Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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quarta-feira, 16 de março de 2011

Confrontos deixam quatro mortos no Bahrein; governo impõe toque de recolher

Protestos e marchas foram proibidos na Praça da Pérola e outras regiões do país
MANAMA - Ao menos quatro pessoas morreram durante conflitos entre policiais e manifestantes nesta quarta-feira, 16, no Bahrein, ao mesmo tempo em que um toque de recolher de 12 horas de duração foi imposto pelo governo. A polícia atacou os manifestantes que estavam acampados na Praça da Pérola, no centro da capital Manama, para exigir reformas no país. Segundo testemunhas, diversas pessoas ficaram feridas.


O toque de recolher valerá a partir desta quarta, das 16 horas às 4 horas na Praça Pérola, no distrito financeiro da capital e em outras regiões do país, por tempo indeterminado, de acordo com informações transmitidas na televisão estatal por um porta-voz do Exército. Manifestações, marchas e outros tipos de protesto também estão proibidos em toda a nação.

Os policiais atiraram granados de gás lacrimogêneo contra os manifestantes antes de marchar sobre a multidão e assumir o controle do local e do centro financeiro, núcleo dos protestos contra a monarquia do Bahrein. O confronto acontece um dia após o governo de o país decretar estado de emergência por três meses.

Na operação, morreram dois policiais, atropelados por manifestantes que dirigiam carros em alta velocidade. As outras duas vítimas fatais seriam manifestantes. Segundo o deputado do movimento xiita al Wefag, Halil Marzuk, as forças de segurança atiraram com "munição de verdade" com a intenção "deliberada de matar os manifestantes", acusou Marzuk.

Em virtude dos confrontos, a bolsa de valores do país parou de operar, e escolas e universidades fecharam suas portas. Os dignitários xiitas pedem com urgência a intervenção da ONU para evitar um massacre de civis. Na última segunda-feira, tropas sauditas entraram no país a pedido do governo monárquico para tentar controlar os protestos, que já dura um mês.

Comentário: A onda de revoltas contra os regimes ditatoriais no mundo islâmico, em fim chega a afetar o bahrein, que a algum tempo já havia conseguido conter as revoltas dando dinheiro a todas famílias do país. O plano de subornar as famílias para que elas não se revoltassem não se mostrou eficaz, ao contrario deve ter causado maior ira nos rebeldes, o fato de fato de estarem sendo comprados, por uma quantia que é ridícula para um país que é tão rico, e a tanto tempo vem explorando seu povo sem os dar o menor retorno. Essa é mais uma das ditaduras que esta para finalmente cair no mundo islâmico.







quinta-feira, 3 de março de 2011

Dois navios de guerra dos EUA chegam ao Mediterrâneo rumo à Líbia

Americanos aumentam pressão sobre contestado ditador Muammar Kadhafi.


Coronel prometeu 'dedos nos olhos' de adversários, e clima é de guerra civil.

Dois navios anfíbios de guerra dos EUA chegaram nesta quarta-feira (2) ao Mar Mediterrâneo, rumo ao litoral da Líbia, disse uma autoridade americana, para uma possível intervenção no país, praticamente imerso em uma guerra civil após 16 dias de protestos populares contra o ditador Muammar Kadhafi.

O USS Ponce e o USS Kearsarge, com centenas de fuzileiros a bordo, deixara o Canal de Suez, vindos do Mar Vermelho, e entraram no Mediterrâneo, disse a autoridade, sob anonimato, à agência Reuters.

Os EUA também mantêm o porta-aviões USS Enterprise no Mar Vermelho, mas ainda não foi confirmado se ele será mandado ao Mediterrâneo.

A administração Obama disse que "todas as opções" estão sobre a mesa para lidar com a crise da Líbia, em que rebeldes pedem a saída do coronel Kadhafi, desde 1969 no poder. Mas, por enquanto, o discurso é de que os militares irão apenas prestar serviços humanitários, ajudando a resgatar pessoas em situação de risco ou entregando ajuda ao país, em que, segundo relatos da ONU, já começa a faltar comida.

