Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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domingo, 10 de abril de 2011

Ouattara pede intervenção a França e ONU na Costa do Marfim

ABIDJAN, 10 Abr 2011 (AFP) -Os disparos com armas pesadas voltaram a cortar o silêncio neste domingo no bairro do Palácio Presidencial de Abidjan, depois do apelo lançado por advogados de Alassane Ouattara, presidente reconhecido pela comunidade internacional, pedindo que França e ONU "neutralizem" as forças de Laurent Gbagbo na Costa do Marfim.

Os disparos "começaram por volta das 12H30 GMT em nossa área e recomeçaram às 14H00 GMT. Escutamos fortes detonações de armas pesadas e armas automáticas, não sabemos o que está acontecendo", disse à AFP um morador do centro da cidade.

"Houve tiros esporádicos nos últimos dias, mas desta vez é muito mais forte", relatou outro morador.

Os disparos, de origem desconhecida, foram ouvidos no bairro de Cocody, no norte de Abidjan, onde fica a residência de Laurent Gbagbo.

Neste domingo, os advogados franceses de Alassane Ouattara pediram às Nações Unidas e à França que "neutralizem os milicianos pagos (pelo presidente Laurent) Gbagbo e entreguem à justiça o candidato derrotado".

"Pedimos às forças imparciais da ONUCI (força da ONU) com o apoio da Licorne (força militar francesa que apoia a ONUCI) que eliminem imediatamente as armas pesadas, que neutralizem os mercenários de Gbagbo - que constituem uma força de ocupação ilegal - e que entreguem à justiça o candidato derrotado", afirmaram Jean-Paul Benoit e Jean-Pierre Mignard, advogados de Ouattara e da República da Costa do Marfim, em um texto divulgado em Paris.

"É o espírito e a letra da resolução 1975 do Conselho de Segurança" da ONU, adotada no dia 25 de março, que exige fundamentalmente que "todas as medidas necessárias" sejam tomadas para proteger os civis e impedir a utilização de armas pesadas contra as populações civis, argumentam os advogados.

A situação continua instável em Abidjan neste domingo, onde os defensores do atual presidente Laurent Gbagbo - cuja recusa a deixar o poder após a derrota nas eleições de novembro foi o estopim da crise - convocaram os marfinenses à "resistência" contra "o exército francês", acusado de apoiar Ouattara, cuja vitória eleitoral é reconhecida pela comunidade internacional.

Uma moradora que vive ao lado do Hotel Golf, onde Ouattara mantém seu quartel-general, atacado no sábado pelas forças de Gbagbo, disse por telefone à AFP ter visto "entre 200 e 300 pessoas que fugiam do bairro" quando saiu para comprar pão.

"Era terrível, se você tivesse ouvido isso não poderia ficar aqui", explicou outra habitante de Abidjan, referindo-se aos violentos confrontos do sábado. "Quando terminou, todos começaram a fazer as malas e partir com seus pertences".

"De manhã (domingo), vimos veículos que transportavam homens armados, que começaram a se espalhar pelo bairro", relatou, sem indicar a que grupo pertenciam os homens.

Um funcionário do Hotel Golf, por sua vez, estimou que "a noite foi muito tranquila".

"Os funcionários que haviam sido levados para um local seguro retomaram o trabalho depois das 18H00, e esta manhã não aconteceu nada de especial", afirmou.



Comentário:

Parece que a Costa do Marfim se tornou um caso extremo de fingimento de uma “democracia”. Pois ao invés do povo reivindicar a ascensão de um candidato ao poder, um outro candidato o faz. Ouattara, que foi reconhecido internacionalmente como novo presidente da Costa do Marfim, e Laurent Gbagbo, que não se conformou com a derrota nas eleições e se recusa a sair da presidência, disputam o poder sobre o país como se fosse algo a ser conquistado e não um consentimento dos cidadãos do país. Mas, diante disso, como está o povo marfiniense? O que eles acham disso? Eles estão tão pacíficos a ponto de deixarem disputar o seu país como se sua vontade não fizesse diferença?

sábado, 26 de março de 2011

Obama pediu e o Brasil votou contra o Irã na ONU

A votação desta quinta-feira que marcou um rompimento do governo Dilma Rousseff com a postura de paciência do governo Lula em relação ao Irã atendeu a um apelo do presidente americano, Barack Obama, segundo um alto funcionário do executivo brasileiro.


