Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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segunda-feira, 21 de março de 2011

Trote solidário

Segundo a reportagem do Jornal da Record do dia 10 de março de 2011, o trote solidário vem se espalhando cada vez mais pelas faculdade.( http://noticias.r7.com/videos/trote-solidario-marca-a-recepcao-de-calouros-em-universidade-de-medicina/idmedia/139d0e101f9463c79cac93cf0137f376.html). O exemplo dado vem da Escola Paulista de Medicina (SP). Nesta faculdade, quando os calouros chegam, são recebidos com jogos educativos e divertidos no sentido de fazer com que os calouros se coloquem no lugar dos deficientes físicos. Uma das brincadeiras, é jogar futebol com os olhos vendados. E outra interessante é andar de cadeira de rodas sem para sentir a dificuldade de locomoção.

COMENTÁRIO: Essa inicativa só merece elogios, afinal desperta conscientização nos futuros profissionais da área da saúde, ao contrário de outras universidades que praticam trotes humilhantes e violentos. A amedrontadora semana  de recepção dos calouros passa a ser uma agradável recepção à aqueles que cuidarão, no futuro da saúde dos brasileiros. Esperamos que este exemplo se espalhe pelo resto das faculdades, assim a sociedade brasileira sairá ganhando.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Levi’s faz evento em Nova York para lançar jeans ecológico, que usa 30% menos água para ser feito

Uma boa e ecológica novidade deve chegar em breve ao seu guarda-roupa. A próxima coleção da Levi's, a ser vendida nas lojas brasileiras a partir de fevereiro de 2011, terá calças fabricadas com o novo sistema Water Less.


Há um ano, a marca passou a testar novas maneiras de alcançar as colorações de seus jeans e descobriu que medidas simples, como eliminar a água da lavagem com pedras, uma das etapas cruciais do processo de feitura das peças, podia fazer uma grande diferença na economia.

Após a descoberta, a Levi’s faz planos de colocar toda a produção sob esse critério eco-friendly e pretende incentiver até seus maiores concorrentes, como a GAP por exemplo, a também adotar essa ideia.

Para 2011, a Levi’s quer triplicar a produção dos jeans Water>Less, hoje em 1,6 milhões, e seguir implementando a mudança em todas as fábricas. “Acredito que daqui a oito anos, no máximo, a maioria dos nossos jeans será feita com 30 a 50% menos água do que é utilizado hoje”, disse Erik.

Em termos de resultado, o desafio atual é conseguir tons diferentes com menos lavagens, já que a primeira "fornada" tem peças escuras, em sua maioria.

A coleção seguinte terá jeans mais claros. No que se refere ao meio ambiente, a Levi’s ainda precisa atacar a ponta da cadeia, que é a a plantação de algodão. É lá que suas pesquisas apontam estar a maior vilã do gasto excessivo de recursos naturais. “Nossa próxima iniciativa é em cima disso. Daqui a um ano teremos notícias a respeito”, adiantou o executivo.

Reportagem retirada do site da revista Marie Claire.

Comentário - A marca Levi's desenvolveu um projeto extremamentre importante e interessante, uma vez que trata de um aspecto essencial para a sociedade atual, a sustentabilidade. O projeto é baseado na utilização de uma quantidade menor de água durante o processo de produção do jeans. A expectativa é conferir se a moda pega e assim outras marcas importantes também irão desenvolver tecnologias e técnicas ecológicas. O jeans Water Less promete conquistar o fashionista eco-friendly.

Eloá

Francês que acusou John Galliano de racista conta detalhes da briga em entrevista

O jornal “Le Parisien” publicou nesta quinta-feira (10) uma entrevista com o francês que acusou Galliano de tê-lo ofendido no bar La Perle, em Paris, quando conversava com uma amiga. Philippe Virgiti decidiu quebrar o silêncio duas semanas após a briga para dar detalhes da noite que mudou a vida dos três e comentar a repercussão da briga.


Galliano, demitido da Maison Dior por causa dos insultos antissemitas, estaria já em tratamento de reabilitação. Segundo a jornalista Suzy Menkes, do “The New York Times”, amigos do estilita britânico confirmam que ele já deixou a França para iniciar o tratamento contra o álcool. Especula-se que a clínica seja uma instituição localizada no Arizona (EUA) e conhecida por receber celebridades.

