Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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domingo, 13 de junho de 2010

Proposta de lei de floresta anula meta nacional de CO2


'Se aprovada pelo Congresso Nacional, a proposta de reforma do Código Florestal apresentada anteontem pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) poderia provocar a emissão de 25 bilhões a 31 bilhões de toneladas de gás carbônico só na Amazônia. A cifra representa pelo menos seis vezes a redução estimada de emissões por desmatamento que o Brasil se propôs a cumprir, e impediria o país de cumprir a meta assumida antes da conferência do clima de Copenhague. O cálculo, preliminar, foi feito pelas ONGs Greenpeace e Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).' - Noticia do dia 10/06/2010-10h30
Essa lei, que anistia desmatadores, gerou tal polêmica que até a candidata a presidência, Marina Silva do PV, se pronunciou sobre a esta. Com a aprovação dessa lei, a meta brasileira de Copenhague se torna inviabilisada, fazendo com que o trabalho tido até hoje não tenha tido qualquer valor. Assim mesmo, a complexidade dos estudos efetuados possibilita uma melhor visão global de todos os recursos funcionais envolvidos. 
Beatriz Fontes

Nova proposta climática é criticada por países pobres



'Nações em desenvolvimento criticaram nesta sexta (11) o relatório final da conferência da ONU sobre o clima que vem sendo realizada em Bonn (Alemanha) nas últimas duas semanas. Segundo esse países e grupos ambientalistas, a proposta não representa avanços significativos nos esforços para combater o aquecimento global. 

O relatório menciona todas as questões relevantes para evitar o superaquecimento do globo -do corte na emissão de gases-estufa ao financiamento de tecnologias limpas de países ricos para países pobres. Mas o relatório também deixa muitos pontos espinhosos sem respostas. 

O embaixador boliviano Pablo Solon disse que o novo texto favorece países ricos ao incorporar muito do Acordo de Copenhague, uma declaração política emitida pelo presidente dos EUA, Barack Obama, na conferência da ONU na capital dinamarquesa, em dezembro. 

Também não ficou claro se o documento seria aceito como um texto oficial para discussões futuras antes da Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, em Cancun, México, no fim do ano.'



Há mais de 30 anos, países desenvolvidos vêm se encontrando para resolver problemas relacionados ao efeito estufa e o aquecimento global. Mesmo assim, poucas ações foram tomadas com esse fim. Países emergentes/sub-desenvolvidos já se perguntam se essas conferências têm mesmo propósito, ou se são apenas fachada para uma sociedade que não se importa com a saúde pública, e sim, com o meio capitalista em que vivemos. 



Beatriz Fontes

Ozônio e fuligem são vilões do ar em SP, diz relatório

'O ozônio e o MP (material particulado) foram os poluentes que mais comprometeram a qualidade do ar no Estado de São Paulo em 2009. Ambos têm origem nas emissões de veículos e estão ligados ao aumento da frota. O ozônio foi o poluente que mais ultrapassou os limites considerados aceitáveis, principalmente na região metropolitana de São Paulo: em 2009, o padrão de qualidade do ar foi violado em 57 dias contra 49 em 2008.'


No Estado de São Paulo a qualidade do ar é ridiculamente inferior ao considerado aceitável pelo OMS (Organização Mundial da Saúde). O material particulado traz riscos a saúde humana em qualquer nível de exposição e o ozônio, gás que protege o planeta Terra dos raios ultravioletas, está em falta lá em cima e em excesso aqui em baixo. Após a revolução industrial (séc. XIX), doenças respiratórias se tornam mais comuns e letais. O problema relacionado à emissão de gases poluentes na atmosfera vem sendo discutido desde então, e, até os dias de hoje, nenhuma ação significante foi tomada. 


Beatriz Fontes

Desmatamento na Amazônia cresce 29%

'A Amazônia registrou um desmatamento de 185 quilômetros quadrados em fevereiro, um índice 29% superior ao mesmo período de 2009. O Ministério do Meio Ambiente atribuiu o aumento às mudanças meteorológicas, com redução da área coberta de nuvens, o que permite captação melhor das imagens pelo Deter (Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real). A expectativa é de que nos próximos meses esses índices possam apresentar ainda uma ligeira elevação. Tanto pela melhora das condições meteorológicas quanto pela chegada do período em que tradicionalmente há aumento da atividade de desmatamento.'


O Brasil é o país emergente que possui 60% da floresta tropical Amazônica em seu território. Isso, certamente, não lhe dá o direito de interferir no ambiente em questão. Grande parte do gás carbônico emitido no continente sul-americano é utilizado pela floresta amazônica para fazer fotossíntese. Com o desmatamento cada vez maior na Amazônia, a quantidade de gases poluentes que vai para a atmosfera é proporcionalmente crescente. Apesar dos fatores meteorológicos terem interferido no registro, é claro que o desmatamento é algo que precisa ser extinto. As áreas de desmatamento legal são tão 'utilizadas' quanto a de desmatamento ilegal. Isso, sem dúvidas, não é saudável para a população, que sofre com os índices crescentes de gás carbônico na atmosfera.


Beatriz Fontes