Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

G20/BRASIL-Dilma defende solução de crise via FMI

CANNES, França, 4 de novembro (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira que o Brasil e os demais países dos BRICs estão dispostos a contribuir para uma ajuda financeira à Europa se isso for feito por meio do Fundo Monetário Internacional, mas que não há decisão ainda sobre o volume de recursos que podem ser disponibilizados.




Ela acrescentou que os recursos das reservas internacionais brasileiras devem ser protegidos pois foram acumulados com o 'suor dos brasileiros', e descartou um repasse direto para o fundo de resgate europeu.



'Eu não tenho a menor intenção de fazer nenhuma contribuição direta para o Fundo de Estabilização Europeu,' disse a presidente durante entrevista coletiva após o encerramento da reunião do G20 em Cannes. 'O Brasil tem um mecanismo, que é o mecanismo que rege as relações internacionais, via Fundo Monetário.'



No comunicado do G20 divulgado durante o encontro, os membros afirmaram que 'assegurarão que o FMI siga tendo recursos para cumprir seu papel sistêmico, em benefício de todos os membros', mas jogaram para a próxima reunião de ministros, em dezembro, a responsabilidade por definir como se dará esse aumento do poder de fogo do banco.



Algumas das alternativas listadas foram contribuições bilaterais, voluntárias e emissões de direitos especiais de saque.



O G20 também não anunciou decisão sobre valores de aportes. Em entrevista coletiva após a cúpula, a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, afirmou que o grupo não estabeleceu um teto para a ajuda, e que ela está segura de que terá os recursos necessários para cumprir suas funções.



Dilma voltou a defender uma reforma na governança do organismo multilateral de crédito que, na avaliação dela, deve refletir a mudança de correlação de forças no cenário global. Na entrevista, a presidente argumentou que uma ampliação do FMI contribuirá também para a redução do risco sistêmico na economia global.



A cúpula do G20 foi um 'relativo sucesso' na medida em que criou o ambiente adequado para que os países da zona do euro avançassem em busca de soluções para a crise, disse Dilma. 'Agora (eles) vão ter de dar mais detalhes dos seus planos,' afirmou.



Dilma se reuniu com chefes de Estado dos demais países dos Brics --Rússia, Índia, China e África do Sul-- na quinta-feira, quando trataram da crise europeia.



TAXA FINANCEIRA



O Brasil adotará uma taxa adicional sobre as transações financeiras realizadas no país caso haja um acordo para a adoção dessa tributação globalmente, afirmou Dilma.



A proposta para a criação de uma nova taxa financeira foi feita pela França durante o G20 como forma de levantar recursos para suprir a redução da oferta de assistência social no mundo verificada após a crise. A ideia encontra forte resistência de países como a Grã-Bretanha, onde a indústria financeira tem um peso grande na economia.



Dilma argumentou que o Brasil tem uma economia variada e já adota uma taxação sobre transações financeiras -o IOF.

comentarios:

04/11/2011 15h06 - Atualizado em 04/11/2011 15h06

G20/BRASIL-Dilma defende solução de crise via FMI

Reuters

Por Isabel Versiani



CANNES, França, 4 de novembro (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira que o Brasil e os demais países dos BRICs estão dispostos a contribuir para uma ajuda financeira à Europa se isso for feito por meio do Fundo Monetário Internacional, mas que não há decisão ainda sobre o volume de recursos que podem ser disponibilizados.



Ela acrescentou que os recursos das reservas internacionais brasileiras devem ser protegidos pois foram acumulados com o 'suor dos brasileiros', e descartou um repasse direto para o fundo de resgate europeu.



'Eu não tenho a menor intenção de fazer nenhuma contribuição direta para o Fundo de Estabilização Europeu,' disse a presidente durante entrevista coletiva após o encerramento da reunião do G20 em Cannes. 'O Brasil tem um mecanismo, que é o mecanismo que rege as relações internacionais, via Fundo Monetário.'



No comunicado do G20 divulgado durante o encontro, os membros afirmaram que 'assegurarão que o FMI siga tendo recursos para cumprir seu papel sistêmico, em benefício de todos os membros', mas jogaram para a próxima reunião de ministros, em dezembro, a responsabilidade por definir como se dará esse aumento do poder de fogo do banco.



