Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
Mostrando postagens com marcador Mirella. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mirella. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de março de 2011

Trote solidário

Segundo a reportagem do Jornal da Record do dia 10 de março de 2011, o trote solidário vem se espalhando cada vez mais pelas faculdade.( http://noticias.r7.com/videos/trote-solidario-marca-a-recepcao-de-calouros-em-universidade-de-medicina/idmedia/139d0e101f9463c79cac93cf0137f376.html). O exemplo dado vem da Escola Paulista de Medicina (SP). Nesta faculdade, quando os calouros chegam, são recebidos com jogos educativos e divertidos no sentido de fazer com que os calouros se coloquem no lugar dos deficientes físicos. Uma das brincadeiras, é jogar futebol com os olhos vendados. E outra interessante é andar de cadeira de rodas sem para sentir a dificuldade de locomoção.

COMENTÁRIO: Essa inicativa só merece elogios, afinal desperta conscientização nos futuros profissionais da área da saúde, ao contrário de outras universidades que praticam trotes humilhantes e violentos. A amedrontadora semana  de recepção dos calouros passa a ser uma agradável recepção à aqueles que cuidarão, no futuro da saúde dos brasileiros. Esperamos que este exemplo se espalhe pelo resto das faculdades, assim a sociedade brasileira sairá ganhando.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Noivas querem se casar com anel da futura princesa

Getty ImagesGetty Images
O anel que já foi de Lady Di hoje pertence a Kate Middleton
Depois que o anúncio do casamento de Kate Middleton com o príncipe William se tornou oficial, milhares de fotos do anel de noivado de safira e diamantes foram divulgadas na internet. 
Praticamente com a mesma rapidez, os telefones em joalherias no Reino Unido começaram a tocar e foram feitos dezenas de pedidos de encomendas de réplicas do anel de 18 quilates de safira, rodeados de diamantes e 18 quilates de ouro branco.

De acordo com informações do jornal Huffington Post, em todos os Estados Unidos, grandes lojas de joias também registraram um aumento de chamadas de clientes interessados no anel azul brilhante que apareceu de repente nas últimas notícias. Em Nova York, os pedidos se concentraram na The Natural Sapphire Company, que teve até o site congestionado.

Ainda de acordo com o jornal americano, na tarde da última terça-feira (16), a empresa, que faz normalmente de cinco a dez anéis de noivado por dia, começou uma produção em cerca de 30 peças.

Em Manhattan, uma equipe de vendas recebeu meia dúzia de chamadas da Grã-Bretanha, Canadá, Estados Unidos e outros lugares pedindo mais réplicas. A grife Amsterdam Sauer também já possui a sua cópia da peça.

Mas essa não foi a primeira vez que o mundo ficou de olho na joia. Há 30 anos ela pertencia à mão de outra noiva: Lady Di, que ganhou o “mimo” do príncipe Charles. Nessa época, as joalherias também receberam vários pedidos de réplica.
O valor do anel real, criado pela joalheria Garrard, custou na época aproximadamente de R$ 77 mil, mas as réplicas chegam a custar R$ 1.700, em sua maioria e, R$ 4.300, com um ou dois quilates de safira rodeados por pequenos diamantes, também com 18 quilates de ouro branco.

Vale dizer que o anel que hoje pertence a Kate Middleton é considerado atualmente de valor “inestimável” por também ter simbolizado a entrada de Diana à família real inglesa.

As safiras são mais raras do que diamantes, mas são mais baratas porque a demanda por elas é menor. Elas são especialmente amadas na Grã-Bretanha e em suas ex-colônias.
comentário: é incrível como os famosos servem de inspiração para as pessoas que não são famosas. Como exemplo temos o anel da futura princesa Kate, logo que o noivado foi assumido, Kate ganhou um anel de noivado, e apartir de então todo mundo começou a copiar o modelo da moça. Mesmo porque mesmo as pessoas não achando o anel tão bonito assim, elas fazem questão de comprar um igual, afinal não é qualquer anel, e sim o anel da futura princesa, o modelo de beleza feminina mas admirado atualmente. 

