A enorme maré negra no Golfo do México está mudando sua forma e se fragmentando em manchas menores, afirmou nesta sexta-feira (14) um oficial da Guarda Costeira dos Estados Unidos.
Mais de três semanas depois que uma explosão afundou uma plataforma de petróleo da britânica BP no Golfo do México, a maré negra continua sem chegar significativamente às ameaçadas costas dos estados da Louisiana, Mississipi e Alabama, apesar do petróleo continuar vazando no mar.
“Temos informes da existência de pelotas de betume que podem ser tiradas manualmente, mas, nesse momento, a maior parte do petróleo está longe da costa”, afirmou o almirante Thad Allen, da Guarda Costeira.
“Acho que a maré está mudando de forma. Não creio que continuaremos tendo por muito tempo uma grande maré”, declarou durante uma coletiva de imprensa em Dauphin Island, Alabama.
Ele explicou que, quando o petróleo sobe à superfície, ele se separa em várias manchas.
“Isso é bom e ruim ao mesmo tempo. Como se dispersa amplamente, é difícil de manejar, mas, ao mesmo tempo, o vazamento chega à costa em pequenas quantidades”, acrescentou.
A Guarda Costeira trabalha junto com equipes da BP e outras companhias petroleiras para controlar a maré e proteger as linhas costeiras particularmente frágeis de pântanos da Lousiana, habitat de espécies ameaçadas de extinção.
Especialistas assinalam que o vazamento pode ser dez vezes mais intenso que as estimativas oficiais de 800.000 litros diários.
A plataforma Deepwater Horizon, dirigida pela petroleira British Petroleum, mas de propriedade da Transocean, sofreu em 20 de abril uma explosão que provocou seu posterior afundamento e a morte de 11 trabalhadores.
É muito bom ver que a mancha da plataforma de petróleo está diminuindo, pois muitas áreas ja foram afetadas, e o estrago foi gigante, agora com a diminuição da mancha, isso pode estar chegando ao fim
Páginas
Introdução
Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010
Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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sábado, 15 de maio de 2010
Se a sociedade brasileira reciclasse todos os resíduos que são encaminhados aos lixões e aterros, poderíamos economizar cerca de R$ 8 bilhões ao ano. Hoje, a economia gerada com a atividade de reciclagem varia de R$ 1,3 a 3 bilhões anualmente.
Os dados são de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e foram apresentados hoje (14), em Brasília, em reunião com as ministras Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social, e representantes do Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal.
O levantamento realizou a estimativa dos benefícios econômicos e ambientais da reciclagem. Para se chegar a essa cifra, foram utilizados parâmetros como os custos evitados e os atuais da reciclagem, bem como os custos intrínsecos e econômicos da coleta seletiva.
Outros pontos como a elevação do nível de renda dos catadores, estímulo à profissionalização e elevação da eficiência destes trabalhadores, aumento da coleta de materiais específicos e prioritários, grau de organização dos cooperados e incentivo às cooperativas foram elencados no documento como estratégias e objetivos a serem alcançados por meio de uma política de pagamento por serviços ambientais urbanos. O estudo prevê ainda o apoio aos catadores não cooperados.
A ministra Izabella relembrou a possibilidade de aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em tramitação no Senado Federal, e disse que há um esforço do Executivo para aprovar o projeto de lei (PL) que trata do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Ela ressaltou que a solidez técnica do estudo do Ipea conferiu magnitude à proposta, e que os dados apresentados reforçam a oportunidade de aprovar o PL do PSA , bem como de fazer a emenda aditiva do PSA Urbano, que beneficiará os catadores de materiais recicláveis.
“Saímos do campo da percepção para o trabalho com números concretos, baseados em estudo consistente, que vai nos possibilitar a apresentação de uma proposta sólida ao presidente Lula. Queremos promover uma mudança significativa na cadeia de reciclagem e na atividade profissional dos catadores”, afirmou. Izabella lembrou ainda que a questão dos resíduos sólidos é fundamental para a redução dos gases de efeito estufa, meta prevista no Plano de Mudanças Climáticas.