Algumas das alternativas listadas foram contribuições bilaterais, voluntárias e emissões de direitos especiais de saque.



O G20 também não anunciou decisão sobre valores de aportes. Em entrevista coletiva após a cúpula, a diretora-gerente da instituição, Christine Lagarde, afirmou que o grupo não estabeleceu um teto para a ajuda, e que ela está segura de que terá os recursos necessários para cumprir suas funções.



Dilma voltou a defender uma reforma na governança do organismo multilateral de crédito que, na avaliação dela, deve refletir a mudança de correlação de forças no cenário global. Na entrevista, a presidente argumentou que uma ampliação do FMI contribuirá também para a redução do risco sistêmico na economia global.



A cúpula do G20 foi um 'relativo sucesso' na medida em que criou o ambiente adequado para que os países da zona do euro avançassem em busca de soluções para a crise, disse Dilma. 'Agora (eles) vão ter de dar mais detalhes dos seus planos,' afirmou.



Dilma se reuniu com chefes de Estado dos demais países dos Brics --Rússia, Índia, China e África do Sul-- na quinta-feira, quando trataram da crise europeia.



TAXA FINANCEIRA



O Brasil adotará uma taxa adicional sobre as transações financeiras realizadas no país caso haja um acordo para a adoção dessa tributação globalmente, afirmou Dilma.



A proposta para a criação de uma nova taxa financeira foi feita pela França durante o G20 como forma de levantar recursos para suprir a redução da oferta de assistência social no mundo verificada após a crise. A ideia encontra forte resistência de países como a Grã-Bretanha, onde a indústria financeira tem um peso grande na economia.



Dilma argumentou que o Brasil tem uma economia variada e já adota uma taxação sobre transações financeiras -o IOF.



comentarios:'Nós não somos contra se todos os países adotarem uma taxa', disse a presidente. 'Se tiver uma taxa financeira global, o Brasil adota também. Nós não somos contra.'

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Reconhecimento do Estado palestino será votado no Conselho de Segurança da ONU


São Paulo – A proposta de reconhecimento do Estado palestino será levada esta semana ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). O ingresso do 194ª Estado na ONU, compouco mais de seis mil quilômetros quadrados, precisa do aval de nove dos 15 integrantes do Conselho. A causa tem o apoio declarado de Rússia e China, dois dos integrantes permanentes, mas os Estados Unidos já adiantaram que irão vetar a iniciativa.
Com isso, a alternativa passa a ser a Assembleia Geral da ONU, composta por todas as nações-membro e na qual todos os votos têm o mesmo peso. A 66ª Sessão, cujos debates foram iniciados na semana passada, será aberta oficialmente na quarta-feira (21) pela presidenta Dilma Rousseff, que entrará para a história como a primeira mulher a realizar o início dos trabalhos. Com isso, a votação do reconhecimento palestino será realizada entre o fim deste mês e as primeiras semanas de outubro. 
Neste caso, no entanto, não se trataria de um reconhecimento como membro pleno da ONU, o que impede, por exemplo, a participação em organismos decisórios e dá apenas o direito à observação da Assembleia Geral. “O Estado da Palestina, existindo formalmente, pode fazer convênios entre países, ajudas internacionais em condições que hoje são impensáveis”, avalia Leujene Mirhan, um dos organizadores do coletivo Palestina Já, integrado por movimentos sociais e partidos. “É uma luta para garantir a soberania, o valor desse povo, evitar mais humilhações do que vivem no dia a dia.”
Atualmente, os povos árabes na Faixa de Gaza e na Cisjordânia estão sob comando da Autoridade Nacional Palestina, que deveria haver funcionado como um governo de transição até 1999, quando as negociações com Israel estariam concluídas. "Vamos às Nações Unidas para solicitar uma adesão plena para a Palestina a fim de proteger os direitos do nosso povo palestino e o conceito de uma solução com dois Estados (Palestina e Israel)", avisou recentemente o porta-voz palestino, Nabil Abu Rdainah. Até hoje segue sem implementação a metade do acordo firmado no âmbito da ONU em 1947, que criou o Estado de Israel e previu a criação do Estado árabe.
“O Estado é uma garantia de ter uma vida digna e ter a paz. Para obter a paz precisa de instrumentos. Esse é um dos instrumentos imprescindíveis: um Estado que veja os interesses de sua população, sua segurança, em todos os sentidos”, protestou Ibrahim Alzeben, embaixador da Palestina no Brasil, em entrevista ao jornal Brasil de Fato.