De acordo com a fonte, durante sua visita ao Brasil, Obama pediu pessoalmente a Dilma que o Brasil fosse coautor da resolução que foi aprovada em Genebra , abrindo caminho para o Conselho de Direitos Humanos da ONU investigar as numerosas denúncias de violações imputadas ao governo de Mahmoud Ahmadinejad.

Proposta por Washington, a resolução foi aprovada por 22 votos a favor – entre eles o brasileiro – contra 7. Dilma não teria respondido ao pedido do presidente americano durante o encontro dos dois em Brasília. Fez mistério até o momento da votação, quando o Brasil sinalizou que, se havia uma política entre brasileiros e iranianos, esta foi fortemente abalada.

O voto contrasta com a decisão do Brasil de optar, em novembro passado, pela abstenção na votação de uma resolução num comitê da Assembleia Geral condenando o desrespeito aos direitos humanos no Irã. A medida pedia o fim dos apedrejamentos, as perseguições a minorias étnicas e os ataques a jornalistas.


Comentário crítico:


Diferente do que era esperado, por conta da sua enorme Campanha Eleitoral, Dilma Rousseff quebra as expectativas de ser uma cópia do Lula na presidência. Ou ela fez isso por opinião própria, ou simplesmente para quebrar essa expectativa.Mas, tendo essa decisão, ela intensificou o medo, já existente há muito tempo por parte da maioria dos brasileiros, do Brasil se tornar uma marionete nas mãos do “grande império capitalista”: EUA. Um medo que o Lula tentou extinguir e que, se Dilma seguisse, talvez iria conseguir. Ou seja, o preço de Dilma para quebrar a expectativa de ser uma cópia do Lula foi ressuscitar um terrível medo brasileiro.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Patriota comanda debate no Conselho de Segurança da ONU

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, preside amanhã (11) debate no Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York, sobre a interdependência entre segurança e desenvolvimento no tratamento das situações de conflito e pós-conflito. Até o fim deste mês, o Brasil está na presidência rotativa do órgão. O comando brasileiro começou no último dia 1º. Em março, será a vez de a China assumir a presidência do órgão.


Ainda hoje (10) Patriota se reúne com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e o presidente da Assembleia Geral, Joseph Deiss. Há ainda reuniões ministeriais com integrantes do G4 – que é formado pelo Brasil, Japão, pela Alemanha e Índia – e do Ibas – cujos membros são a Índia, o Brasil e a África do Sul.

O objetivo é coordenar as prioridades dos países que formam o G4 e o Ibas na agenda de debates das Nações Unidas. Em 2011, todos os membros do Ibas terão assento no Conselho de Segurança como membros não permanentes.

Ao presidir o Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Brasil reforça a defesa de que a instituição seja ampliada. O cargo de comando é rotativo e sempre ocupado por um dos 15 membros do órgão.

Na ONU, o Brasil é representado pela embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti. Em sessão das Nações Unidas no ano passado, em nome do governo brasileiro, o então ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu a reforma urgente da atual estrutura do Conselho de Segurança.

Criado em 1945, depois da 2ª Guerra Mundial, o formato do órgão estabelece que cinco países tenham assento permanente e dez ocupem provisoriamente, por dois anos, as vagas. Uma das propostas em discussão é que, entre os seus integrantes permanentes, sejam incluídos mais dois países da Ásia, um da América Latina, outro do Leste Europeu e um da África.

Integram atualmente o conselho como membros permanentes os Estados Unidos, a Rússia, China, França e Inglaterra. Já o Brasil, a Turquia, Bósnia Herzegovina, o Gabão, a Nigéria, Áustria, o Japão, México, Líbano e Uganda são membros rotativos no órgão, com mandato de dois anos.

É o Conselho de Segurança das Nações Unidas que autoriza a intervenção militar em um dos 192 países-membros da organização e também que estabelece sanções – como ocorreu ao Irã, em junho. Os conflitos e crises políticas são analisados pelo conselho, que define sobre o envio e a permanência de militares das missões de paz.

