Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Brasil vai importar etanol dos Estados Unidos


A ministra do planejamento defendeu uma reestruturação do setor para evitar o desabastecimento na entresafra.
Nenhuma palavra sobre o desvio da produção para o açucar devido ao alto preço do produto no mercado internacional.

26/03/2011 - 07h00 Brasil vai colocar mais água na gasolina e importar álcool 
DE SÃO PAULO
Em nova tentativa de conter a escalada de preços dos combustíveis, a ANP (Agência Nacional do Petróleo) autorizou o aumento na quantidade de água no álcool anidro, que é misturado à gasolina vendida nos postos, informam José Ernesto Credendio e Leila Coimbra, em reportagem na Folha deste sábado (a íntegra está disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Desde ontem, o etanol anidro pode ter até 1% de água, que é a especificação no exterior. Antes, no Brasil, o teor máximo era de 0,4%. O limite para o etanol ser considerado anidro é 1% de água.
A mudança, assim, permitirá a importação de álcool dos EUA, que tem mais água. Com a alta dos preços do petróleo, é mais barato para o país importar álcool do que gasolina.
A mudança não afetará o álcool combustível (hidratado), vendido nos postos.
Editoria de Arte / Folhapress/Editoria de Arte / Folhapress
Conforme resolução publicada pela ANP, o teor real de etanol anidro na gasolina cai de 98% para 92,1%. A medida vale até 30 de abril, quando termina a entressafra de cana no centro-sul.
IMPORTAÇÃO
Além dessa medida, o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, informou ontem que um carregamento de gasolina importado pela Petrobras chegará ao Brasil até o dia 15 de abril.
Segundo ele, a gasolina será armazenada e utilizada em caso de necessidade. "No ano passado a gente importou para 10 dias, não deve ser muita coisa diferente disso", afirmou..
No ano passado a Petrobras importou 3 milhões de barris de gasolina de várias origens no início do ano, o que não fazia há cerca de 40 anos, também em função de um mercado interno aquecido.
Costa informou que as refinarias da empresa estão trabalhando a plena capacidade e produzindo 380 mil barris diários de gasolina, totalmente absorvidos pela demanda interna.
ESCALADA DE PREÇOS
O álcool manteve a escalada de preços nesta semana nos postos de São Paulo e chegou a R$ 2,80 por litro, segundo outra reportagem da Folha de hoje. O preço médio registrado pela pesquisa semanal da Folha foi de R$ 2,19 por litro, com alta de 20% em 30 dias.
A tendência de alta do álcool, no entanto, pode estar no fim. O hidratado já sai das usinas com preços menores do que há uma semana.
É o que mostram os valores de negociações do hidratado em Paulínia, conforme dados do Cepea. Demanda menor e oferta maior vão derrubar os preços.


29/03/2011 - 08h55 Ministra defende restruturação do setor de álcool no Brasil  
ANDREA MURTA DE WASHINGTON

Em meio a discussões sobre investimentos em agricultura no Brasil durante a reunião anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento em Calgary, no Canadá, a ministra Miriam Belchior (Planejamento) defendeu uma restruturação do setor do álcool brasileiro para evitar importação na entressafra.
Wilson Dias - 28.fev.2011/Agência Brasil A ministra do Planejamento, Miriam Belchior A ministra do Planejamento, Miriam Belchior
O país acaba de mudar a exigência de concentração de álcool anidro para permitir a compra do produto dos EUA em abril, um momento crítico da safra nacional de etanol. A safra de 2011/2012 não deve entrar no mercado nacional antes de maio.
"Sem dúvida acreditamos que é preciso fazer uma mudança de funcionamento do setor, para que ele se estruture melhor e a gente possa trabalhar com um mercado futuro. Acreditamos que somos capazes de aprimorar esses problemas de safra", disse a ministra em entrevista à Folha por telefone.
Ainda na reunião do BID, o Brasil acertou neste final de semana uma linha de crédito de US$ 300 milhões financiada pelo Banco de Cooperação e Investimentos do Japão (JBIC, na sigla em inglês).
Os fundos serão voltados a projetos ambientais já foram apelidados de "linha verde" e serão entregues em reais, com conversão no dia em que o aporte for feito.
Comentario: achega a ser engracado como um país como o brasil tem que importar etanol dos estados unidos, o brasil, com canaviais gigantescos pode ser obrigado a comprar dos estados unidos, isso mostra atpe uma falta de organizacao, porque se eles fossem organizados nao haveria a necessidade de comprar combustível de outros países

Etanol dispara e chega a R$ 2,39 na Capital

No último fim de semana, alguns postos já repassaram o aumento nas bombas, que, até ontem, variava R$ 0,40
Não é raro um jovem de 18 anos, provindo das classes A ou B, depois de tirar a carteira de motorista e passar no vestibular, ser presenteado pelos pais com um carro. Porém, nesse caso, ainda há espaço para más notícias. É que, em todo o tempo de vida desse jovem, encher o tanque do automóvel com etanol nunca ficou tão caro, em Fortaleza. O Diário do Nordeste percorreu 37 postos de combustíveis em diferentes bairros da Capital cearense, na tarde de ontem, e identificou que o álcool, pela primeira vez, desde o advento do Plano Real, chegou a R$ 2,399 o litro, em um posto da Avenida Washington Soares.

A desagradável surpresa também foi percebida por muitos fortalezenses neste último fim de semana, quando alguns preços já foram reajustados. O pior é que essa alta vertiginosa no valor do álcool é fator propulsor para a elevação do custo do litro de gasolina comum, que, esta semana, deverá ficar mais caro. As informações foram confirmadas pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Ceará (Sindipostos), Guilherme Meireles.

Valor recorde
"Está caro demais. O maior valor que tinha chegado foi no início do ano passado: R$2,20. Com isso, a demanda por gasolina tem aumentado. Como há 25% de álcool em sua composição, a tendência é de uma elevação média de R$ 0,10 no preço desse combustível com a renovação dos estoques dos postos ainda nesta semana", afirmou.

Guilherme explicou que, em 2010, o governo chegou a diminuir a mistura para 20%, o que segurou a escalada dos preços do biocombustível. "Só que este ano o governo não pode fazer isso porque as refinarias do Brasil estão no limite". Apesar de consentir que esse patamar recorde é prejudicial para o consumidor e também para o revendedor do produto, ele crê em uma reviravolta até o fim deste mês.

"As promessas dos usineiros é que ainda neste mês, depois da Semana Santa, ocorra a primeira colheita de cana-de-açúcar. O que deverá ampliar a oferta de etanol no mercado. A gente espera que os donos de postos segurem o repasse até lá, mas é difícil caso acabe o estoque antes disso", admite.

