Mais de 60 vídeos selecionados pela curadoria do Festival do Minuto mostram o que há no cotidiano de quem vive na metrópole. O material faz parte da próxima exposição do Museu de Arte de São Paulo (MASP). “Festival do Minuto: A Resposta”, que fica em cartaz entre os dias 11 de março e 9 de maio. A curadoria é de Marcelo Masagão.
Fazem parte de mostra as câmeras de vigilância em Parle Moi d’Amour, de Gerlado Blay Roizman e Inveja, de Kiko Mollica; o cotidiano incomum de um conjunto residencial na animação 02 Conjunto Residencial, de Adams Carvalho e Olivia Brenga; os habitantes e suas relações em Lado a Lado, de Matias Lancetti, e Ser Nordestino, de Dan Mantovani, são alguns dos trabalhos que compõe a exposição
Comentário: O Festival do Minuto, é sempre esperado por muitas pessoas que o acompanham de perto, e por outras que assistem os vídeos na Internet.
Mas alem dos vídeos fixos, esse ano, a pessoa que quiser mandar o seu vídeo para ser exposto, terá essa oportunidade, contanto que o vídeo tenha em torno de um minuto.
Páginas
Introdução
Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010
Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Cirque du Soleil - Quidam
'Os números impressionam: 250 figurinos, 200 pares de sapatos e 500 objetos de cena, além de toneladas de equipamentos de iluminação e 51 artistas de 15 nacionalidades diferentes, entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores e dançarinos. Assim Quidam chega a São Paulo, no Parque Villa-Lobos, e promete levar os espectadores do riso às lágrimas.
O espetáculo Quidam, terceira produção do repertório do Cirque du Soleil, é reconhecido internacionalmente por sua intensa teatralidade aliada a números de impacto. O rito teatral dá espaço para números circenses, mas, ainda assim, consegue aliar forte expressão dos artistas com o passo marcado das coreografias.
A ex-bailarina, natural de São Paulo e com passagem pela Escola Livre de Teatro em Santo André, Danila Bim, é um dos destaques da produção brasileira e comenta sobre a participação dos artistas no espetáculo: "ganhar a expressão em um espetáculo como Quidam é um pouco difícil para algumas pessoas que vieram da ginástica, mas no meu caso foi mais natural. Nós não somos atletas, somos artistas de circo, se fosse apenas para apresentar números de acrobacias estaríamos nas olimpíadas e não no picadeiro", revela.
Outro que também tem no currículo participação em núcleos de arte do ABC, o artista natural de São Bernardo Rafael Munhoz, comenta quais as expectativas que a produção do Cirque du Soleil espera da participação dos brasileiros na trupe: "na verdade eles querem a versatilidade que só o brasileiro tem. Todos aqui no espetáculo têm metas a serem cumpridas e a realização do número é o ponto final desta meta. O brasileiro vai além e mostra que está disposto a ajudar em outras participações do show e na substituição de atores, por exemplo", analisa Munhoz.
A grandiosidade do espetáculo vai além dos 9 milhões de espectadores que já assistiram ao show desde que estreou, em 1996, no Canadá. "Olhar uns aos outros, se conectar. As pessoas têm se olhado pouco, têm trocado pouco o olhar, ninguém se cumprimenta na rua, ninguém conversa", este é o segredo de Quidam, segundo o diretor artístico Sean Mckowen.
Revelar o anônimo e decifrar o elemento na multidão. Alguém chegando, partindo, vivendo na nossa sociedade anônima. É este o Quidam que o Cirque du Soleil celebra.'
Famoso por suas apresentações encantadoras e desafios a gravidade, Cirque du Soleil volta com um novo espetáculo no Brasil. Tanto o vetusto quanto o juvenil se ve agradado com o número. Essa é a magia do circo. Fazer rir e fazer chorar, as crianças, os adultos e os não tão adultos assim. Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina, uma pessoa passando apressadamente. O espetáculo Quindam tem sua estréia marcada para o dia 19 de fevereiro, e mata de ansiedade os fãs do picadeiro mais famoso do mundo.
O espetáculo Quidam, terceira produção do repertório do Cirque du Soleil, é reconhecido internacionalmente por sua intensa teatralidade aliada a números de impacto. O rito teatral dá espaço para números circenses, mas, ainda assim, consegue aliar forte expressão dos artistas com o passo marcado das coreografias.
A ex-bailarina, natural de São Paulo e com passagem pela Escola Livre de Teatro em Santo André, Danila Bim, é um dos destaques da produção brasileira e comenta sobre a participação dos artistas no espetáculo: "ganhar a expressão em um espetáculo como Quidam é um pouco difícil para algumas pessoas que vieram da ginástica, mas no meu caso foi mais natural. Nós não somos atletas, somos artistas de circo, se fosse apenas para apresentar números de acrobacias estaríamos nas olimpíadas e não no picadeiro", revela.
Outro que também tem no currículo participação em núcleos de arte do ABC, o artista natural de São Bernardo Rafael Munhoz, comenta quais as expectativas que a produção do Cirque du Soleil espera da participação dos brasileiros na trupe: "na verdade eles querem a versatilidade que só o brasileiro tem. Todos aqui no espetáculo têm metas a serem cumpridas e a realização do número é o ponto final desta meta. O brasileiro vai além e mostra que está disposto a ajudar em outras participações do show e na substituição de atores, por exemplo", analisa Munhoz.
A grandiosidade do espetáculo vai além dos 9 milhões de espectadores que já assistiram ao show desde que estreou, em 1996, no Canadá. "Olhar uns aos outros, se conectar. As pessoas têm se olhado pouco, têm trocado pouco o olhar, ninguém se cumprimenta na rua, ninguém conversa", este é o segredo de Quidam, segundo o diretor artístico Sean Mckowen.
