Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
Mostrando postagens com marcador Desigualdade Social. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Desigualdade Social. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de maio de 2010

Ipea destaca desigualdade social do DF nos 50 anos de Brasília


Peso na economia cresce, mas desigualdade segue 'vergonhosa', diz.
Para Pochmann, Brasília precisa de um projeto de longo prazo.


O Distrito Federal cresce em participação na economia brasileira, mas permanece com uma "vergonhosa desigualdade social", segundo estudo divulgado pelo Instituto de Planejamento Econômico Aplicado (IPEA) por conta do aniversário de 50 anos de Brasília, celebrado nesta quarta-feira (21). De acordo com o instituto, a desigualdade do DF está acima da média do restante do país.
A análise teve como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1978, 1988, 1998 e de 2008. Segundo o documento, o DF tem participação crescente no Produto Interno Bruto (PIB) nacional, acima da evolução registrada na Região Centro-Oeste.
"O DF não está tão sujeito a sazonalidades que atingem o Centro-Oeste, mais voltado à agropecuária", informou o assessor técnico da Presidência do Ipea, Milko Matijascic. "Assim como em outras cidades, as transferências do governo, especialmente por meio da previdência, promovem importantes mudanças do ponto de vista de transferência de renda para determinadas parcelas da população", acrescentou ele.
Embora os níveis de pobreza na capital federal sejam menos relevantes que no Brasil como um todo, a desigualdade permanece, de acordo com o IPEA, "gritante". O coeficiente de Gini com as transferências governamentais continuou em 0,63 entre 1998 e 2008, contra 0,55 do restante do país. Quanto mais próximo o indicador ficar de 1, maior é a desigualdade.
Marcio Pochmann, presidente do instituto, ressaltou que, 50 anos depois, a capital concebida com o papel especial de pensar o futuro do país passa a ter problemas comuns a outras cidades. "Brasília carece de um projeto de longo prazo para reafirmar seu potencial em termos de apoio ao desenvolvimento nacional e do Centro-Oeste. O adensamento populacional da cidade foge à perspectiva original. Enfim, ela precisa de um projeto para os próximos 50 anos", disse ele.
COMENTÁRIO: O que adianta o DF contribuir com a economia do Brasil se a desigualdade socilal continua ruim e sem solucao? Nao adianta NADA, o Brasil tem acabar com essa desigualdade que é totalmente errada, porque os direitos de todos nao sao bem declarados, muita gente quer seus direitos garantidos, mas o DF parece ser o pior estado para resolver algo como desigualdade social.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A diferença entre países ricos e pobres aumentou a partir dos anos 90, com um grupo representando 14% da população mundial dominando 50% do comércio mundial.
As estimativas sempre mostram que os ricos cada vez ficam mais ricos e os pobres mais pobres.

Populações de países com um PIB consideravelmente alto vivem na miséria por causa de um repasse que nunca chega a eles.
Se a renda per capta fosse uma coisa real, não teríamos tanta miséria, trabalho infantil, prostituição, por que o que gera tudo isso é a necessidade, isso não passa de números que nunca favorecem os menos providos. Outro fator pode ser considerado, o preconceito com classe social, enquanto houver nada vai mudar.
Isso está na forma de pensar dessas pessoas, quanto mais tenho mais quero. Isso só não é maior porque existem pessoas, ONGS que ajudam essas pessoas menos privilegiadas. Esse pensamento devia partir desse pequeno, mas muito rico grupo de pessoas, que não ajuda porque não quer.

Comentário: Há muita desigualdade do mundo. Todos devem pensar antes de fazer as coisas

sábado, 10 de abril de 2010

Brasil é oitavo país em desigualdade social, diz pesquisa

da Folha Online, em Brasília e SP

O Brasil é o oitavo país em desigualdade social, na frente apenas da latino-americana Guatemala, e dos africanos Suazilândia, República Centro-Africana, Serra Leoa, Botsuana, Lesoto e Namíbia, segundo o coeficiente de Gini, parâmetro internacionalmente usado para medir a concentração de renda.



O coeficiente de Gini varia de zero a 1,00. Zero significaria, hipoteticamente, que todos os indivíduos teriam a mesma renda e 1,00, mostraria que apenas um indivíduo teria toda a renda de uma sociedade.



O índice brasileiro foi de 0,593 em 2003, segundo o relatório do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) em 177 países.



De acordo com o documento, no Brasil 46,9% da renda nacional concentram-se nas mãos dos 10% mais ricos. Já os 10% mais pobres ficam com apenas 0,7% da renda. Na Guatemala, por exemplo, os 10% mais ricos ficam com 48,3% da renda nacional, enquanto na Namíbia, o país com o pior coeficiente de desigualdade, os 10% mais ricos ficam com 64,5% da renda.



Economia

O documento destaca ainda que a desigualdade social pode travar a expansão econômica e tornar mais difícil que os pobres sejam beneficiados pelo crescimento. "Altos níveis de desigualdade de renda são ruins para o crescimento e enfraquecem a taxa em que o crescimento se converte em redução de pobreza: eles reduzem o tamanho do bolo econômico e o tamanho da fatia abocanhada pelos pobres", diz o relatório.



Ao alertar para a gravidade das diferenças sociais no mundo, o representante do PNUD, Ricardo Fuentes, afirmou que em uma hora cerca de 1,2 mil crianças morrem no mundo, o que equivale a três tsunamis por mês. "As desigualdades limitam o avanço das metas [objetivos do milênio, traçados para 2015], disse.