Também nesta quarta-feira, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse temer que, após o confronto, a Líbia se transforme em uma "Somália gigante", tornando-se um campo aberto para a ação de terroristas ligados à rede terrorista da al-Qaeda.

Ela também disse que os EUA relutam em transformar o território líbio em zona de exclusão aérea, para impedir bombardeios das forças leais a Kadhafi contra os rebeldes, como já vem acontecendo.

O secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, disse que a criação da zona precisaria ser precedida de um ataque às defesas líbias.

Os EUA, já envolvidos em longos conflitos no Iraque e no Afeganistão, relutam em apelar para uma solução militar também na Líbia, segundo analistas.

Enquanto aumenta a pressão americana, o país está praticamente em guerra civil, com relatos de combates em várias cidades entre tropas e mercenários leais ao governo contra os rebeldes.

Com Kadhafi em Trípoli afirmando que não vai deixar o governo e prometendo "enfiar os dedos nos olhos dos adversários", forças leais a ele partem para o contra-atraque em cidades do leste, controlado pelos rebeldes e onde fica a base destes, Benghazi.

Uma entidade líbia de direitos humanos anunciou que mais de 6.000 pessoas já morreram nos confrontos, embora Kadhafi tenha dito nesta quarta que apenas 150 pessoas morreram.

Comentário: Todos concordam que a Líbia vem passando por momentos difíceis, onde um ditador se recusa a entregar um governo perdido, respondendo aos manifestantes com imensa brutalidade, e destruindo sua própria cidade. Não é compreensível que um homem que ficou tão rico à custa de um país miserável se recuse a entregar o poder. Por outro lado também devemos desconfiar da “solidariedade” dos EUA, que pretende retirar kadhafi do poder, mas que tem um histórico de querer se intrometer em tudo. Será que após retirar o poder de kadhafi eles irão retirar suas tropas militares ou ficarão governando indiretamente à Líbia?        

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Lula diz que mundo precisa de Oriente Médio em paz

Presidente abriu Fórum Mundial da Aliança de Civilizações, no Rio.


Fórum reúne líderes políticos, empresários e ativistas de vários países.



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que é preciso ter um Oriente Médio forte e pacificado para se conquistar a paz mundial, na manhã desta sexta-feira (28), na abertura do III Fórum Mundial da Aliança de Civilizações realizada no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Lembrou que o Brasil tem uma grande diversidade étnica, cultural e religiosa e que isso faz do país uma nação democrática.

Lula lembrou que esteve em Israel tentando promover a paz entre judeus e palestinos e que buscou uma solução negociada no Irã com relação à utilização da energia nuclear.

"O mundo precisa de um Oriente Médio em paz. A energia nuclear precisa ser orientada no sentido da paz, como elemento de promoção de desenvolvimento", disse Lula.



Comentário: Segundo o presidente Lula falta o Oriente Médio para o mundo ficar em paz, o ainda existem brigas desnecessárias por territórios grandes o suficiente para serem divididos, e por religião por ser uma região de países muito conservadores.

Abbas: solução de 'dois estados' para o Oriente Médio começa a "erodir"

WASHINGTON, 10 Jun 2010 (AFP) -O conceito de 'dois estados' para a paz entre palestinos e israelenses "está começando a erodir", afirmou nesta quinta-feira o líder palestino Mahmoud Abbas, em Washington.


"Quero expressar minha preocupação ante uma situação muito difícil", declarou, durante entrevista a um grupo de reflexão.

Após receber Abbas, na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse acreditar que o processo de paz no Oriente Médio terá "avanços significativos" este ano; anunciou, também, um pacote de ajuda de 400 milhões de dólares para os palestinos.

É tempo de sair do atual "ponto morto" no conflito israelense-palestino, disse Obama após reunião com Abbas na Casa Branca.

Para isto, prometeu que os Estados Unidos se envolverão com "todo o seu peso" e afirmou que é possível que se produza um "avanço significativo" até o fim do ano nas negociações de paz no Oriente Médio.