Revelar o anônimo e decifrar o elemento na multidão. Alguém chegando, partindo, vivendo na nossa sociedade anônima. É este o Quidam que o Cirque du Soleil celebra.'
Famoso por suas apresentações encantadoras e desafios a gravidade, Cirque du Soleil volta com um novo espetáculo no Brasil. Tanto o vetusto quanto o juvenil se ve agradado com o número. Essa é a magia do circo. Fazer rir e fazer chorar, as crianças, os adultos e os não tão adultos assim. Um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina, uma pessoa passando apressadamente. O espetáculo Quindam tem sua estréia marcada para o dia 19 de fevereiro, e mata de ansiedade os fãs do picadeiro mais famoso do mundo.
Beatriz Fontes
terça-feira, 2 de março de 2010
Filme- Idas e vindas do amor
Idas e Vindas do Amor (Valentine's Day)
Elenco: Jessica Alba, Jessica Biel, Bradley Cooper, Eric Dane, Patrick Dempsey, Hector Elizondo, Jamie Foxx, Jennifer Garner, Topher Grace, Anne Hathaway, Queen Latifah, Shirley MacLaine, Emma Roberts, Julia Roberts, Taylor Lautner, Taylor Swift, Ashton Kutcher, Carter Jenkins, Brooklynn Proulx.
Direção: Garry Marshall
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 117 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Estreia: 19 de Fevereiro de 2010
Sinopse: 'Idas e Vindas do Amor' nos traz um elenco de astros e estrelas vivendo as histórias de um grupo de habitantes de Los Angeles com pouco em comum, cujas vidas se cruzam, em meio a romances e corações partidos, durante um Dia dos Namorados. Casais e solteiros vivenciam os altos e baixos de encontrar, manter ou terminar relacionamentos no dia do amor.
comentário: Uma boa parte do elenco já fez um filme de romance que fez sucesso, como Garry Marshall em "Uma linda mulher" e em "O diário da princesa", na direção.
Julia Roberts como elenco em "Uma linda mulher".
Este filme, irá mostrar a realidade na vida dos casais, no amor, dentre as partes boas e ruins que ele nos tráz.
Mirella 1ºB.
Elenco: Jessica Alba, Jessica Biel, Bradley Cooper, Eric Dane, Patrick Dempsey, Hector Elizondo, Jamie Foxx, Jennifer Garner, Topher Grace, Anne Hathaway, Queen Latifah, Shirley MacLaine, Emma Roberts, Julia Roberts, Taylor Lautner, Taylor Swift, Ashton Kutcher, Carter Jenkins, Brooklynn Proulx.
Direção: Garry Marshall
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 117 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Estreia: 19 de Fevereiro de 2010
Sinopse: 'Idas e Vindas do Amor' nos traz um elenco de astros e estrelas vivendo as histórias de um grupo de habitantes de Los Angeles com pouco em comum, cujas vidas se cruzam, em meio a romances e corações partidos, durante um Dia dos Namorados. Casais e solteiros vivenciam os altos e baixos de encontrar, manter ou terminar relacionamentos no dia do amor.
comentário: Uma boa parte do elenco já fez um filme de romance que fez sucesso, como Garry Marshall em "Uma linda mulher" e em "O diário da princesa", na direção.
Julia Roberts como elenco em "Uma linda mulher".
Este filme, irá mostrar a realidade na vida dos casais, no amor, dentre as partes boas e ruins que ele nos tráz.
Mirella 1ºB.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Cats ganha temporada brasileira no Teatro Abril
A partir de 4 de março, felinos de todas as cores e trejeitos do musical "Cats" tomarão conta do Teatro Abril, em São Paulo. As apresentações acontecem até 30 de maio, sempre às quintas e sextas, às 21h; sábados, às 17h e 21h; e domingos, às 16h e 20h.
O espetáculo, que estreou em Londres em 1981, é o segundo mais visto do mundo. Em seus 18 anos em cartaz (na Inglaterra e na Broadway), já foi visto por 9,8 milhões de pessoas. Só perde em público para "O Fantasma da Ópera" (13,5 milhões em 22 anos).
Um total de 38 artistas compõem o elenco da versão brasileira, que se revezam em mais de 10 números musicais. À frente do elenco estão Saulo Vasconcelos, que atuou em "O Fantasma da Ópera", "A Bela e a Fera" e "Lês Misérables"; Sara Sarres (de "O Fantasma da Ópera" e "Lês Misérables") e Paula Lima, cantora e jurada do programa "Ídolos", da TV Record. E coube ao compositor, cantor e instrumentista Toquinho o papel de adaptar as letras do musical para o português.
Comentário: A peça teatral Cats, é baseada em poemas de um livro infantil, e já se apresentou em cerca de 20 paises, dando a oportunidades aos atores de interpretar os personagens do livro que liam quando eram crianças. A montagem brasileira, conta com 110 atores, que terão o figurino pintado a mão, e o cenário, continua sendo o beco escuro aonde se passa a historia.
O espetáculo, que estreou em Londres em 1981, é o segundo mais visto do mundo. Em seus 18 anos em cartaz (na Inglaterra e na Broadway), já foi visto por 9,8 milhões de pessoas. Só perde em público para "O Fantasma da Ópera" (13,5 milhões em 22 anos).