Segundo ele, os progressos não tem sido suficientes, e o relatório do PNUD servirá como um alerta para a Assembléia Geral das Nações Unidas marcada para este mês. "Vai chamar a atenção dos chefes de Estado para estes que são problemas do mundo", disse.



Segundo ele, a "extrema desigualdade" limita até mesmo a legitimidade política de alguns governos, e deve ser objeto de políticas públicas específicas.



Simulação



Uma simulação do PNUD revela que o Brasil cairia 52 posições no ranking do IDH caso o índice fosse calculado com base na renda dos 20% mais pobres e não no PIB (Produto Interno Bruto) per capita. O país passaria, então da 63ª colocação para o 115º lugar entre os 177 países avaliados. Esse resultado seria obtido mudando somente a variável renda, sem alterar os indicadores de educação e longevidade.



O estudo revela ainda que a transferência de 5% da renda dos 20% mais ricos do país para os mais pobres seria capaz de retirar 26 milhões de pessoas da linha da pobreza e reduzir a taxa de pobreza de 22% para 7%.



Na avaliação do PNUD, segundo o relatório, para que as "Metas do Milênio" sejam atingidas é preciso uma ampliação substancial da qualidade e quantidade de ajuda ao desenvolvimento, além de bases mais justas para o comércio internacional e a redução de conflitos violentos entre os povos.



Entre as chamadas "Metas do Milênio", estão a de reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, tanto a porcentagem de pessoas cujo rendimento é inferior a US$ 1 por dia quanto o percentual da população que sofre de fome. Também fixa a meta de reduzir o índice de mortalidade de crianças com menos de cinco anos em dois terços e o índice de mortalidade de mães, em três quartos até 2015.

Comentario:O Brasil tem a renda que é pior dividida entre as classes que temos no pais, Se o dinheiro fosse melhor dividido o que é possivel de se acontecer teriamos menos problemas de violencia já que uma das causas é falta de dinheiro , mas apenas se os politicos decidissem se preocupar com o povo e não só com o dinheiro que eles querem para eles mesmos.

China executa mais três japoneses por tráfico de drogas

Há algum tempo, Pequim tinha informado a Tóquio que executaria os três narcotraficantes, de nomes Teruo Takeda (de 67 anos), Hironori Ukai (48 anos) e Katsuo Mori (67 anos).

A imprensa japonesa informou que os familiares dos três condenados tinham se reunido na quinta-feira com eles nos respectivos centros penitenciários onde se encontravam.
Takeda foi acusado de comprar cerca de 5 quilos de estimulantes em junho de 2003, Ukai foi detido um mês depois com 1,5 quilos de drogas que pretendia levar ao Japão saindo do aeroporto de Dalian e Mori foi condenado por tentativa de contrabando de 1,25 quilos de drogas não especificadas.
A execução, na última terça-feira, de Mitsunobu Akano, de 65 anos, foi a primeira aplicada a um cidadão do Japão na China desde que os países normalizaram seus laços diplomáticos em 1972.
Akano foi condenado à morte em junho de 2008 após ser detido em 2006 com 2,5 quilos de entorpecentes que pretendia levar ao Japão, também partindo do aeroporto de Dalian.

Comentario: O trafico de drogas talvez seja um dos problemas sociais que mais crescem no mundo. Na china a solução achada foi a morte de 3 japoneses responsaveis pelo trafico. Se essa solução diminuir o trafico chines e japones creio que a america latina deveria tomar a mesma descisão já que A América Latina participa do narcotráfico na qualidade de maior produtora mundial de cocaína, e um de seus países, a Colômbia, detém o controle da maior parte do tráfico internacional (a pequena parte restante é dividida entre a máfia siciliana e a Yakuza japonesa). 

Violência em sala de aula atinge 87% dos professores em SP, diz pesquisa

25/02/08

Pesquisa da Apeoesp, o sindicato dos professores da rede pública do estado de São Paulo, mostra que 87% dos profissionais de educação já conviveram com agressões físicas e verbais dentro da sala de aula. Na maior parte dos casos, os alunos são os principais agressores. Professores reclamam ainda do tráfico de drogas e uso de armas dentro da sala de aula.
Dos 684 professores entrevistados, 70% afirmaram que sabem de casos de tráfico de drogas na escola. Na pesquisa, 67% dizem saber do uso de drogas entre os estudantes e 46% souberam de situações de pessoas armadas na escola.

No ano passado, a professora Eunice Martins teve a mão direita prensada em uma porta de escola municipal de São Bernardo do Campo, no ABC. Ela perdeu parte da ponta do dedo. “Eu não sinto a ponta do dedo ainda. É como se estivesse dormente. Não consigo escrever mais com ele”, diz Eunice, que tem 28 anos de profissão.

