Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Exposição Alexander McQueen: Savage Beauty

No próximo ano, o Metropolitan Museum of Art lança em Nova York, junto com a famosa Gala do Met, uma exposição de tirar o fôlego, Alexander McQueen: Savage Beauty.

Esta exposição, com lançamento previsto para o dia 02 de maio de 2011, permanecendo no museu até julho do mesmo ano, celebra o trabalho do falecido designer Alexander McQueen.

A galeria mostrará a coleção de moda do artista desde a sua formatura na Central Saint Martins, famosa faculdade em Londres, até a sua última obra, que foi a coleção desfilada logo após sua morte, em fevereiro de 2010.

Emprestadas dos arquivos da Alexander McQueen em Londres e Givenchy em Paris, a exposição mostrará 100 peças do designer, junto com peças pessoais de Alexander e do guarda-roupa de Isabella Blow.

O Metropolitan Museum of Art está tendo todo o cuidado na organização da exibição, já que está reunindo uma grande equipe, contando com a participação de Andrew Bolton e Harold Koda, curadores do Costume Institute no Met, e Sam Gainsbury e Joseph Bennett, que foram responsáveis pelos desfiles de McQueen.

Eles também estão sendo cautelosos para não criar uma exposição como uma retrospectiva, e para isso, vão organizar as peças por temas ao invés de seguir uma ordem cronológica.

Jonathan Akeroyd, presidente e CEO da Alexander McQueen ao WWD comentou que esta exposição ”é a coisa certa a ser feita”. Ele também comentou que McQueen era apaixonado pelo Metropolitan Museum of Art, “Lee amava o museu. A exposição vai nos dar a incrível oportunidade de mostrar o trabalho de Lee e a marca Alexander McQueen a um público muito mais amplo. É o maior dos tributos, mas ao mesmo tempo um novo e excitante capítulo na história da marca.”
Reportagem retirada do site do canal E! Online Brasil  

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Um ano sem McQueen

Em fevereiro de 2010 Alexander McQueen encerrou precocemente sua carreira ao enforcar-se nas vésperas da semana de moda. Muita gente apostou que a grife não sobreviveria, mas Sarah Burton, sua fiel escudeira por 14 anos, fez o impossível e conseguiu manter as características do mestre em roupas mais fáceis de usar.
McQueen fazia peças incríveis para os desfiles;  Sarah o ajudava, mas era também sua responsabilidade desenhar roupas que apareceriam nas lojas. Agora ela quer trazer mais McQueen á vida das mulheres. Seu próprio gosto oscila entre os vestidos de noite bordados que são marca registrada da grife e as igualmente icônicas jaquetas vitorianas. Sarah sabe que provavelmente será criticada por não ser McQueen. Mas resolveu que não se preocupar com isso porque aprendeu com ele e com sua partida precoce que a vida é curta demais para não fazer aquilo em que se acredita. Você tem de seguir seus instintos, mesmo que as pessoas não gostem.
Opulência era marca registrada da marca, o estilista promovia em seus desfiles uma ode à opulência digna de reis e rainhas. Ouro, aplicações preciosas, brocados e o vermelho imperial recebiam tratamento de couture e protagonizavam looks espetaculosos e extravagantes. Seu interesse pessoal pelo ocultismo fez com que também levasse para a passarela e que virasse marca registrada, referências macabras, místicas, góticas e principalmente relacionadas ao paganismo celta. O estilista tinha pleno domínio técnico da arte da costura. A casaca é peça recorrente em seu trabalho com a alfaiataria. Longos de tule com forte viés teatral ilustram o espírito dramático da mulher idealizada por McQueen. Tendências registradas da marca que poderá prevalecer, já que Sarah quer trazer mais McQueen.

Reportagem retirada do site de moda Vogue.

Victória

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Os 15 anos de São Paulo Fashion Week e próximas tendências do inverno 2011 desse evento.

Os 15 anos da SPFW têm muita história para contar! Já se passaram 15 anos e, durante todo esse tempo, esse evento colecionou momentos inesquecíveis e essenciais para o desenvolvimento da moda brasileira. Relembre as cenas marcantes e as tendências que saíram das passarelas e foram parar direto no guarda-roupa das brasileiras:

 -2007
Tendências: Vestido de tricô, calça skinny, peças esportivas e anos 1980.