Comentário: Esse conflito entre israelenses e palestinos é muito antigo, eles disputam por um território chamado Jerusalém, e não dividem a região pois não se aceitam por motivos religiosos, ambos afirmam que Jerusalém é a terra prometida para seu povo, o território é grande portanto poderiam dividir, mais continuam brigando por um território que poderia abrigar os dois povos, outro motivo para brigarem por Jerusalém é por que no meio do deserto é um território fértil, acentuando mais os conflitos

Charges de Maomé na Dinamarca causaram polêmica e violência

Em 30 de setembro de 2005, 12 cartuns foram publicados pelo jornal dinamarquês "Jyllands-Posten", um deles mostrando o turbante do profeta Maomé em formato de bomba. O jornal justificou dizendo que queria iniciar um debate sobre a liberdade de expressão.


Curiosamente, as manifestações contrárias começaram somente cinco meses depois da publicação, em fevereiro de 2006.

Protestos violentos atingiram Paquistão, Síria, Irã, Líbano e faixa de Gaza, entre outros locais de maioria muçulmana. Missões diplomáticas dinamarquesas foram incendiadas no Oriente Médio.

Numa demonstração de solidariedade aos dinamarqueses, diversos órgãos de imprensa do mundo, sobretudo na Europa, republicaram as charges, aumentando a tensão. Em resposta, o Irã convocou um concurso de charges sobre judeus.

No ano passado, as charges causaram nova polêmica, quando a editora norte-americana de um livro sobre a crise recusou-se a republicar as imagens, o que causou protestos da autora.

Comentário: O tumulto foi causado pela publicação de uma charge criticando Maomé na Dinamarca, isso por que Maomé é criador e símbolo da religião islâmica, tanto que podemos observar que na maioria dos paises que se revoltaram a população e islâmica, os país que publicaram a charge não tinha a noção de que a charge criaria tamanho tumulto, pois os pensamento de europeus e islâmicos são muito diferentes, uma charge de Maomé para um país europeu seria igual a uma charge de Jesus Cristo, que também causaria muito tumulto

Primeiro-ministro israelense diz que sanções ao Irã foram passo positivo

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que a quarta rodada de sanções da ONU ao Irã foi um passo positivo e pediu medidas adicionais contra Teerã no setor de energia.


O Conselho de Segurança da ONU aprovou ontem uma nova rodada de sanções contra o Irã após cinco meses de negociações entre os Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China e Rússia.

"Esperamos que este passo positivo seja seguido por ações decisivas de outros países, incluindo as sanções aplicáveis ao setor energético do Irã", disse Netanyahu em um comunicado na noite de quarta-feira.

"Essa resolução adverte Irão de que os países líderes do mundo se opõem a seu programa nuclear", disse ele. "A maior ameaça para a paz é que um dos regimes mais perigosos do mundo se arme com a arma mais perigosa."

As potências ocidentais e Israel suspeitam que o Irã esteja desenvolvendo armas nucleares, por causa de sua dissimulação de atividade nuclear frente a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) e restrições ao acesso da Agência

Israel, cujos jatos bombardearam um reator nuclear iraquiano em 1981 e que ele dizia era uma instalação nuclear na Síria em 2007, deu a entender que poderia usar a força para negar ao Irã os meios para construir uma bomba atômica.

Israel, que seria o único país com arsenal nuclear no Oriente Médio, vê o Irã com armas nucleares como uma "ameaça existencial".

Comentário: Este é mais uma caso de medo de o Irã estar enriquecendo urânio, que vem se mostrando muito comum ultimamente, e o Brasil esta evolvido neste caso, pois ele que esta vendendo a tecnologia de enriquecimento de urânio ao Irã, o que vem causando muitos problemas.

Lula intercedeu por apoio turco em votação de sanções ao Irã na ONU

O Brasil poderia ter sido o único membro do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) a ter votado contra a resolução que impôs uma quarta rodada de sanções ao Irã, nesta quarta-feira (9), apurou a Folha, com exclusividade.