De acordo com Márcia Lopes, a aprovação do projeto de PSA será uma expressão da ação dos catadores, e vai garantir o reconhecimento desse trabalho e o acesso à cidadania, além de associar o desenvolvimento do meio ambiente ao social.
Já o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, disse que o trabalho de reciclagem tem permitido o resgate social de grupos historicamente excluídos, e que, caso aprovado o projeto de lei, o pagamento por serviços ambientais urbanos poderá gerar benefícios e inclusão de cerca de um milhão de brasileiros.
Será criado um Grupo de Trabalho (GT) para discutir as medidas legais e institucionais para a implementação do Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos (PSAU), e ainda outros mecanismos e aperfeiçoamentos para a viabilização da proposta.
Atualmente, apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos gerados nas cidades são coletados nos municípios
Grande parte das pessoas que reclamam sobre o governo, quando da enchente, jogam lixo na rua, enquanto elas poderiam por para reciclagem, elas estao perdendo dinheiro com a preguiça
Os dados são de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e foram apresentados hoje (14), em Brasília, em reunião com as ministras Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social, e representantes do Ministério das Cidades e Caixa Econômica Federal.
O levantamento realizou a estimativa dos benefícios econômicos e ambientais da reciclagem. Para se chegar a essa cifra, foram utilizados parâmetros como os custos evitados e os atuais da reciclagem, bem como os custos intrínsecos e econômicos da coleta seletiva.
Outros pontos como a elevação do nível de renda dos catadores, estímulo à profissionalização e elevação da eficiência destes trabalhadores, aumento da coleta de materiais específicos e prioritários, grau de organização dos cooperados e incentivo às cooperativas foram elencados no documento como estratégias e objetivos a serem alcançados por meio de uma política de pagamento por serviços ambientais urbanos. O estudo prevê ainda o apoio aos catadores não cooperados.
A ministra Izabella relembrou a possibilidade de aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em tramitação no Senado Federal, e disse que há um esforço do Executivo para aprovar o projeto de lei (PL) que trata do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Ela ressaltou que a solidez técnica do estudo do Ipea conferiu magnitude à proposta, e que os dados apresentados reforçam a oportunidade de aprovar o PL do PSA , bem como de fazer a emenda aditiva do PSA Urbano, que beneficiará os catadores de materiais recicláveis.
“Saímos do campo da percepção para o trabalho com números concretos, baseados em estudo consistente, que vai nos possibilitar a apresentação de uma proposta sólida ao presidente Lula. Queremos promover uma mudança significativa na cadeia de reciclagem e na atividade profissional dos catadores”, afirmou. Izabella lembrou ainda que a questão dos resíduos sólidos é fundamental para a redução dos gases de efeito estufa, meta prevista no Plano de Mudanças Climáticas.
De acordo com Márcia Lopes, a aprovação do projeto de PSA será uma expressão da ação dos catadores, e vai garantir o reconhecimento desse trabalho e o acesso à cidadania, além de associar o desenvolvimento do meio ambiente ao social.
Já o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, disse que o trabalho de reciclagem tem permitido o resgate social de grupos historicamente excluídos, e que, caso aprovado o projeto de lei, o pagamento por serviços ambientais urbanos poderá gerar benefícios e inclusão de cerca de um milhão de brasileiros.
Será criado um Grupo de Trabalho (GT) para discutir as medidas legais e institucionais para a implementação do Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos (PSAU), e ainda outros mecanismos e aperfeiçoamentos para a viabilização da proposta.