Ainda está nas ruas: A calça skinny caiu no gosto das brasileiras, justa ao corpo a peça já virou um clássico.

O que marcou no evento:Karla Girotto levou a moda às alturas. Balões brancos deixavam suspensos os cabides com as peças da coleção.


-2010

Tendências: Militarismo, anos 1950 e 60, esporte e lingerie.

Ainda está nas ruas: O militarismo é aposta certa para as próximas estações. Para atualizar, aposte nas combinações militar+ romântico ou militar+safári.

O que marcou no evento:O desfile da Neon. Com direito a peças de neoprene, modelo seminua e um mergulho na piscina do Ginásio Baby Barioni.


-2011


O que (já) marcou no evento: Nesta edição comemorativa, um dos momentos altos foi o desfile high-tech da Ellus. Com direito a transmissão ao vivo no site da marca, quem esteve na sala de desfiles assistiu a um vídeo 3D da coleção. Depois, as peças estavam todas no backstage para quem quisesse conferir.

Nessa última edição do São Paulo Fashion Week, tiveram varias tendências, como o esconde-revela, que nunca na história deste país a tranparência foi tão bem marcada e mostrada, mas na vida real invista no jogo de sobreposições. 
A alfaiataria, um clássico que por sua vez apareceu em versão mais limpa, minimal, e os blazers perdem mangas, dando vida a sleeveless jackets
Off-white, iluminam e duelam com os pretos na categoria cor principal da estação, são mais frescos e, no look total, ainda mais elegantes. Cor perfeita para peças com cortes mais retos, em sintonia com o minimalismo. 
Já os tecidos acetinados são combinados à leveza e transparência da musselina (tipo de tecido leve e transparente). 
Mas também em cena looks fortes, com perfume dos anos 1930, uma combinação de feminilidade e seriedade no mesmo visual, varie o preto, com os tons de marrom e vinho. 
O luxo, sempre presente, nessa temporada, eles surgem num mix  de texturas 100% rico e elaborado e com detalhes impactantes, como aplicações de pérolas. Ostentar é um verbo que volta a moda.
Nas passarelas os acessórios aparecem, como os chapéus acompanhando formas minimalistas e com os mix de texturas. As bolsas clutches estão ainda mais sofisticadas com pérolas. A cintura ainda marcada, mas o cinto da vez é superslim (fininho). O colar do tipo gargantilha tem a cor do cobre, bem moderno. O laço faz toda a diferença na sandália, que vai da festa ao dia a dia.
E aqui foram algumas tendências para você não ficar fora de moda nesse inverno de 2011. 


Reportagem retirada do site de moda ELLE.


Victória.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Novos padrões de beleza à vista?

Um dos maiores defensores da permanência de tops magras e longilíneas nas passarelas, o estilista Karl Lagerfeld, mente criativa à frente da marca Chanel, parece ter mudado um pouco de opinião. Prova disso promete ser vista no editorial de moda da edição de janeiro da revista “V Magazine”, que traz um ensaio diferente do convencional, recheado de modelos plus-size (aquelas com medidas bem acima do 36-38). Junto com badalados fotógrafos como Bruce Weber e Terry Richardson, Lagerfeld participou da execução do projeto.

Intituladas “One Size Fits All” e “Curves Ahead”, provam que um mesmo look cabe, sim, em garotas com corpos diferentes. Ao que tudo indica, a primeira década do século 21 acena para uma mudança nos padrões de beleza dentro do universo fashion. As curvas ainda não chegaram às passarelas, mas as indicações são de que já começaram a marchar até lá.

Reportagem retirada do site da revista Marie Claire.


Comentário - As modelos plus-size, provam que magreza, não é sinomino de beleza, derrubando os padrões estabelecidos pelo mundo da moda. Uma das principais questões sociais na moda, são as modelos extremamente magras, causando polemica e revolta, pois muitas delas são capazes de correr risco de saúde, para serem mais magras, influenciando assim os demais. Porém, com as modelos plus-size isso é diferente, elas mulheres comuns, com medidas reais, representam a verdadeira consumidora, que na maioria das vezes, não possuem o mesmo corpo que as modelos.