Variação de R$ 0,40
A reportagem encontrou ainda o menor preço de R$ 1,999 do litro de etanol em dois estabelecimentos na Avenida Rogaciano Leite e em um da Avenida Padre Valdevino. Uma diferença de R$ 0,40 entre os valores mínimo e máximo. Nos demais postos, foi identificada uma variação entre R$ 2,039 e R$ 2,299.

Um dos reflexos desses valores negociados na Capital cearense é a rejeição de alguns revendedores, que estão abdicando da negociação de etanol nas bombas. Segundo Paulo Sérgio Quezado, que preferiu não identificar a localização de seu posto, vender álcool não está compensando mais. "Desde o início do ano que não é viável. Além de oscilar muito, a margem de lucro do etanol é bem menor que a da gasolina. Por isso, temporariamente, só estou trabalhando com os outros combustíveis. Há outros postos fazendo o mesmo na Cidade", contou.

Paulo calculou que, nas distribuidoras, o valor do álcool subiu 42% entre abril de 2010 até o início deste mês. "Já a gasolina subiu 8% entre abril e dezembro do ano passado. Nós seguramos. De janeiro até aqui, a alta já foi de 9%. Só que nós repassamos apenas 4,5%. Se tivéssemos que repassar tudo a gasolina custaria R$ 3,11", comparou. Ele não está otimista com o cenário futuro. "Especialistas de economia já afirmaram que para os usineiros vai continuar mais lucrativo dar preferência ao açúcar do que ao etanol".

Importação
O Estado do Ceará não é o único a sofrer com esse quadro. Para amenizar essa situação no País, o diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou, ontem, que a estatal não descarta a possibilidade de novas importações de gasolina, caso a oferta de etanol continue bastante reduzida.

A Petrobras vai importar 1,5 milhão de barris de gasolina para atender à demanda crescente por esse combustível. Em 2010, a estatal comprou 3 milhões de barris, também no começo do ano e pelo mesmo motivo.







COMENTARIO: como visto pela postagem anterior, podemos perceber que o etanol continua aumentando, e que este produto está faltando no mercado, alguns dias atrás estava em um posto onde os trabalhadores estavam colocando cones nas bombas de álcool falando que tinha acabado, isso ocorre pelo fato de ter pouca oferta, para muita procura do combustível. O governo incentiva os brasileiros a abastecerem com etanol, mas estamos ficando sem este produto no mercado!

terça-feira, 5 de abril de 2011

O preço do alcool


Alta no preço do álcool pode antecipar reajuste dos táxis em Porto Alegre

Lei prevê alterações antes do prazo previsto caso valor do combustível ultrapasse 8%

Os taxistas de Porto Alegre estudam antecipar o reajuste no preço das tarifas depois da alta no valor do álcool conferida nas últimas semanas. A lei que regulamenta o serviço de táxi na cidade prevê que quando o preço dos combustíveis sobe mais do que 8%, as tarifas podem ser reajustadas antes do prazo previsto, que é agosto.

O preço médio do combustível subiu mais de 11% na Capital entre a primeira e a última semana de março, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo. O litro do álcool, que era vendido, em média, a R$ 2,33 no início do mês, chegou a R$ 2,63 na sexta-feira.

— Estamos verificando até que ponto o combustivel ultrapassou os 8%. A partir daí vamos encaminhar a medida ao poder público — disse o diretor do Sindicato dos Taxistas, Adão Ferreira.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustível do Rio Grande do Sul, Adão Oliveira, a alta pode provocar também reflexos na gasolina, que recebe adição de alcool anidro.

— Em virtude da adição, a gasolina também está subindo praticamente toda semana. O mercado está bastante complicado — detalhou.

A alta do preço do álcool é explicada pela entressafra no cultivo de cana-de-açúcar. Mas as cotações atraentes do açúcar no mercado internacional levam os produtores de cana a optarem por esse mercado ao invés do combustível.
 
Comentario: O BRASIL É UM DOS GRANDES PRODUTORES DE CANA DE AÇUCAR NO MUNDO, E OS BRASILEIROS, COM ESSA ''ONDA'' DE CARROS FLEX, PASSARAM A CONSUMIR MUITOS MAIS ETANOL DO QUE ANTES. o FATO DE ESTARMOS NA ENTRESSAFRA REALMENTE FAZ COM QUE O PREÇO TENHA UM LEVE AUMENTO, MAS OS AGRICULTORES ESTAO PREFERINDO DESTINAR SUAS COLHEITAS A PRODUCAO DE AÇÚCAR DO QUE ÁLCOOL, E ISSO ACABA FAZENDO COM QUE O PRECO SUBA CADA VEZ MAIS, JÁ QUE SUA QUANTIDADE NO MERCADO ESTÁ CADA VEZ MENOR

terça-feira, 29 de março de 2011

A economia brasileira em 2011

Podem me xingar, mas sou daqueles que vê certa necessidade de política monetária para manter o termômetro econômico estável. Até a inflexão na taxa de juros nos últimos meses, a economia brasileira se aproximava de um nível de atividade que começou a provocar fenômenos como o superaquecimento da demanda por imóveis para locação, por exemplo.




Em São Paulo, do começo do ano até há pouco houve uma onda de ruptura de contratos de aluguel por conta de proprietários sequiosos por novas locações a preços mais altos. O fenômeno se pronunciou sobretudo nas regiões mais valorizadas da cidade.



No comércio, a dita linha branca (eletrodomésticos) já começava a escassear e os preços, a subirem. Outros setores demonstraram superaquecimento, havendo até uma certa dificuldade para se encontrar vários produtos. E o endividamento de pessoas físicas em financiamentos longos reforça a imperiosidade de atenção com a atividade econômica e com a excessiva liquidez.



Ok, poderão conseguir dados de setores que não experimentaram esses fenômenos, mas outros setores experimentaram, de forma que já era possível prever que sem política monetária mais restritiva poderia haver um aumento perigoso da inflação.



Não se pode negar que, de 2008 para 2009, o Banco Central pode, sim, ter errado a mão ao não derrubar a taxa de juros em vista da paralisia econômica que se instalaria, ainda que por curto espaço de tempo. Contudo, do meu ponto de vista acho que o erro foi agravado pelo pânico gerado pela mídia, que garantia que o país afundaria na crise.



Desta maneira, uma eventual redução da taxa Selic naquele período poderia não ter adiantado nada diante de empresários e consumidores colocados em pânico pela mídia.




O fato, assim, é que o ritmo da economia está claramente se reduzindo. Naquela questão dos aluguéis, por exemplo, já se pode ver imóveis retomados por proprietários que ansiavam por locações melhor remuneradas que não estão sendo alugados pelos preços que os senhorios queriam.



Ainda há uma forte demanda pela linha branca. Aliás, o comércio em geral está batendo recordes, mas em níveis cada vez mais moderados. Por conta disso, penso que o Banco Central deve continuar restritivo por mais alguns meses e não acho que exista algum erro nisso. A capacidade instalada da indústria está muito próxima do limite.