Confira alguns trechos da entrevista:

O INÍCIO

“Eu estava com uma amiga em um bar na rua la Perle, em Paris. Bebíamos uma cerveja quando um homem que eu não conhecia se sentou ao nosso lado e começou a nos agredir, dizendo à minha amiga: ‘sua voz me
irrita! Você fala muito alto!”.

45 MINUTOS DE INSULTOS


“Nos olhávamos olho no olho. Ele nos encheu de insultos, queria nos humiliar. Eu pedi várias vezes aos empregados do bar que fizessem algo, mas eles não se mexeram. Ao contrário, eles lhe trouxeram outro copo de mojito quando ele já estava bem alcolizado. Se eu não tivesse chamado a polícia, acabaríamos nos batendo.”

RACISMO

“Hoje penso que suas palavras ultrapassaram seu pensamento. Não acho que ele seja racista nem antissemita. Depois dessa história, pesquisei sobre seu trabalho e vi que ele destacava as diferenças e mesclava as culturas nos seus desfiles. Creio, acima de tudo, que ele está muito doente e que se tratava, para ele, de uma provocação”.

JUSTIÇA

“John Galliano também fez uma acusação contra nós. Por uma semana ficamos em pânico, pensando ‘eles vão nos destruir’. Ficamos traumatizados com essa história. Eu não sabia nem mesmo que se tratava de John Galliano. Soube somente no dia seguinte, quando liguei meu computador”.

EXAGEROS

“Houve um descarrilho midiático em torno dessa história. Para mim, se trata apenas de uma briga de bar. John Galliano não merece isso. Não quero que ele seja destruído dessa forma”.

Reportagem retirada do site da revista Marie Claire.


Comentário - O estilista britânico John Galliano, é acusado de insultos antissemitas contra um casal na cidade de Paris. O  ex-diretor criativo de design da Maison Dior desde 1996, pronunciou-se inocente perante o fato de preconceito. No entanto, Galliano sofre problemas de alcoolismo, após tal fato internou-se em uma clínica de reabilitação. O fato preconceituoso é vergonhoso, uma vez que o mundo da moda é extremamente comunicativo e onipresente. John Galliano apresentava um conceito de abrangência racial desde do casting até as criações em seus desfiles. O renomado estilista deverá refletir sobre seus valores e ações.

Eloá

sexta-feira, 4 de março de 2011

Noivas querem se casar com anel da futura princesa

Getty ImagesGetty Images
O anel que já foi de Lady Di hoje pertence a Kate Middleton
Depois que o anúncio do casamento de Kate Middleton com o príncipe William se tornou oficial, milhares de fotos do anel de noivado de safira e diamantes foram divulgadas na internet. 
Praticamente com a mesma rapidez, os telefones em joalherias no Reino Unido começaram a tocar e foram feitos dezenas de pedidos de encomendas de réplicas do anel de 18 quilates de safira, rodeados de diamantes e 18 quilates de ouro branco.

De acordo com informações do jornal Huffington Post, em todos os Estados Unidos, grandes lojas de joias também registraram um aumento de chamadas de clientes interessados no anel azul brilhante que apareceu de repente nas últimas notícias. Em Nova York, os pedidos se concentraram na The Natural Sapphire Company, que teve até o site congestionado.

Ainda de acordo com o jornal americano, na tarde da última terça-feira (16), a empresa, que faz normalmente de cinco a dez anéis de noivado por dia, começou uma produção em cerca de 30 peças.

Em Manhattan, uma equipe de vendas recebeu meia dúzia de chamadas da Grã-Bretanha, Canadá, Estados Unidos e outros lugares pedindo mais réplicas. A grife Amsterdam Sauer também já possui a sua cópia da peça.

Mas essa não foi a primeira vez que o mundo ficou de olho na joia. Há 30 anos ela pertencia à mão de outra noiva: Lady Di, que ganhou o “mimo” do príncipe Charles. Nessa época, as joalherias também receberam vários pedidos de réplica.
O valor do anel real, criado pela joalheria Garrard, custou na época aproximadamente de R$ 77 mil, mas as réplicas chegam a custar R$ 1.700, em sua maioria e, R$ 4.300, com um ou dois quilates de safira rodeados por pequenos diamantes, também com 18 quilates de ouro branco.

Vale dizer que o anel que hoje pertence a Kate Middleton é considerado atualmente de valor “inestimável” por também ter simbolizado a entrada de Diana à família real inglesa.