Eloá

domingo, 21 de fevereiro de 2010

As novas Pin-ups

Bettie Page ficaria orgulhosa. Meio século depois de a rainha das pin-ups se casar e sair de cena, a estética que ela ajudou a consolidar está com tudo novamente. Fãs fiéis se esmeram para reproduzir aquele estilo sexy inocente e cantoras como Katy Perry vão buscar referências nas musas dos anos 1950 para compor o look. E não se trata apenas de um resgate visual. Nessa releitura, as pin-ups estão deixando de ser vistas como garotas tolas que posavam de mulher-objeto para ganhar um local de destaque no processo de emancipação feminina. Uma das defensoras da tese do pin-up power é Maria Elena Buszek, professora- assistente de história da arte na Universidade de Kansas City e autora do livro Pin-up Grrrls: Feminism, Sexuality, Popular Culture (Duke University Press). Para a historiadora, essas garotas desinibidas quebraram tabus, subverteram modelos femininos e ajudaram as mulheres a lidar com sua sexualidade.


Embora a imagem das pin-ups seja normalmente associada a divas de Hollywood, como Rita Hayworth, Marilyn Monroe e Jane Mansfield, suas origens vêm lá de meados do século 19, nas apresentações de dança burlesca (retomadas nos dias atuais por Dita Von Teese, a grande pin-up do momento). Já a popularização do termo é mais recente: nos anos 1940, fotos e desenhos de mulheres em trajes sumários – para os padrões da época – faziam a alegria do público masculino.

Essas imagens eram penduradas (em inglês, pin up, daí o nome) na porta de armários e viajaram na bagagem de muitos combatentes na Segunda Guerra Mundial. São dessa época as ilustrações de lindas e patrióticas beldades feitas pelo artista peruano Alberto Vargas para a revista Esquire, que foram parar na fuselagem de aviões. Agora, os desenhos de pin-ups estão de volta até na moda. Elas dão, por exemplo, um ar cult às abotoaduras da Strellson, uma marca de roupas masculinas criada por Jochen e Uwe Holly, da Hugo Boss. A coleção de verão da Strellson é estampada com criações do artista californiano Mel Ramos, expoente da pop art, conhecido por suas sensuais mulheres desnudas.


Reportagem retirada do site da revista Elle.
Comentário - A reportagem fala sobre as Pin-ups, símbolo sexual dos anos 40, onde mulheres eram ilustradas de forma sexy inocente, provando que a mulher, não era um simples objeto e sim alguém com grande importancia e credibilidade. Esse movimento foi importantissímo, pois foi capaz de quebrar tabus e transformar as ideias conservadoras daquela época, abrindo assim espaço para as mulheres provarem do que eram capazes. Essa ideia influencia diretamente até hoje, o modo de vida das mulheres, que vem ganhando cada vez mais destaque. As Pin-ups além de influenciarem e transformarem a vida das mulheres, também exercem grande importancia na moda, com ícones atuais, como a cantora Katy Perry e a artista Dita Von Teese.
Eloá

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Alexander McQueen: o estilista dos extremos

As vésperas da Semana de Moda de Londres, o mundo da moda está de luto. Aos 40 anos de idade, Alexander McQueen, encontrado morto em sua casa no centro da capital inglesa, na manhã desta quinta-feira (11), está entre os poucos estilistas que influenciaram uma legião de designers por todo o planeta.

Considerado o bad boy da moda britânica - e com uma criatividade acima do comum - Alexander fez do gótico um estilo luxuoso e soube fundir as tradições do passado com a ousadia do futuro. Seus desfiles eram como shows e sempre altamente aguardados.

A coleção de verão 2010 de sua grife homônima foi uma das mais elogiadas de toda temporada. Inspirada
na obra Origem das Espécies, de Charles Darwin, mínivestidos com estampas coloridas simulavam a pele e o couro dos animais. Num outro momento, o fundo do mar serviu de referência, com uma série de modelos transparentes e azulados. Mas nada causou tanto frisson quantos seus sapatos com vertiginosos saltos de 30 centímetros de altura, apelidados de sapatos-alien. Aliás, são nos acessórios que a criatividade de McQueen se faz mais do que notável. Suas clutches têm fechos de caveira – um dos símbolos do estilista - ou têm formato de soco inglês.