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Meninos aderem ao corte Justin Bieber em SP

Impossível negar que Justin Bieber é sucesso no mundo e no Brasil. Aos 16 anos, o cantor canadense vem acumulando recordes de venda dos seus álbuns. No início de abril, o clipe "One Time", um dos mais acessados, tinha mais de 66 milhões de visualizações apenas na sua página oficial no YouTube. Fora os incontáveis fãs do Twitter. E se as meninas querem estar perto do astro, os garotos imitam o penteado dele.

Em São Paulo, não é difícil encontrar jovens com o cabelinho todo para frente e a franja caindo na altura dos olhos, levemente jogada para o lado. Bem ao estilo Bieber.

O estudante Felipe Parente Pedroso, de 15 anos, é um dos que admitem ter adotado o corte do ídolo. “Foi inspirado nele, gosto desse estilo”. Já o colega de escola Daniel Pavel, de 17 anos, nega. “Eu já usava havia um tempo. Ele que está me imitando”, provoca o jovem, sobre Justin Bieber.

Pedro Paiva Martini, de 12 anos, é outro que é fã assumido do cantor. “Eu gosto dele. Ouço as músicas, sigo no Twitter”, comenta. Nesta quarta-feira (28), ele foi ao salão para cortar o cabelo, na Granja Viana, em Cotia, Grande São Paulo. O objetivo era ficar o mais parecido possível com o ídolo e com seus amigos de escola. O G1 acompanhou passo a passo o trabalho feito por Silvana Recoaro, de 40 anos (veja o vídeo acima).

Para não errar o corte, Silvana e Pedro conferem na internet os visuais de Bieber e fecham os últimos detalhes. A profissional explica que é preciso estar muito “antenada” às tendências da moda e revela que cresceu o número de pedidos para o penteado “à la Justin Bieber” no salão. “Tem vindo muito garoto de toda a faixa etária querendo fazer esse corte. De 5 a 17 anos. Acho que existe um mistério por trás da franja. As meninas gostam”.

Depois de lavar o cabelo de Pedro, é hora de a cabeleireira começar com as tesouradas. Ela pergunta ao menino para que lado ele quer que franja caia. “Para a direita”, responde o cliente. A cabeleireira mede o comprimento da nuca, vê a altura do cabelo perto das orelhas, mede o tamanho da franja.

Tímido, Pedro acompanha tudo sem dar muitos palpites. Para dar “leveza” ao corte, Silvana desfia as mechas. E dá uma dica. “Quem tem bastante cabelo tem que desfiar para baixar o volume”, ensina ela. Aos poucos, o garoto vai ficando com o visual parecido com o de Justin Bieber, considerado o mais novo fenômeno teen do momento.

A cabeleireira usa o secador para jogar o cabelo para frente. Por fim, cera para modelar os fios. O próprio Pedro dá o toque final. Mexe na franja, joga ela para o lado. “Eu acho que o corte ficou muito legal”, afirma o menino, que espera fazer sucesso e, quem sabe, arrumar uma namorada. “Tomara, né?!”, brinca, com um sorriso tímido.

Comentário:cada vez mais a mídia interfere na vida das pessoas. É incrível como cada dia que passa isso se fortalece mais. Justin Bieber é a nova sensação do montento! As garotas querem o astro por perto, desta maneiras os garotos se vestem e adéqual para parecer ao máximo com o cantor. Cortes de cabelo como o de Justin são os mais pedidos pelos garotos nos cabeleireiros de hoje em dia.Ele virou uma febre no mundo todo, e a grande culpada nisso tudo é mais uma vez a mídia. Como mudar toda essa situação, se cada vez mais a mídia influencia os pensamentos e atitudes da sociedade?



segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O que são drogas digitais?