Contudo, o quadro mundial tétrico deve fazer os gestores da política econômica refletirem bem para que não mantenham o garrote monetário por mais tempo do que o necessário. Penso que em meados do segundo semestre já se pode considerar, pelo menos, a interrupção de alta da Selic, sob o risco de se fazer o país chegar exangue a 2011.



Há especulações cada vez mais freqüentes sobre uma recaída da economia mundial na crise. Por mais que o Brasil esteja forte, cheio de dólares em caixa, sem dívida externa e com o mercado interno equilibrado, é impossível que um novo agravamento da situação internacional não tenha repercussão por aqui.



Diante de uma economia bem mais moderada no ano que vem, vale a pena especular sobre a situação política em tal cenário: que reação da sociedade haveria com Serra ou com Dilma no governo?



No caso de vitória de Dilma, acredito que seja mais fácil vender uma redução mais perceptível da atividade econômica, pois o histórico do governo que ela estaria sucedendo geraria confiança de que uma eventual redução da atividade poderia ser transitória.



No caso de Serra se eleger, no entanto, penso que a coisa pode ficar meio esquisita para o lado dele, pois haveria uma sensação da sociedade de que foi lograda e que a queda na atividade econômica seria culpa dele e não do que está começando a acontecer agora, o que poderia provocar reações imprevisíveis da opinião pública, agora convencida de que votou errado.



De uma forma ou de outra, quero avisar a todos para que estejam preparados para um 2011 mais moderado, do ponto de vista econômico.



Acredito que endividamentos, para quem já estiver com algum comprometimento da própria receita – seja pessoa física ou jurídica –, seria pouco recomendável até que se tenha uma visão mais clara sobretudo da situação dos países ricos, que vai se mostrando cada vez mais preocupante.



A eufórica Espanha, por exemplo, para usar um termo da moda digo que se encontra bastante “afunhanhada”, atualmente. Desemprego, recessão e algum esboço de tensão social já vinham se desenhando, ainda que mitigados, neste momento, pela euforia futebolística. Em breve, porém, os espanhóis cairão na real.



O resto da Europa não está muito melhor e os Estados Unidos, tampouco.



Para não fechar este texto com pessimismo, acredito que o freio de arrumação que ora está sendo pressionado será benéfico, obviamente que desde que o Banco Central tenha sensibilidade para não provocar um desaquecimento intencional que pode se somar ao desaquecimento involuntário que é previsível que se instalará.



A grande boa notícia é a de que o comportamento do BC vem sendo absolutamente despolitizado. Se errar, será por razões que nada terão que ver com política, o que é um enorme avanço em relação ao bom e velho tempo de estelionatos eleitorais como o de 1998, quando a eleição fez FHC segurar a inadiável desvalorização do real

Comentario:o FHC, nao promoveu melhora social nenhuma, o que ele fez foi jogar um monte de brasileiros na miséria, e tentar negar o mérito de quem está tentando resolver estes problemas, que antes era o LULA,  e agora será DILMA.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Economia brasileira deve expandir em 7,4% no 1º trimestre

Superando as expectativas, a economia brasileira deve fechar o primeiro trimestre do governo Dilma Rousseff com expansão de 7,4% em base anual, contra 7,5% em 2010, afirmou na noite dessa quarta-feira Joelmir Beting na BandNews TV. “Na virada do ano se falava em algo abaixo de 5% de janeiro a março. Agora, se acima de 7%, nada contra”,afirmou.

comentario:
      O colunista citou ainda outros dados positivos para a economia do país: “A renda da população deve ter crescido nos últimos 12 meses acima de 8%, o crédito bancário, perto de 20% e o desemprego, pouco acima de 5%, o menor em 38 anos”.




segunda-feira, 14 de março de 2011

Aeroportos têm novas tarifas de embarque a partir desta segunda


 Entram em vigor nesta segunda-feira (14) as novas tarifas aeroportuárias de pouso, permanência e embarque, cobradas pelos administradores de aeroportos brasileiros das companhias aéreas e dos passageiros quando a infraestrutura para voos domésticos ou internacionais é utilizada. Os novos valores foram divulgados pelo Ministério da Defesa Civil, no Diário Oficial da União, no final de janeiro.
As taxas variam conforme os aeroportos - que são divididos em quatro categorias, segundo seu porte e movimento. Os aeroportos do grupo 1 são Brasília, Congonhas e Guarulhos (em São Paulo), Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Galeão e Santos Dumont (no Rio), Salvador, São Luís, Belém e Belo Horizonte.Em fevereiro, a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) definiu as tarifas que seriam aplicadas pelos aeroportos. O valor nos voos domésticos chega a R$ 20,66; nos internacionais, sobe para até R$ 67.
"A diferenciação de tarifas por faixas de horários cria incentivos para a melhor distribuição dos voos ao longo do dia, o que reflete em uso mais equilibrado da infraestrutura aeroportuária", explicou o diretor Financeiro, Mauro Roberto Pacheco, por meio de nota.
Segundo a Infraero, os novos tetos tarifários, ou valores máximos, estabelecidos pela Anac, foram definidos com base em análise financeira das atividades aeroportuárias e pautada em critérios de incentivo à eficiência dos serviços.
A partir de 2013A partir de 2013, os valores das tarifas serão definidos mediante compromissos que implicam em aumento da eficiência e melhoria da qualidade dos serviços dos aeroportos, segundo a Anac.
"Após a revisão em 2013, as metas serão reavaliadas em 2018, 2023 e assim sucessivamente. Esses parâmetros serão válidos tanto para as tarifas de pouso e permanência – pagas por companhias aéreas, de táxi-aéreo ou operadores de aeronaves particulares e outras sempre que utilizam os aeroportos – e para as taxas de embarque – que as empresas aéreas recolhem dos passageiros e repassam para o administrador aeroportuário", disse a agência, por meio de nota.
Comentário:
Isso de as pessoas quererem cobrar a tarifa de embarque só mostra que tem uma pessoa sempre querendo ganhar dinheiro em cima da outra, pois isso de tarifa de embarque já deveria estar incluído no preço da passagem que as pessoas pagam para entrar no avião e chegar a seu destino, eram as companhias que deveriam pagar esta tarifa e não as pessoas que viajam.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Crise na Líbia torna-se motivo de preocupação para economia mundial