Oposição

Ao vetar a resolução no Conselho de Segurança, os Estados Unidos vão atender ao apelo de um de seus principais parceiros bélicos e políticos. Israel não aceita a criação do Estado palestino e já avisou que vai promover novas represálias caso o rival obtenha êxito na Assembleia Geral. Na última semana, o vice-ministro das Relações Exteriores israelense, Danny Ayalon, lançou vídeos na internet nos quais garante contar “a verdade sobre o processo de paz”. Para Ayalon, os palestinos querem a extinção do Estado judeu, e não aceitam a “soberania judia”. Ele garante que Israel apoiou várias vezes nas últimas décadas o reconhecimento do Estado árabe, mas sempre recebeu um “não” como resposta. 
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu considera que a ida dos palestinos à ONU significa uma interrupção indevida e precipitada do diálogo bilateral, feito com mediação dos Estados Unidos. Não é desta maneira que enxerga a ONU. A Coordenação Especial das Nações Unidas para o Processo de Paz no Oriente Médio entende que as instituições palestinas estão preparadas para assumir as responsabilidades de um Estado. Mais que isso, não fazê-lo agora significa colocar em risco todo o processo conduzido até agora pela Autoridade Palestina. “Se trata de um objetivo que deve ser reconhecido e deve manter-se e seguir-se construindo sobre ele”, indicou um relatório emitido pelo organismo, que pontuou ainda que só não se avança mais porque se trata de um território ocupado e de uma região dividida ao meio pelos bloqueios promovidos por Israel.
1,4 milhão de pessoas que vivem na Faixa de Gaza sofrem com más condições de vida por conta das restrições impostas à circulação de pessoas e de mercadorias na região. Israel mantém desde junho de 2010 um bloqueio naval ininterrupto que aumenta as exposições à fome e a problemas de saúde. Relatores Especiais entregaram recentemente às Nações Unidas um relatório que aponta que a atuação israelense é ilegal e provoca “grandes impactos” na vida de civis. “Medidas decisivas devem ser tomadas para defender a dignidade e o bem-estar da população civil de Gaza, da qual mais da metade são crianças”, anotam os peritos.
A Autoridade Palestina queixa-se, além disso, que Israel estimula a construção de assentamentos judeus em territórios que futuramente caberiam ao Estado dos povos árabes. No começo do mês, representantes dos Estados Unidos foram ao Oriente Médio tentar dissuadir os representantes palestinos de apresentar o pedido de reconhecimento na ONU. "(O presidente Mahmoud Abbas) repetiu que a posição dos palestinos e dos árabes é ir às Nações Unidas, dado que o lado israelense ainda se recusa a reconhecer termos claros de referência e está construindo assentamentos", explicou à ocasião o porta-voz Nabil Abu Rdainah.
Como retaliação, o Congresso norte-americano ameaça acabar com a ajuda anual de 500 milhões de dólares enviada aos palestinos. A medida é rejeitada mesmo por alguns grupos pró-Israel, que veem a possibilidade de enfraquecimento do trabalho de segurança na Cisjordânia. "Tal medida prejudicaria os interesses de Israel ao minar a liderança moderada palestina e tirar o financiamento de uma cooperação produtiva em segurança”, anotou uma dessas organizações, a J. Street, em um comunicado. 
O embaixador da Palestina no Brasil evoca o sentimento humanitário do vizinho e a tolerância. “Faz dois anos e meio que Gaza aguarda pela reconstrução, ainda tem mais de 60% morando em condições infra-humanas, a raiz daquele genocídio cometido por Israel. Mas já que não existe essa vontade política por parte de Israel, não temos outra. Vamos à ONU.”
Movimentos sociais esperam fazer de 20 de setembro, véspera do início da Assembleia Geral, o Dia Mundial de Mobilização pelo Estado da Palestina. Em São Paulo, o protesto está marcado para a Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal, às cinco da tarde

Comentário: Cientes do veto dos EUA à iniciativa, representantes apostam no apelo à Assembleia Geral; São Paulo terá manifestação pró-Palestina.Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta.Enquanto a maioria dos palestinos e israelenses querem uma solução para o conflito baseada em dois Estados, o governo extremista de Israel continua aprovando a construção de assentamentos em áreas contestadas, alimentando ódio e massacres.