O que são drogas digitais?

por Yuri Vasconcelos
São músicas ou efeitos sonoros em formato MP3 veiculados na internet e que são, supostamente, capazes de provocar estados alterados na mente de quem os escuta. São chamados de drogas digitais porque o barato provocado por eles seria parecido com a sensação proporcionada pelo consumo de maconha, LSD ou ópio. Elas são acompanhadas de imagens psicodélicas, e o som abusa de batidas eletrônicas e zumbidos. O tema ganhou repercussão em 2008, quando um jornal americano publicou uma matéria alertando pais sobre o perigo das drogas. Depois disso, muitas pessoas dizem ter sofrido alucinações após escutar as músicas. Entretanto, não existe nenhum estudo que comprove que elas causem reações alucinógenas, já que não contêm nenhum tipo de substância química e seus efeitos não são tão evidentes assim.

SONS DO BARATO

Conheça algumas características das batidas que podem mexer com o estado de consciência
MELODIA DO TRANSE
Os cientistas dizem que as drogas digitais são baseadas nas chamadas batidas ou sons binaurais, dois tons em frequência aproximada, mas diferentes entre si, descobertos em 1839. O que acontece é que essas batidas seriam capazes de sincronizar as ondas cerebrais, supostamente alterando o estado da mente

SÓ COM TREINO
As drogas digitais não podem ser confundidas com as drogas reais, que alteram a consciência por causa da ação de substâncias químicas. Para viajar com a música e entrar em transe, é preciso certo treino e autossugestão – o que acontece quando se usam sons para meditar, por exemplo

CANTOS E BATUQUES
Não é de hoje que sons são usados para alterar a consciência das pessoas. Em sociedades primitivas, o rufar dos tambores e o entoar de cânticos influenciavam o estado mental e o comportamento das pessoas durante sacrifícios rituais. A repetição de sons, como os mantras indianos, pode levar a um elevado nível de concentração

NA MIRA DA POLÍCIA
As ciberdrogas causaram alvoroço nos Estados Unidos em meados deste ano depois que a Secretaria de Narcóticos do estado de Oklahoma declarou que elas poderiam induzir ao consumo de drogas reais. Algumas escolas americanas até baniram o uso de iPods para evitar que seus alunos “se entorpecessem”
 
Revista Mundo Estranho, 27 de janeiro, 2011.
 
comentário: As drogas digitais são sons que alteram o estado natural da mente, como alguns efeitos que estão presentes nestas músicas sons zumbidos e batidas, que segundo a reportagem, causam efeitos que prejudicam os jovens, mas na verdade é que segundo cientistas são ondas que podem alterar o estado natural da mente do jovem, mas não que isto seja uma droga, afinal não há nenhum material química que seja considerado droga, e sim só jeitos diferentes contidos na música que alteram o estado natural da mente, o que não significa uma droga realmente.

quarta-feira, 17 de março de 2010

                                                          Engolidos pela favela


A população nos morros do Rio de Janeiro cresce ao dobro
do ritmo do restante da cidade – e o avanço dos barracos provoca a degradação de bairros e desvaloriza aquelas áreas de maior IPTU

Nos anos 70, o administrador Raimundo Bulcão, 82 anos, desfez-se de três imóveis para con-cretizar o sonho de viver numa casa de 700 metros quadrados em que, da janela, se descortinava a imensidão verde da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro. Essa vista sumiu. Ao longo de quatro décadas, ela foi desaparecendo à medida que a favela da Rocinha se alastrava a passos largos pelo morro – até chegar a exatos 80 metros da casa do administrador: "O odor reinante aqui é uma mistura de lixo com esgoto, e o som varia entre tiroteio e baile funk. Verde, quase não se vê mais". Seu bairro, o Alto Gávea, já ganhou até apelido: Baixo Rocinha. Como lá, várias das áreas mais nobres do Rio, aquelas também de maior IPTU, estão hoje cercadas de barracos por todos os lados – retrato de um acelerado processo de expansão das favelas que, ano a ano, ganha novo impulso por uma questão de cunho demográfico. Novas projeções, conduzidas pelo demógrafo Kaizô Beltrão, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, indicam que até o fim de 2010 a população das 1 020 favelas cariocas atingirá 1,3 milhão de habitantes – 22% mais do que uma década atrás. O número salta aos olhos: é quase o dobro do ritmo de crescimento populacional do restante da cidade. No Rio, um de cada cinco moradores já vive em favelas e, mantido o ritmo até 2020, esse será o caso de um em cada quatro cariocas. Explica Kaizô Beltrão: "As altas taxas de fecundidade estão contribuindo de forma decisiva para o inchaço nos morros".