Frankfurt (Alemanha), 25 fev (EFE).- A crise na Líbia, que fez com que o preço do petróleo disparasse, tornou-se um motivo de preocupação para a economia mundial, pois poderia provocar a estagnação de alguns países e à volta de outros à recessão.
A Líbia, com uma extração diária de cerca de 1,7 milhão de barris - dos quais 80% é exportado à Europa -, tem uma das maiores reservas de petróleo da África.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que acredita que os preços do petróleo superarão a crise suscitada na Líbia e voltarão a se estabilizar.
Por enquanto, é difícil definir todas as consequências econômicas da crise líbia, mas especialistas se preocupam com a possibilidade de as revoltas se estenderem a países como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Nigéria, outros grandes produtores de petróleo.
Como primeira consequencia, foi registrado um aumento do preço do petróleo e da gasolina, que atingiram recordes históricos.
O petróleo Brent do Mar do Norte - de referência na Europa - chegou na quinta-feira em Londres à barreira de US$ 120 por barril, US$ 18 a mais que há uma semana, após a interrupção das exportação de petróleo da Líbia e depois que as petrolíferas Wintershall, Repsol YPF, Total, Eni e BP suspenderam suas atividades de prospecção no país.
O banco UniCredit prevê que, "inclusive se Kadafi for derrubado rapidamente, o preço do petróleo permanecerá nos níveis atuais, pelo menos a curto prazo".
Nesta semana, a Arábia Saudita tentou tranquilizar os mercados ao assegurar que ela e a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) compensarão qualquer falta de provisão, apesar de por enquanto não verem necessidade de fazê-lo.
Nesta sexta-feira a Agência Internacional de Energia afirmou que a Arábia Saudita já começou a aumentar sua produção, mas não forneceu números concretos.
O Brent estabilizou-se na sexta-feira em Londres em torno de US$ 113.
O UniCredit revisou em alta suas previsões do preço do petróleo para 2011, de US$ 95 para US$ 110 por barril- a média anual mais alta vista até agora-, e para US$ 105 em 2012.

Conflitos na Líbia ainda não ameaçam economia mundial


  A produção de petróleo e gás movem a economia da Líbia. Em tempos normais, o país produz 1,6 milhão de barris de petróleo – o que deixa a Líbia na 17º posição do ranking mundial –, mas a produção caiu 6% desde o início dos confrontos. A queda, no entanto, ainda não é suficiente para impactar a oferta mundial.
Ainda assim, o preço do petróleo está subindo. E o motivo disso é a crescente preocupação de que os conflitos possam se alastrar e chegar, principalmente, à Arábia Saudita – maior exportador mundial de petróleo.
Apesar de produzir o equivalente a 10% da demanda mundial, a Arábia Saudita poderia rapidamente compensar a produção em caso de uma queda significativa da oferta em outras regiões do mundo.
Comércio com a Alemanha
A maior parte do petróleo líbio, 85% exatamente, abastece o mercado europeu: a Itália recebe 22%, enquanto 8% são comprados pelos alemães.  No ano passado, a Alemanha gastou 3 bilhões de euros em importação de petróleo e gás, e um bilhão de euros na importação de outros produtos líbios.
O país africano também não deixa de ser importante consumidor de produtos fabricados na Alemanha, que exporta mercadorias avaliadas em um bilhão de euros – sobretudo máquinas para os setores de construção civil, agrícola e químico, além de automóveis e outros veículos. O Estado de Kadafi também compra produtos alimentícios, farmacêuticos e químicos produzidos na Alemanha.
Brasil
Já entre Brasil e Líbia, as trocas comerciais só cresceram nos últimos dez anos. Em 2000, o mercado líbio comprou 45,7 milhões de dólares em produtos brasileiro, já em 2010 esse valor saltou para 456 milhões de dólares.
No ano passado, o Brasil registrou saldo positivo de 355 milhões de dólares na balança comercial com os líbios. Os principais produtos importados pelo país de Kadafi são trigo, a carne bovina e buteno. E o Brasil compra da Líbia principalmente óleos brutos de petróleo.
Empresas estrangeiras
Há muitas empresas estrangeiras ativas na Líbia devido às fortes relações econômicas com o exterior. No setor petrolífero, companhias como Wintershall – subsidiária da alemã Basf –, RWE-Dea, BP, Exxon Mobile, OMV, Shell e StatoilHydro atuam no país.
A italiana Eni compõe o maior consórcio estrangeiro na Líbia. Nesse momento de conflito político, muitos funcionários estrangeiros foram retirados do país, que no momento mantêm apenas um pequeno núcleo de produção.
Existem entre 30 a 40 empresas alemãs atuando na Líbia, principalmente no setor de energia, construção civil e infraestrutura, alimentos e medicina. Fazem parte da lista grandes empresas como Siemens, Ferrostahl e Bilfinger Berger.
Investimentos líbios no exterior
A exploração de petróleo trouxe uma imensa riqueza para a Líbia, que é ex-colônia da Itália, embora a população se beneficie muito pouco desse dinheiro. A Autoridade de Investimento da Líbia (LIA, na sigla em inglês) desfruta de um enorme capital.
Os investimentos da LIA são fortes na Itália, estimulados também pela amizade especial entre o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, e Muammar Kadafi. O fundo estatal líbio, juntamente com o Banco Central líbio, detém 7,5% do banco milanês UniCredit sendo o maior acionista estrangeiro.
A LIA possui ainda 2% do consórcio italiano de aviação e armamento Finmeccanica, além de 7,5% do clube italiano Juventus. Segundo a imprensa, 2% da fabricante Fiat também estariam nas mãos do fundo líbio.
No ano passado, Kadafi comprou, por 224 milhões de libras esterlinas, 3% da Pearson, empresa britânica de comunicação da qual faz parte o jornal Financial Times.
Em dezembro, a LIA adquiriu 5% do fundo imobiliário turco Emlak Konut, por meio de oferta pública na bolsa de valores. Há investimentos também na Rússia: 3% do consórcio de alumínio UC Rusal estão nas mãos da Líbia.
Efeitos na economia
Segundo o instituto de pesquisas Ifo, a instabilidade política nos países árabes ainda não representa um problema para o comércio mundial. "Os países afetados têm uma participação relativamente pequena nas trocas comerciais internacionais", avaliou o especialista Klaus Abberger.
Segundo ele, a atual situação não interrompeu o processo de recuperação global. No entanto, isso poderia pode mudar diante de alguns cenários, acrescenta Abberger. Caso seja interrompido o comércio através do canal de Suez, que é estrategicamente tão importante, carregamentos de petróleo e exportações da China não chegariam mais à Europa pela rota marítima mais rápida.
Igualmente problemática seria uma mudança de estratégia dos investidores internacionais, diz Abberger, já que a violência poderia provocar uma maior cautela dos investidores nos países emergentes.
A alta do petróleo pode representar gastos adicionais milionários à economia alemã, advertiu o especialista da Confederação Alemã das Câmaras de Indústria e Comércio (DIHK), Felix Neugart. "Uma elevação de preços em 1% custa cerca de meio bilhão de euros para a economia alemã." Se o preço permanecer no nível atual, a Alemanha gastaria aproximadamente 15 bilhões de euros a mais em um ano.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

G-20 cria índices para prevenir contra crises

Os ministros de Economia e presidentes de bancos centrais do G-20, reunidos ontem em Paris, chegaram a um acordo para a criação de indicadores de desequilíbrio macroeconômico, prioridade número 1 do evento. Os critérios escolhidos foram dívida e déficit públicos, poupança e dívida privada e o balanço em conta corrente - que 'levará em consideração', com menor importância, aspectos como taxa de câmbio e política monetária.
O documento final do encontro confirma a maior ambição do país anfitrião, a França, que havia traçado a definição dos indicadores como a mais urgente, uma base para aprimorar o equilíbrio macroeconômico global no G-20 de Cannes, em novembro.