Comentário Crítico:

Na notícia o autor diz que o objetivo principal do Brasil em presidiar a ONU "é coordenar as prioridades dos países que formam o G4 e o Ibas na agenda de debates das Nações Unidas". Isto é, o G4 e o Ibas são organizações em que os países componentes são emergentes e, portanto, desejam mostrar suas opiniões e ter ações no mundo. Uma forma de tentar realizar tais desejos, é possuindo um participante em comum com o G4 e o Ibas em uma das maiores organizações mundiais atualmente: a Organização das Nações Unidas(ONU); ou seja, o Brasil. Além disso, é possível perceber que em suas tentativas de reformas e discussões, o Brasil e outros países emergentes procuram diluir o uso da ONU pelos EUA como um fantoche. 

terça-feira, 6 de abril de 2010

Amorim recebe premier

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reuniu-se ontem com o primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, para discutir possibilidades de ajuda brasileira ao país caribenho, afetado por um grande terremoto em janeiro. Segundo Amorim, Bellerive disse que a hidrelétrica do Rio Artibonite,que o Brasil construirá no Haiti, continua sendo uma prioridade para os haitianos.

O encontro dos dois aconteceu após uma mesa-redonda que discutiu a reconstrução do Haiti, no Fórum Urbano Mundial, que acontece na zona portuária do Rio de Janeiro.

“Eu perguntei a ele se a barragem continua sendo uma prioridade, porque nós só queremos ajudar naquilo que for prioritário para eles. Ele me disse que sim e vai me confirmar qual é o melhor formato. Porque há algumas possibilidades, como uma barragem que alaga mais e gera mais energia, ou uma que alaga menos”, disse Amorim.

PARCERIA

Segundo o ministro brasileiro, durante a conversa de cerca de 20 minutos, também foram abordadas outras formas de contribuição que o Brasil pode ter noesforço de reconstrução do Haiti. “Estamos também vendo para onde direcionamos nossa ajuda. Em alguns casos, há de ser em colaboração com outros organismos,
como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), ou com outros países.”

Amorim também ressaltou a necessidade do Haiti, e principalmente da capital, Porto Príncipe, se reinventar depois do terremoto. “Nós, no Brasil, temos muitas favelas. Conheço muitas favelas, mas as brasileiras, na sua maioria, parecem até um condomínio de classe média, comparadas com as do Haiti, como Cité Soleil e Bel-Air. No Haiti, temos um desafio múltiplo: ambiental, habitacional e social-econômico”, disse.

O chanceler defendeu a participação brasileira na Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti (Minustah) e reafirmou que o compromisso do Brasil com o país caribenho é de longo prazo. "Essa tragédia não nos afastou desse compromisso”, declarou.


Comentário:

O Brasil está fazendo uma boa ação contribuindo com um país tão pobre, que precisa de tanta ajuda, ainda mais agora após o terremoto. É claro que o Brasil não tem tanto poder para poder ajudar, mas está contribuindo com o que pode.
Um dos problemas de fazer uma hidrelétrica num país que passou por um terremoto tão forte atualmente, é que esse projeto só vai ajudar o país depois de muitos anos, pois não se constrói uma hidrelétrica de um dia para o outro, portanto, seria melhor para o país como um todo ajudar de forma que de resultado hoje, pois o pior da crise está sendo agora.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Lula diz que vai ao evitar que Irã para se cometa com o país mesmo erro cometido no Iraque

São Paulo -- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse hoje (25) que a visitará o Irã, em maio, para evitar que a crise provocada pelo desenvolvimento do programa nuclear gere conflitos com algumas potências do Ocidente.

“Vocês já sabem da quantidade de crítica que eu tenho recebido porque tomei a decisão de receber o presidente [Mahmoud] Ahmadinejad. E tomei a decisão de ir lá. Eu vou lá porque não quero que se repita no Irã o erro que se cometeu no Iraque”, disse ao ser homenageado em jantar promovido pela comunidade árabe, em São Paulo.

Na avaliação do presidente, a guerra contra o Iraque foi fruto de uma “mentira” contada pelas “grandes potências” de que o país teria armas de destruição em massa. Lula afirmou que tentará mediar as divergências entre a nação islâmica e os países que discordam do programa nuclear iraniano. “Nós vamos juntar todas essas preocupações [do Brasil e de outros países] para dizer ao presidente Ahmadinejad: nós queremos paz”.