Um total de 38 artistas compõem o elenco da versão brasileira, que se revezam em mais de 10 números musicais. À frente do elenco estão Saulo Vasconcelos, que atuou em "O Fantasma da Ópera", "A Bela e a Fera" e "Lês Misérables"; Sara Sarres (de "O Fantasma da Ópera" e "Lês Misérables") e Paula Lima, cantora e jurada do programa "Ídolos", da TV Record. E coube ao compositor, cantor e instrumentista Toquinho o papel de adaptar as letras do musical para o português.
Comentário: A peça teatral Cats, é baseada em poemas de um livro infantil, e já se apresentou em cerca de 20 paises, dando a oportunidades aos atores de interpretar os personagens do livro que liam quando eram crianças. A montagem brasileira, conta com 110 atores, que terão o figurino pintado a mão, e o cenário, continua sendo o beco escuro aonde se passa a historia.
Radiação ultravioleta bate recorde na capital
Os índices de radiação solar atingiram o nível máximo ontem na cidade de São Paulo. A intensidade dos raios UV (ultravioleta) chegou a 14 por volta das 12h.
A escala de risco da luz ultravioleta é medida em uma tabela que vai de 1 a 14. Ontem, a capital já registrava , às 10h, o nível 5.
Especialistas em doenças de pele alertam que a populaçao deve evitar a exposição ao sol no período que vai das 10h às 14h.
De acordo com Olívia Nunes, meteorologista do Instituto Somar, a marca de ontem é comum no verão.
Segundo ela, a radiação, por volta das 12h, é mais forte, pois percorre um espaço menor na atmosfera.
Quando há poucas nuvens, como ontem, os raios UV atingem a população de forma direta, sem barreira. No verão do ano passado, a intensidade UV foi menor devido a um longo período de chuvas.
A escala de risco da luz ultravioleta é medida em uma tabela que vai de 1 a 14. Ontem, a capital já registrava , às 10h, o nível 5.
Especialistas em doenças de pele alertam que a populaçao deve evitar a exposição ao sol no período que vai das 10h às 14h.
De acordo com Olívia Nunes, meteorologista do Instituto Somar, a marca de ontem é comum no verão.
Segundo ela, a radiação, por volta das 12h, é mais forte, pois percorre um espaço menor na atmosfera.
Quando há poucas nuvens, como ontem, os raios UV atingem a população de forma direta, sem barreira. No verão do ano passado, a intensidade UV foi menor devido a um longo período de chuvas.
Além disso, o paulistano ainda enfrentou uma temperatura máxima de 33,1ºC. Temperatura pouco baixo do recorde de 33,8ºC, registrado no dia 2. A umidade relativa do ar ontem chegou a 36%. Nestes casos, deve-se evitar, por exemplo, exercícios ao ar livre.
Comentário: Depois de muitas enchentes, São Paula chega a 14 no índice de radiação solar. O problema é que há muitas pessoas que não sabem como isso faz mal, então aproveitam para se bronzear, entrar na piscina, resumindo se divertem embaixo do sol, e muitas vezes sem protetor solar, boné. Isso pode vazer com que a pessoa tenha câncer de pele, para quem não sabe, ele é o responsável por 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil.
Circ de Soleil no Brasil
Cirque du Soleil anuncia segunda turnê brasileira para setembro
O Cirque du Soleil anunciou nesta terça-feira, 29, que fará a partir de setembro sua segunda temporada no Brasil. Com o segundo espetáculo da trupe, "Alegria", criado em 1994, a turnê nacional será ampliada para ter quase o dobro de apresentações da vez anterior e estendida para outras quatro capitais, além de Rio de Janeiro e São Paulo. Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre agregam-se aos destinos da megacompanhia circense.
Serão cerca de 250 apresentações ao longo da turnê de 10 meses, que estréia no dia 14/9 em Curitiba, segue para Brasília em 19/10, visita o sudeste - começando por Belo Horizonte em 22/11, passa pelo Rio de 27/12 em diante e se fixa em São Paulo a partir de 7/2 do próximo ano - e faz sua última etapa em Porto Alegre, a partir de 15/5 de 2008.
Os ingressos começam a ser vendidos com exclusividade no dia 4/6 para clientes American Express, Bradesco Prime e Private. Entre os dias 2 e 8/7 a pré-venda é estendida a todos os clientes Bradesco. Para o público geral, a venda começa somente no dia 9/7. As entradas custam entre R$ 130 e R$ 300, em todas as praças, exceto em Porto Alegre, cuja variação de preços fica entre R$ 100 e R$ 280. Segundo a produção, os menores preços na capital gaúcha foram estabelecidos por menores exigências nas leis locais para a faixa de público com direito a acesso à meia-entrada.
"Alegria" - montagem subseqüente a "Saltimbanco", apresentado no Brasil em 2006 - foi concebida, em 1994, pelo italiano Franco Dragone. No palco, 53 artistas de 14 nacionalidades, incluindo o clown brasileiro Marcos de Oliveira Kazuo, exibem, em 2h40, números de malabarismos, palhaços, contorcionismo, manipulação e outras modalidades de apuro técnico e acrobático que fizeram do Cirque du Soleil o mais conhecido circo do mundo.
comentário: Como você pôde ler na reportagem, o Cic de Soleil está de volta no Brasil em setembro.
Vale a pena pagar o preço em média de $200,00, para assistir ao espetáculo, pois é feito um jogo de sons, cores e movimentos, que encanta qualquer pessoa.
A platéia é bem divida para que todos possam ver o espetáculo em um ângulo muito bom.
O estpetáculo será da trupe "Alegria", que foi a que mais fez sucesso em todo o mundo.
Vale apena assitir e existem várias formas de pagamento. Em setembro eles estaram de volta para alegrar à todos nós neste lindo espetáculo.
Mirella 1ºB.