 McQueen estudou na renomada St. Martin. Reecebeu o título de Estilista Britânico do Ano por quatro vezes, já trabalhou com Romeo Gigli e sucedeu John Galliano na Givenchy em 1996. Em 2000, associou-se à holding PPR, detentora de grifes poderosas como a Gucci.

Comentário - A genialidade e criatividade, de um dos maiores estilistas do mundo, Alexander McQueen foi interrompida nesta semana. O renomado estilista deu início em sua carreira no final dos anos 90, reinventando a moda de maneira ousada e inesperada, fortalecendo a fama de bad boy da moda internacional. McQueen esteve na direção de diversas grifes, como por exemplo Givenchy, onde sua permanencia foi conturbada. Após a morte de sua mãe, a alguns dias atrás, Alexander se perdeu em uma grande depressão, cometendo então o suicídio na quinta-feira dessa semana. O mundo da moda perdeu um dos maiores estilistas da atualidade, que transmitiu seu legado através de suas criações, que influencia uma legião de designers do mundo todo.

Reportagem retirada do site da revista Marie Claire.

Eloá

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Costura do bem

A moda dá um salto quando estilistas estrelados apostam no trabalho com ONGs. Conheça aqui algumas dessas parcerias de sucesso.



Flavia Fantini, assistente do estilista, Zenaide Santos e Iracilda Loiola, costureiras da ONG Florescer, e Alexandre Herchcovitch.



Uma calça masculina social vira um short feminino balonê. Um lenço se transforma em um top curtinho. Dois vestidos antigos misturados dão origem a um terceiro, com shape moderno e decote nas costas. Essas foram algumas das transformações que ganharam vida no projeto Moda Reciclada, um laboratório criativo liderado por Alexandre Herchcovitch, que teve como parceiras as costureiras da ONG Florescer, de Paraisópolis, na Região Sul de São Paulo. O mais divertido foi que as peças que serviram de matéria-prima vieram de doações e todo mundo pôde ver o resultado final do trabalho numa exposição, em outubro, no MorumbiShopping, que sediou o evento. Mesmo as peças que não passaram pela transformação foram aproveitadas. No total, a ONG recebeu quase 3 mil itens, que foram encaminhados para bazares com renda revertida para a própria entidade. A experiência trouxe ainda outros frutos. Segundo as oito costureiras que trabalharam com Alexandre, a convivência com o estilista foi extremamente produtiva e deve ajudar a grife Recicla Jeans, que nasceu na ONG e tem uma loja própria em São Paulo. “Herchcovitch trouxe muitas ideias e técnicas que não conhecíamos”, diz a costureira Iracilda Loiola de Sena, coordenadora do grupo, que cria roupas novas com jeans usados. “Daqui para a frente, as peças ficarão ainda melhores, com um apelo mais fashion”, prevê. Para Herchcovitch, a iniciativa beneficia ambas as partes e faz com que todos melhorem como pessoas e profissionais. Embora seja a primeira vez que ele encampa esse tipo de parceria, a reciclagem aparece com freqüência em seu trabalho. “É preciso evitar o desperdício. Por isso, reciclar é uma ótima saída para a moda. Daqui a alguns anos, haverá vários ateliês especializados em transformar as roupas que você não quer”, diz Alexandre, que, por sinal, está preparando uma linha de jaquetas com tecidos de bandeiras antigas.
Reportagem retirada da revista ELLE do Brasil.
Comentário
A reportagem retrata de um assunto bem interessante, o fato de reciclar, reaproveitar as roupas usadas. O que está se tornando cada vez mais comum nos dias de hoje. E o projeto Moda Reciclada está tornando isso possível, com milhares de doações eles estão podendo criar peças diferentes com elaboradas técnicas. O projeto é liderado pelas costureiras da ONG e um dos maiores estilistas brasileiros, Alexandre Herchcovitch.
Eloá