Uma ex-diretora, que não quer ser identificada. Em seus 20 anos em escolas públicas, ela diz que já ficou sabendo de alunos que vão armados para a sala de aula. “Eles colocam a arma em cima da carteira e falam: `hoje eu vou embora tal hora'”, conta.
Na semana passada, em Ribeirão Preto, a 314 km de São Paulo, uma aula terminou em agressão. Segundo a professora, que não quer se identificar, tudo começou porque um aluno estava atrapalhando a aula. “Na hora em que ele saiu, fui fechar a porta, ele pegou e veio com agressão. Ele já veio dando soco. Primeiro, soco na minha boca. Que eu corri, me deu uma rasteira e me jogou no chão. Me ameaçou, jogou a cadeira contra mim”, lembra.
A pesquisadora Caren Ruotti, do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo, diz que não existem culpados. Para ela, a violência dentro da sala de aula é fruto da falta de integração escola e comunidade.
“O aluno não é trazido pra discutir os problemas que têm na escola. Os professores também não. Então, fica esse clima muitas vezes de indisciplina, de desrespeito, onde as agressões surgem porque os problemas não são tratados, não são discutidos pela escola. É um trabalho coletivo", afirma a pesquisadora.
Em nota, a Secretaria de Educação do estado de São Paulo informou que o número de agressões diminuiu de 210 em 2005 para 180 no ano passado, no universo de 250 mil professores. A secretaria afirmou ainda que desenvolve programas que incentivam o respeito aos professores, funcionários, alunos e pais dos estudantes. Para a secretaria, o estudo da Apeoesp não é representativo, já que foram ouvidos 684
profissionais.
A Secretaria de Educação de São Bernardo do Campo classifica como um incidente o que aconteceu com a professora Eunice.

Comentario: O uso da violencia como forma de defesa pode ser um dos motivos desses alunos, para aqueles que vivem a realidade em suas casas de PRECISAR dormir com uma arma debaixo do travesseiro para garantir a vida apresenta-la em uma questão escolar não parece ser tão impactante. A agressão de professores é muito errada apesar de que esses alunos muitas vezes veem com algo muito comum ameaçar diretores e funcionarios por conta da realidade em que vivem. O que antes era usado com defesa agora é usado como desculpas para uma "dominação" da escola impondo horarios de saida e controle com uso do medo para cima dos funcionarios.

Bairro-escola ajuda a resolver problemas sociais

"Um município com mais de 30% da população sem saneamento básico, índices de violência altíssimos - incluindo uma chacina que matou 29 pessoas - e Índice de Desenvolvimento Humanos (IDH) bem abaixo do restante do estado. Assim era conhecida a cidade de Nova Iguaçu (RJ) antes da implementação do modelo de bairro-escola na região", contou a secretária municipal de Educação, Maria Antônia Goulart da Silva, durante o seminário Cidades sem muros: construção de comunidades de aprendizagem.

A secretária esteve no evento para explicar como colocou em prática o programa que se tornou exemplo de política pública no país. "A prioridade era resolver a questão da violência, mas não dava para fazer isso sem trabalhar a educação". Inspirado em ações como a realizada pela Cidade Escola Aprendiz na Vila Madalena, na cidade de São Paulo, o prefeito Lindberg Faria (PT) optou por um modelo próprio de bairro-escola.

Para isso, a prefeitura realizou um mapeamento do perfil das escolas e todos os recursos disponíveis na região. Como a idéia do programa é fazer com que as crianças percorram diferentes espaços de aprendizagem, uma nova preocupação atingiu os envolvidos: como fazer com que essas crianças percorressem esses espaços com segurança? "A solução foi desenvolver um trabalho para sensibilizar toda a população para a causa. Os agentes acabam cuidando das crianças".

A idéia chegou aos agentes do trânsito e motoristas de ônibus, entre outros. As rotas percorridas pelas crianças foram todas muito bem sinalizadas e as calçadas foram desocupadas pelos ambulantes. "Houve um surpreendente empenho dos camelôs, que desocuparam as calçadas sem maiores problemas. Quando o objetivo final é educação, a população reconhece a importância e aceita colaborar", acredita.

Comentario: O programa Bairro Escola é um projeto pioneiro desenvolvido pela Prefeitura de Nova Iguaçu. Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, o programa servirá de modelo para experiências de horário integral em outras cidades do Brasil. Aparentemente apresentou sucesso mostrando o envolvimento dos cidadões de nova iguaçu em fazer com que desse certo. È importante a união das pessoas como um todo mostrando que se o restante do Brasil aceitar como Nova iguaçu melhore a situação do país.

Mortes recentes no Brasil e no mundo


Noticia 1: 'A Venezuela expressou hoje ao Brasil "seu mais profundo pesar" pelas centenas de vítimas causadas pelas recentes chuvas e deslizamentos de terra no Rio de Janeiro e seus arredores.'
Noticia 2: 'O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou hoje três dias de luto oficial pela morte do presidente polonês, Lech Kaczynski, que morreu em um acidente aéreo nesta manhã na Rússia.'

Até a Venezuela anda se preocupando mais com o número crescente de mortos no Rio de Janeiro do que o próprio Brasil. O presidente Hugo Chávez diz que está disposto a colaborar com o possível para 'salvar vidas e reparar os danos provocados pela catastrofe', enquanto o nosso presidente está fazendo sua imagem no exterior. A perda do presidente polonês é algo ruim, mas, é interessante lembrar-se da própria nação e dos que estam morrendo no Morro do Bumba, em Niterói. Ao ver essas duas noticias um seguida da outra, cheguei a me perguntar onde esse mundo foi parar. A imagem internacional passada atravez de atos como luto a morte de um individuo é mais importante que dar o socorro a patria que tanto precisa. Minhas condolências ao nosso próximo ex-presidente, pela morte da pequena esperança que ainda depositavamos nele. 

Beatriz Fontes

São Bernardo não explica problema das vagas

'A Prefeitura de São Bernardo deixou os representantes das entidades assistenciais conveniadas sem resposta sobre os motivos que levaram a administração a não preencher as vagas para crianças de zero a 6 anos que estão abertas nas instituições.'