As safiras são mais raras do que diamantes, mas são mais baratas porque a demanda por elas é menor. Elas são especialmente amadas na Grã-Bretanha e em suas ex-colônias.
comentário: é incrível como os famosos servem de inspiração para as pessoas que não são famosas. Como exemplo temos o anel da futura princesa Kate, logo que o noivado foi assumido, Kate ganhou um anel de noivado, e apartir de então todo mundo começou a copiar o modelo da moça. Mesmo porque mesmo as pessoas não achando o anel tão bonito assim, elas fazem questão de comprar um igual, afinal não é qualquer anel, e sim o anel da futura princesa, o modelo de beleza feminina mas admirado atualmente. 

terça-feira, 1 de março de 2011

Celular muda o comportamento das pessoas

A pesquisa feita com mil pessoas em nove regiões metropolitanas mostrou que 18% se consideram viciadas em celular.

Uma pesquisa em 70 cidades brasileiras comprovou cientificamente o que já se percebe nas ruas, no trabalho, em todo lugar: o celular mudou o comportamento das pessoas.

Hora do almoço, o celular divide atenção com o prato principal. O telefone móvel roubou uma fatia do tempo dos brasileiros. “Uso mais de 100 vezes por dia, trabalho com celular”, confessou o analista de suporte Hélio Mak.

“Para mim, é como uma peça de rouba que uso, não posso deixar de lado”, compara a promotora de vendas Jaciara Ribeiro.

A pesquisa feita com mil pessoas em nove regiões metropolitanas mostrou que 18% se consideram viciadas em celular. Já passam de 5% os que têm dois ou mais celulares. Além de falar, o aparelho é cada vez mais usado para mandar fotos e ouvir música.

“Escuto bastante jazz, samba-rock. É rápido e prático”, afirmou o vendedor Everton Rodrigues.

Mensagens de texto viraram uma febre. Foi dessa forma que 5% terminaram um namoro e 12% pediram desculpas a alguém.

“Em muitos casos, a gente percebe que o celular é a via principal de relacionamento mais do que contato pessoal”, declarou Luís Minoru, coordenador da pesquisa.

A dependência é tamanha que a maioria dos entrevistados disse que não consegue passar mais de um dia longe do aparelho. Mulheres e jovens são os que mais sentem falta do celular, que provoca até sensação de abandono quando fica algumas horas sem tocar.

“Quando ele não toca, fico imaginando que ninguém me ama. Fico carente”, confessa a promotora de eventos Gláucia Francato.

O celular também virou muleta: 23% admitiram ter usado o telefone para fugir de situações incômodas.

“Eu fingi que tocou para poder sair de fininho de um lugar que eu não queria ficar”, revelou a atendente Rosana Lin.

Mirela tem três celulares. Leva um junto ao corpo para não perder as ligações do marido. “Eu não posso ficar incomunicável, se meu marido não me achar, ele põe a polícia atrás de mim”.

COMENTARIO: Ha um tempo ja, percebemos que a vida das pessoas esta mudando radicalmente devido a tecnologia que vem avancando cada vez mais. O celular e conhecido para ser usado em emergencias, mas hoje a coisa mudou totalmente, pessoas adimitem que estao viciadas e nao conseguem ficar sem o celular nem mesmo algumas horas, elas tem a grande necessidade de mexer nele toda hora. As consequencias disso sao que pessoas nao se relacionam mais como antes, a base de tudo e o celular e todos querem saber ate onde isso vai, vai ficar pior ? o que as pessoas sao capazes de fazer se perderem ou ficarem sem mexer nos telefones celulares ? de que modo isso ira afetar a vida delas ?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Meninos aderem ao corte Justin Bieber em SP

Impossível negar que Justin Bieber é sucesso no mundo e no Brasil. Aos 16 anos, o cantor canadense vem acumulando recordes de venda dos seus álbuns. No início de abril, o clipe "One Time", um dos mais acessados, tinha mais de 66 milhões de visualizações apenas na sua página oficial no YouTube. Fora os incontáveis fãs do Twitter. E se as meninas querem estar perto do astro, os garotos imitam o penteado dele.

Em São Paulo, não é difícil encontrar jovens com o cabelinho todo para frente e a franja caindo na altura dos olhos, levemente jogada para o lado. Bem ao estilo Bieber.

O estudante Felipe Parente Pedroso, de 15 anos, é um dos que admitem ter adotado o corte do ídolo. “Foi inspirado nele, gosto desse estilo”. Já o colega de escola Daniel Pavel, de 17 anos, nega. “Eu já usava havia um tempo. Ele que está me imitando”, provoca o jovem, sobre Justin Bieber.

