Introdução

Esse é um site criado pelo professor Leandro Villela de Azevedo, para seus alunos da escola Villare, o objetivo é realizar um cliping de notícias, segundo temas de interesse, com comentários, realizados pelos alunos do 1o médio, no ano de 2010

Para acessar o site completo dos projetos entre em:
www.professor-leandro.webnode.com.br
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domingo, 18 de setembro de 2011

Aprovação de Sarkozy sobe após ações contra ciganos

O índice de aprovação do presidente francês Nicolas Sarkozy subiu 4 pontos porcentuais em setembro, para 34%, de acordo com uma pesquisa publicada hoje, apesar das fortes críticas internacionais sobre as ações contra os ciganos no país. Já a aprovação ao primeiro-ministro François Fillon subiu 5 pontos porcentuais, para 44%, segundo o levantamento feito pelo instituto Opinionway para o jornal Metro. As entrevistas, feitas por telefone com 1.006 adultos entre os dias 3 e 8 de setembro, mostraram que 34% dos pesquisados estavam satisfeitos com o chefe de Estado, ante 30% da pesquisa realizada em agosto. Por outro lado, 63% dos franceses disseram estar insatisfeitos com Sarkozy. Por volta de 44% dos entrevistados aprovam Fillon, ante 39% em agosto. O primeiro-ministro foi desaprovado por 50%, porcentual menor que os 54% que deram a mesma resposta no mês passado.

Em agosto, Sarkozy tomou uma série de medidas que limitam a viagem de minorias no país, entre elas os ciganos. Após as ações 43% dos entrevistados disseram que o governo não está trabalhando o suficiente para garantir a segurança, enquanto 29% afirmaram que as medidas são excessivas. Cerca de 51% dos entrevistados disseram que se a oposição socialista estivesse no poder as coisas "não estariam nem melhores nem piores". As informações são da Dow Jones.

COMENTARIO: As porcentagens não possuem uma diferença muito grande, porém estima-se que em relação ao Sarkozy os votos eram para estar menores,já que ele trouxe diversos escândalos para o governo frances.

domingo, 11 de setembro de 2011

Em discurso do 11 de Setembro, Obama exalta união dos EUA


O presidente dos EUA, Barack Obama, voltou a exaltar neste domingo a "união" do país. "Hoje vale a pena lembrar o que que não mudou. Nosso caráter como nação não mudou, nossa fé em Deus e uns nos outros, isso não mudou. Nossa crença na América", afirmou. Obama destacou a palavra "unidos", de Estados Unidos da América, e pediu que os americanos se dediquem "aos ideais que nos definem como nação". 
"Não somos perfeitos, mas nossa democracia é duradoura, e essa democracia também nos dá a oportunidade de aperfeiçoar nossa união", disse. As declarações foram feitas em discurso em Washington, durante "Um Concerto pela Esperança", último evento que marcou o décimo aniversário dos ataques do 11 de Setembro de 2001, quando 19 terroristas atacaram as Torres Gêmeas, em Nova York, o Pentágono, em Washington, e que, confrontados pelos passageiros, causaram a queda de uma aeronave na Pensilvânia. (Veja infográfico com cronologia dos ataques)
"Agora nos agarramos a nossas liberdades. Somos mais atentos contra quem nos ameaça, e há inconvenientes que vêm junto com a nossa defesa comum", declarou em discurso de quase 15 minutos. "Os debates, sobre a guerra e a paz, sobre segurança e as liberdades civis, frequentemente foram acesos. Mas é justamente o rigor desses debates e nossa capacidade de resolvê-los de modo a honrar nossos valores que representam uma medida de nossa força", acrescentou. "Isto é o que honramos em dias de lembrança nacional, esses aspectos da experiência americana que perduram, e a determinação de avançar como um povo", afirmou.
Obama também repetiu o que já tinha assegurado então seu antecessor, George W Bush, e que foi uma máxima de seu mandato: "Os Estados Unidos nunca estarão em guerra contra o Islã nem contra nenhuma outra religião".
Ele ressaltou, ainda, as mortes de soldados americanos no Iraque e no Afeganistão nos últimos 10 anos e disse que o objetivo dos EUA é "deixar aquelas terras para pessoas livres" e estabelecer a "paz".
COMENTARIO: É muito legal da parte dos eua fazer uma homenagem aos 10 anos do ataque ás torres gemeas, pois causo grande impacto no mundo todo e principalmente no proprio eua. Porem o Obama falar que nao existe guerra entre o eua e o irã é  muito estranho pois sao dois paises que vivem em guerras constantes.