Indivíduos de classe média-baixa que procuram instituições gratuitas para matricular seus filhos de 0-6 anos em São Bernardo do Campo encontram dificuldades. Mas, não pelo fato de não haverem vagas em tais instituições, mas, por algum outro motivo não explicado pelo governo até o dia de tal noticia, 23 de março de 2010. A plenária marcada para o dia 22, um dia antes de tal reportagem ter sido publicada, foi desmarcada às 11h desse mesmo dia. A falta de caráter dos representantes da Prefeitura de São Bernando é incontestável. Esse problema, que se estende desde o ano passado, quando a atual gestão do prefeito Luiz Marinho mudou o sistema de matrícula, é absurdo. As mais de 10 mil crianças que estam fora de sala de aula no município são de conhecimento da prefeitura que, ainda assim, não explica a razão dessas vagas não serem preenchidas.

Beatriz Fontes

Cresce desigualdade entre árabes e judeus em Israel

'O relatório compara o investimento público destinado às duas populações e conclui que, de 2007 a 2008, a diferença em favor da população judaica aumentou em 2,8%.
De acordo com o relatório, em todos os parâmetros sociais, exceto na área da educação, existe uma tendência clara de aumento da desigualdade.
Um dos diretores da Sikui (“Chance”, em tradução livre), Ron Gerlitz, disse que "as diferenças são alarmantes e aumentam a cada ano que passa; é necessário agir imediatamente para reduzi-las".
"Se o governo continuar agindo como age agora, as diferenças vão continuar aumentando. Os filhos dos cidadãos árabes crescem em casas mais pobres, suas escolas têm orçamentos menores e eles têm menos chances de estudar em uma universidade, não conseguem bons empregos e assim a pobreza se eterniza."'

Israel, que é o único Estado no mundo predominantemente judeu, é uma bomba prestes a explodir. Os conflitos lá presentes remontam ao periodo da Primeira Grande Guerra. Só na área do bem-estar social, a diferença entre os investimentos nas duas populações é particularmente alta e chega a 50%. Essa desigualdade não é saudável e é perigosa para a população em geral. Esse tipo de conflito, com aspectos religiosos, tendem a criar mais richas entre as duas religiões. 

Beatriz Fontes

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A DESIGUALDADE SOCIAL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

O Brasil, apesar de estar entre as dez maiores economias do mundo, é um dos campeões de desigualdade social. Os índices de violência aumentaram assustadoramente, elevando o crescimento da indústria de segurança. Blindagem de carros, sistemas de alarmes, travas e grades compõem um arsenal que, hoje, é quase uma necessidade essencial.




Tal situação, sem dúvida, é fruto de um longo período de descaso e conformismo de toda sociedade.



Josué de Castro, expõe, numa inspiradíssima frase, a seguinte constatação: “Metade da humanidade não come e a outra metade não dorme com medo da que não come”.



Felizmente muitos já compreenderam que é absolutamente incompatível a prosperidade do empresariado numa sociedade em situação de caos.



As empresas podem, não somente utilizar o seu poder político para influenciar nas decisões governamentais e nas políticas públicas - para que estas sejam mais éticas e justas – mas, também, empreender em setores onde a dignidade humana e a qualidade de vida estão diretamente relacionadas.



Não podemos, simplesmente, nos trancafiar temerosos dos famintos, precisamos estar conscientes do nosso papel e de nossa responsabilidade diante de tão grave problema.



Felizmente o “exército do bem” tem crescido, avançado e conquistado vitórias. Não são somente as empresas que se voltam para implementar ações na área social, boa parte da população tem se beneficiado com programas voltados para os mais carentes. Existem, hoje, no país cerca de 220.000 organizações não-governamentais, a maioria dedicada à filantropia. Os soldados desse bom exército estão em todos os lugares, em ruas, escolas, associações, ou mesmo em casas de detenção, a exemplo dos internos do presídio Hélio Gomes, que doaram por três vezes (outubro, novembro e dezembro) para o Banco Rio de Alimentos, num nobre gesto de solidariedade, alimentos equivalentes a uma refeição do seu dia. Isto demonstra que a atitude cidadã independe do poder aquisitivo, condição social ou humana, mas está diretamente relacionada à capacidade de lançar o olhar para o que está em volta e perceber que há sempre algo a fazer pelo outro.





O Brasil é um país muito importante para a economia mundial, mas um grande problema que temos, é a desigualdade social, pessoas com menos condições roubam, sequestram, para pegar o dingeiro do mais rico, mas as empresas, e as pessoas ja estao se concientizando sobre o assunto, que um dia poderá deixar de existir

Desigualdade social atinge menor nível desde os anos 60

A desigualdade social atingiu o menor nível desde o Censo realizado em 1960. Essa é uma das conclusões destacadas de uma pesquisa inédita produzida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).




O estudo foi feito com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad - IBGE) - com dados de 2004 - e indica que o país vem avançando desde o início da década na redução das desigualdades entre pobres e ricos.



A pesquisa aponta também que, em 2004, a renda média do brasileiro cresceu 3,6%, enquanto a renda dos mais pobres chegou a crescer 14,1%.



Elaborada pela FGV, em parceria com pesquisadores do International Poverty Centre da Organização das Nações Unidas (ONU), a pesquisa é denominada "Crescimento Pró-Pobre: O Paradoxo Brasileiro" e será apresentada pelo professor Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas.



Em entrevista à Agência Brasil, Neri afirma que o levantamento mostra que a queda da desigualdade ocorrida em 2004 dá seqüência a uma tendência de melhora na distribuição de renda que vem ocorrendo desde 2001.