A Turquia só decidiu se alinhar ao voto brasileiro após dois telefonemas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o premiê turco, Recep Tayyip Erdogan.

Fontes ouvidas com exclusividade pelo repórter Samy Adghirni confirmaram mais detalhes sobre a negociação que levou os dois membros não permanentes do Conselho a votarem contra as punições ao programa nuclear de Teerã.

Comentário: Após muitas tentativas de vender a tecnologia de enriquecimento de urânio para o Irã, o Brasil continua tentando, no entanto com o grande número intervenções feitas por outros países que tem medo de que o Irã esteja produzindo bombas atômicas esta dificultando muito a vendo, o caso já esta trazendo mais problemas do que lucro para o Brasil.

Irã é um 'caso especial', diz diretor da AIEA

VIENA (Reuters) - O Irã é um "caso especial" devido às preocupações ocidentais de que estaria secretamente desenvolvendo uma arma nuclear, disse na segunda-feira o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, em meio a uma ofensiva política do Irã e de países árabes contra o suposto arsenal nuclear israelense.


Na semana em que o Conselho de Segurança da ONU deve votar novas sanções ao programa nuclear iraniano, Amano criticou a insistência do Irã em enriquecer urânio e dificultar o acesso de inspetores e investigadores a suas instalações atômicas.

"Também preciso mencionar que o Irã é um caso especial por causa, entre outras coisas, da existência de questões relacionadas às possíveis dimensões militares do seu programa nuclear", disse ele na abertura de uma reunião dos 35 países do conselho de direção da AIEA.

Mas o embaixador do Irã na AIEA, Ali Ashgar Soltanieh, disse que a agência deveria prestar mais atenção a Israel, país que não é signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) e que supostamente possui o único arsenal nuclear do Oriente Médio.

A ONU encerrou na semana passada em Nova York a sua conferência quinquenal de revisão do TNP, evento no qual o programa nuclear israelense foi muito discutido.

Referindo-se aos incidentes navais da semana passada, Soltanieh acusou Israel de cometer "crimes contra a humanidade em Gaza", e disse que "este tipo de violação do direito internacional, mais a capacidade nuclear, é muito perigosa para a segurança de todo o mundo".

Israel diz que não vai discutir essa questão por causa da hostilidade de vários vizinhos. O país não confirma nem desmente a posse de armas nucleares. Por não ser membro do TNP, Israel não se submete a inspeções nucleares internacionais, ao contrário do Irã, signatário do tratado. O Ocidente, no entanto, diz que a República Islâmica viola regras do TNP e é uma ameaça ao regime de não-proliferação.

Países árabes devem elevar a pressão nesta semana, quando a direção da AIEA discutir as "capacidades nucleares israelenses". Esses países querem que Amano implemente uma resolução da AIEA conclamando Israel a se abrir a inspeções e aderir ao TNP.

Comentário: Atualmente o Brasil tem insistido muito na venda da tecnologia de enriquecimento de urânio para o Irã, no entanto os EUA vem atrapalhando o processo dizendo que o Irã quer essa tecnologia para produção de bombas atômicas, principalmente por não fazer parte do TNP, para resolver o problema o Brasil resolveu incluir a Turquia aliada dos EUA, que com o dinheiro do Irã receberia a tecnologia de enriquecimento de urânio para depois enviar o urânio para o Irã, no entanto o Irã diz que continuaria enriquecendo de 20% do urânio, o que vem causando grandes problemas.Será realmente que vale a pena os esforços do Brasil, ou será que esta trazendo mais problemas?