Pedro Paiva Martini, de 12 anos, é outro que é fã assumido do cantor. “Eu gosto dele. Ouço as músicas, sigo no Twitter”, comenta. Nesta quarta-feira (28), ele foi ao salão para cortar o cabelo, na Granja Viana, em Cotia, Grande São Paulo. O objetivo era ficar o mais parecido possível com o ídolo e com seus amigos de escola. O G1 acompanhou passo a passo o trabalho feito por Silvana Recoaro, de 40 anos (veja o vídeo acima).

Para não errar o corte, Silvana e Pedro conferem na internet os visuais de Bieber e fecham os últimos detalhes. A profissional explica que é preciso estar muito “antenada” às tendências da moda e revela que cresceu o número de pedidos para o penteado “à la Justin Bieber” no salão. “Tem vindo muito garoto de toda a faixa etária querendo fazer esse corte. De 5 a 17 anos. Acho que existe um mistério por trás da franja. As meninas gostam”.

Depois de lavar o cabelo de Pedro, é hora de a cabeleireira começar com as tesouradas. Ela pergunta ao menino para que lado ele quer que franja caia. “Para a direita”, responde o cliente. A cabeleireira mede o comprimento da nuca, vê a altura do cabelo perto das orelhas, mede o tamanho da franja.

Tímido, Pedro acompanha tudo sem dar muitos palpites. Para dar “leveza” ao corte, Silvana desfia as mechas. E dá uma dica. “Quem tem bastante cabelo tem que desfiar para baixar o volume”, ensina ela. Aos poucos, o garoto vai ficando com o visual parecido com o de Justin Bieber, considerado o mais novo fenômeno teen do momento.

A cabeleireira usa o secador para jogar o cabelo para frente. Por fim, cera para modelar os fios. O próprio Pedro dá o toque final. Mexe na franja, joga ela para o lado. “Eu acho que o corte ficou muito legal”, afirma o menino, que espera fazer sucesso e, quem sabe, arrumar uma namorada. “Tomara, né?!”, brinca, com um sorriso tímido.

Comentário:cada vez mais a mídia interfere na vida das pessoas. É incrível como cada dia que passa isso se fortalece mais. Justin Bieber é a nova sensação do montento! As garotas querem o astro por perto, desta maneiras os garotos se vestem e adéqual para parecer ao máximo com o cantor. Cortes de cabelo como o de Justin são os mais pedidos pelos garotos nos cabeleireiros de hoje em dia.Ele virou uma febre no mundo todo, e a grande culpada nisso tudo é mais uma vez a mídia. Como mudar toda essa situação, se cada vez mais a mídia influencia os pensamentos e atitudes da sociedade?



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Comportamento em redes sociais é parecido com o da vida real, diz estudo

Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que o perfil dos internautas nas redes sociais é bastante parecido com o de suas vidas fora do ambiente virtual. Ou seja: se alguém é popular na universidade, é provável que essa pessoa também tenha muitos amigos no Facebook, MySpace ou Orkut. E se ela é tímida nas ruas, o mesmo comportamento será repetido nos sites de relacionamento.


As conclusões foram divulgadas recentemente pelo jornal espanhol “El País”, que teve acesso à primeira parte completa do estudo. Ainda em andamento, a pesquisa “Tastes, Ties and Time” -- restrita somente ao uso do Facebook -- teve início em 2006 e será realizada até o segundo semestre de 2009. Os quatro anos referem-se ao tempo do curso de graduação em uma instituição de ensino nos EUA, que não teve seu nome divulgado, onde 1.640 estudantes já participaram da pesquisa.

Em frente ao computador, acredito que as pessoas dizem muito mais a verdade do que mentem. Ainda que a gente coloque nosso melhor no perfil virtual, também é algo que fazemos na vida real, quando saímos para paquerar ou enviamos um currículo”, afirmou ao “El País” Marcos González, um dos pesquisadores do estudo de Harvard.

Afinidade

Ainda de acordo com ele, essa análise com 1.640 estudantes (1.446 com perfis públicos no Facebook, 152 com perfis privados e 42 sem perfis) indica que a raça pode ser um fator importante na hora de se relacionar socialmente no ambiente virtual.