domingo, 18 de setembro de 2011

Republicanos criticam imposto para ricos proposto por Obama


Os líderes republicanos nos Estados Unidos criticaram no domingo a proposta do presidente Barack Obama para um novo imposto a ser cobrado de milionários, o que classificaram como uma "guerra de classes" e que deve enfrentar forte oposição no Congresso.
Obama deverá propor o "Imposto Buffett" na segunda-feira para pessoas que ganham mais de 1 milhão de dólares por ano, como parte de suas recomendações a um comitê do Congresso em busca de soluções de longo-prazo para o déficit do país.
Paul Ryan, o presidente do Comitê de Orçamento da Câmara dos Deputados, e Mitch McConnell, líder republicano no Senado, disseram que a proposta iria limitar o crescimento e prejudicar os investimentos corporativos em uma economia já estagnada.
"Ele (o imposto) adiciona mais instabilidade ao nosso sistema, mais incerteza e pune a criação de empregos e as pessoas que criam empregos", disse Ryan no Fox News Sunday. "A guerra de classes pode ser boa para a política, mas é terrível para a economia."
McConnell disse que o Congresso já havia debatido a questão no ano passado, quando Obama e os republicanos fizeram um acordo que prorrogou por dois anos as taxas reduzidas de imposto para altos rendimentos, aprovadas durante a administração de George W. Bush.
"É uma coisa ruim para se fazer no meio de um desaquecimento econômico," disse McConnell ao programa NBC Meet the Press. "Há oposição dos dois partidos para que o presidente está recomendando."

comentario: Simplesmente, Obama esta entrando em decadência total em seu governo, onde já se viu cobrar imposto daqueles que são ricos ? Tal pessoas que forem selecionadas para pagar o imposto deveriam discordar, não é justo, se tal pessoas podem receber tal salario, possuem mais dinheiro, e são de uma classe mais alta, é porque lutaram para chegar até ali, e agora teram de pagar a mais por ter lutado para terem uma condição financeira excelente. Obama esta cada vez nos mostrando que não sabe administrar um governo, e a falta de dinheiro que esta enfrentando... É a unica coisa que os esperam é uma enorme crise econômica, pois se foi necessário fazer tal apelo a situação nao esta nada boa ! 

Estado palestino


Em meio aos preparativos para a Assembleia Geral da ONU em que os palestinos devem pedir para ser reconhecidos como um Estado independente, uma pesquisa do Serviço Mundial da BBC em 19 países mostra que, em média, as populações querem que seus governos apoiem uma resolução pró-independência palestina. No entanto, esse apoio é por uma margem apertada.
Das 20.446 pessoas entrevistadas pelo instituto de pesquisas GlobeScan nos cinco continentes, 49% defendem que seus países deem apoio à resolução reivindicada pela Autoridade Palestina, reconhecendo a Palestina como um membro pleno da ONU.
Mas 21% dos entrevistados querem que seus governos se oponham ao reconhecimento. Outros 30% estão indecisos: opinam que o apoio depende de outros fatores, creem que seus governos devem se abster na votação ou não sabem que posição seus governos devem adotar.
O maior apoio ao reconhecimento palestino é observado no Egito (90% a favor e 9% de oposição) e em outras nações de maioria muçulmana (Turquia, com 60% a favor e 19% contra; índices parecidos são observados no Paquistão e na Indonésia).
Na China também é grande a ênfase no reconhecimento do Estado palestino: 56% o apoiam e apenas 9% se opõem.
A resistência mais forte foi observada nos Estados Unidos (45% de apoio e 36% de oposição) e na Índia (32% de apoio e 25% de oposição, além de um alto número de indecisos). No Brasil, 41% apoiam, mas 26% se opõem.
Nas Filipinas, há um alto índice de apoio (56%), mas também uma rejeição significativa (36%) ao reconhecimento.
comentario: Sera que a palestina, tem recursos suficiente para se tonar um estado independente ? Acho que sim, seria uma ótima oportunidade para se desenvolverem não só como pais, mais como estado, economicamente, politicamente também. Mas não acho que nesse momento seja uma melhor opção para a palestina que enfrente certar crises. Essa não é uma decisão facil de se enfrentar, mas acho que sim valeria a pena arriscar e quem sabe diante de tal decisão que eles tomaram outros países nao consigam se tornara independentes também ?