Os elevados índices de fertilidade nas favelas cariocas – onde a média de filhos por mulher é de 2,5, 30% maior que a do Rio como um todo – se explicam, em parte, por razões comuns a outros lugares do Brasil em que grassa a pobreza. Na base de tudo está o baixo nível de escolaridade, fator diretamente associado à proliferação de famílias numerosas. Para se ter uma ideia, mulheres brasileiras que não frequentaram a escola têm até o triplo de filhos do que aquelas que concluíram uma universidade, segundo dados do IBGE. Além da própria desinformação sobre os métodos contraceptivos, a ausência de estudo desencadeia um ciclo vicioso que se percebe, talvez com mais nitidez, nas favelas do Rio. Diz a especialista Rosiska Darcy de Oliveira, doutora em educação: "Bem cedo, as meninas ali fracassam na escola e, sem nenhum projeto de vida, preenchem o vazio com a gravidez". Um novo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) revela a extensão do problema: nas favelas, 25% das adolescentes entre 15 e 19 anos de idade já têm pelo menos um filho – cinco vezes a média da cidade. Dado espantoso que não deixa dúvidas: a maternidade precoce é um potente motor para a explosão populacional nos morros do Rio de Janeiro.
Evidentemente existem outras razões para a visível proliferação das favelas cariocas – um processo secular que tem suas raízes cravadas na constante complacência das autoridades. Os primeiros registros de ocupação ilegal de terras no Rio de Janeiro datam do século XIX, época em que os escravos recém-libertos começaram a se instalar maciçamente nos morros. Já no século XX, sobretudo a partir da década de 50, com a industrialização do país, grandes levas de nordestinos aportaram na cidade em busca de emprego e fincaram seus barracos nas favelas – que inflaram. Em São Paulo, ocorreu algo semelhante, com a diferença que, no Rio, o crescimento da população favelada foi abertamente incentivado pelo populismo reinante. Na década de 80, o então governador Leonel Brizola chegou a proibir o ingresso da polícia nos morros, deixando o terreno livre para as invasões, que só cresciam. "Favela não é problema, é solução", pregava o então vice-governador Darcy Ribeiro, resumindo o pensamento vigente.
O resultado foi a expansão caótica das favelas cariocas – que não param de avançar sobre a cidade formal, provocando uma flagrante degradação no entorno. Janelas cravejadas por balas de fuzil e lixo que desce pelas encostas se acumulando nas calçadas já foram incorporados à paisagem de prédios vizinhos às favelas Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, e Cantagalo, em Ipanema. Pelo terreno de um dos edifícios chega a passar um cano que traz o esgoto da favela, solução improvisada décadas atrás que nenhuma autoridade tratou de melhorar. "Quando o cano entope, fica impossível permanecer no prédio, tal é o mau cheiro", conta a bióloga Mônica Morgado, 46 anos, que se mudou para lá na década de 70. A decadência de áreas como essa se faz refletir no valor dos imóveis. Um estudo da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) mostra que nos prédios colados às favelas da Zona Sul, a mais nobre da cidade, o preço dos apartamentos caiu 50%. "Mansões lindas na minha rua ficam até cinco anos com a placa de vende-se e são repassadas por valor irrisório", diz o advogado Luiz Fernando Penna, 61 anos, que mora próximo à Rocinha e às casas do cirurgião Ivo Pitanguy e do compositor João Bosco. Perto dele também funciona, à luz do dia, um ponto de venda de drogas, para o qual alguns moradores têm vista.
Para o problema não há outra saída senão o estado se fazer presente nas favelas – algo que, por décadas a fio, simplesmente não aconteceu. À exceção das ocupações menores e mais recentes, já não é mais possível remover a imensa maioria delas, dada sua dimensão. Os especialistas são unânimes em afirmar que o rumo mais acertado, nesse caso, passa pela incorporação das favelas à cidade. Diz o urbanista Sérgio Magalhães: "Só com a legalização dos imóveis e a urbanização dos morros elas deixarão de viver à margem do estado e da lei e se integrarão, enfim, à economia formal". A recente ocupação de alguns morros pela polícia, por meio das chamadas unidades pacificadoras, tem cumprido um papel básico e decisivo para isso: expulsar os bandidos da favela. Um bom começo. Os galopantes indicadores demográficos – e a própria fotografia da cidade engolida por favelas – mostram que é preciso, mais do que nunca, acelerar o passo.