O compromisso, costurado com dificuldades entre sexta-feira à noite e sábado, prevê que os indicadores serão baseados em critérios de conjuntura interna - déficit e dívida públicas e poupança e dívida privadas -, e relativos ao cenário externo - balança de bens e serviços, remessas e transferências internacionais.

'Estamos muito satisfeitos pelos resultados atingidos', disse a ministra da Economia da França, Christine Lagarde, falando em nome do G-20. 'Conseguimos definir a lista de indicadores que vão servir para testar as políticas econômicas e determinar de qual maneira são propícias ao conjunto dos Estados e não só à política interna de um país.'

Uma das vitórias do acordo, segundo ela, foi incluir elementos como taxa de câmbio, políticas fiscal e monetária no comunicado final, temas que enfrentavam restrições dos emergentes. 'Vocês podem imaginar que a inclusão da taxa de câmbio e da política monetária foram objetos de longo debate', disse Christine.

Entretanto, o Estado apurou que esses elementos serão usados só como referência, e não são propriamente indicadores. 'Foi usada uma linguagem ambígua no comunicado. Esses componentes ficam juntos da conta corrente, mas não têm exatamente o mesmo peso', explicou um negociador brasileiro. 'Foi uma concessão que se fez para conseguir o apoio da China.'

Reservas. A proposta da França de incluir reservas internacionais não foi aceita. O tema já havia sido vetado pelos Brics, inclusive o Brasil, sexta-feira (o grupo tem ainda Rússia, Índia e China). Os emergentes temiam que a inclusão do volume de reservas entre os indicadores pudesse abrir a porta para a criação de limites de acumulação.

A partir da definição dos indicadores, o Fundo Monetário Internacional (FMI) trabalhará em estudo sobre quais países contribuem mais ou menos para o desequilíbrio macroeconômico global - na prática, China, EUA, Alemanha e Japão.

Qualquer que seja o resultado do estudo do FMI, ele não significará qualquer caráter coercitivo. Essa é outra decisão importante dos ministros, porque, na prática, os indicadores não resultarão em obrigações aos países considerados 'causadores de desequilíbrios'. Esses governos receberão apenas 'recomendações' para que se integrem melhor à economia global, e nenhum será obrigado a tomar medidas para melhor adaptar sua política macroeconômica.

'Não são metas, não são objetivos. São só indicadores, sem caráter obrigatório', disse Christine, questionada pelo Estado

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Governo reduz imposto de importação de 417 produtos

JULIANA ROCHA, DE BRASÍLIA
 
O governo reduziu, a partir desta quinta-feira, o imposto de importação de uma lista de 417 produtos.
A medida vai na contramão do que está sendo preparado pelo governo, de aumento do tarifas para proteger a indústria nacional contra a concorrência estrangeira.
A justificativa é a de que esses itens não são produzidos no Brasil e serão usados em investimentos. A maioria dos produtos são máquinas e equipamentos, além de itens de informática e telecomunicações.
O imposto de importação dos produtos listados hoje no "Diário Oficial" foi reduzido a 2%. Até então, a tarifa variava entre 16% e 12%.
Entre os principais setores que farão importação para investimentos, ou seja, serão beneficiados com a redução de alíquota, estão o automotivo, petrolífero, gráfico e a própria indústria de fabricação de máquinas.
O Ministério do Desenvolvimento estima que a redução do imposto vai estimular investimentos da ordem de US$ 2,1 bilhões. O valor dos equipamentos que serão importados é estimado em US$ 768 milhões.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Déficit comercial dos EUA sobe 32,8% em 2010, a maior alta em 10 anos

Salto de 19,7% das importações impulsionou o aumento do déficit para US$ 497 bilhões



WASHINGTON - O déficit comercial dos EUA aumentou em dezembro, encerrando o ano com sua maior alta porcentual em dez anos, na sequência de uma queda recorde do déficit comercial com a China. O déficit comercial de bens e serviços aumentou 5,9% em dezembro, para US$ 40,58 bilhões, segundo o Departamento de Comércio. A média das expectativas dos analistas era de um déficit de US$ 40,5 bilhões.
O déficit comercial de novembro foi revisado para US$ 38,32 bilhões, de US$ 38,31 bilhões.
Tanto as exportações quanto as importações atingiriam os maiores níveis em dois anos, uma indicação de que a atividade econômica dos EUA continuou a se recuperar no final do ano. As importações avançaram 2,6%, para US$ 203,55 bilhões em dezembro, de US$ 198,46 bilhões em novembro. As exportações subiram 1,8%, para US$ 162,96 bilhões, de US$ 160,15 bilhões.
No ano cheio, as exportações apresentaram expansão de 16,6%, para US$ 1,83 trilhão. No entanto, o salto de 19,7% das importações em 2010 impulsionou o aumento do déficit comercial do país no ano cheio para US$ 497,82 bilhões. A alta de 32,8% do déficit comercial em comparação com 2009 foi a maior em 10 anos.
O déficit comercial dos EUA com a China recuou para US$ 20,68 bilhões em dezembro, de US$ 25,63 bilhões em novembro, à medida que as exportações do segundo maior parceiro comercial do país subiram 6,8%, para um novo patamar recorde de US$ 10,12 bilhões. As importações declinaram 12,3%, para US$ 30,80 bilhões.
O relatório mostrou que o déficit ajustado à inflação, que os economistas usam como medida do impacto do comércio de bens e serviços no PIB, aumentou para US$ 46,02 bilhões em dezembro, de US$ 45,17 bilhões no mesmo anterior. As informações são da Dow Jones

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Facebook avalia venda de US$ 1 bi em ações de funcionários

O Facebook considera permitir a venda de até US$ 1 bilhão em ações de funcionários para investidores institucionais, a um valor que precifica a companhia em US$ 60 bilhões, segundo informou um influente blog de tecnologia.


O Facebook está analisando a medida, após considerar propostas de diversas instituições interessadas em investir na maior rede social do mundo, afirmou o blog All Things Digital nesta quinta-feira, citando fontes.

O preço supera valores de mercado anteriores dados à companhia.