Lula disse ainda que defenderá o direito do Irã enriquecer o urânio para fins pacíficos, mas deixará claro que é contra o uso da tecnologia nuclear para a produção de armas. “Vou lá para dizer ao presidente Ahmadinejad, em Teerã: ’sou contra você querer fazer armas nucleares, mas sou favorável a você enriquecer urânio como o Brasil enriquece para produzir energia elétrica’”.
No seu discurso, o presidente também cobrou uma participação mais ativa da Organização das Nações Unidas (ONU) em favor da paz no Oriente Médio. E ressaltou que o Brasil pode ter um papel importante na mediação de conflitos na região. “A paz no Oriente Médio não depende do estado de espírito do governo americano ou dos governos europeus, é uma necessidade para a humanidade viver em paz”.



comentário:

O Brasil é um país pacífico(que não tem problema com nenhum outro país), não há razão em se meter em uma situação que não cabe ao Brasil decidir. O presidente Lula diz que não há participação dos países envolvidos para resolver o problema e, se nem os países envolvidos vão resolver o problema, por quê ele está colocando o Brasil no fogo? Para aparecer na mídia? Se ele mesmo disse que está havendo pouca participação da ONU, por quê o Brasil tem que ajudar?Se é exatamente essa a funçaõ da ONU? O presidente está confundindo a função dele com a função da ONU, a função de um presidente num país é beneficiar seu país, e qual é o benefícil do Brasil nessa história?

segunda-feira, 15 de março de 2010

Nelson Jobim visita Índia de olho no mercado bélico

O Brasil está de olho no maior mercado de armas do mundo e defende uma "parceria estratégica" com o setor militar indiano. Ontem, Jobim iniciou conversações com os eles a fim de: desbloquear a venda de aviões brasileiros, fechar acordo para construção de um radar para o SIVAM e atuar no monitoramento do território indiano.

A Índia é um dos países que mais importa material bélico, cerca de 70% de seu material é trazido de fora devido à fraca produção nacional. O gasto é de cerca de 2,5% do PIB, o que é duas vezes o empregado com saúde pública no país. A previsão para a próxima década é de aplicações girando em torno de USD 100 bilhões. Motivos dos gastos militares: atritos com o Paquistão e insurgentes internos.

Jobim afirmou que "vamos propor uma parceria estratégica entre os dois países". A aproximação, porém, é complexa. A Embraer quer vender aviões, mas os indianos exigem que 30% da produção ocorra no país, assim como querem transferência de tecnologia, algo que nossa empresa não deseja.



Adidos

Ontem, Nelson Jobim inaugurou o departamento de adidos militares da Embaixada do Brasil na Índia. Nosso Ministro também discutirá um sistema alternativo de GPS, que hoje é controlado pelos americanos. Espera-se ajuda indiana no desenvolvimento de um radar mais avançado para o SIVAM (Sistema de Vigilância da Amazônia).

"Queremos uma parceria nesse tema", disse o Ministro. "O objetivo do Brasil é dar um salto em relação a esse tema", concluiu. Hoje, utilizamos tecnologia sueca para equipar os aviões que operam no Sivam.

Só um lembrete: parceria estratégica com todo mundo = parceria estratégica com ninguém. Só espero que esse termo seja usado assim "ao vento" só para agradar a mídia ou sei lá quem, mas que nos círculos internos tenhamos uma noção clara do que estamos fazendo…


Comentário:
O Brasil deve investir nos armamentos para a proteção do país como por exemplo para o SIVAM,então um país que não tem como objetivo principal: a guerra, pode usar esses investimentos para um objetivo não apenas de interesse político, mas também de interesse do povo, e a maioria dos brasileiros querem defender a preservação da Amazônia; já a Índia usa esses investimentos apenas para interesse próprio e puramente político, que é a guerra, e qual é o povo que gosta de guerra? Qual é o povo que gosta de morte?

quinta-feira, 4 de março de 2010

Educação no trânsito pela tecnologia

Antes que um novo motorista circule pelas ruas do Japão, a Honda desenvolveu um simulador especial para ele. O sistema começa a comercializá-lo neste mês. A finalidade é educar o motorista a trafegar de maneira segura.
 

Este novo simulador dá dicas de como ser cauteloso no trânsito e conselhos de como dirigir com segurança em situações desfavoráveis, como acidentes e colisões.