comentário: Antigamente, morar no morro, era um ótimo lugar, porque ficava no alto e tinha muito verde.
Hoje em dia já não é assim, por causa da desigualdade scial. Há muitos pobres morando no mrro, então a vista não é mais a mesma. A cada dia mais pobres vão se instalando no morro da Rocinha, por isso o IPTU dos lugar aonde antes seria melhor para viver abaixou muito.
O cheiro também mudou, o que antes ceirava mato, hoje cheira lixo e esgoto. O silêncio mudou também, hoje só se escuta funk á magrugada toda.
Então os padrôes de vida na Rocinha, hoje são outros, por causa da desigualdade social.

Mirella 1B

quinta-feira, 11 de março de 2010

Desigualdade social reforça Aids na América Latina e no Caribe

                         Desigualdade social reforça Aids na América Latina e no Caribe


Pelo menos 140 mil novos casos foram registrados na região em 2007.

Número de soropositivos na região chega a 1,7 milhão de pessoas.
As desigualdades sociais e econômicas, somadas em alguns casos à falta de atendimento oficial, reforçam a pandemia da Aids na América Latina e no Caribe, segundo um relatório apresentado nesta sexta-feira (27) em Bogotá pela Federação Internacional da Cruz Vermelha (FICV).

Além dos amplos contrastes como entre o Haiti, o país mais afetado, e Chile, o que tem menos casos, o estudo ressalta a baixa incidência da doença no Equador e na Argentina, assim como os avanços no Brasil, Colômbia e México, entre outros, lembrou Francisco Moreno, diretor-geral de Saúde da Cruz Vermelha Colombiana.
O relatório, intitulado "A desigualdade aguça a pandemia do HIV: enfoque especial na resposta das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha na América Latina e no Caribe", pede maior atenção às pessoas com maior risco.
Pelo menos 140 mil novos casos de Aids foram registrados na América Latina em 2007, último ano para o qual há dados. Com isso, o número de soropositivos na região chega a 1,7 milhão de pessoas
No mesmo período, mais de 60 mil pessoas morreram por causa da doença, acrescenta o relatório.
--------------------------------------------------------------------------------

No Caribe, 230 mil pessoas viviam com o HIV em 2007. Quase 75% deste total são de República Dominicana e Haiti

--------------------------------------------------------------------------------
Nesse mesmo ano, quase 20 mil pessoas foram contaminadas com o vírus e 14 mil morreram no Caribe, principalmente no Haiti e na República Dominicana.
Jovens, prostitutas, garotos de programa e seus clientes, homossexuais, transexuais, detentos e usuários de drogas são considerados pelo estudo como os grupos de maior risco.
Segundo o relatório, essas pessoas são as que menos têm possibilidades de acesso às campanhas de prevenção e de conscientização.
Pessoas que vivem em zonas remotas, entre elas os indígenas, também são grupos vulneráveis.

comentário: A Aids no Brasil é cada vez mais preocupante. Os principais casos, estão na América Latina,  principalmente no Caribe, Haiti e República Dominicana, também por causa da grande concentração de prostitutas, homossexuais, transexuais, usuários de drogas, pois sãos os grupos de maior risco coma  doença.
Mirella 1º B.