No mês passado, a empresa fundada por Mark Zuckerberg levantou US$ 1,5 bilhãoem recursos em operação liderada pela Goldman Sachs, que atribuiu um valor de US$ 50 bilhões ao Facebook.
A expectativa no mercado é que a rede social abra seu capital por volta de 2012.





domingo, 6 de fevereiro de 2011

Governo estuda produtos importados que podem ter imposto maior

O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, afirmou nesta sexta-feira que o governo está analisando todos os 12 mil itens da balança comercial brasileira para definir sobre quais produtos deve elevar a alíquota de importação. A data para divulgação dessas medidas ainda não foi definida, já que o processo de análise é demorado, segundo o ministro.
O governo quer aumentar essas taxas para proteger o país do aumento das importações, que têm afetado vários setores, a exemplo dos segmentos de calçados, de eletroeletrônicos e de produtos têxteis.
De acordo com Pimentel, a elevação da alíquotas do Imposto de Importação não será feita num setor inteiro, e sim pelos itens mais afetados.
"Não vamos fazer tratamento por atacado. Vamos olhar item por item e, naqueles em que claramente está havendo prática de preços fora da média da competição internacional, nós vamos aplicar as taxas de importação permitidas pela OMC [Organização Mundial do Comércio]", declarou.
A atual legislação da OMC diz que os países podem ter uma taxa de importação de até 35% para itens de sua pauta de comércio exterior.
O ministro defendeu que a prática não significa que o país vai aderir ao "protecionismo". "Nós teremos uma prática de defesa comercial, como todos os países civilizados fazem, que é defender a indústria de seu país", afirmou, após reunião em São Paulo com empresários para discutir inovação.
O Ministério do Desenvolvimento está à frente do plano "de defesa comercial", mas segundo o ministro, a palavra final sobre a alta das alíquotas será da Camex (Câmara de Comércio Exterior).
Em janeiro, Pimentel já havia anunciado que o governo prepara medidas de desoneração do setor produtivo para aumentar a competitividade da indústria do país, incluindo redução de tributos sobre a folha de pagamento.

Comentário:

 Será que é realmente necessário aumentar os impostos cobrados sobre produtos importados, enquanto não existe um apoio considerável do governo para melhorar a indústria nacional?
 Para grande parte da população, imposto é sinônimo de assalto e abuso, uma vez que o dinheiro público raramente aparece em educação, saúde, pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Temos consciência de que precisamos de diversos produtos, que pelo fato de serem importados de lugares favoráveis a sua produção, trazem maior qualidade e durabilidade, mas também temos consciência de que muitos produtos importados poderiam ser substituídos por produtos nacionais, que ainda não estão em um "nível" suficientemente elevado para competir com os produtos importados.
 O maior apoio por parte do governo as indústrias nacionais, seria um meio eficiente para diminuir a quantidade de importações, além de inserir produtos com qualidade elevada o suficiente para competir no mercado externo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ato neste domingo contra medidas de aperto fiscal na Grécia, na cidade de Thessaloniki

Europa e FMI anunciam acordo de € 110 bi para Grécia
2 de maio de 2010 | 17h25
Sílvio Guedes Crespo
Atualizado às 18h25

Os 16 países da zona do euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) decidiram neste domingo, 2, ativar o plano de ajuda financeira à Grécia no valor de 110 bilhões de euros (equivalente a US$ 146 bilhões), “após meses de confusão”, como comenta o site do jornal francês Le Monde.
Os recursos serão repassados à Grécia ao longo de três anos. Do total, 80 bilhões de euros sairão dos países europeus e 30 bilhões de euros virão do FMI. O dinheiro será liberado gradativamente a partir de 19 de maio, informa o Monde, sendo que no primeiro ano os empréstimos somarão 30 bilhões de euros. O plano prevê que a Grécia reduza o déficit nas suas contas públicas em aproximadamente 30 bilhões de euros. Para isso, terá que tomar medidas impopulares como diminuição de gastos com salários e aposentadorias e aumento de impostos.

“É um pacote de apoio sem precedentes para um esforço sem precedentes pelo povo da Grécia”, afirmou o primeiro-ministro grego, George Papandreou, como registrou o site britânico. O site do jornal espanhol El País avalia que “todos parecem satisfeitos com o pacto, sem negar a evidência das dramáticas circunstâncias do ambicioso plano”.

A chanceler alemã Angela Merkel, a autoridade que mais impusera condições à ajuda à Grécia, expressou confiança de que o pacote de aperto fiscal aceito por Atenas é “confiável e sustentável”, segundo o site do jornal britânico Financial Times. “Eu acredito que é a única possibilidade que temos de assegurar a estabilidade da zona do euro”, afirmou Merkel, conforme relatou o FT.

A Alemanha será o país que mais contribuirá com o pacote, fornecendo empréstimos de 22,3 bilhões de euros. Em seguida vem a França (16,8 bilhões de euros), Itália (14,7 bilhões), segundo informações da agência Dow Jones.
O Banco Central Europeu deixou claro que o pacote de ajuda não significa a garantia de resolução do problema grego. Em nota, afirmou que considera “essencial que as autoridades gregas se prontifiquem para novas medidas que possam vir a ser apropriadas para alcançar os objetivos do programa”. A agência Bloomberg relatou a declaração do presidente da entidade, Jean-Claude Trichet, sobre o assunto: “É um programa ambicioso; é austero, mas absolutamente necessário”.

Comentário:
A ajuda teve como objetivo evitar que uma crise na Grécia que pudesse afetar os outros países europeus e enfraquecer mais o euro. Segundo Bloomberg Marco Annunziata, economista-chefe do UniCredit Group em Londres, “Ainda acredito que Portugal e Espanha terão que colocar na mesa medidas mais fortes” para “evitar novas pressões nas próximas semanas e nos próximos meses”.

sábado, 10 de abril de 2010

Obama diz que crescimento da economia é retomado nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste sábado que a economia de seu país iniciou finalmente a recuperação, mas advertiu que o futuro ainda é incerto. "Foram dois anos difíceis para os Estados Unidos", disse em seu habitual discurso de rádio aos sábados, com relação à recessão iniciada no fim de 2008.

Ele acrescentou que "a economia esta crescendo. As empresas estão começando a contratar" em um indício que deve frear o desemprego atualmente em 9,7%. "Não há dúvidas que teremos um longo caminho juntos, com mais medidas a serem adotadas e mais obstáculos para superar", advertiu.


Obama dedicou grande parte de seu discurso ao fim da temporada de declaração de impostos correspondentes a 2009 na próxima sexta-feira e que "é uma responsabilidade fundamental" dos cidadãos. Essas declarações impositivas incluem isenções tributárias em média de US$ 3 mil que constituem parte dos fundos que seu Governo atribuiu às medidas de recuperação econômica.


O presidente indicou que os cortes não constituem uma dádiva, mas têm o objetivo de "ajudar às famílias a enfrentar a tempestade e impulsionar" a economia.


As medidas incluem créditos tributários de US$ 400 por trabalhador, de até US$ 2,5 mil por estudante universitário, de US$ 8 mil pela compra de uma casa, de US$ 1,5 mil para quem investe em melhorias nas residências para impulsionar à economia energética, assim como benefícios por desemprego e compra de automóvel novo.