O Cirque du Soleil anunciou nesta terça-feira, 29, que fará a partir de setembro sua segunda temporada no Brasil. Com o segundo espetáculo da trupe, "Alegria", criado em 1994, a turnê nacional será ampliada para ter quase o dobro de apresentações da vez anterior e estendida para outras quatro capitais, além de Rio de Janeiro e São Paulo. Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre agregam-se aos destinos da megacompanhia circense.
Serão cerca de 250 apresentações ao longo da turnê de 10 meses, que estréia no dia 14/9 em Curitiba, segue para Brasília em 19/10, visita o sudeste - começando por Belo Horizonte em 22/11, passa pelo Rio de 27/12 em diante e se fixa em São Paulo a partir de 7/2 do próximo ano - e faz sua última etapa em Porto Alegre, a partir de 15/5 de 2008.
Os ingressos começam a ser vendidos com exclusividade no dia 4/6 para clientes American Express, Bradesco Prime e Private. Entre os dias 2 e 8/7 a pré-venda é estendida a todos os clientes Bradesco. Para o público geral, a venda começa somente no dia 9/7. As entradas custam entre R$ 130 e R$ 300, em todas as praças, exceto em Porto Alegre, cuja variação de preços fica entre R$ 100 e R$ 280. Segundo a produção, os menores preços na capital gaúcha foram estabelecidos por menores exigências nas leis locais para a faixa de público com direito a acesso à meia-entrada.
"Alegria" - montagem subseqüente a "Saltimbanco", apresentado no Brasil em 2006 - foi concebida, em 1994, pelo italiano Franco Dragone. No palco, 53 artistas de 14 nacionalidades, incluindo o clown brasileiro Marcos de Oliveira Kazuo, exibem, em 2h40, números de malabarismos, palhaços, contorcionismo, manipulação e outras modalidades de apuro técnico e acrobático que fizeram do Cirque du Soleil o mais conhecido circo do mundo.
comentário: Como você pôde ler na reportagem, o Cic de Soleil está de volta no Brasil em setembro.
Vale a pena pagar o preço em média de $200,00, para assistir ao espetáculo, pois é feito um jogo de sons, cores e movimentos, que encanta qualquer pessoa.
A platéia é bem divida para que todos possam ver o espetáculo em um ângulo muito bom.
O estpetáculo será da trupe "Alegria", que foi a que mais fez sucesso em todo o mundo.
Vale apena assitir e existem várias formas de pagamento. Em setembro eles estaram de volta para alegrar à todos nós neste lindo espetáculo.
Mirella 1ºB.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Bastardos Inglórios ajudam no Haiti
Quem diria que os matadores de nazistas liderados por Aldo Raine (Brad Pitt) ajudariam na reconstrução do Haiti? Certamente, não eu. Mas está acontecendo.
A partir de amanhã, 18 de fevereiro, a Upper Playground Gallery, em Los Angeles, vai exibir uma exposição com artes criadas especialmente para este evento, em limitadíssimas seis cópias de cada pôster numerados e assinados inclusive por Quentin Tarantino.
A exposição, chamada The Lost Art of Inglourious Basterds (A arte perdida de Bastardos Inglórios), começa às 18h desta quinta, caso você esteja embarcando agora em um vôo da Oceanic para Los Angeles. Cada peça tem o preço de 300 dólares e toda a renda será revertida à Cruz Vermelha, que levará os fundos para ajudar na reconstrução do Haiti.
Comentário: É uma boa idéia, ajudar o Haiti usando recursos como filmes, ainda mais Bastardos Inglórios que gerou muita polemica e conquistou muitos fãs. Os pôsteres estão ótimos, com certeza chamarão muita atenção de quem os virem. Bastardos Inglórios colocou uma imagem em algumas pessoas de que Brad Pitt, é um tipo de vilão, e isso sem duvida deve influenciar nos futuros filmes em que ele atuará, mas com esse projeto, talvez as pessoas se lembrem dos seus antigos papeis como mocinho e de todas as suas ajudas financeiras a paises pobres, nas quais foi influenciado por sua esposa.
A partir de amanhã, 18 de fevereiro, a Upper Playground Gallery, em Los Angeles, vai exibir uma exposição com artes criadas especialmente para este evento, em limitadíssimas seis cópias de cada pôster numerados e assinados inclusive por Quentin Tarantino.
A exposição, chamada The Lost Art of Inglourious Basterds (A arte perdida de Bastardos Inglórios), começa às 18h desta quinta, caso você esteja embarcando agora em um vôo da Oceanic para Los Angeles. Cada peça tem o preço de 300 dólares e toda a renda será revertida à Cruz Vermelha, que levará os fundos para ajudar na reconstrução do Haiti.
Comentário: É uma boa idéia, ajudar o Haiti usando recursos como filmes, ainda mais Bastardos Inglórios que gerou muita polemica e conquistou muitos fãs. Os pôsteres estão ótimos, com certeza chamarão muita atenção de quem os virem. Bastardos Inglórios colocou uma imagem em algumas pessoas de que Brad Pitt, é um tipo de vilão, e isso sem duvida deve influenciar nos futuros filmes em que ele atuará, mas com esse projeto, talvez as pessoas se lembrem dos seus antigos papeis como mocinho e de todas as suas ajudas financeiras a paises pobres, nas quais foi influenciado por sua esposa.
Peça: Trair coçar é só começar
Trair e Coçar é Só Começar
Gênero: Comédia
Trair e Coçar é Só Começar, texto original de Marcos Caruso, é uma comédia de costumes que apresenta uma atrapalhada empregada doméstica - Olímpia - que envolve seus patrões, dois casais de amigos, um padre e um vendedor de jóias em uma série de suspeitas de adultério. Toda a ação do espetáculo acontece no apartamento dos patrões de Olímpia, onde diversas vezes, as personagens ficam em situações embaraçosas.
