O governador do Estado do Paraná finalizou o evento lembrando que o desenvolvimento da bioenergia no Paraná caminha a passos firmes. “Estamos de encontro com as boas práticas ambientais, com agricultura familiar, com geração de emprego e renda e com um Brasil cada vez melhor. Vamos fazer dessa unidade um módulo de parceria da iniciativa privada com a Petrobras”, finaliza.
A usina criará 120 empregos diretos na área industrial. Durante as obras, 300 trabalhadores participaram da construção. [...]
_______________________________________
Comentário - É mais fácil investir 100 milhoes em um projeto saudável, do que arriscar a natureza e a vida no planeta, pois o diesel é um dos maiores poluidores enquanto o biodiesel emite bem menos poluidores. É interessante a iniciativa da própria Petrobras ter investido em um projeto com esse em que além das melhorias economicas do estado, ou seja, torná-lo autosuficiente em biodiesel. Cerca de sete mil agricultores estão envolvidos, contribuindo com o fornecimento de matária-prima para a produção do biodiesel. A geração de mais 120 empregos na área industrial, fora os 300 trabalhadores que participaram na construção da obra. A flexibilidade na utilização de matéria-prima tamb[em é fundamental para não esgotar alguns recursos, mesmo que eles sejam renováveis, isso faz com que a ausência de um deles por algum motivo, não prejudique a empresa.
Isabela Blanco
Em coletiva de imprensa, o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto disse que este empreendimento é resultado de um grande trabalho em conjunto. “Esta unidade promete ser referência em gestão operacional e qualidade dos biocombustíveis.” Segundo ele, para a Petrobras a atuação no sul do Brasil é estratégica para Companhia, uma vez que oferece a produção de oleaginosas e abastecimento de um mercado promissor, além de colaborar com a qualificação da matriz energética do país.
O estado do Paraná é o terceiro maior consumidor de diesel do País e está próximo do primeiro consumidor que é o Estado de São Paulo, além de ser o segundo maior produtor de oleaginosas do Brasil, com grande presença da agricultura familiar. Com o início das atividades da usina, o estado caminha para se tornar autossuficiente em biodiesel, que atualmente vem de outras regiões.
Para o fornecimento de matéria-prima para produção de biodiesel serão envolvidos cerca de sete mil agricultores familiares da região. Para isso, a empresa mantém parceria com cooperativas e instituições de assistência técnica agrícola e de pesquisas com o objetivo de viabilizar a diversificação e a produção de oleaginosas, principalmente, a canola e a soja.
O diretor superintendente da BSBIOS, Erasmo Carlos Battistella, disse que a intenção é tornar esta uma unidade completa de produção. “A usina dispõe de uma das melhores tecnologias mundiais de produção de biodiesel dentro das normas nacionais e internacionais de especificação do produto. Além disso, possui flexibilidade na utilização de matéria-prima”, destaca.
Participaram também da inauguração o Governador do Estado do Paraná, Orlando Pessuti, e o representante do ministério de Desenvolvimento Agrário, Marco Antônio Viana Leite. O representante do ministério ressaltou a importância de diversificar a matéria-prima e inserir a agricultura familiar na produção do biodiesel. “Aqui temos duas empresas de referência nessa diversificação. De um lado a BSBIOS, com a canola no Rio Grande do Sul, e de outro a Petrobras Biocombustível, com a mamona e o girassol no semi-árido”.
O governador do Estado do Paraná finalizou o evento lembrando que o desenvolvimento da bioenergia no Paraná caminha a passos firmes. “Estamos de encontro com as boas práticas ambientais, com agricultura familiar, com geração de emprego e renda e com um Brasil cada vez melhor. Vamos fazer dessa unidade um módulo de parceria da iniciativa privada com a Petrobras”, finaliza.
A usina criará 120 empregos diretos na área industrial. Durante as obras, 300 trabalhadores participaram da construção. [...]
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Comentário - É mais fácil investir 100 milhoes em um projeto saudável, do que arriscar a natureza e a vida no planeta, pois o diesel é um dos maiores poluidores enquanto o biodiesel emite bem menos poluidores. É interessante a iniciativa da própria Petrobras ter investido em um projeto com esse em que além das melhorias economicas do estado, ou seja, torná-lo autosuficiente em biodiesel. Cerca de sete mil agricultores estão envolvidos, contribuindo com o fornecimento de matária-prima para a produção do biodiesel. A geração de mais 120 empregos na área industrial, fora os 300 trabalhadores que participaram na construção da obra. A flexibilidade na utilização de matéria-prima tamb[em é fundamental para não esgotar alguns recursos, mesmo que eles sejam renováveis, isso faz com que a ausência de um deles por algum motivo, não prejudique a empresa.
Isabela Blanco
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