A tarefa de recompor a situação econômica exige responsabilidades e "esperamos que tanto as empresas quanto nosso Governo cada um cumpra com a sua parte", acrescentou. Obama indicou que com esse objetivo pediu ao Congresso que elimine os maiores resquícios tributários que algumas empresas bem-sucedidas têm ainda para não pagarem impostos.


Comentário - O presidente dos Estados Unidos, afirmou essa semana que o crescimento da economia foi retomado, mas ainda assim o futuro é incerto. A economia ainda pode apresentar problemas, mas tudo indica que dessa vez a história vai ser diferente. As empresas estão contratando, o que é um bom sinal, indicando que o desemprego vai ser reduzido. Para a economia ir para a frente é necessário uma ação conjunta entre o governo e a população, cada um cumprindo seus deveres, para que assim a crise na economia acabe de uma vez.

Eloá

sábado, 27 de março de 2010

Partidos britânicos entram em choque sobre futuro da economia

NOTTINGHAM, Inglaterra (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, afirmou nesta sábado que o oposicionista Partido Conservador irá arruinar a recuperação econômica do país caso ganhe as eleições gerais, que devem ocorrer daqui a algumas semanas.




O partido de centro-direita rebateu que, se a Grã-Bretanha não agir rapidamente para cortar seu enorme déficit orçamentário, pode enfrentar o mesmo destino da endividada Grécia, que sofre com o alto custo de empréstimos e greves gerais.



Brown, do Partido Trabalhista, que está atrás nas pesquisas eleitorais mas vem diminuindo a vantagem do Partido Conservador, estabeleceu cinco promessas para o pleito que, segundo ele, pode moldar o futuro do país nas próximas décadas.



"A Grã-Bretanha enfrenta a maior decisão a ser feita por uma geração", disse em discurso a militantes de seu partido no futurístico "parque da inovação" da Universidade de Nottingham, na região central da Inglaterra.



Brown afirmou que o Partido Trabalhista irá assegurar a recuperação econômica, cortar o déficit pela metade, proteger serviços-chave, desenvolver uma economia high-tech e criar 1 milhão de empregos qualificados caso ganhe um quarto mandato.



Já o líder do Partido Conservador, David Cameron, em discurso em Milton Keynes, também na região central do país, disse que o maior risco à economia seria demorar muito para lidar com o déficit. O Partido Trabalhista planeja cortar o déficit pela metade em quatro anos, mas os conservadores querem uma ação mais rápida.



"Veja o que aconteceu na Grécia ... se não agirmos, e agirmos rápido, o mesmo pode acontecer conosco", disse Cameron.


COMENTARIO : é bom os paises terem "medo" do futuro da economia,pois assim eles refletem sobre sua economia e gastam com coisas mais importantes, e pensem antes de gastar por bobeiras ... com isso sera bom tanto para o pais, como para a populaçao .

Sydney às escuras dá início à operação "Hora do Planeta"

A Austrália iniciou neste sábado a operação mundial "Hora do Planeta", destinada a lutar contra o aquecimento climático, com um apagão que deixou às escuras a Ópera e a ponte de Sydney e no qual participaram milhões de lares.


As sirns das embarcações do porto de Sydney deram o sinal para o início do apagão, que começou às 20h30 local (09H30 GMT).

Centenas de locais mundialmente famosos, como o Cristo Redentor, a Torre Eiffel ou a Cidade Proibida, ficarão às escuras neste sábado durante a operação organizada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

Esta quarta edição, que acontece três meses depois do fracasso da cúpula do clima de Copenhague, promete ser a mais seguida, com 125 países participantes ante os 88 do ano anterior, anunciaram os organizadores.

"A acolhida dada à Hora do Planeta foi imensa. A taxa de resposta é muito superior ao ano passado", afirmou com satisfação o fundador do movimento, Andy Ridley.

"Supõe-se que a operação Hora do Planeta vai ultrapassar as fronteiras geográficas e econômicas", acrescentou.

O movimento nasceu em Sydney em 2007, quando 2,2 milhões de pessoas permaneceram às escuras durante 60 minutos para sensibilizar a opinião pública sobre o consumo excessivo de eletricidade e a poluição por dióxido de carbono.

Muitas multinacionais como o Google, Coca-Cola, Hilton, McDonalds, Canon, HSBC ou Ikea aceitaram participar no apagão pelo bem do planeta.

Sydney será, pela diferança horária, foi primeira a mergulhar na escuridão. Depois as luzes serão apagadas nas Pirâmides do Egito, a Fontana de Trevi e a Torre de Pisa, na Itália, ou a Torre Eiffel de Paris.

No Rio de Janeiro, o Cristo Redentor permanecerá às escuras e a prefeitura organiza várias atividades como um vigília à luz de velas na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Em Pequim, a Cidade Proibida e o emblemático Ninho do Pássaro, estádio dos Jogos Olímpicos de 2008, também ficarão às escuras. Estes apagões adquirem um significado especial neste país, símbolo de um crescimento econômico fulgurante acompanhado de uma contaminação que ostenta o título de maior poluente do mundo.

No Japão, o Memorial da Paz de Hiroshima participará na operação enquanto que os grupos Sony, Sharp e Asahi apagarão suas luzes em Tóquio.

Em Dubai, a Burj Khalifa, a maior torre do mundo, sumirá na escuridão.

Em dezembro, a Conferência de Copenhague, sob patrocínio da ONU, desembocou em um acordo de mínimos entre 30 países, dos 192 participantes.

O acordo fixa como objetivo limitar a dois graus a elevação média da temperatura do planeta, mas é impreciso sobre como se conseguirá ao não cifrar objetivos a curto prazo (2020) nem a médio (2050).

Os grandes países em desenvolvimento, como a China e a Índia, se negam a aceitar obrigações vinculantes e consideram que os objetivos dos países industrializados estão muito longe de sua responsabilidade na poluição do planeta.
_________________________________________________

Comentário: Se torna comovente saber que a maioria dos países estão envolvidos na operação "Hora do Planeta", primeiramente por terem a consciência de que desenvolvimento e natureza raramente combinam, e nessa hora os países que aceitaram a proposta não estão pensando em crescer cada vez mais, mas sim, estão pensando que tudo aquilo que fazem, reflete de alguma forma no Planeta. Depois porque esse tipo de operação, ultrapassa as fronteiras geográficas e econômicas pois é o momento onde as diferenças e a concorrência são deixadas de lado para pensarem todos em uma só coisa: no Planeta Água. Espera-se também que os países saibam que uma hora por ano para cuidar da Terra não é o suficiente, então o desenvolvimento sustentável deve ser adquirido por todos, para que assim possamos viver em um mundo melhor, nos preocupando também com gerações futuras.