Direção: Attílio Riccó. Elenco: Anastácia Custódia, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Sylvio Toledo, Mário Sérgio, Carla Pagani, Katya Roberta e Osmiro Campos
Até 28 de Março, sextas, às 21h30; sábados, às 21h e domingos, às 19h
Teatro Raul Cortez
R. Dr. Plínio Barreto, 285 (Bela Vista)
Tel: (11) (11) 3254-1700
Ingressos: R$ 50,00 (sextas e domingos) e R$ 60,00 (sábados)
comentário: Tanto a peça quanto o filme Trair e coçar é só começar, são muito engraçados e divertidos.
Quem vai assitir ou o filme, ou a própria peça se diverte até o final, pois a história mostra extamente como os casais são hoje em dia, junatmente com a correria do dia-a-dia.
Eu mesma já assisti ao filme e achei o máximo, é risada do começo ao fim, é uma hiostória que envolve a qualquer tipo de público.
A peça está em vigor até o dia 28/02 no teatro Raul Cortez, na Bela Vista.
Mirella 1B.
Gênero: Comédia
Trair e Coçar é Só Começar, texto original de Marcos Caruso, é uma comédia de costumes que apresenta uma atrapalhada empregada doméstica - Olímpia - que envolve seus patrões, dois casais de amigos, um padre e um vendedor de jóias em uma série de suspeitas de adultério. Toda a ação do espetáculo acontece no apartamento dos patrões de Olímpia, onde diversas vezes, as personagens ficam em situações embaraçosas.
Direção: Attílio Riccó. Elenco: Anastácia Custódia, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Sylvio Toledo, Mário Sérgio, Carla Pagani, Katya Roberta e Osmiro Campos
Até 28 de Março, sextas, às 21h30; sábados, às 21h e domingos, às 19h
Teatro Raul Cortez
R. Dr. Plínio Barreto, 285 (Bela Vista)
Tel: (11) (11) 3254-1700
Ingressos: R$ 50,00 (sextas e domingos) e R$ 60,00 (sábados)
comentário: Tanto a peça quanto o filme Trair e coçar é só começar, são muito engraçados e divertidos.
Quem vai assitir ou o filme, ou a própria peça se diverte até o final, pois a história mostra extamente como os casais são hoje em dia, junatmente com a correria do dia-a-dia.
Eu mesma já assisti ao filme e achei o máximo, é risada do começo ao fim, é uma hiostória que envolve a qualquer tipo de público.
A peça está em vigor até o dia 28/02 no teatro Raul Cortez, na Bela Vista.
Mirella 1B.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Vai-Vai leva para a Avenida a sua história e a da Copa do Mundo
Site: msn entretenimento
Atualizado: 12/2/2010 13:08
SÃO PAULO– Como o aniversário de 80 anos da Vai-Vai coincide com os 80 anos de Copa do Mundo, a escola resolveu homenagear esse duplo Jubileu de Carvalho (celebração de 80 anos) com o enredo "80 anos de Arte e Euforia. É Bom no Samba, é Bom no Couro. Salve o Duplo jubileu de Carvalho".
Além das oito décadas da Copa do Mundo e da própria escola, a Vai-Vai será a última agremiação a desfilar nesta sexta-feira (12) e irá conta os últimos 80 anos da história mundial.
Como a origem da escola é africana, o fato de a Copa do Mundo ser realizada na África em 2010, serve como uma oportunidade para que haja um resgate da história da agremiação neste Carnaval.
Em um dos carros, a Vai-Vai pretende reunir jogadores de diferentes edições da Copa do Mundo.
A escola vem para a Avenida com 4 mil integrantes divididos em 29 alas.À frente da bateria estrela a Rainha Camila Silva e a Madrinha Amanda Françozo. Quem também deve marcar presença é o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo.
A agremiação é a recordista em títulos do Carnaval de São Paulo com 13 vitórias, a última conquistada em 2008.
Estadão
Dom, 07 Fev, 12h31
Samba-enredo:
Vem, meu amor
Quero te ver nessa folia, bis
Vem comemorar
80 anos de alegria.
Eu viajei e vislumbrei essa história
num lindo conto de magia
oitenta páginas de glórias
"orei, mãe África".
Peço licença a seus orixás
a negritude que herdei de ti
me fez vencer tantas batalhas
eu superei guerras e adversidades
e hoje brindo a liberdade
é show de bola essa emoção.
Corta o beque, faz a finta, olé
Majestade soberana, Pelé
A voz do povo que ecoa da favela é Mandela.
O mundo foi jogando na retranca,
o futebol a única esperança.
A democracia e a globalização
deram aos craques supervalorização
e agora o "bixiga" faz a festa
"vão bora" minha escola a hora é essa.
Vai-Vai, celeiro de bambas
Um só coração, a ginga e o samba
A copa realmente hoje é do povo
trazendo de novo
o sonho de gritar "é campeão".
Comentário: Vai-Vai, a recordista em títulos do carnaval paulista, com 13 vitórias, a última conquistada em 2008, e que este ano completa 80 anos, vai para a avenida com muitas chances de vencer. Ela juntou os dois eventos que mais mexem com o povo brasileiro, copa e carnaval. A escolha do tema não foi por acaso já que a copa também faz 80 anos, mas vale lembrar que este ano é ano de copa e os olhos de todo o mundo estão voltados a esse tema. Com isso a escola tem tudo para ser um sucesso na avenida.