O simulador tem instruções bastante detalhadas e é composto por uma tela de LCD de 42 polegadas, em que a pessoa tem a sensação de estar muito próxima da realidade. O equipamento conta ainda com programas que permitem simular conduções em modo noturno, com neve e em rodovia. A expectativa de vendas no Japão neste primeiro ano é de 30 unidades.
                                                                                                   dia: 04-03-10
Comentário:A tecnologia deve ser usada para facilitar nossas vidas, mas depende muito de como ele é usado, nesse caso por exemplo precisaria experimentar o aparelho para saber se ele é confiável ou não, pois usar tecnologia para retratar o trãnsito pode fugir muito da realidade.  

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Um gesto para o caminho do meio

A cinesiologia, ciência que tem como foco os movimentos do corpo humano, dá uma dica simples para reduzir o estresse: movimentar o corpo de maneira a reproduzir um oito deitado.

Para os cinesiologistas, com essa prática é possível harmonizar e integrar os lados esquerdo e direito do cérebro. Enquanto estiver parado no farol ou congestionamento, você pode desenhar no ar, com o braço, um oito deitado (símbolo do infinito). Ou traçar, imaginariamente, o número com a ponta dos dedos, dando ao movimento a cor e a luminosidade que você preferir.

Ter papel e lápis por perto também é uma alternativa. Rabisque vários “oitos” deitados interligados.


Comentário:É bom fazer oitos dentro do carro durante o trânsito, é bom ouvir música, não é bom ler livros, é bom isso, não é bom aquilo, não sei quem inventou essas coisas, só sei que que é bom estar sempre de bom humor e estar sempre de bem com a vida.
                                                                                                  (25-02-10)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Inmetro divulga nova lista dos modelos 2010 mais econômicos

O Inmetro divulgou uma nova lista com os modelos 2010 mais econômicos. A tabela traz a indicação de consumo e eficiência energética do veiculo com a escala indo de A até E, ou seja, do mais econômico até o que tem maior consumo, respectivamente.

Com isso, o Inmetro emite um selo que mostra o quanto é eficiente um veículo, como já é feito com geladeiras e outros eletrodomésticos.

O instituto avaliou seis marcas, 35 modelos e 67 versões para criar o novo ranking dos mais eficientes. Os modelos foram divididos em categorias diferentes: subcompacto, compacto, médio, grande, esportivo, fora de estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio.

Os mais econômicos com álcool de acordo com o Inmetro são: Fiat Mille Economy com 8,8 km/litro na cidade, Honda Fit 1.4 manual com 7,6 km/litro, VW Gol 1.0 e Polo 1.6 BlueMotion (7,4 km/litro) e Honda Civic 1.8 manual (7,2 km/litro).

Com gasolina o campeão ainda é o Kia Picanto 1.0 manual com 12,4 km/litro na cidade, seguido pelo Novo Cerato 1.6 com 10,1 km/litro.

A Fiat foi a que teve os carros mais “gastadores” com Palio 1.0 e 1.4, Idea 1.4 e 1.8, Siena 1.4 e 1.8, Stilo 1.8 e 500, todos com nota E na avaliação. Com a mesma nota a VW tem Jetta e Passat. A Kia ainda teve nota E no modelo Carens.

Abaixo, os mais econômicos nas categorias avaliadas:

Subcompacto – Fiat Mille Economy

Compacto – Honda Fit 1.4 – VW Gol 1.0 – VW Polo 1.6 BlueMotion

Médio – Honda City 1.5 – Kia Soul 1.6 – Renault Logan/Sandero 1.0 – VW Voyage 1.0

Grande – Honda Civic 1.8 – Kia Cerato 1.6

Esportivo – Não foi avaliado modelo nesta categoria

Fora de estrada – Kia Sorento 2.4

Comercial leve – VW Kombi 1.4

Comercial leve derivado de carro – Fiat Strada 1.4


Comentário: O selo do inmetro é importante para ter a comprovação do gasto de combustível nos veículos, esse sistema foi lançado ano passado com o carro kia Picanto e uma notícia da Fiat diz "Fiat Mille, versão Way Economy 1.0 Flex, foi o primeiro veículo a receber no Brasil o selo do Inmetro  por apresentar melhor desempenho em sua categoria" mas ela não diz que ela é a marca mais "gastadora" de todas as categorias, e com isso só se conseguiu saber um ano depois com a lista dos veículos mais econômicos divulgado pelo Inmetro.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Tanque cheio de dúvidas