Os negros têm mais contato com os negros, os orientais com os orientais e os brancos com brancos -- de acordo com o estudo, este último grupo é o que tem contatos racialmente menos diversificados. Os negros, ao contrário, tendem a se relacionar mais com outras raças. Um trecho do estudo ao qual o G1 teve acesso indica que, dos 1.640 voluntários analisados (97,4% com perfis no Facebook), havia 999 brancos, 343 asiáticos, 143 negros e 93 hispânicos, entre outros. Do total, 819 eram homens e 821, mulheres.

Outra curiosidade levantada pela primeira etapa do trabalho é o fato de as mulheres terem geralmente menos amigos virtuais que os homens. Além disso, os gostos culturais de um indivíduo pode ser determinante para a quantidade de contatos on-line que ele terá: os fãs de rock são mais populares do que os de música dodecafônica, por exemplo. “Isso sugere que o número de amigos depende da familiaridade que um usuário tem com a cultura daqueles que o rodeiam”, explicou González ao “El País”.

Comentario: Acredito que o perfil das pessoas na internet e na vida real e bem parecido, se ela e popular na vida real e tem bastante amigos, na internet e a mesma coisa, mas o comportamento em si nao e o mesmo, hoje os relacionamentos entre amigos e quem procura alguem para estar junto estao sendo a base da internet, ninguem conversa cara a cara mais, sempre e pelo facebook, twitter, orkut e etc.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

De repente 30!

Em sua 30ª edição, o maior evento da moda brasileira inova e promete surpreender quem passar pelos corredores da Bienal.

Há 15 anos, a cidade de São Paulo é inundada por tecidos, tendências, fashionistas, estilistas, modelos e jornalistas, que entram em sincronia para dar vida ao maior evento da moda nacional, o São Paulo Fashion Week.

Idealizada por Paulo Borges, a semana de moda nasceu em 1996, ainda sob os domínios do Shopping Morumbi, para concretizar um calendário de moda e profissionalizar o setor.

Nesta edição, para comemorar a data e todas as transformações que o evento sofreu (como a ida para a Bienal do Ibirapuera, em 2001), muitas novidades prometem surpreender os habitués. Um delas é a própria estrutura do evento, criada pelos arquitetos do coletivo 20.87, comandado por Hussein Jarouche, da MiCasa, e do Estúdio Árvore. O desafio deles? Traduzir por meio da decoração os conceitos desta 30ª edição: inovação, criação, sustentabilidade e convergência.

A primeira mudança aconteceu logo na entrada: a antiga sala de desfiles do térreo cedeu lugar para uma passarela de 100 metros, passagem obrigatória de quem for ao SPFW. Ou seja, todo mundo vai ter seus 15 minutos de fama! A ideia da sustentabilidade também vai ficar na lembrança.

Os backstages ganharam lugar privilegiado, em frente aos janelões, recebendo assim luz natural. Já nas rampas do prédio, mais de duas mil samambaias criaram um lindo jardim suspenso.

Reportagem publicada no site da revista Elle.

Comentário - Há 15 anos, surgiu um dos mais importantes eventos de moda do país e do mundo. A São Paulo Fashion Week é certamente o ponto de encontro de fashionistas, estilistas, jornalistas entre muitas outras pessoas envolvidas com o evento, gerando inúmeras oportunidades de emprego e movendo milhôes de reais. Além disso, a edição da semana de moda dessa temporada, apresenta novidades como um desfile em 3D da marca Ellus. Há 15 anos, o evento continua revelando novos talentos da moda como também coleções de renomados estilistas, pontuando a referência de moda no Brasil e no mundo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Casar 'reduz comportamento agressivo em homens', diz estudo