"A última Pnad mostra que o bolo se tornou mais bem distribuído. Mas nos últimos dez anos, o crescimento da renda para o total da população deu ‘bolo’ nos brasileiros. É uma situação até certo ponto paradoxal: neste período, em média, a renda da população brasileira, como um todo, caiu 0,63% ao ano; enquanto o rendimento da camada mais pobre chegou a crescer 0,73% per capita – ou seja: já descontado o crescimento populacional."




A desigualdade social, é um fator que influencia muito a vida dos brasileiros, e com isso abaixando, o Brasil se tornara um país melhor

sexta-feira, 26 de março de 2010

Mortalidade materna, aborto e imigração refletem desigualdades na Argentina

Buenos Aires, 23 mar (EFE).- A Argentina enfrenta "claras desigualdades" em sua população, com índices de mortalidade materna "evitáveis", 500 mil abortos ao ano, pacientes de aids cada vez mais pobres e imigrantes em situação marginal, segundo um relatório da ONU apresentado hoje em Buenos Aires.
Apesar do grande crescimento econômico do país desde a profunda crise de 2001, "as desigualdades entre províncias" e as "disparidades sociais e de gênero" são "os desafios a superar", aponta o estudo "Análise da Situação de População na Argentina" do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês).
Estas desigualdades prejudicam o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU, assinados em 2000 por 189 países, com a intenção de alcançar em 2015 melhorias nas áreas de saúde, educação e pobreza frente aos níveis de 1990.
"O drama da mortalidade materna - quatro mães mortas a cada dez mil bebês nascidos vivos - ganha sua real dimensão quando se adverte que, em sua maior parte, é evitável", diz o relatório da ONU.
A taxa de mortalidade materna se mantém "relativamente elevada em relação aos serviços sanitários disponíveis no país", acrescenta o documento de mais de 200 páginas, que compila estatísticas oficiais e estudos de organismos internacionais.
Apresentado hoje no Centro de Informação da ONU em Buenos Aires, o relatório também mostra que as complicações após abortos se mantiveram nos últimos 15 anos como a principal causa de morte materna.
Porém, dado que o aborto induzido é ilegal na Argentina, "sua magnitude só pode ser estimada por meios indiretos", os quais alertam que as interrupções voluntárias de gravidez oscilam entre 372 mil e 522 mil por ano.
A população adolescente é uma das principais vítimas do problema. Sua fecundidade apresenta "muitas disparidades" entre as 23 províncias argentinas, principalmente na comparação entre o empobrecido norte argentino e os principais centros urbanos.
Os adolescentes representam um quarto da população da Argentina, estimada em quase 40 milhões de habitantes.
Parte desta faixa da população está excluída do sistema educacional - 12% dos adolescentes entre 13 e 17 anos e 53% dos jovens entre 18 a 22 anos.
Além disso, a taxa de desemprego entre os argentinos dessa idade é "grande" devido a uma oferta "limitada" de postos de trabalho, aponta o estudo.
A mortalidade infantil também é outro problema relevante na Argentina. Segundo os últimos números oficiais, a taxa de mortalidade infantil está em 13,3 mortes de crianças menores de um ano por cada mil nascidas vivas, indicador que está "estagnado" e "esconde grandes desigualdades", diz o relatório da ONU.
O documento também dedica uma parte aos pacientes de aids no país - 120 mil, segundo estimativas - e diz que a doença "está se tornando mais própria das camadas sócio-econômicas mais baixas".
Além disso, o documento aborda outros setores que enfrentam uma "situação social desvantajosa", como os 603 mil indígenas argentinos e os imigrantes procedentes de países sul-americanos, que "mantêm uma inserção relativamente marginal no mercado de trabalho", segundo dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) recolhidos pela UNFPA.
"Após a etapa de imigração em massa (início do século XX), os fluxos migratórios para a Argentina foram mais modestos e provenientes fundamentalmente de países vizinhos. Hoje em dia, a Argentina continua sendo o epicentro da migração na América do Sul", afirma.
Por outro lado, o relatório mostra que o principal destino da emigração argentina é a Espanha, em um fluxo acentuado durante a crise local.
Entre 2001 e 2007, o número de argentinos que migraram para a Espanha cresceu 221,6%, chegando a 272.985.
A Argentina também não escapa do fenômeno de envelhecimento da população enfrentado principalmente pelos países europeus. Segundo projeções para 2050, haverá mais argentinos acima de 60 anos (24,8 %) do que com menos de 15 anos (17,8 %). EFE

COMENTARIO: A Desigualdade na Argentina continua a mesma coisa, apesar do grande crescimento economico do pais. Muitas jovens estao praticando o aborto, elas nao foram "educadas" e nao foram bem aconselhadas pelos pais, elas se relacionam com varios homens sem se previnir e acabam pegando doenças muito graves que podem causar a morte. Alem de pegaram doenças, elas ficam gravidas varias vezes, para nao atrapalharem a vida delas, elas abortam as crianças, que e totalmente ilegal. A Argentina tem que tomar medidas drasticas em relaçao a esses problemas do aborto, da mortalidade infantil, mortalidade materna e imigraçao.

domingo, 21 de março de 2010

Desigualdade social no DF e Entorno superou Recife e Salvador.

''A capital da República está na contramão do resto do país. Enquanto as outras cidades reduziram a desigualdade social, a situação do Distrito Federal e Entorno, região em Goiás ao redor do DF, só piorou. Mansões, piscinas e carros de luxo contrastam com barracos, falta de saneamento e miséria. A pesquisa apontou o Distrito Federal e o Entorno como a região metropolitana que apresenta a maior desigualdade social do país. ''


 
COMENTÁRIO
 
Uma situação precária. Ao menos a nossa Capital Federal deveria ser toda cuidada pelo governo, não adianta de nada metade da cidade ser linda e a outra metade ser precária, ter pessoas passando fome. Mais uma vez o governo tem que rever essa situação, exitem prioridades como essas, que está de baixo do nariz deles, e parecem fingir que está tudo bem, não, não está tudo bem é um problema visivel, é impossivel que ninguém nunca viu tanta pobreza do proprio lado, é absurdo!
 
