Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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sábado, 19 de março de 2011

Obama usará Brasil e Chile como exemplo para mundo árabe

Brasil e Chile serão apresentados pelo presidente dos EUA, Barack Obama, ao mundo árabe como exemplos de sucesso na transição democrática. Tanto em Brasília como em Santiago, entre os dias 19 e 21, Obama deverá insistir no tema como meio de convencer as lideranças do Oriente Médio e do Norte da África a acolher as demandas populares por um ambiente de democracia e respeito aos direitos civis.

"A presidente Dilma Rousseff representa, por si mesma, o sucesso da transição democrática brasileira", afirmou ontem Daniel Restrepo, conselheiro adjunto de Segurança Nacional da Casa Branca para Assuntos Hemisféricos, referindo-se a seu passado na guerrilha e sua prisão e tortura pelo regime militar brasileiro (1964-1985). 

O tema entrará também na agenda de Obama com a presidente Dilma Rousseff, no dia 19, e com o chileno Sebastián Piñera. Mecanismos de cooperação com o mundo árabe nessa área deverão ser explorados especialmente pelo Itamaraty. O próprio chanceler Antônio Patriota adiantou o interesse brasileiro de cooperar no processo de transição democrática dos países árabes, em seu encontro de fevereiro com Hillary Clinton.


Comentário Critico:
 O fato de os EUA estar utilizando Brasil e Chile como exemplos de sucesso na transição democrática, deixa a desejar ainda. O que de fato viria a ser tão benéfico para o Brasil e Chile com essa tão requisitada aparência? Não há duvidas de que quem sairia 'ganhando' mais nessa história, seriam os americanos. O uso do exemplo da Dilma como uma grande guerrilheira, etc., isso até que pode ser bom para a idéia proposta de convencer o Oriente Médio a adotar uma politica democratica favorável aos direitos civis, mas a resposta de tudo isso ainda está por vir.

sábado, 12 de março de 2011

Especulação, clima e tensão política internacional pressionam preços dos alimentos


Especulação, clima e tensão política internacional pressionam preços dos alimentos 
São Paulo – A notícia de que os preços mundiais de alimentos chegaram em fevereiro ao nível mais alto desde 1990 reforça a expectativa sobre que medidas poderão ser tomadas para evitar que a fome e a pobreza em escala planetária acabem aumentando. A agência da Organização das Nações Unidas para a alimentação (FAO) alerta que clima, aumento da demanda, uso de grãos para fabricar biocombustíveis e encarecimento do petróleo são os principais fatores para explicar o quadro atual.
Desde 2008, a FAO aponta elevação de preços. Naquele ano, o índice que reúne 55 produtos cresceu 25%, chegando pela primeira vez à marca dos 200 pontos na escala desenvolvida para o indicador. Na comparação com o começo da década, a inflação alimentar havia mais que dobrado. Desde então, após uma leve queda, o índice chegou em fevereiro a 236 pontos, o que levou a agência a lançar um novo alerta de que os países precisam, individual e coletivamente, tomar iniciativas para frear pressões inflacionárias.
“Há um problema estrutural, que é a oferta de alimentos, que está baixa em relação a uma demanda superaquecida por melhoria de vida e de renda nos países asiáticos, nos países latino-americanos e nos emergentes”, afirmou o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, em fevereiro. A preocupação recai especialmente sobre as populações pobres dos países emergentes e com as nações menos desenvolvidas. A Bolívia, dependente da importação de diversos produtos, passou a sofrer desabastecimento de açúcar e elevação de outros itens básicos da alimentação.