Irã inaugura a maior montadora de carros do Oriente Médio

O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, inaugurou neste domingo em Kashan (centro) a maior fábrica de automóveis do Oriente Médio, com capacidade para 150.000 unidades por ano. A montadora, que criará 4.000 empregos diretos e 20.000 indiretos na região, produzirá diferentes modelos, entre eles um pequeno carro chamado Tiba. O modelo, de quatro lugares e produzido inteiramente no Irã, custará entre 80 e 90 milhões de riales (entre 8.000 e 9.000 dólares), e está destinado às classes médias. "A produção do Tiba é um sinal de confiança em nós. A nação iraniana demonstrou que, apesar das sanções e das pressões de nossos inimigos, resiste e avança no caminho do progresso", afirmou Ahmadinejad. Com mais de 1.400.000 veículos produzidos no ano passado, o Irã passa a ser o maior fabricante de automóveis do Oriente Médio. O Irã proíbe a importação de veículos suscetíveis de competir com seus modelos locais, mas autoriza a de modelos de luxo que foram fortemente taxados (90%). A indústria automotiva emprega diretamente 500.000 pessoas no Irã, mas também geral inúmeros empregos indiretos que fazem desse setor o segundo do país, atrás do petroleiro.


Comentário: com a criação de uma montadora de automóveis no Irã esta se gerando grande número de empregos aumentando o padrão de vida iraniano, e ejetando dinheiro na economia, trazendo muito progresso para o Irã.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Etanol cai mais de R$1,00 em usinas

Recuo de 8,65% para o hidratado e de 6,11% para o anidro, diz Cepea.

Distribuidoras reclamam dos preços que não recuam dos postos.
Os preços médios do etanol combustível tiveram forte baixa nas usinas de São Paulo esta semana, com recuo de 8,65% para o hidratado e de 6,11% para o anidro (que é misturado à gasolina). As informações são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq).
O hidratado caiu abaixo de R$ 1,00 o litro, o que não ocorria desde a segunda semana de dezembro de 2009, e foi negociado, em média, a R$ 0,9963, o litro, ante R$ 1,0907 na semana anterior. Já o preço médio do litro do anidro variou de R$ 1,2804 para R$ 1,2022, no mesmo período. Os preços não incluem impostos.
Segundo Ivelise Rasera Bragato, pesquisadora do Cepea/Esalq, os preços dos combustíveis caíram entre segunda-feira (22) e quarta-feira (24) e depois mantiveram uma estabilidade entre esta quinta-feira (25) e esta sexta.
"As distribuidoras ainda reclamam da falta de interesse do comprador pelo hidratado e ainda dos preços, que não recuam nos postos", disse a analista. Já do lado das usinas, as vendas foram necessárias pela necessidade das empresas em fazer caixa para o pagamento de salários e ainda para preparar o início da próxima safra.
Na próxima semana, várias usinas do Paraná e algumas de São Paulo iniciarão o processamento da safra 2010/2011 de cana-de-açúcar. O Cepea/Esalq divulgou ainda que o preço médio mensal do hidratado recuou 6,44% em fevereiro, ante o valor de janeiro e variou de R$ 1,1712 para R$ 1,0958 o litro nas usinas. Já valor médio do litro do anidro encerrou fevereiro em R$ 1,2976, alta de 0,95% sobre o R$ 1,2854 de janeiro.
Comentário:É uma boa noticia mesmo o preço do etanol diminuindo só nas usinas, pois logo o preço também ira diminuir nos posto, no momento é vantajoso abastecer com etanol só em Goiás e no Mato Grosso, que já é uma melhora, e com o tempo é esperado que o preço continue diminuindo nas usinas, nos postos e em outros estados também.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Abastecer com etanol ainda é vantajoso apenas em MT

No estado, o preço do etanol está em 66,89% do preço da gasolina.

São Paulo tem o menor preço médio do álcool por R$ 1,845 o litro.


O etanol segue competitivo no tanque dos carros flex fuel apenas em Mato Grosso. De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 25 estados e no Distrito Federal, a gasolina é mais competitiva. O dados são referentes à semana terminada em 20 de fevereiro de 2010.


O Estado de São Paulo, que concentra mais de 50% do consumo de etanol, continua apresentando maior competitividade para a gasolina, na média dos preços compilados pela ANP. Considerando o preço médio da gasolina de R$ 2,526 por litro no estado de São Paulo, o etanol hidratado é competitivo na região até R$ 1,768 . Na média da ANP, o preço em São Paulo ficou em R$ 1,845 por litro, 4,3% acima do ponto de equilíbrio entre gasolina e etanol.