ONU suaviza sanções à Líbia


O Conselho de Segurança da ONU aprovou nesta sexta-feira por unanimidade uma resolução que suspende parcialmente o congelamento dos bens líbios e prevê o envio de uma missão para ajudar o novo governo a organizar eleições e redigir uma nova Constituição.
O Conselho cumprimentou no texto aprovado "uma melhora da situação" na Líbia e expressou sua determinação de assegurar que os milhões de dólares de bens líbios congelados em fevereiro e março "sejam colocados à disposição do povo líbio o quanto antes".
A decisão veio logo após a Assembleia Geral das Nações Unidas repassar o assento da Líbia ao Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político dos rebeldes que derrubaram o regime de Muammar Gaddafi.
 
Enfim, podemos ver a ONU tomando medidas para ajudar a situação da Libia, a situação por lá nao vem sendo uma das melhores, podemos ver a graves crises onde um pais como a Libia nao vem sabendo como reagir, mas esperamos que diante de tal aprovação a situação tende a melhorar nem que seja pelo menos um pouco e consiga se recuperar de fortes ataques 

Discurso do Obama, em comemoração ao 11 de setembro


Em seu segundo e último discurso neste 11 de setembro, em que os Estados Unidos lembram os dez anos dos atentados de 2001, o presidente Barack Obama afirmou que o país venceu "a escravidão, o comunismo, a recessão e o terrorismo" e disse que a crença dos norte-americanos "se fortaleceu".
Obama falou ainda que, durante as homenagens aos que morreram nas guerras do Afeganistão e do Iraque, os norte-americanos “saberão que nada pode quebrar a vontade de sermos os Estados Unidos da América”. "(As pessoas) lembrarão que vencemos a escravidao, a Guerra de Secessão, o fascismo, a recessão, revoltas, o comunismo e, sim, o terrorismo. Lembrarão que não somos perfeitos, mas nossa democracia é duradoura, e essa democracia também nos dá a oportunidade de reforçar nossa união”. Ainda assim o presidente relembrou a sua promessa de que “os Estados Unidos nunca farão guerra contra o Islã ou qualquer outra religião”. “Nos Estados Unidos ainda é possível ver pessoas de todas as raças, religiões e etnias, todos fazendo juramento a uma mesma bandeira, buscando o sonho americano. De muitos, somos um”. 
Diante de tal discurso feito pelo presidente, podemos notar a presença de varias promessas, mas sera que ele é capaz de compruir por todas elas ? A unica coisa que vemos é a criança de problemas e mais problemas e solução para tais nada. É acho que estamos prestes a enfrentar uma crise nao só economica nos estados unidos 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Índia tenta negociação com ativista no sétimo dia de greve de fome