Atualizado: 12/2/2010 13:08
SÃO PAULO– Como o aniversário de 80 anos da Vai-Vai coincide com os 80 anos de Copa do Mundo, a escola resolveu homenagear esse duplo Jubileu de Carvalho (celebração de 80 anos) com o enredo "80 anos de Arte e Euforia. É Bom no Samba, é Bom no Couro. Salve o Duplo jubileu de Carvalho".
Além das oito décadas da Copa do Mundo e da própria escola, a Vai-Vai será a última agremiação a desfilar nesta sexta-feira (12) e irá conta os últimos 80 anos da história mundial.
Como a origem da escola é africana, o fato de a Copa do Mundo ser realizada na África em 2010, serve como uma oportunidade para que haja um resgate da história da agremiação neste Carnaval.
Em um dos carros, a Vai-Vai pretende reunir jogadores de diferentes edições da Copa do Mundo.
A escola vem para a Avenida com 4 mil integrantes divididos em 29 alas.À frente da bateria estrela a Rainha Camila Silva e a Madrinha Amanda Françozo. Quem também deve marcar presença é o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo.
A agremiação é a recordista em títulos do Carnaval de São Paulo com 13 vitórias, a última conquistada em 2008.
Estadão
Dom, 07 Fev, 12h31
Samba-enredo:
Vem, meu amor
Quero te ver nessa folia, bis
Vem comemorar
80 anos de alegria.
Eu viajei e vislumbrei essa história
num lindo conto de magia
oitenta páginas de glórias
"orei, mãe África".
Peço licença a seus orixás
a negritude que herdei de ti
me fez vencer tantas batalhas
eu superei guerras e adversidades
e hoje brindo a liberdade
é show de bola essa emoção.
Corta o beque, faz a finta, olé
Majestade soberana, Pelé
A voz do povo que ecoa da favela é Mandela.
O mundo foi jogando na retranca,
o futebol a única esperança.
A democracia e a globalização
deram aos craques supervalorização
e agora o "bixiga" faz a festa
"vão bora" minha escola a hora é essa.
Vai-Vai, celeiro de bambas
Um só coração, a ginga e o samba
A copa realmente hoje é do povo
trazendo de novo
o sonho de gritar "é campeão".
Comentário: Vai-Vai, a recordista em títulos do carnaval paulista, com 13 vitórias, a última conquistada em 2008, e que este ano completa 80 anos, vai para a avenida com muitas chances de vencer. Ela juntou os dois eventos que mais mexem com o povo brasileiro, copa e carnaval. A escolha do tema não foi por acaso já que a copa também faz 80 anos, mas vale lembrar que este ano é ano de copa e os olhos de todo o mundo estão voltados a esse tema. Com isso a escola tem tudo para ser um sucesso na avenida.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Exposiçês de Arte
Moradores e trabalhadores do bairro do Butantã, que fica na região oeste da capital paulista, podem visitar três exposições --duas ocupam o Paço das Artes e uma está na galeria Leme.
"Percepção"
Esculturas, desenhos e instalações fazem parte da mostra que apresenta trabalhos das artistas Tove Storch e Natalia Stachon e da dupla AVPD, composta por Aslak Vibaek e Peter Dossing.
"Urbi et Orbi - Para a Cidade e para o Mundo"
Exposição exibe doze vídeos contemporâneos, brasileiros e estrangeiros, reveladores da mobilidade geográfica dos artistas observadores Hugo Fortes e Síssi Fonseca, em viagem a Berlim, na Alemanha. Palestra, visita guiada e a performance "Trajetos" também fazem parte do evento.
"Zonas de Contato - Rota da Seda"
O projeto tem a proposta de fazer com que um artista veterano convide um de geração anterior para diálogo sobre suas obras.
Comentário: As três exposições, dão oportunidade para as pessoas que moram perto do Paço das Artes e galeria Leme possam visitar as obras e obter informações sobre a realidade em outros lugares com vídeos, esculturas e desenhos. Você se diverte e ao mesmo tempo aprende sobre arte, com comentário de artistas veteranos.
Amanda 1º Médio
"Percepção"
Esculturas, desenhos e instalações fazem parte da mostra que apresenta trabalhos das artistas Tove Storch e Natalia Stachon e da dupla AVPD, composta por Aslak Vibaek e Peter Dossing.
"Urbi et Orbi - Para a Cidade e para o Mundo"
Exposição exibe doze vídeos contemporâneos, brasileiros e estrangeiros, reveladores da mobilidade geográfica dos artistas observadores Hugo Fortes e Síssi Fonseca, em viagem a Berlim, na Alemanha. Palestra, visita guiada e a performance "Trajetos" também fazem parte do evento.
"Zonas de Contato - Rota da Seda"
O projeto tem a proposta de fazer com que um artista veterano convide um de geração anterior para diálogo sobre suas obras.
Comentário: As três exposições, dão oportunidade para as pessoas que moram perto do Paço das Artes e galeria Leme possam visitar as obras e obter informações sobre a realidade em outros lugares com vídeos, esculturas e desenhos. Você se diverte e ao mesmo tempo aprende sobre arte, com comentário de artistas veteranos.
Amanda 1º Médio
Avatar
Avatar (Estados Unidos, 2009), que estreia na sexta-feira 18 no país, é um feito técnico de proporções colossais. Particularmente porque, da maneira como foi articulado por James Cameron, esse mutirão de avanços tecnológicos usados para imergir o espectador no 3D mais fotorrealista que se poderia conceber tem em vista um propósito lírico e até honrado: o de criar beleza, transportar, surpreender pela imaginação e compartilhar um deslumbramento pela natureza que o próprio diretor só descobriu por completo ao ter-se retirado de cena - era o que parecia ter acontecido - depois de Titanic.