 

quarta-feira, 17 de março de 2010

Sem posto, pacientes são atendidos embaixo de árvore na Paraíba


Incêndio destruiu posto de saúde em Sertãozinho. 

Secretaria culpa a burocracia pela demora em resolver a situação.

A dona de casa Maria da Penha sabe que saúde não dá em árvore, mas foi embaixo de uma mangueira que ela e a  irmã fizeram as últimas consultas médicas.

"Claro que o médico fez a parte dele, de atender as pessoas, não negou atendimento a ninguém. Mas eu acho, eu tenho certeza, que é melhor no posto", diz Maria. O posto de saúde da família improvisado fica em Sertãozinho, no interior da Paraíba.

Nos últimos três meses, o local foi usado pelo médico para atender a comunidade duas vezes, segundo os moradores. A mesa utilizada pelo doutor para as consultas é a mesma que serve para o lazer no fim de semana.

Um vídeo, feito por um morador, mostra um dos dias em que a sombra da mangueira virou um consultório médico. As consultas ao ar livre acontecem porque o posto de saúde da região está fechado desde dezembro. Os equipamentos viraram cinzas depois de um incêndio.

"A ideia é atender todo mundo, toda a população que abrange a nossa área", afirma o médico Bráulio Cavalcanti.

A secretária municipal de Saúde, Márcia Mouzinho, reconhece que o atendimento deixa a desejar, mas culpa a burocracia. "Infelizmente a burocracia dos serviços nos faz penalizar nesse sentido. A ideia é fazer o atendimento ainda que precário", afirma.

Comentário:
Pesquisando algumas informações no site do governo foi possível encontrar diversas aplicações do dinheiro publico na saúde, entre elas, uma em especial que vai direito para sertãozinho, PB. 
Uma microrregião de baixa renda, com pouquíssimas unidades de saúde publica em bom estado. me pergunto para onde vai a verba liberada.
Quanto a saúde publica, já parou para pensar quem os governantes não usam a saúde pública?
Se eles mesmos não confiam na saúde publica, por que nós obrigam a acreditar?


                                                          Engolidos pela favela


A população nos morros do Rio de Janeiro cresce ao dobro
do ritmo do restante da cidade – e o avanço dos barracos provoca a degradação de bairros e desvaloriza aquelas áreas de maior IPTU

Nos anos 70, o administrador Raimundo Bulcão, 82 anos, desfez-se de três imóveis para con-cretizar o sonho de viver numa casa de 700 metros quadrados em que, da janela, se descortinava a imensidão verde da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro. Essa vista sumiu. Ao longo de quatro décadas, ela foi desaparecendo à medida que a favela da Rocinha se alastrava a passos largos pelo morro – até chegar a exatos 80 metros da casa do administrador: "O odor reinante aqui é uma mistura de lixo com esgoto, e o som varia entre tiroteio e baile funk. Verde, quase não se vê mais". Seu bairro, o Alto Gávea, já ganhou até apelido: Baixo Rocinha. Como lá, várias das áreas mais nobres do Rio, aquelas também de maior IPTU, estão hoje cercadas de barracos por todos os lados – retrato de um acelerado processo de expansão das favelas que, ano a ano, ganha novo impulso por uma questão de cunho demográfico. Novas projeções, conduzidas pelo demógrafo Kaizô Beltrão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, indicam que até o fim de 2010 a população das 1 020 favelas cariocas atingirá 1,3 milhão de habitantes – 22% mais do que uma década atrás. O número salta aos olhos: é quase o dobro do ritmo de crescimento populacional do restante da cidade. No Rio, um de cada cinco moradores já vive em favelas e, mantido o ritmo até 2020, esse será o caso de um em cada quatro cariocas. Explica Kaizô Beltrão: "As altas taxas de fecundidade estão contribuindo de forma decisiva para o inchaço nos morros".