O ativista indiano Anna Hazare entrou nesta segunda-feira (22) no sétimo dia da sua greve de fome por leis mais rígidas contra a corrupção, enquanto partidos de oposição convocam grandes manifestações para esta semana, e o governo busca iniciar uma negociação.
Hazare, de 74 anos, já perdeu cinco quilos por causa do jejum. Ele passou a segunda-feira deitado num palanque num terreno da capital. Por causa da temperatura em torno de 35ºC, ele ficou diante de ventiladores.
O governo e os seguidores de Hazare disseram no fim de semana que há margem para negociações. O primeiro-ministro Manmohan Singh declarou que 'há muita coisa para dar e receber'.
Durante visita a Calcutá, Singh disse que o projeto de lei anticorrupção que tramita no Parlamento, e que os partidários de Hazare acham brando demais, pode sofrer emendas.
Em outro sinal de concessão, o ministro Jairam Ramesh disse que o governo cogita apresentar um novo projeto de lei que trate da corrupção nos baixos escalões, o que era outra exigência de Hazare.
Mas o ativista Kiran Bedi, que trabalha com Hazare, disse à agência de notícias Reuters que o governo até agora entregou apenas 'uma nota de três páginas, inócua e sem assinatura, que resumia a posição deles - como se já não a conhecêssemos'.
O movimento liderado por Hazare provocou uma crise no governo e afetou a popularidade de Singh, já abalada por causa da inflação e dos sucessivos escândalos de corrupção no primeiro escalão do governo.
Pelo menos 50 mil pessoas participaram no domingo de uma manifestação em favor de Hazare, cuja campanha tem ecoado principalmente na classe média, cansada da corrupção que faz parte do cotidiano indiano.
O partido nacionalista hindu Bharatiya Janata convocou um protesto nacional para quinta-feira, e um grupo de partidos de esquerda fará mobilizações na terça.
Nas últimas décadas, Hazare - cuja figura lembra a do herói nacional Mahatma Gandhi - já realizou dezenas de greves de fome contra os governos, e seus apoiadores garantem que ele não tem intenção de jejuar até a morte. Ele continua tomando água, e pretende interromper o protesto após 15 dias.
Mas alguns ativistas também estão fazendo críticas à ação dele, acusando-o de criar um mau precedente por deixar as instituições democráticas como reféns.
'Embora seus meios sejam dignos de Gandhi, as exigências de Anna Hazare certamente não são', escreveu a premiada romancista e ativista Arundhati Roy no jornal The Hindu. 'A lei (defendida por Hazare) é uma lei anticorrupção draconiana, em que uma comissão de pessoas cuidadosamente selecionadas irá administrar uma burocracia gigantesca.'
Comentário: É uma tentativa muito arriscada de tentar resolver a corrupção dessa maneira, Hazare deveria fazer uma mudança mais significativa com argumentos mais concretos e não fazer uma greve de fome, mas a tentativa de mudança já é um começo e que deve ficar mais rica em argumentos contra a corrupção. 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

politica internacional


Detidos pelos distúrbios em Londres já somam 1.401.

Os distúrbios que abalaram nos dias 6(Sábado) e 9(terça-feira)  os subúrbios de Londres, com confrontos também nas cidades de Liverpool (noroeste) e Bristol (sudoeste), além de Birmingham (centro), conforme já noticiado. Vários prédios ardiam em Croydon, Peckham e Lewisham, no sul de Londres, e grupos de saqueadores agiam nas ruas de Hackney (leste), Clapham (sul), Camden (norte) e Ealing (oeste).

No conhecido restaurante "Ledbury", no bairro de Notting Hill, assaltantes roubaram celulares de clientes e levaram o dinheiro da caixa registradora. Na cidade de Birmingham, a polícia deteve 87 jovens que saqueavam lojas. Uma delegacia local estava em chamas.

Em Liverpool, a polícia enfrentou os manifestantes, que queimaram vários carros. "Não vamos tolerar qualquer violência nas ruas de Liverpool, e já adotamos medidas rápidas e firmes para enfrentar isto", disse o oficial da polícia Andy Ward.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, que estava de férias na Itália, decidiu voltar ao país e realizou uma reunião com os serviços de emergência. A Scotland Yard anunciou a mobilização de mais 1,7 mil agentes para enfrentar os piores distúrbios na capital britânica em anos.

A polícia britânica precisou que 334 pessoas foram detidas desde o início dos distúrbios, no sábado. Deste total, 69 foram acusadas pelos incidentes ocorridos na capital.

Os incidentes do final de semana deixaram 35 policiais feridos. Os primeiros confrontos ocorreram em Tottenham, no norte de Londres, durante uma manifestação que pedia "justiça" após a morte de um homem de 29 anos, Mark Duggan, em um tiroteio com a polícia na quinta-feira. No domingo, a violência se alastrou para outros bairros da capital britânica.

Fim de semana
Os choques ocorrem após vários episódios de violência ocorridos na cidade durante as noites de sábado e domingo, nos quais mais de 200 pessoas foram detidas. As revoltas que explodiram na noite de sábado no bairro de Tottenham se espalharam para outras regiões de Londres na noite de domingo, que foi marcada por saques e violência em vários pontos do norte de Londres, além de Brixton, no sul, e de Oxford Circus, no centro turístico da capital britânica.

A Scotland Yard disse que os incidentes são imitações de atividades criminosas, que começaram após um protesto pela morte de Mark Duggan, de 29 anos. Duggan foi morto por policiais na quinta-feira, em Tottenham, depois de ser abordado em um táxi por uma unidade que investiga crimes com armas de fogo no bairro. Os policiais não divulgaram detalhes do suposto tiroteio, em que um policial também teria sido ferido à bala, mas prometeram uma investigação.