Um avatar é uma versão de um ser existente; e é isso que o fuzileiro naval Jake Sully (Sam Worthington) ganha ao desembarcar no planeta Pandora: uma encarnação de si mesmo na forma de um Na’vi, como são chamados os habitantes indígenas desse mundo remoto. Jake ficou paraplégico em combate na Terra; em Pandora, tem mais de três metros de altura, pele azulada, cauda e fisionomia ligeiramente felinas e um físico tão forte e apto que, ao experimentá-lo pela primeira vez, ele se embriaga com tanta liberdade.
Embriagador também é o terreno que ele pode percorrer nesse corpo. De dia, Pandora é um espetáculo de cores tropicais, árvores que se esfumaçam de tão altas e montanhas que vagam pelo céu como nuvens sólidas. De noite, é um sonho espectral de luminescências azuladas e arroxeadas, ressaltadas por brancos opalescentes e verdes fantasmagóricos - como um recife de corais que tivesse subido à superfície. Cameron é um apaixonado pelas profundezas marinhas, e não poderia ter imaginado argumento mais convincente para justificar sua fixação do que essas imagens. Mais notável ainda é a delicadeza do diretor. Em vez de atirar objetos contra a plateia, como os filmes em três dimensões fizeram até aqui, ele põe de lado os golpes baixos, o fácil e o pedestre e mira em algo muito acima: mostrar que o 3D é percepção, sensação e profundidade. Conjura tanta perícia, enfim, para simplesmente pousar o espectador em Pandora e deixar que, assim como Jake, ele viva a ilusão de estar dentro dessa ilusão.
Essa é, de certa forma, a primeira história de amor de Avatar - a de Jake por uma natureza que, no futuro em que o filme se passa, na Terra já é só uma lembrança. A segunda história de amor, e a central, é a de Jake por Neytiri, uma amazona Na’vi que, apesar do seu rancor contra os seres humanos - Pandora está sob ameaça de devastação por uma corporação mineradora -, recebe um sinal de que esse homem é diferente. Neytiri (Zoë Saldana, a Tenente Uhura da recente versão cinematográfica de Star Trek) é encarregada de proteger Jake e de ensiná-lo a ser verdadeiramente um Na’vi. Entre domar uma montaria alada aqui, aprender a usar o arco ali e escorregar por folhagens acolá, o inevitável acontece. A paixão está nas cartas, claro, desde a primeira cena em que Neytiri e Jake se encontram, na qual ela previsivelmente o salva das feras que o rondam. Mas, pelo menos, Cameron introduz o romance por meio de uma camaradagem que diz muito sobre seu respeito pelas mulheres. Os Na’vi são também um povo da terra, e estão ligados a ela de maneiras bem literais - são parte efetiva dela, como descobrirá a botânica interpretada com excelentes humor e desembaraço por Sigourney Weaver.
Há uma boa margem para tomar como eco-sentimentalismo (ou como ecobaboseira, conforme o ponto de vista) essa mensagem verde de Avatar, que em geral vem sublinhada por coros de vozes genericamente "nativos". Mas Cameron a contrapesa com lances mais lúcidos, como a sensação cinza e opaca com que Jake volta para seu corpo humano e limitado após cada excursão por Pandora - e o australiano Sam Worthington, o acerto de Exterminador Salvação, dosa no personagem as medidas corretas de gravidade e intrepidez. (Aliás, que se comente o desempenho de um humanóide azul de três metros já é sinal do quanto a transposição das atuações reais para os personagens digitais é bem-sucedida.) No terço final, em que se desenrola a batalha da mineradora contra os Na’vi e sua selva, são inspiradas também as alusões a outras imagens icônicas sobre a insensatez da guerra, como a da floresta se inflamando com napalm em Apocalypse Now, ou a do sofrimento dos cavalos sob fogo em Kagemusha.
Esse contraponto entre uma civilização tão mecanizada e outra tão próxima de um estado natural é uma surpresa em Avatar - mas, considerado em retrospecto, é também um passo lógico na carreira de seu diretor. Cameron sempre foi o cineasta do equipamento pesado, do metal guinchando e triturando na forma de robôs, de estações submarinas, de transatlânticos. Executar visualmente o fascínio e o terror que as máquinas exercem foi, desde o início, o que o distinguiu. Ao contrário de mestres da estupidez como o Michael Bay de Transformers, Cameron entende que essa relação com o mundo físico não é um pretexto para a catarse, para a sublimação da violência ou para efeitos mais e mais estrepitosos.
De uma forma instintiva, não intelectualizada, porém não menos filosófica, todo seu cinema tem sido um comentário sobre a imaginação simultaneamente artística e tecnológica da espécie humana - e sobre como, nessa ânsia biologicamente programada de multiplicar até o infinito suas capacidades, ela perde controle sobre o que cria na mesma medida em que o aumenta, e toca tanto o belo como o terrível. Imaginar, dizem os filmes de Cameron - todos eles -, é abrir uma caixa de Pandora. Se o cinema for tomado como tal, então dela podem sair um sem-fim de burrices, algumas inclusive velhacas, como as que o avanço dos efeitos já produziu. Ou pode sair algo como Avatar - em alguns momentos redundante, em outros até um pouco cafona. Mas, em todos os instantes, invariavelmente animado pelo desejo de se alçar, de ir além e de engrandecer.
comentário: É um filme de amor. Envolve quem o assiste, pois o filme nos trás ensinamoentos que não se mostram em desenhos. è um filme, em que é transmitido o ensinamento de não julgar os outros semantes cocecê-los; dar valor a vida e o mais importante, ele nos ensina a não ter preconceito com nenhuma pessoa.
Mirella 1ºB.