Os elevados índices de fertilidade nas favelas cariocas – onde a média de filhos por mulher é de 2,5, 30% maior que a do Rio como um todo – se explicam, em parte, por razões comuns a outros lugares do Brasil em que grassa a pobreza. Na base de tudo está o baixo nível de escolaridade, fator diretamente associado à proliferação de famílias numerosas. Para se ter uma ideia, mulheres brasileiras que não frequentaram a escola têm até o triplo de filhos do que aquelas que concluíram uma universidade, segundo dados do IBGE. Além da própria desinformação sobre os métodos contraceptivos, a ausência de estudo desencadeia um ciclo vicioso que se percebe, talvez com mais nitidez, nas favelas do Rio. Diz a especialista Rosiska Darcy de Oliveira, doutora em educação: "Bem cedo, as meninas ali fracassam na escola e, sem nenhum projeto de vida, preenchem o vazio com a gravidez". Um novo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela a extensão do problema: nas favelas, 25% das adolescentes entre 15 e 19 anos de idade já têm pelo menos um filho – cinco vezes a média da cidade. Dado espantoso que não deixa dúvidas: a maternidade precoce é um potente motor para a explosão populacional nos morros do Rio de Janeiro.
Evidentemente existem outras razões para a visível proliferação das favelas cariocas – um processo secular que tem suas raízes cravadas na constante complacência das autoridades. Os primeiros registros de ocupação ilegal de terras no Rio de Janeiro datam do século XIX, época em que os escravos recém-libertos começaram a se instalar maciçamente nos morros. Já no século XX, sobretudo a partir da década de 50, com a industrialização do país, grandes levas de nordestinos aportaram na cidade em busca de emprego e fincaram seus barracos nas favelas – que inflaram. Em São Paulo, ocorreu algo semelhante, com a diferença que, no Rio, o crescimento da população favelada foi abertamente incentivado pelo populismo reinante. Na década de 80, o então governador Leonel Brizola chegou a proibir o ingresso da polícia nos morros, deixando o terreno livre para as invasões, que só cresciam. "Favela não é problema, é solução", pregava o então vice-governador Darcy Ribeiro, resumindo o pensamento vigente.
O resultado foi a expansão caótica das favelas cariocas – que não param de avançar sobre a cidade formal, provocando uma flagrante degradação no entorno. Janelas cravejadas por balas de fuzil e lixo que desce pelas encostas se acumulando nas calçadas já foram incorporados à paisagem de prédios vizinhos às favelas Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e Cantagalo, em Ipanema. Pelo terreno de um dos edifícios chega a passar um cano que traz o esgoto da favela, solução improvisada décadas atrás que nenhuma autoridade tratou de melhorar. "Quando o cano entope, fica impossível permanecer no prédio, tal é o mau cheiro", conta a bióloga Mônica Morgado, 46 anos, que se mudou para lá na década de 70. A decadência de áreas como essa se faz refletir no valor dos imóveis. Um estudo da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) mostra que nos prédios colados às favelas da Zona Sul, a mais nobre da cidade, o preço dos apartamentos caiu 50%. "Mansões lindas na minha rua ficam até cinco anos com a placa de vende-se e são repassadas por valor irrisório", diz o advogado Luiz Fernando Penna, 61 anos, que mora próximo à Rocinha e às casas do cirurgião Ivo Pitanguy e do compositor João Bosco. Perto dele também funciona, à luz do dia, um ponto de venda de drogas, para o qual alguns moradores têm vista.
Para o problema não há outra saída senão o estado se fazer presente nas favelas – algo que, por décadas a fio, simplesmente não aconteceu. À exceção das ocupações menores e mais recentes, já não é mais possível remover a imensa maioria delas, dada sua dimensão. Os especialistas são unânimes em afirmar que o rumo mais acertado, nesse caso, passa pela incorporação das favelas à cidade. Diz o urbanista Sérgio Magalhães: "Só com a legalização dos imóveis e a urbanização dos morros elas deixarão de viver à margem do estado e da lei e se integrarão, enfim, à economia formal". A recente ocupação de alguns morros pela polícia, por meio das chamadas unidades pacificadoras, tem cumprido um papel básico e decisivo para isso: expulsar os bandidos da favela. Um bom começo. Os galopantes indicadores demográficos – e a própria fotografia da cidade engolida por favelas – mostram que é preciso, mais do que nunca, acelerar o passo.



comentário: Antigamente, morar no morro, era um ótimo lugar, porque ficava no alto e tinha muito verde.
Hoje em dia já não é assim, por causa da desigualdade scial. Há muitos pobres morando no mrro, então a vista não é mais a mesma. A cada dia mais pobres vão se instalando no morro da Rocinha, por isso o IPTU dos lugar aonde antes seria melhor para viver abaixou muito.
O cheiro também mudou, o que antes ceirava mato, hoje cheira lixo e esgoto. O silêncio mudou também, hoje só se escuta funk á magrugada toda.
Então os padrôes de vida na Rocinha, hoje são outros, por causa da desigualdade social.

Mirella 1B

domingo, 14 de março de 2010

Brasil é o maior em desigualdade social

A distribuição de renda no Brasil é a pior do mundo, em que os 10% mais ricos ganham 28 vezes a renda dos 40% mais pobres.

COMENTÁRIO

Não é uma notícia que espanta muito aos brasileiros quando é lida, pois é uma realidade que está na frente de todos, é a antiga história de poucos com muito e, muitos com pouco, o governo brasileiro tem muitas prioridades que não são ligadas aos próprios problemas brasileiros, o governo está preocupado em ganhar fama internacional por ajudar países que precisam de ajuda, mas isso tem que ser revisto com toda a certeza, pois como é que um país que precisa de ajuda pode ajudar um outro? Como é que um país com tanta desigualdade social se preocupa com o problema dos outros?

sábado, 13 de março de 2010

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostra o aproveitamento escolar de crianças que vivem em favelas é menor que o das que vivem fora da favela e têm as mesmas condições sociais.



O levantamento também aponta que crianças que moram em favelas próximas a áreas mais ricas têm uma série de vantagens em relação as que vivem longe dessas áreas, porque a localidade permite, por exemplo, maior acesso a equipamentos urbanos, que existem em maior número nesses locais.



Em muitos casos, porém, fatores externos atraem alunos de baixa renda para fora das salas de aula, quando as escolas públicas estão em áreas mais ricas.



"Certamente nas séries mais elevadas, como na oitava, isso é um dos fatores bastante possíveis, até porque, as favelas têm uma economia interna dinâmica, que acaba criando possibilidade de emprego como moto-táxi", disse o professor da UFRJ Luiz César de Queiroz Ribeiro.



Em entrevista  ao Programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional, ele destacou outro fator que contribui para o afastamento dos estudantes de escolas públicas localizadas em áreas mais ricas da cidade.