terça-feira, 2 de março de 2010

Filme- Idas e vindas do amor

                             Idas e Vindas do Amor (Valentine's Day)


Elenco: Jessica Alba, Jessica Biel, Bradley Cooper, Eric Dane, Patrick Dempsey, Hector Elizondo, Jamie Foxx, Jennifer Garner, Topher Grace, Anne Hathaway, Queen Latifah, Shirley MacLaine, Emma Roberts, Julia Roberts, Taylor Lautner, Taylor Swift, Ashton Kutcher, Carter Jenkins, Brooklynn Proulx.

Direção: Garry Marshall

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 117 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Estreia: 19 de Fevereiro de 2010

Sinopse: 'Idas e Vindas do Amor' nos traz um elenco de astros e estrelas vivendo as histórias de um grupo de habitantes de Los Angeles com pouco em comum, cujas vidas se cruzam, em meio a romances e corações partidos, durante um Dia dos Namorados. Casais e solteiros vivenciam os altos e baixos de encontrar, manter ou terminar relacionamentos no dia do amor.

comentário: Uma boa parte do elenco já fez um filme de romance que fez sucesso, como Garry Marshall em "Uma linda mulher" e em "O diário da princesa", na direção.
 Julia Roberts como elenco em "Uma linda mulher".
Este filme, irá mostrar a realidade  na vida dos casais, no amor, dentre as partes boas e ruins que ele nos tráz.
Mirella 1ºB.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Circ de Soleil no Brasil

Cirque du Soleil anuncia segunda turnê brasileira para setembro


O Cirque du Soleil anunciou nesta terça-feira, 29, que fará a partir de setembro sua segunda temporada no Brasil. Com o segundo espetáculo da trupe, "Alegria", criado em 1994, a turnê nacional será ampliada para ter quase o dobro de apresentações da vez anterior e estendida para outras quatro capitais, além de Rio de Janeiro e São Paulo. Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre agregam-se aos destinos da megacompanhia circense.

Serão cerca de 250 apresentações ao longo da turnê de 10 meses, que estréia no dia 14/9 em Curitiba, segue para Brasília em 19/10, visita o sudeste - começando por Belo Horizonte em 22/11, passa pelo Rio de 27/12 em diante e se fixa em São Paulo a partir de 7/2 do próximo ano - e faz sua última etapa em Porto Alegre, a partir de 15/5 de 2008.
Os ingressos começam a ser vendidos com exclusividade no dia 4/6 para clientes American Express, Bradesco Prime e Private. Entre os dias 2 e 8/7 a pré-venda é estendida a todos os clientes Bradesco. Para o público geral, a venda começa somente no dia 9/7. As entradas custam entre R$ 130 e R$ 300, em todas as praças, exceto em Porto Alegre, cuja variação de preços fica entre R$ 100 e R$ 280. Segundo a produção, os menores preços na capital gaúcha foram estabelecidos por menores exigências nas leis locais para a faixa de público com direito a acesso à meia-entrada.
"Alegria" - montagem subseqüente a "Saltimbanco", apresentado no Brasil em 2006 - foi concebida, em 1994, pelo italiano Franco Dragone. No palco, 53 artistas de 14 nacionalidades, incluindo o clown brasileiro Marcos de Oliveira Kazuo, exibem, em 2h40, números de malabarismos, palhaços, contorcionismo, manipulação e outras modalidades de apuro técnico e acrobático que fizeram do Cirque du Soleil o mais conhecido circo do mundo.


comentário: Como você pôde ler na reportagem, o Cic de Soleil está de volta no Brasil em setembro.
Vale a pena pagar o preço em média de $200,00, para assistir ao espetáculo, pois é feito um jogo de sons, cores e movimentos, que encanta qualquer pessoa.
A platéia é bem divida para que todos possam ver o espetáculo em um ângulo muito bom.
O estpetáculo será da trupe "Alegria", que foi a que mais fez sucesso em todo o mundo.
Vale apena assitir e existem várias formas de pagamento. Em setembro eles estaram de volta para alegrar à todos nós neste lindo espetáculo.