CRÍTICA:  Protestar é um direito de todo cidadão em qualquer país democrata, porém não lhe dá o direito de matar outros inocentes, destruir a propriedade individual de cada cidadão muito menos de se apossar dos bens deles.

EUA ainda pagam o preço do 11 de Setembro

WASHINGTON, EUA, 16 Ago 2011 (AFP) -Osama bin Laden morreu sem ter realizado o objetivo de sangrar a America economicamente até à "quebra", mas dez anos após os atentados de 11 de Setembro, os Estados Unidos ainda pagam o preço desses ataques.
O Afeganistão, em outubro de 2001, depois o Iraque, em março de 2003: em nome da guerra contra o terrorismo, o presidente George W. Bush lançou o exército americano em dois teatros de operações que se revelariam duráveis, inchando consideravelmente o orçamento do Pentágono.
Em alguns anos, a parte do ministério da Defesa nos gastos federais passou de 16% a 20% do total das despesas. As missões caras que Bush aprovou foram prorrogadas por seu sucessor, Barack Obama.
Não houve senão o Afeganistão e o Iraque. A ameaça terrorista permitiu ao Pentágono manter programas de segurança herdados da Guerra fria e lançar vários outros, com resultados mais ou menos visíveis.
"Os orçamentos propostos pelo executivo foram muito elevados, e o Congresso ainda efetuou reajustes neles", lembra à AFP William Hartung, especialista em defesa da New America Foundation.
Guerras sem financiamento acompanhadas de reduções de impostos: no governo Bush, este coquetel intoxicou a dívida pública americana antes mesmo de que medidas colocadas em prática após 2007, para lutar contre a crise econômica e financeira e para relançar a atividade, viessem a agravar ainda mais a situação do orçamento.
Num vídeo divulgado em março de 2004, o líder da rede Al-Qaeda disse que aplicava, em relação aos Estados Unidos, os mesmos métodos usados pelos mudjahedines - então financiados por Washington - contra os soviéticos, durante a guerra do Afeganistão.
"Daremos prosseguimento a esta estratégia sangrando a América até o ponto de quebra", declarou ele.
No curto prazo, o custo do atentado contra as torres gêmeas em Nova York elevou-se a cerca de 100 bilhões de dólares, segundo o ''Institute for the Analysis of Global Security'', que compilou empregos perdidos, receitas fiscais evaporadas, destruições, além dos trabalhos de desobstrução e limpeza...
Segundo este centro, o custo da reconstrução dos locais onde ficavam o World Trade Center é estimado em entre 3 e 4,5 bilhões de dólares, e a reparação dos danos causados ao prédio do Pentágono chegou a 1 bilhão de dólares.
Para os Estados Unidos, o custo financeiro da resposta aos atentados foi, assim, muito mais elevado que os ataques em si.
O Instituto de Pesquisas das Relações Internacionais da Brown University situa o preço das guerras no Iraque e no Afeganistão entre 3 trilhões e 200 bilhões de dólares e 4 trilhões de dólares para o Estado federal.
Isso representa entre 40 e 49% de aumento da dívida pública, que passou de cerca de 6 trilhões e 800 bilhões de dólares, em 11 de setembro de 2001, a mais de 14 trilhões de dólares, hoje.
O economista Ryan Edwards, estimou num estudo publicado em junho que sem guerras, a relação da dívida pública com o Produto Interno Bruto (o conjunto de todos os bens e riquezas produzidas pelo país) estaria entre 9 ou 10 pontos menor. Hoje, se aproxima dos 100%.
Os economistas Linda Bilmes e Joseph Stiglitz vão mais longe, afirmando que o pânico financeiro de 2008, no rastro da crise dos créditos imobiliários de risco americanos, foi "devido, pelo menos em parte, à guerra".
Num artigo publicado em 2010, os dois consideram que a guerra e suas consequências, principalmente o aumento dos preços do petróleo, drenaram para fora dos Estados Unidos somas colossais que poderiam ter sido gastas para apoiar um desenvolvimento harmonioso do país, principalmente através da educação.
Em vez disso, "a soma dispensada para comprar armamentos conheceu uma enorme alta nos últimos dez anos. É verdade que a indústria se beneficiou", destacou Loren Thompson, diretor geral do gabinete de consultores dos industriais da defesa, Sources Associates.
Não o orçamento do Estado federal. Próximo do equilíbrio, no momento dos ataques da Al-Qaeda, está hoje no vermelho e de forma durável.
O paradoxo fez com que o militar de mais alta patente do exército americano, o Almirante Michael Mullen, qualificasse a dívida pública de "mais importante ameaça à segurança nacional".