'Bonzinhos' casam mais cedo ou casamento faz homens 'bonzinhos'?
Casar tende a reduzir o comportamento agressivo nos homens, indicou um estudo de pesquisadores da Michigan State University, nos Estados Unidos.
Por um lado, são os homens menos problemáticos que tendem a casar mais cedo, observou a pesquisa; por outro, quando casados, o seu nível de comportamento agressivo diminui ainda mais. O estudo acompanhou dados de 289 pares de gêmeos, que foram analisados à idade de 17 anos (quando nenhum participante era casado), 20, 24 e 29 anos (quando 60% estavam casados).
A abordagem por meio de pessoas identicamente genéticas foi adotada para descartar explicações genéticas para as mudanças de comportamento.
"Nossos resultados indicam que a redução da taxa de comportamento antissocial em homens casados é mais complicada que pensávamos", disse a coordenadora do estudo, S. Alexandra Burt, professora associada de psicologia e geneticista comportamental da universidade. "O casamento em geral é positivo para os homens, pelo menos em termos de reduzir o comportamento antissocial. Mas os dados também indicam que a definição de quem se compromete com o casamento não é aleatória."
Em um artigo publicado na revista especializada " Archives of General Psychiatry", os pesquisadores afirmam que homens com níveis mais baixos de comportamento antissocial aos 17 e 20 anos têm mais probabilidade de estarem casados à idade de 29 anos.
Pesquisadores se referem a este fenômeno pela denominação de "processo de seleção". Este processo tem se tornado mais evidente, segundo eles, na medida em que as taxas de matrimônio vêm decaindo desde os anos 1950. Alexandra Burt ressaltou que, comparados aos seus irmãos gêmeos solteiros, os gêmeos casados em geral se viram envolvidos em menos episódios de comportamento antissocial.
Para os pesquisadores, a explicação pode não estar diretamente no casamento, mas sim no fato de que o matrimônio incentiva os comportamentos sociais e reduz o tempo passado com colegas menos comportados. Nos casamentos mais fortes, o efeito matrimonial de reduzir os comportamentos antissociais são ainda mais claros, disseram os pesquisadores. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
comentario: Acredito que essa pesquisa vai servir para muitas pessoas que pensam em se casar. Vai ajudar muito quem tem problemas com brigas, discussoes frequentes no relacionamento, talvez antecipe a decisao de se casar, para evitar o comportamento agressivo do parceiro. Muito interessante pesquisarem e levantarem dados sobre um assunto como esse que nao e muito comum das pessoas discutirem ou comentarem entre si.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O que são drogas digitais?

O que são drogas digitais?

por Yuri Vasconcelos
São músicas ou efeitos sonoros em formato MP3 veiculados na internet e que são, supostamente, capazes de provocar estados alterados na mente de quem os escuta. São chamados de drogas digitais porque o barato provocado por eles seria parecido com a sensação proporcionada pelo consumo de maconha, LSD ou ópio. Elas são acompanhadas de imagens psicodélicas, e o som abusa de batidas eletrônicas e zumbidos. O tema ganhou repercussão em 2008, quando um jornal americano publicou uma matéria alertando pais sobre o perigo das drogas. Depois disso, muitas pessoas dizem ter sofrido alucinações após escutar as músicas. Entretanto, não existe nenhum estudo que comprove que elas causem reações alucinógenas, já que não contêm nenhum tipo de substância química e seus efeitos não são tão evidentes assim.

SONS DO BARATO

Conheça algumas características das batidas que podem mexer com o estado de consciência
MELODIA DO TRANSE
Os cientistas dizem que as drogas digitais são baseadas nas chamadas batidas ou sons binaurais, dois tons em frequência aproximada, mas diferentes entre si, descobertos em 1839. O que acontece é que essas batidas seriam capazes de sincronizar as ondas cerebrais, supostamente alterando o estado da mente

SÓ COM TREINO
As drogas digitais não podem ser confundidas com as drogas reais, que alteram a consciência por causa da ação de substâncias químicas. Para viajar com a música e entrar em transe, é preciso certo treino e autossugestão – o que acontece quando se usam sons para meditar, por exemplo

CANTOS E BATUQUES
Não é de hoje que sons são usados para alterar a consciência das pessoas. Em sociedades primitivas, o rufar dos tambores e o entoar de cânticos influenciavam o estado mental e o comportamento das pessoas durante sacrifícios rituais. A repetição de sons, como os mantras indianos, pode levar a um elevado nível de concentração

NA MIRA DA POLÍCIA
As ciberdrogas causaram alvoroço nos Estados Unidos em meados deste ano depois que a Secretaria de Narcóticos do estado de Oklahoma declarou que elas poderiam induzir ao consumo de drogas reais. Algumas escolas americanas até baniram o uso de iPods para evitar que seus alunos “se entorpecessem”
 
Revista Mundo Estranho, 27 de janeiro, 2011.
 
comentário: As drogas digitais são sons que alteram o estado natural da mente, como alguns efeitos que estão presentes nestas músicas sons zumbidos e batidas, que segundo a reportagem, causam efeitos que prejudicam os jovens, mas na verdade é que segundo cientistas são ondas que podem alterar o estado natural da mente do jovem, mas não que isto seja uma droga, afinal não há nenhum material química que seja considerado droga, e sim só jeitos diferentes contidos na música que alteram o estado natural da mente, o que não significa uma droga realmente.