Mirella 1ºB.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Peça: Trair coçar é só começar

Trair e Coçar é Só Começar

Gênero: Comédia
Trair e Coçar é Só Começar, texto original de Marcos Caruso, é uma comédia de costumes que apresenta uma atrapalhada empregada doméstica - Olímpia - que envolve seus patrões, dois casais de amigos, um padre e um vendedor de jóias em uma série de suspeitas de adultério. Toda a ação do espetáculo acontece no apartamento dos patrões de Olímpia, onde diversas vezes, as personagens ficam em situações embaraçosas.
Direção: Attílio Riccó. Elenco: Anastácia Custódia, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Sylvio Toledo, Mário Sérgio, Carla Pagani, Katya Roberta e Osmiro Campos
Até 28 de Março, sextas, às 21h30; sábados, às 21h e domingos, às 19h
Teatro Raul Cortez
R. Dr. Plínio Barreto, 285 (Bela Vista)
Tel: (11) (11) 3254-1700
Ingressos: R$ 50,00 (sextas e domingos) e R$ 60,00 (sábados)

comentário: Tanto a peça quanto o filme Trair e coçar é só começar, são muito engraçados e divertidos.
Quem vai assitir ou o filme, ou a própria peça se diverte até o final, pois a história mostra extamente como os casais são hoje em dia, junatmente com a correria do dia-a-dia.
Eu mesma já assisti ao filme e achei o máximo, é risada do começo ao fim, é uma hiostória que envolve a qualquer tipo de público.
A peça está em vigor até o dia 28/02 no teatro Raul Cortez, na Bela Vista.

Mirella 1B.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Avatar

Avatar (Estados Unidos, 2009), que estreia na sexta-feira 18 no país, é um feito técnico de proporções colossais. Particularmente porque, da maneira como foi articulado por James Cameron, esse mutirão de avanços tecnológicos usados para imergir o espectador no 3D mais fotorrealista que se poderia conceber tem em vista um propósito lírico e até honrado: o de criar beleza, transportar, surpreender pela imaginação e compartilhar um deslumbramento pela natureza que o próprio diretor só descobriu por completo ao ter-se retirado de cena - era o que parecia ter acontecido - depois de Titanic.
Um avatar é uma versão de um ser existente; e é isso que o fuzileiro naval Jake Sully (Sam Worthington) ganha ao desembarcar no planeta Pandora: uma encarnação de si mesmo na forma de um Na’vi, como são chamados os habitantes indígenas desse mundo remoto. Jake ficou paraplégico em combate na Terra; em Pandora, tem mais de três metros de altura, pele azulada, cauda e fisionomia ligeiramente felinas e um físico tão forte e apto que, ao experimentá-lo pela primeira vez, ele se embriaga com tanta liberdade.