"Como elas interessam mais aos professores de classe média, porque são escolas que não têm grande dificuldade de acesso como outras da periferia, são mais puxadas do que as outras que se adaptam à localidade", disse. "Isso resulta na reprovação maior dessa população, porque ela já tem uma situação de origem social mais deficiente, com menos chance".



Em outras palavras, acrescenta o professor, o fato de essas escolas serem melhores que as localizadas em outras partes da cidade acaba sendo um efeito meio "perverso".



Ribeiro diz que os estudos vão contribuir para a formulação de políticas públicas. "A questão vem sendo discutida como tema de políticas públicas e como nós podemos tratar as diferentes escolas localizadas em determinados territórios para atender a um público que vai para a escola já com uma série de precariedades".



Ele participou, no final de semana, de um seminário internacional na UFRJ, que reuniu especialistas de vários países para tratar da influência de fatores como raça, gênero e desigualdade social na escolaridade de crianças de renda mais baixa.



A desigualdade social é um fator muito ruim que atinge o Brasil, saber que as crianças que moram em locais mais pobres tem menos condições de ter boas notas na escola, é muito triste, e o governo precisa fazer escolas melhores

Obama denuncia desigualdade no Dia Internacional da Mulher

O presidente americano, Barack Obama, advertiu nesta segunda-feira que as mulheres dos Estados Unidos ainda enfrentam muitas injustiças, e afirmou que lutará pela igualdade, em seu discurso por ocasião do Dia Internacional da Mulher.
"Não apresentei minha candidatura a presidente para que os sonhos de nossas filhas sejam adiados ou negados. Não apresentei minha candidatura para ver persistir a desigualdade e a injustiça", disse Obama durante cerimônia na Casa Branca.
Obama estava acompanhado por sua mulher, Michelle, pela ex-secretária de Estado Madeleine Albright, e pela atual chefe da diplomacia americana, Hillary Clinton.
"Apresentei minha candidatura a presidente para que nossas filhas e filhos tenham as mesmas oportunidades, direitos e sonhos".

COMENTÁRIO: A atitude do presidente Obama foi ótima em defender a desigualdade das mulheres, ele até diz que ele quer que seus filhos e filhas tenham as mesmas oportunidades, direitos e sonhos. Pelo menos ele é um dos primeiros presidentes que está disposto a lutar pela desigualdade, isso é muito bom para nós mulheres que merecemos muitas mais do que respeito e sim valorização e nossos direitos garantidos pra sempre e não só durante um tempo.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Desigualdade social reforça Aids na América Latina e no Caribe

                         Desigualdade social reforça Aids na América Latina e no Caribe


Pelo menos 140 mil novos casos foram registrados na região em 2007.

Número de soropositivos na região chega a 1,7 milhão de pessoas.
As desigualdades sociais e econômicas, somadas em alguns casos à falta de atendimento oficial, reforçam a pandemia da Aids na América Latina e no Caribe, segundo um relatório apresentado nesta sexta-feira (27) em Bogotá pela Federação Internacional da Cruz Vermelha (FICV).

Além dos amplos contrastes como entre o Haiti, o país mais afetado, e Chile, o que tem menos casos, o estudo ressalta a baixa incidência da doença no Equador e na Argentina, assim como os avanços no Brasil, Colômbia e México, entre outros, lembrou Francisco Moreno, diretor-geral de Saúde da Cruz Vermelha Colombiana.
O relatório, intitulado "A desigualdade aguça a pandemia do HIV: enfoque especial na resposta das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha na América Latina e no Caribe", pede maior atenção às pessoas com maior risco.
Pelo menos 140 mil novos casos de Aids foram registrados na América Latina em 2007, último ano para o qual há dados. Com isso, o número de soropositivos na região chega a 1,7 milhão de pessoas
No mesmo período, mais de 60 mil pessoas morreram por causa da doença, acrescenta o relatório.
--------------------------------------------------------------------------------

No Caribe, 230 mil pessoas viviam com o HIV em 2007. Quase 75% deste total são de República Dominicana e Haiti

--------------------------------------------------------------------------------
Nesse mesmo ano, quase 20 mil pessoas foram contaminadas com o vírus e 14 mil morreram no Caribe, principalmente no Haiti e na República Dominicana.
Jovens, prostitutas, garotos de programa e seus clientes, homossexuais, transexuais, detentos e usuários de drogas são considerados pelo estudo como os grupos de maior risco.
Segundo o relatório, essas pessoas são as que menos têm possibilidades de acesso às campanhas de prevenção e de conscientização.
Pessoas que vivem em zonas remotas, entre elas os indígenas, também são grupos vulneráveis.

comentário: A Aids no Brasil é cada vez mais preocupante. Os principais casos, estão na América Latina,  principalmente no Caribe, Haiti e República Dominicana, também por causa da grande concentração de prostitutas, homossexuais, transexuais, usuários de drogas, pois sãos os grupos de maior risco coma  doença.
Mirella 1º B.

domingo, 7 de março de 2010

Informalidade pode ser obstáculo para crescimento da classe média, diz estudo

Pequenos empreendedores da classe C enfrentam crédito restrito. Classe média baixa faz esforço para se aproximar da classe A e B, diz CNI.


COMENTÁRIO

Informalidade pertence a todas as classes, não somente a classe C, pois o que é considerado informalidade para as classes médias e altas, não é considerado informalidade para a classe baixa, então entra a história do preconceito, pois o que é errado para uns, não é necessariamente errado para outros.