Comentário: Já era de se esperar que isso viese a acontecer nos dias de hoje, devido a esse aumento nos preços e na utilização de alimentos para a criação de biocmbustiveis, o que cresce com a carência do pretóleo. Não é surpresa que a resposta do ministro da Agricultura fosse naturalmente afirmar o caos e também relatar a falta de melhoria de vida nos paises asiaticos, latino-americanos e emergentes, como justificativa do problema inflacional. De qualquer forma, ainda há um grande crescimento nesse indice informado pela FAO, e venhamos que há sim como controlar, uma vez que haja coerência e atividade na freagem dessas pressões infracionárias.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Presidente nicaraguense reitera respaldo a Muamar Kadafi


  
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Manágua, 2 mar (Prensa Latina) O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, reiterou hoje seu respaldo ao governante líbio Muamar El Kadafi, em ocasião do aniversário 34 da proclamação de Grande Jamahiriya Líbia, em 2 de março de 1977.

  Nestes momentos transcendentais que vive a nação líbia, lhe faço chegar a saudação e o abraço fraternal do povo nicaraguense, espressou Ortega em uma mensagem enviada ao Kadafi em ocasião do aniversário, segundo o texto divulgado aqui.

"Comemorar este Aniversário com o espírito de luta e de compromisso que vemos nas ruas de Trípoli, é a melhor homenagem a essa histórica Declaração que hoje você e seu Povo ratificam, em plena resistência à intervenção imperial e às tentativas de dividir seus Territórios Sagrados", escreveu o mandatário nicaraguense.

O líder sandinista recordou na missiva que Nicarágua tem manifestado em todos os foros internacionais "sua firme rejeição à hipocrisia das forças imperiais e o reclamo de uma política internacional consequente com os Direitos Humanos dos Povos".

Líbia vive momentos trágicos e definitórios, ressaltou Daniel Ortega em sua mensagem ao líder líbio, e assegurou-lhe que Nicarágua, seu governo, a Frente Sandinista de Libertação Nacional e o povo nicaraguense, lhe acompanham nestas batalhas.

São batalhas que representam a defesa da dignidade e da nação e a cultura líbia e expressão das lutas às que, em diferentes formas, enfrentam todos os Povos do Sul, explicou.

A respeito reiterou que Nicarágua participa de todos os esforços que, do Sul, se realizam para contribuir a promover a Paz em Líbia.

Nesse sentido, "acolhemos e respaldamos a Iniciativa do Comandante-Presidente de Venezuela, Hugo Chávez Frias, de conformar uma Comissão Internacional para servir com Você, à Causa do Diálogo, a Reconciliação, a Paz, e a Preservação da Integridade Territorial nesse irmão país", ressaltou Ortega na carta.

Por outra parte, o governo da Nicarágua recusou hoje a suspensão de Líbia do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em um discurso pronunciado ante esse foro pela representante nicaraguense Mari Rubiales.

A diplomata denunciou que "a arremetida mediática dos meios das grandes potências não faz mais que incitar à violência e trata de justificar uma intervenção militar estrangeira que trará mais derramamento de sangue do povo líbio".

"Confiamos na capacidade e sabedoria do povo líbio e de sua liderança (...) para resolver seus problemas internos e encontrar uma solução pacífica de maneira soberana, sem ingerências, sem dupla moral, sem intervenções militares estrangeiras de nenhum tipo e sob nenhuma justificativa", sentenciou Rubiales.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Futuro do Oriente Médio não pertencerá aos EUA, diz iraniano


Em coletiva com blogueiros de Brasília, o embaixador do Irã no Brasil, Mohsen Shaterzadeh, analisou, durante 3 horas, o novo contexto político no Oriente Médio por ocasião do 32° aniversário da Revolução Iraniana e descartou a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA para conter os processos de transformações políticas hoje em marcha na região.


Por Beto Almeida, em Carta Maior

Para ele, os norte-americanos fizeram isto no passado, mas hoje já não possuem mais força interior para isto, e nem as massas árabes vão permitir. “Os EUA querem preservar um pedaço deste prestígio anterior, mas não conhecem o pensamento do povo, nem dos movimentos sociais. Por isso, não conseguem mais controlar. O futuro do Oriente Médio não pertencerá aos EUA”, declarou enfaticamente o diplomata, lembrando que hoje há, na região, um confronto do povo com os ditadores, e os EUA nunca estiveram ao lado do povo.