Atualmente, o etanol permanece vantajoso apenas no estado do Mato Grosso, que tem registrado aumento da produção de cana mas que ainda não possui formas eficientes de escoar todo o etanol produzido, o que gera uma oferta maior do que o consumo localmente. A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina. No cálculo, são utilizados valores médios coletados em postos em todos os estados e no Distrito Federal.

A gasolina está vantajosa em 25 estados e no Distrito Federal. Desde a semana de 16 de outubro de 2009, a gasolina passou a ser vantajosa em mais estados do país que o etanol.

Estado   gasolina(preço        álcool(preço        vantagem
                 médio)                    médio)

Sp           R$ 2,526               R$ 1,845             gasolina
Rj            R$ 2,692               R$ 2,138             gasolina





Comentário: é uma matéria muito interessante pois nos da informações nos da a informação de que não é mais vantajoso abastecer com álcool, apenas em MT .Isso esta acontecendo pois os outros paises produtores de cana deixaram de produzir e o Brasil passou a atender o mercado esterno deixando de produzir álcool para produzir açúcar para os outros paises

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Saiba como valorizar o 'passe' do seu carro na hora de vender

Guardar notas fiscais de reparações e revisões ajuda a elevar preço.

Catalisador e bico injetor ganham valor por causa da inspeção veicular.
Peça a nota fiscal em todo o lugar que fizer a manutenção do carro
Qualquer pessoa que tenta vender o carro usado quer fechar o negócio pelo preço de tabela. Tarefa difícil, diante de compradores que garimpam o mercado por valores mais em conta.



Para valorizar o 'passe' do seu carro na hora de vender, especialistas ouvidos pelo G1 dão dicas sobre o que consertar, quais documentos guardar e o que dizer para o comprador se o carro apresenta algum problema.


O item mais importante para a valorização dos carros é o histórico. De acordo com o consultor da rede Oficina Brasil, Antonio Cesar Costa, é importante reunir as notas fiscais que comprovem todas as reparações e alterações que foram feitas no carro. “Elas são importantes para comprovar o que foi feito no veículo, seja um reparo de embreagem, pintura, troca de pneus, conserto do motor e por aí vai. Isso valoriza o veículo e aumenta a confiança do comprador em você”, explica Costa.


Segundo ele, levar o carro em oficinas com boa reputação, ajuda a provar a qualidade do serviço prestado. “Por isso é importante ter um mecânico de confiança”, diz. O manual do carro preservado com as revisões registradas é outro documento que comprova a manutenção adequada do veículo.


Comentário: A matéria e muito boa pois explica detalhadamente o que você deve fazer para aumentar o valor de seu carro na hora da troca, o que pouca gente sabe uma das melhores dicas é guardar todos os comprovantes do que foi feito no carro desde manutenções a alguma alteração feita no carro

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Recall de símbolo da Toyota arranha a imagem da empresa

A crise da Toyota é, na verdade, a crise de dois de seus dois ícones. O primeiro é o chamado Sistema Toyota de Produção, cuja base é o “Just in time” — regime que acaba com estoques e reduz custo de peças e o gasto de tempo. O segundo, é o modelo Prius, o primeiro carro híbrido produzido em grande escala no mundo. Agora, em meio a uma série de megarecalls, um ícone se tornou vítima do outro.




Graças à revolução no modo de produção, a fabricante japonesa se internacionalizou rapidamente. A ponto de conseguir superar, em 2008, a soberania da General Motors. No meio desse processo, a montadora deu um passo em falso, que resultou no recall de cerca de 9 milhões de unidades. Entre elas, aproximadamente 200 mil do híbrido Prius, símbolo da nova era da mobilidade e projeto mais promissor da empresa.