O etanol voltou à berlinda. Os aumentos sucessivos no preço do combustível e a recente redução da sua incidência na mistura da gasolina brasileira reacenderam o debate em torno do produto. Desde sua proposta de fonte de energia menos nociva ao meio ambiente até a busca por propulsores flex mais eficientes. Afinal, em média, rodar apenas com etanol consome até 30% mais que andar com 100% de gasolina no tanque. E enquanto os propulsores a gasolina já fazem valer alternativas para serem mais econômicos, como injeção direta e downsizing, os motores flex, que hoje somam 9 milhões de veículos no país ou estimados 30% da frota, ainda engatinham na busca por soluções para beberem menos. “Há muitas soluções que já são usadas no exterior. Temos de pegar as alternativas e adequá-las por aqui, talvez na forma de benefícios fiscais para veículos com tais soluções”, sugere Francisco Emílio Baccaro Nigro, assessor técnico da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo.

Adaptações e incentivos fiscais à parte, a aplicação de injeção direta para motores flex, por exemplo, teria poucos empecilhos à vista. Segundo engenheiros, implicaria na precisão do bico injetor e no tratamento das peças do sistema, uma vez que o etanol é classificado como um combustível mais “seco”. “Acarretaria em um problema de lubrificação, já que a gasolina é mais fluida. Mas basta desenvolver materiais com durabilidade e um injetor que trabalhe com álcool com a mesma precisão que a gasolina”, explica o engenheiro Carlos Henrique Ferreira, consultor técnico da Fiat. Tratamentos e trocas de peças, aliás, que já são feitos nos modelos flex para que possam rodar apenas com etanol.

Instantâneas

# O primeiro modelo flex a ser vendido no Brasil foi o Volkswagen Gol TotalFlex, em abril de 2003.

# Atualmente, 90% de todos os carros vendidos no país usa motor flex.
# A medida que reduz o percentual de etanol na gasolina perdura até março próximo.
# Um carro a etanol polui, em média, 30% a menos que um carro a gasolina.
# Uma das grandes vantagens do etanol é que ele é considerado carbono zero. A emissão que ocorre na queima é compensada pelo processo de cultivo.

Ponta do lápis

O aumento do preço do etanol tornou a gasolina mais “vantajosa” em praticamente todo o país. Segundo estudo da Ticket Car, divisão do Grupo Ticket, em janeiro, abastecer com álcool compensou apenas em três estados: Mato Grosso, Pernambuco e Goiás. Desde dezembro, o combustível vegetal já acumula altas de mais de 30% e hoje tem um preço médio de R$ 2,011 o litro no mercado brasileiro. Os fatores na alta do combustível são vários, segundo os economistas. Mas os principais são a demanda crescente de modelos flex e o açúcar, que, como commodity, valorizou-se no mercado internacional após um ano ainda abalado pela crise financeira.

A redução de etanol na gasolina, aliás, foi a alternativa encontrada pelo Governo Federal para tentar frear os sucessivos aumentos. “Em um momento como esse é que faz falta um sistema de estocagem para regular as oscilações de mercado muito fortes do etanol”, sugere Julio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, Instituto de Estudos de Desenvolvimento Industrial. Mas a gasolina também deve aumentar com a nova mistura e se distanciar do preço do etanol. Segundo a Fecombustíveis – Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes –, postos em todo o país estão sendo comunicados pelas distribuidoras de que novas elevações nos preços da gasolina devem ocorrer nos próximos dias.

Mesmo assim, os especialistas refutam um cenário como o de 1990, quando houve uma crise no abastecimento de etanol e o combustível sumiu dos postos. “As empresas do setor hoje estão bem mais fortes, com capacidade de oferta potencializada e uma capacidade financeira que rateou no momento da crise, mas que já foi superado”, acredita Julio, do Iedi.

09-02-10


comentário: A notícia é importante e interessante pois é uma coisa que se precisa ter informação no dia-a-dia e para além de saber qual é mais viável e econômico é importante saber quais são as consequências de cada produto no carro.

Renato Di Guglielmo Silva