Embriagador também é o terreno que ele pode percorrer nesse corpo. De dia, Pandora é um espetáculo de cores tropicais, árvores que se esfumaçam de tão altas e montanhas que vagam pelo céu como nuvens sólidas. De noite, é um sonho espectral de luminescências azuladas e arroxeadas, ressaltadas por brancos opalescentes e verdes fantasmagóricos - como um recife de corais que tivesse subido à superfície. Cameron é um apaixonado pelas profundezas marinhas, e não poderia ter imaginado argumento mais convincente para justificar sua fixação do que essas imagens. Mais notável ainda é a delicadeza do diretor. Em vez de atirar objetos contra a plateia, como os filmes em três dimensões fizeram até aqui, ele põe de lado os golpes baixos, o fácil e o pedestre e mira em algo muito acima: mostrar que o 3D é percepção, sensação e profundidade. Conjura tanta perícia, enfim, para simplesmente pousar o espectador em Pandora e deixar que, assim como Jake, ele viva a ilusão de estar dentro dessa ilusão.
Essa é, de certa forma, a primeira história de amor de Avatar - a de Jake por uma natureza que, no futuro em que o filme se passa, na Terra já é só uma lembrança. A segunda história de amor, e a central, é a de Jake por Neytiri, uma amazona Na’vi que, apesar do seu rancor contra os seres humanos - Pandora está sob ameaça de devastação por uma corporação mineradora -, recebe um sinal de que esse homem é diferente. Neytiri (Zoë Saldana, a Tenente Uhura da recente versão cinematográfica de Star Trek) é encarregada de proteger Jake e de ensiná-lo a ser verdadeiramente um Na’vi. Entre domar uma montaria alada aqui, aprender a usar o arco ali e escorregar por folhagens acolá, o inevitável acontece. A paixão está nas cartas, claro, desde a primeira cena em que Neytiri e Jake se encontram, na qual ela previsivelmente o salva das feras que o rondam. Mas, pelo menos, Cameron introduz o romance por meio de uma camaradagem que diz muito sobre seu respeito pelas mulheres. Os Na’vi são também um povo da terra, e estão ligados a ela de maneiras bem literais - são parte efetiva dela, como descobrirá a botânica interpretada com excelentes humor e desembaraço por Sigourney Weaver.
Há uma boa margem para tomar como eco-sentimentalismo (ou como ecobaboseira, conforme o ponto de vista) essa mensagem verde de Avatar, que em geral vem sublinhada por coros de vozes genericamente "nativos". Mas Cameron a contrapesa com lances mais lúcidos, como a sensação cinza e opaca com que Jake volta para seu corpo humano e limitado após cada excursão por Pandora - e o australiano Sam Worthington, o acerto de Exterminador Salvação, dosa no personagem as medidas corretas de gravidade e intrepidez. (Aliás, que se comente o desempenho de um humanóide azul de três metros já é sinal do quanto a transposição das atuações reais para os personagens digitais é bem-sucedida.) No terço final, em que se desenrola a batalha da mineradora contra os Na’vi e sua selva, são inspiradas também as alusões a outras imagens icônicas sobre a insensatez da guerra, como a da floresta se inflamando com napalm em Apocalypse Now, ou a do sofrimento dos cavalos sob fogo em Kagemusha.
Esse contraponto entre uma civilização tão mecanizada e outra tão próxima de um estado natural é uma surpresa em Avatar - mas, considerado em retrospecto, é também um passo lógico na carreira de seu diretor. Cameron sempre foi o cineasta do equipamento pesado, do metal guinchando e triturando na forma de robôs, de estações submarinas, de transatlânticos. Executar visualmente o fascínio e o terror que as máquinas exercem foi, desde o início, o que o distinguiu. Ao contrário de mestres da estupidez como o Michael Bay de Transformers, Cameron entende que essa relação com o mundo físico não é um pretexto para a catarse, para a sublimação da violência ou para efeitos mais e mais estrepitosos.
De uma forma instintiva, não intelectualizada, porém não menos filosófica, todo seu cinema tem sido um comentário sobre a imaginação simultaneamente artística e tecnológica da espécie humana - e sobre como, nessa ânsia biologicamente programada de multiplicar até o infinito suas capacidades, ela perde controle sobre o que cria na mesma medida em que o aumenta, e toca tanto o belo como o terrível. Imaginar, dizem os filmes de Cameron - todos eles -, é abrir uma caixa de Pandora. Se o cinema for tomado como tal, então dela podem sair um sem-fim de burrices, algumas inclusive velhacas, como as que o avanço dos efeitos já produziu. Ou pode sair algo como Avatar - em alguns momentos redundante, em outros até um pouco cafona. Mas, em todos os instantes, invariavelmente animado pelo desejo de se alçar, de ir além e de engrandecer.

comentário: É um filme de amor. Envolve quem o assiste, pois o filme nos trás ensinamoentos que não se mostram em desenhos. è um filme, em que é transmitido o ensinamento de não julgar os outros semantes cocecê-los; dar valor a vida e o mais importante, ele nos ensina a não ter preconceito com nenhuma pessoa.
 
Mirella 1ºB.