Um avatar é uma versão de um ser existente; e é isso que o fuzileiro naval Jake Sully (Sam Worthington) ganha ao desembarcar no planeta Pandora: uma encarnação de si mesmo na forma de um Na’vi, como são chamados os habitantes indígenas desse mundo remoto. Jake ficou paraplégico em combate na Terra; em Pandora, tem mais de três metros de altura, pele azulada, cauda e fisionomia ligeiramente felinas e um físico tão forte e apto que, ao experimentá-lo pela primeira vez, ele se embriaga com tanta liberdade.
Embriagador também é o terreno que ele pode percorrer nesse corpo. De dia, Pandora é um espetáculo de cores tropicais, árvores que se esfumaçam de tão altas e montanhas que vagam pelo céu como nuvens sólidas. De noite, é um sonho espectral de luminescências azuladas e arroxeadas, ressaltadas por brancos opalescentes e verdes fantasmagóricos - como um recife de corais que tivesse subido à superfície. Cameron é um apaixonado pelas profundezas marinhas, e não poderia ter imaginado argumento mais convincente para justificar sua fixação do que essas imagens. Mais notável ainda é a delicadeza do diretor. Em vez de atirar objetos contra a plateia, como os filmes em três dimensões fizeram até aqui, ele põe de lado os golpes baixos, o fácil e o pedestre e mira em algo muito acima: mostrar que o 3D é percepção, sensação e profundidade. Conjura tanta perícia, enfim, para simplesmente pousar o espectador em Pandora e deixar que, assim como Jake, ele viva a ilusão de estar dentro dessa ilusão.
Essa é, de certa forma, a primeira história de amor de Avatar - a de Jake por uma natureza que, no futuro em que o filme se passa, na Terra já é só uma lembrança. A segunda história de amor, e a central, é a de Jake por Neytiri, uma amazona Na’vi que, apesar do seu rancor contra os seres humanos - Pandora está sob ameaça de devastação por uma corporação mineradora -, recebe um sinal de que esse homem é diferente. Neytiri (Zoë Saldana, a Tenente Uhura da recente versão cinematográfica de Star Trek) é encarregada de proteger Jake e de ensiná-lo a ser verdadeiramente um Na’vi. Entre domar uma montaria alada aqui, aprender a usar o arco ali e escorregar por folhagens acolá, o inevitável acontece. A paixão está nas cartas, claro, desde a primeira cena em que Neytiri e Jake se encontram, na qual ela previsivelmente o salva das feras que o rondam. Mas, pelo menos, Cameron introduz o romance por meio de uma camaradagem que diz muito sobre seu respeito pelas mulheres. Os Na’vi são também um povo da terra, e estão ligados a ela de maneiras bem literais - são parte efetiva dela, como descobrirá a botânica interpretada com excelentes humor e desembaraço por Sigourney Weaver.
Há uma boa margem para tomar como eco-sentimentalismo (ou como ecobaboseira, conforme o ponto de vista) essa mensagem verde de Avatar, que em geral vem sublinhada por coros de vozes genericamente "nativos". Mas Cameron a contrapesa com lances mais lúcidos, como a sensação cinza e opaca com que Jake volta para seu corpo humano e limitado após cada excursão por Pandora - e o australiano Sam Worthington, o acerto de Exterminador Salvação, dosa no personagem as medidas corretas de gravidade e intrepidez. (Aliás, que se comente o desempenho de um humanóide azul de três metros já é sinal do quanto a transposição das atuações reais para os personagens digitais é bem-sucedida.) No terço final, em que se desenrola a batalha da mineradora contra os Na’vi e sua selva, são inspiradas também as alusões a outras imagens icônicas sobre a insensatez da guerra, como a da floresta se inflamando com napalm em Apocalypse Now, ou a do sofrimento dos cavalos sob fogo em Kagemusha.
Esse contraponto entre uma civilização tão mecanizada e outra tão próxima de um estado natural é uma surpresa em Avatar - mas, considerado em retrospecto, é também um passo lógico na carreira de seu diretor. Cameron sempre foi o cineasta do equipamento pesado, do metal guinchando e triturando na forma de robôs, de estações submarinas, de transatlânticos. Executar visualmente o fascínio e o terror que as máquinas exercem foi, desde o início, o que o distinguiu. Ao contrário de mestres da estupidez como o Michael Bay de Transformers, Cameron entende que essa relação com o mundo físico não é um pretexto para a catarse, para a sublimação da violência ou para efeitos mais e mais estrepitosos.
De uma forma instintiva, não intelectualizada, porém não menos filosófica, todo seu cinema tem sido um comentário sobre a imaginação simultaneamente artística e tecnológica da espécie humana - e sobre como, nessa ânsia biologicamente programada de multiplicar até o infinito suas capacidades, ela perde controle sobre o que cria na mesma medida em que o aumenta, e toca tanto o belo como o terrível. Imaginar, dizem os filmes de Cameron - todos eles -, é abrir uma caixa de Pandora. Se o cinema for tomado como tal, então dela podem sair um sem-fim de burrices, algumas inclusive velhacas, como as que o avanço dos efeitos já produziu. Ou pode sair algo como Avatar - em alguns momentos redundante, em outros até um pouco cafona. Mas, em todos os instantes, invariavelmente animado pelo desejo de se alçar, de ir além e de engrandecer.
comentário: É um filme de amor. Envolve quem o assiste, pois o filme nos trás ensinamoentos que não se mostram em desenhos. è um filme, em que é transmitido o ensinamento de não julgar os outros semantes cocecê-los; dar valor a vida e o mais importante, ele nos ensina a não ter preconceito com nenhuma pessoa.
Mirella 1ºB.
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