Para o especialista em estratégias empresariais, Marcos Morita, os problemas nos freios e nos aceleradores de modelos da marca também são consequências da acirrada competição do mercado automobilístico. Segundo ele, a produção cada vez mais rápida de carros, o ciclo acelerado de renovação de produtos e os grandes volumes desafiam o padrão de qualidade de qualquer empresa. “O ciclo de renovação de produtos da Toyota é o mais rápido entre seus concorrentes”, observa Morita. "Mas desta vez, não deu."
O que mais assusta toda a indústria é a proporção deste caso. “Foi um volume muito grande, com problema de alta gravidade”, observa o especialista. Como qualquer fabricante poderia ter sido o alvo de um recall nessa proporção, a primeira fabricante a agir foi a Honda — que recentemente também anunciou novos recalls e expandiu outros antigos (veja o infográfico abaixo). O diretor-financeiro da Honda Motor, Yoichi Hojo, chegou a alertar que o “expressivo” recall da Toyota pode ter um efeito em cadeia sobre todo o setor, abalando a confiança dos consumidores na qualidade e segurança dos veículos.
E é exatamente um abalo permanente na imagem que a Toyota teme. Um fator que abalou a reputação da empresa foi a demora em divulgar as falhas nos carros, detectadas em outubro. O motivo não havia sido identificado, muito menos a solução para o problema.
De acordo com o sócio da Intent Consultoria, Ricardo Fortes de Sousa, foi a preocupação com a qualidade que fez com que a japonesa demorasse tanto para anunciar o megarecall. “Não acredito que a Toyota abriu mão da qualidade, ela tem um controle muito rigoroso sobre isso, mas sem dúvida pode haver erros”, afirma. “O retardo no anúncio aconteceu devido ao processo interno da empresa. É característico da indústria japonesa isso, não acredito que tenha sido uma demora proposital”, observa.


Quebra da confiança abre caminhos para concorrentes :
Com a produção parada, carros no pátio e consumidores sem saber o que fazer, as americanas Ford e General Motors e a sul-coreana Hyundai aproveitam para atrair novos clientes e ressurgir no cenário econômico. A GM, por exemplo, oferece nos Estados Unidos US$ 1 mil para os clientes que trocarem os veículos da Toyota por seus modelos. Já a Ford lançou um programa para atrair consumidores tanto da Toyota quanto da Honda.




Porém, na visão do consultor Ricardo Fortes de Sousa, quem leva vantagem é a Hyundai, que já possui uma política agressiva de preços e carros que atendem o novo perfil americano de carros. “Para aproveitar essa lacuna de curto prazo, não vejo a indústria americana se sobrepor, porque ela está economicamente bem fragilizada. É uma oportunidade melhor para os sul-coreanos que, aliás, possuem uma questão histórica com o Japão de investir para superá-los”, explica Sousa.

Curto prazo :

Para os especialistas, o tempo que a imagem da Toyota ficará abalada dependerá da estratégia utilizada pela companhia para gerar a crise de confiança. Ao seu favor, a japonesa tem a transparência e a humildade características da cultura de seu país. “Eles assumiram o problema e procuram a solução. O abalo da imagem será algo pontual e não se estenderá em médio e longo prazo, a não ser que outro recall seja anunciado. Neste caso, a situação complica”, afirma Sousa.


Após o anúncio do recall do modelo Prius, juntamente com outros modelos híbridos nesta terça-feira (9), a agência americana de segurança viária, a NHTSA, declarou que estuda queixas sobre o sistema de direção do modelo Corolla. Segundo a NHTSA, o procedimento é rotineiro, porém lança mais uma interrogação sobre os produtos do grupo.


Enquanto isso, o presidente da montadora japonesa, Akio Toyoda, curva-se diante de clientes e acionistas descontentes. “A segurança dos clientes é primordial", disse o executivo na sede da Toyota em Nagoya, na última sexta-feira (5). Mais do que um pedido de perdão, para os especialistas, o ato de Toyota deve ser encarado como um exemplo para as outras empresas, especialmente no Brasil.

Comentario:
eu gostei dessa materia pois ela fala sobre o recall(lote com defeito) da toyota que é uma marca grande mais apesar do problema esta se preocupando com seus consumidores e esta providenciando o recall de 400mil híbridos no mundo

  Andre T. Alvarenga
      1º B