Atualmente, apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos gerados nas cidades são coletados nos municípios
Grande parte das pessoas que reclamam sobre o governo, quando da enchente, jogam lixo na rua, enquanto elas poderiam por para reciclagem, elas estao perdendo dinheiro com a preguiça
O temporal que atingiu Santa Catarina deixou 24 municípios em estado de emergência. As chuvas fortes de terça-feira (11) e quarta-feira (12) desalojaram 3.742 pessoas e desabrigaram 415, segundo a Defesa Civil.
Na noite de quinta-feira (13), um trecho da BR-101 foi interditado perto do município de Araranguá. O tráfego de caminhões e ônibus foi liberado na manhã de sexta (14), e no inicio da tarde foi permitida a passagem de carros de passeio.
A Defesa Civil distribuiu colchões e cobertores para os municípios de Criciúma, Araranguá, Forquilhinha e Maracajá. De acordo com o chefe do Centro de Operações do órgão, Edemilson Irineu Corrêa, mais materiais podem ser enviados para auxiliar as famílias atingidas pelas chuvas. “A ajuda vai ser enviada atendendo a solicitação dos municípios”, disse.
Em Anitapólis, na região metropolitana de Florianópolis, o homem de 76 anos desaparecido na última quarta-feira ainda não foi encontrado. A casa dele foi levada por um deslizamento de terra. Equipes do Corpo de Bombeiros trabalham no local do deslizamento
É muito ruim ver que um estado como Santa Catarina, passa por um problema tão grave como essas chuvas que alagam tudo, mas a maior parte da culpa vai para a população, que joga o lixo nas ruas e rios
Na noite de quinta-feira (13), um trecho da BR-101 foi interditado perto do município de Araranguá. O tráfego de caminhões e ônibus foi liberado na manhã de sexta (14), e no inicio da tarde foi permitida a passagem de carros de passeio.
A Defesa Civil distribuiu colchões e cobertores para os municípios de Criciúma, Araranguá, Forquilhinha e Maracajá. De acordo com o chefe do Centro de Operações do órgão, Edemilson Irineu Corrêa, mais materiais podem ser enviados para auxiliar as famílias atingidas pelas chuvas. “A ajuda vai ser enviada atendendo a solicitação dos municípios”, disse.
Em Anitapólis, na região metropolitana de Florianópolis, o homem de 76 anos desaparecido na última quarta-feira ainda não foi encontrado. A casa dele foi levada por um deslizamento de terra. Equipes do Corpo de Bombeiros trabalham no local do deslizamento
É muito ruim ver que um estado como Santa Catarina, passa por um problema tão grave como essas chuvas que alagam tudo, mas a maior parte da culpa vai para a população, que joga o lixo nas ruas e rios
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Vazamento de petróleo.
Uma nova cúpula de aço foi posicionada nesta quarta-feira perto do local do vazamento de petróleo no Golfo do México, de acordo com declarações da petroleira britânica British Petroleum (BP).
Apelidada de "cartola", a nova cúpula de aço deve ser usada para tentar direcionar o petróleo - que está vazando do poço de uma plataforma que explodiu e afundou no mês passado - a um petroleiro na superfície.
"A 'cartola' foi baixada ao fundo do mar na noite de ontem (terça-feira) e, atualmente, está na área próxima ao vazamento. O plano é posicioná-la sobre o vazamento e fazê-la funcionar até o final da semana", afirmou Bryan Ferguson, da BP, à agência de notícias AFP.
A estrutura, de 1,2 metro de diâmetro e 1,5 metro de altura, é menor do que a primeira cúpula, de 98 toneladas e 12 metros de altura, que teve que ser removida de onde estava, no fundo do mar, devido a um problema técnico.
Resenha:
A pós inúmeros dias de vazamento, parece que finalmente o reservatório de petróleo irá parar de vazar, o que temos que fazer é espera após inúmeras tentativas, o que temos que fazer infelizmente é esperar e começar a agir, algumas idéias já foram propostas a captação por isopor e bactérias que se alimentam de petróleo. E após o termino calcularmos os estragos ambientais e pensar em como podemos reparar e reajustar o estrago feito.
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