Isabela Blanco

Na reta final do IPI menor, montadoras ampliam ofertas

Chega ao fim na próxima quarta a redução do IPI sobre os carros, com campanhas intensivas das montadoras para aproveitar a demanda aquecida na reta final do benefício.

Com o imposto reduzido, os preços dos veículos têm um abatimento médio de 4%. Segundo as montadoras, não será possível absorver nos custos o aumento da carga tributária, o que levará ao repasse do IPI tão logo o benefício chegue ao fim.

"Essa alíquota terá de ser repassada integralmente ao consumidor. Esse é um entendimento de todas as montadoras", disse o gerente de marketing regional da Chevrolet, Rodrigo Rumi.

Ele ressalta, porém, que mesmo após o dia 31 ainda será possível encontrar modelos com o preço menor, já que os concessionários ainda terão em seus estoques unidades faturadas antes do início de abril. "Mas isso vai durar poucos dias e não há garantia de que o cliente encontre o modelo de sua escolha nessas condições", afirmou.

Até quarta, as montadoras apostam em campanhas de marketing agressivas para atrair clientes. Nos feirões e na rede de distribuição da Fiat, é possível parcelar qualquer modelo da linha em 72 meses. Já a Ford oferece promoções de carros sem entrada e pagamento da primeira parcela só depois da Copa. A GM promove descontos que vão até R$ 6.600. E a Volks também oferece preços promocionais.

Para Ivan Nakano, gerente de marketing de varejo da Ford, a expectativa é que as vendas assumam ritmo "muito forte" nos próximos dias, já que não há mais possibilidade de nova prorrogação do benefício.

O governo anunciou a redução do IPI sobre carros em dezembro de 2008 como medida de combate à crise global, que, no Brasil, levou a uma acentuada queda nas vendas das montadoras e desemprego no setor.

O benefício, que inicialmente deveria terminar no final de março de 2009, foi três vezes prorrogado, até que o governo estipulou um retorno escalonado do imposto.

"Como agora não há mais expectativa de prorrogação, o movimento nas lojas está mais forte do que das outras vezes", afirmou Nakano.

Mesmo com o reforço na produção, as concessionárias relatam casos de falta de modelos para pronta entrega. Alguns veículos como Fox, Gol e Polo, da Volks, Punto e Idea, da Fiat, Focus e Fiesta, da Ford, e Agile, da GM, estão em falta em algumas revendas de São Paulo.

A expectativa das montadoras é que as vendas batam recorde neste mês.
___________________________________________________

Comentário: Adiada pela última vez, a redução do IPI sobre carros, chega ao fim nesta semana. As empresas automobilísticas não se cansam de feirões e ofertas cada vez maiores. Do ponto de vista economico no momento, não é uma má ideia, pois consumidores estão adquirindo todas as formas possíveis de pagamento para não ficar de fora dessa. Mas e quando essa febre abaixar ?, a expectativa é de que tudo volte a ser como antes da crise, mas é difícil para os economistas preverem isso. "Mesmo com o reforço da produção", pode não chamar muita atenção, mas nao deixa de ser importante ressaltar que apesar do "oba-oba", muitos empregos que foram conquistados nesses últimos meses para atender à demanda de consumidores,e serão perdidos assim que a redução do IPI chegar ao fim.

Isabela Blanco

sexta-feira, 26 de março de 2010

Preço de ovos de Páscoa pode variar até 90% em São Paulo, diz Procon

De acordo com um levantamento feito pela Fundação Procon em São Paulo, neste ano a diferença de preços de produtos de Páscoa pode chegar a 90%. Essa diferença foi verificada entre os ovos de chocolate. O levantamento foi realizado entre os dias 9 e 10 de março em dez estabelecimentos comerciais, distribuídos nas cinco regiões da capital paulista.

Além dos ovos, os consumidores também podem encontrar diferenças significativas entre os preços das caixas de bombons. O preço do mesmo produto, vendido em estabelecimentos diferentes, pode variar até 80,05% em São Paulo. Já as discrepâncias de valores entre os típicos bolos de Páscoa é um pouco menor e alcança 68,09%.

A maior diferença de preços encontrada pelo Procon foi entre os ovos de chocolate, de 89,9%, ficou com o ovo Trakinas Meio a Meio, com brinquedo, de 120 gramas, da Lacta. Em um estabelecimento, o produto custava R$ 9,99 e alcançou R$ 18,98 em outro local.

Entre as caixas de bombons, a diferença de 80% foi identificada no produto Grandes Sucessos da Lacta, de 400 gramas, da Lacta, que chegou a custar R$ 4,16 em um estabelecimento e R$ 7,49 em outro.

O Bella Páscoa Light, de 500 gramas, da Village, foi o bolo de Páscoa no qual o Procon identificou a maior diferença de preços. O preço do produto variou de R$ 7,49 para R$ 12,59, dependendo do estabelecimento.

Inflação

Neste ano, os produtos de Páscoa ficaram mais caros na capital paulista, na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a pesquisa, o aumento dos preços de itens típicos dessa época do ano ficou acima da inflação registrada no período, que foi de 5,05%, de acordo com o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe.

Segundo a pesquisa, os preços dos ovos de chocolate ficaram 5,79% mais caros, em média, na comparação com 2009. Já os valores das caixas de bombons se elevaram em 9,72%. E os bolos típicos de Páscoa estão, em média, 7,24% mais caros.

Reportagem retirada do site UOL.


Comentário - Os ovos de páscoa, neste ano, apresentam uma variação que pode chegar a 90% na capital paulista, segundo o Procon. O ovo Trakinas Meio a Meio, por exemplo, demonstra a variação significativa
de preço entre os estabelecimentos, apresentando 89,9% de diferença nos preços. Por isso o consumidor deve estar atento e pesquisar antes de efetuar a compra. Ainda assim as vendas são altas, atendendo as expectativas do mercado.


Eloá

quinta-feira, 25 de março de 2010

França e Alemanha chegam a acordo sobre plano de ajuda à Grécia.

BRUXELAS, 25 de março (Reuters) - A França e a Alemanha chegaram a um acordo sobre um plano de financiamento para a ajudar a endividada Grécia, que irá envolver os estados-membros da União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou a presidência da França nesta quinta-feira.
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chaceler alemã, Angela Merkel, chegaram a acordo sobre um esforço conjunto em encontro da UE, que corria risco de fracassar por discordâncias sobre como lidar com a Grécia, que vem sofrendo para superar seus problemas financeiros.
Um representante da França disse que o acordo com Merkel abre caminho para empréstimos bilaterais dentro da União Europeia combinados com crédito do FMI.



Comentário: Membros da União Européia como a França e a Alemanha, fecham acordo para ajudar Grecia ?!!!
OBS: Grecia é um pais da europa, com uma economia boa, até relatar esse problema desde o ano passado. A crise começou  diantes de certos sofrimentos e a falta de dinheiro...!



Marcelo 1ºA