"A guerra no Iraque representou um preço enorme para o país que queria se desembaraçar de um ditador. Enquanto que num passado os Estados Unidos financiavam as guerras em parte com o reajuste de impostos, esta foi lançada junto com reduções de tributos', destacou Hartung.


Comentário: Os atentados terroristas levados a cabo pela organização terrorista islâmica Al-Qaeda em Nova Iorque e em Washington DC merecem bem este rótulo: além de um acto simbólico, estes atentados vieram pôr à "vista desarmada" as fragilidades do mundo ocidental, e dos Estados Unidos da América em particular, perante um novo inimigo, inimigo esse completamente diferente daqueles a que o mundo ocidental estava habituado.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Parlamento de Cuba aprova reformas econômicas


O Parlamento de Cuba deu luz verde nesta segunda-feira a um plano de reformas econômicas que deve trazer mudanças importantes ao modelo comunista vigente no país. Entre as medidas está a comercialização de moradias, o que significa a volta da propriedade privada à ilha.
A reforma foi aprovada pela Assembleia Nacional do Poder Popular, cuja sessão foi aberta pelo presidente Raúl Castro.
Castro vem defendendo reformas que possibilitem a criação de um mercado livre limitado desde que recebeu o poder das mãos do irmão, Fidel, em 2008.
Com a aprovação do plano, os cubanos vão poder, pela primeira vez em 50 anos, comprar propriedades. A escassez de habitações é um dos grandes problemas da ilha, já que apenas a troca de casas é permitida (sem uso de dinheiro), o que provocou a criação de um mercado negro para a aquisição de moradias.
A compra de mais de um automóvel também será permitida.
Ainda é prevista a eliminação de um milhão de empregos no setor público. Viagens ao exterior também serão facilitadas, assim como será autorizada a abertura de pequenos negócios.
O pacote com 313 medidas foi desenhado em abril deste ano, durante o Congresso do Partido Comunista.
Comentário: Finalmente um pouco de liberdade ao povo cubano, medidas ficam a cargo da Comissão de Implementação que aos poucos atualiza modelo teórico cubano. Com a abertura de pequenos negócios, simboliza o início de um consumismo, claro que moderado, mais que já um grande começo para a Cuba que vai deixando aos poucos de ser socialista e passa ter um movimento maior de seu dinheiro.   

sábado, 18 de junho de 2011

Itália decide em referendo se aceita energia nuclear


Apenas três dias após sofrer derrotas importantes nas eleições para prefeito em Milão e Nápoles, Silvio Berlusconi enfrentou outro revés. Os planos do primeiro-ministro italiano para as instalações de energia nuclear no país precisarão passar pelo crivo da população em um referendo nos dias 12 e 13 de junho. O povo vai decidir se quer ou não essa matriz energética em seu território.
O governo do premiê havia tentado evitar a consulta aprovando um decreto de lei que suspendia o programa de construção de novos reatores por dois anos. A medida foi tomada após o acidente de Fukushima e interrompeu os planos para a construção de quatro estações. Porém, a ação seria apenas um artifício até que a opinião pública voltasse a se sentir mais confortável com essa fonte de energia, possibilitando assim a retomada dos investimentos no setor.
No entanto, a oposição pediu ao Supremo Tribunal que os cidadãos fossem consultados sobre a mudança na legislação. O referendo também traz outros pontos a serem aprovados, como a privatização da gestão dos aquedutos e recursos hídricos. Para que tenham valor, as medidas propostas devem alcançar 50% mais um voto do total de eleitores aptos a participarem da consulta.


Comentário crítico: Uma postura correta e coerente quando um governo se coloca como democrático foi tomada, a ação de consulta a quem será direcionado o beneficio, nesse caso a população. O 'pé atrás' por acidentes ocorridos recentemente,  não pode ser negado, existe. Porém, os motivos pelos quais ocorreram, não são possíveis de ocorrer no local onde novamente são propostos, portanto, cabe a população pensar em seu bem-estar e ao país, em seu bem econômico.